advogado previdenciário

3 regras para contratar um advogado previdenciário

3 regras para contratar um advogado previdenciário

3 de novembro de 2015 Escolhendo o Advogado Mais Adequado 22
Alguns bonequinhos desenhados em um quadro negro e um dedo indicador apontando um deles, assim escolhendo o melhor advogado para a situação

Os assuntos que o direito abrange são inúmeros e escolher o melhor advogado para sua causa é fundamental para atingir seu objetivo com sucesso.

 

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Uma gripe ou resfriado é algo que um médico pode tratar com facilidade, porém para problemas cardíacos ou psiquiátricos complexos você vai precisar de especialistas nestas áreas. No direito funciona da mesma maneira: Ações simples podem ser atendidas com tranquilidade por advogados generalistas, que conhecem diversos campos do direito. Já ações complexas requerem uma especialidade maior, com conhecimento mais aprofundado e específico em relação ao tema. É possível que advogados atendam causas diversas e sejam especialistas em áreas mais complexas, porém você precisa buscar saber se ele realmente domina o assunto e é o melhor advogado para lhe atender.

 

Quem é o melhor advogado?

 

1. O especialista.

 

O Direito Previdenciário, assim como o Direito Tributário, são ramos que exigem uma enorme dedicação, pois têm uma legislação complexa e que requer atualização constante, acompanhamento cotidiano das modificações na lei e nas decisões dos tribunais. Casos como de Servidores Públicos e Professores que não possuem Regime Próprio de Previdência Social (o que acontece em centenas de Prefeituras),  de Brasileiros Residentes no Exterior,  de Servidores Públicos que laboram com insalubridade e até mesmo a Aposentadoria Especial de não servidores são exemplos nos quais é indispensável um conhecimento aprofundado e atualizado da questão. Assim, a regra de ouro para contratar o melhor advogado para a sua causa é buscar aquele que é especialista no assunto a ser tratado.

 

Porém, vale ficar atento ao fato de que advogados de cidades pequenas nem sempre podem se dar ao luxo de atender exclusivamente certos tipos de causas, mas mesmo assim podem ser especialistas. Busque se informar nesse sentido – com frequência a própria fachada do escritório explica a especialidade do profissional.  Outra maneira de verificar a especialidade é através da internet, em especial redes sociais e blogs. Na advocacia moderna, os profissionais tendem a ajudar as pessoas que estão buscando determinado direito e, especialmente em questões complexas, tratam do assunto publicamente. Isso demonstra seu conhecimento e especialidade. Então busque se informar sobre a especialidade do profissional também no mundo virtual.

 

2. O que atende melhor.

 

Ainda, é importante observar os canais de atendimento disponibilizados e a agilidade de resposta que a equipe possui. O melhor advogado não é apenas o especialista, mas aquele que o atende adequadamente. Nada adianta contratar um profissional que não lhe dá retorno sobre seu caso. Através de canais virtuais é importante que o advogado dê bastante atenção e responda com clareza ao cliente. E-mails e redes sociais permitem que o contratante tire dúvidas de qualquer lugar e que o profissional responda assim que possível, sem depender de agendamento de consulta.

 

3. O que mantém você informado.

 

É comum encontrar pessoas que não sabem em que estágio está o processo que possuem em andamento. Esta é uma informação que possui muito valor ao cliente e que, em alguns casos, é menosprezada pelos advogados. Um meio que encontramos para manter os clientes atualizados dos processos foi através do envio de SMS a cada movimentação – sempre que o processo muda de fase ou realizamos alguma movimentação, notifica-se por SMS.

 

Assim, é preciso pensar muito bem na hora de escolher o melhor advogado. A qualidade e conhecimento das questões, bem como a facilidade de comunicação e informações sobre o andamento do processo são alicerces para segurança e tranquilidade durante o desenrolar da causa.

 

 

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Professor e Advogado Especialista em Direito Previdenciário, Direito Tributário e Direito do Trabalho, com aprofundamento em Direitos Sociais Internacionais, atuante no Instituto Ibijus e na Verbo Jurídico.

Especialista em Marketing Jurídico Digital e Gestão de Escritórios de Advocacia. Fundador da Koetz Advocacia e CEO da ADVBOX.  Além de Articulista e Autor em vários sítes jurídicos e no Portal da Transformação Digital.

 

22 comentários

  1. Paulo Barros disse:

    Sou guarda municipal e completei 25 anos de efetivo exercício

    O município negou a concessão da aposentadoria especial por não ter previsão legal

  2. Apresentei PPP para eletricista acima de 250v e INSS indefiriu o tempo necessário para benefício integral. Foi concedida com incidencia de fator previdenciário de 29.5% a partir de 01/2018. Se aceitassem o PPP teria contemplado o fator 95 em 04/2018. Moro RJ e preciso de advogado especialista.

  3. […] o Planejamento de Aposentadoria for realizado por um profissional altamente especializado, é possível obter economia contributiva de maneira imediata e sem a redução do valor do […]

  4. Solange lomonaco da Silva disse:

    Sou professora, dei entrada na minha aposentadoria quando fiz 50 anos já tinha 27 anos trabalhados, aguardava a idade, agora com 52 é 9 meses que assinei a minha aposentadoria, tenho direito de pedir ressarcimento desses dois anos e meio trabalhado se eu já tinha tempo para aposentar e o Estado demorou para com o processo, assinei para ficar em casa aguardando publicação agora no dia 28 de setembro de 2017

  5. Francisco erasmo de moura disse:

    Meu nome e Francisco tenho 57 anos e 26 anos de contribuição trabalhondesdr 1979 e trabalhei em empresas que envolvia insalubridade…sao datas antigas como proceder para obter provas da existencua de situacao de risco para uma apisentadoria especial

  6. Sebastião disse:

    Prezado Eduardo Koetz , boa tarde!
    Desculpa pelas dúvidas.

    Tenho 33 anos e 10 meses de contribuições, sendo 2 anos e 6 meses como vigilante/vigia (aposentadoria especial da categoria); 54 anos de idade, quando poderei dar entrada para adquirir minha aposentadoria?

    Pela simulação no site do INSS, faltam: 1 ano 2 meses.

    Referente as questões acima, tenho ainda tempo trabalhado em metalúrgicas, teria redução do período para me aposentar?

    Grato,
    Sebastião

  7. Sebastião disse:

    Prezado Eduardo Koetz , boa tarde!

    Tenho 33 anos e 10 meses de contribuições, sendo 2 anos e 6 meses como vigilante/vigia (aposentadoria especial da categoria); 54 anos de idade, quando poderei dar entrada para adquirir minha aposentadoria?

    • Olá, Sebastião.

      Se você comprovar que trabalhou durante os 2 anos e 6 meses com porte de armar habitual e permanente, pode solicitar a aposentadoria por tempo de contribuição, para saber mais, clique aqui. Pois, pode converter o tempo de vigilante para tempo comum, assim terá um acréscimo de 40%.

      • Sebastião disse:

        Prezado Eduardo Koetz , bom dia!

        Trabalhei como Vigia de 24/10/1984 a 31/10/1986 e promovido a Vigilante de 01/11/1986 a 31/05/1987.
        Isso na mesma Empresa de Segurança.

        Tenho direito?

        Mais uma vez, muito grato.

        • Olá, Sebastião.

          Para saber se tem direito, clique aqui e responda o formulário, assim poderemos fazer uma análise específica do seu caso. Enviaremos via e-mail o resultado da análise.

          Abraços!

          • Sebastião disse:

            Prezado Eduardo Koetz , boa tarde!
            Desculpa pelas dúvidas.

            Referente as questões acima, tenho ainda tempo trabalhado em metalúrgicas, teria redução do período para me aposentar?

            Grato,
            Sebastião

  8. André Denardin disse:

    Prezado Dr. Eduardo,

    Preciso de ajuda!

    Veja minha situação: Nasci com uma doença chamada ambliopia por estrabismos e tenho 20/400 (- de 5% de visão) no olho esquerdo. Sofri preconceito e restrições toda minha vida, sem contar com a mega preocupação em manter a visão do olho bom.

    Tenho 49 anos de idade;
    32 anos e 3 meses de INSS pagos e bem pagos!

    Estou muito preocupado com a possibilidade da lei ser alterada antes de eu completar 33 anos de INSS. Se isso acontecer provavelmente terei que trabalhar mais 15 anos.

    Minhas dúvidas são:

    1- Tenho chance de ser enquadrado como deficiência moderada (neste caso já poderia me aposentar)?
    2- Caso eu não seja enquadrado em com deficiência moderada, poderei tentar a leve quando eu tiver 33 anos de INSS (e se a lei não tiver sido mudada?

    Grato. André Denardin

    • Olá, André.

      Somente o médico perito pode afirmar o grau da sua deficiência. Seria interessante você requerer a aposentadoria agora e já passar pela perícia, que irá constatar quanto tempo de contribuição a menos você vai poder ter em função da deficiência.

      Abraços!

  9. milton disse:

    quero saber seu8 numero de telefone para aposentar

  10. Meu caso é o seguinte: Minha irmã tem 57 anos de idade. Ela trabalhou com carteira assinada até 03/2004, totalizando 25 anos de contribuição. Após sair do emprego, fez contribuições como contribuinte facultativa de 04/2004 até 11/2004, não efetuando recolhimentos. Em data de 01/09/2005 ela fez inscrição como Digitadora Autônoma na Prefeitura e assim fez Inscrição como Contribuinte Individual. Em data de 05/09/2005 ela entrou em Auxílio Doença concedido judicialmente e ficou afastada de forma ininterrupta até 28/07/2016, quando o benefício foi cessado, totalizando 11 anos. Assim que o benefício cessou ela já efetuou o recolhimento como Contribuinte Individual nos meses de 07 e 08/2016. Minha dúvida…… Pode me informar se esse período de afastamento de Auxílio Doença será considerado como tempo de contribuição? Esclareço que consta no CNIS o período de afastamento de Auxílio Doença: Início – 05/09/2005 – Data Fim – 28/07/2016. Eu agendei pedido de aposentadoria por tempo de contribuição para o dia 12/09/2016, pois se for considerado o período de afastamento ela já possui 36 anos de contribuição e 57 anos de idade. Como estou com muita dúvida, gostaria de uma orientação se esse período de afastamento será ou não aceito pelo INSS como tempo de contribuição efetiva. Agradeço orientações.

  11. Aparecida Fonseca Ramos disse:

    Como faço para entrar em contato com vc pois moro em Santo Antônio do Pinhal – SP já dei entrada mas meu tempo de carteiras não bate com INSS disseram que ainda faltam 09 anos mas já tenho 56 anos e não consigo continuar trabalhando em duas prefeituras gostaria de me aposentar e continuar trabalhando em uma cidade somente. Tenho alguns problemas de saúde que tem dificultado meu trabalho.

    • Olá, Aparecida.

      Se você tem 56 anos de idade poderá se aposentar por idade aos 60 anos (ou seja, daqui 4 anos). Pelo que pude entender, você é servidora pública em dois municípios (duas matrículas). Se aposentar por tempo de serviço como servidora pode ser bem mais vantajoso do que se aposentar por idade, então realmente é importante verificar essa diferença de tempo entre a carteira de trabalho e os registros do INSS, pois pode estar faltando fazer a averbação de todos os tempos trabalhados para que eles constem direitinho. Para fazer isso, é necessário efetuar uma análise mais específica co seu caso. O ideal seria entrar em contato com um advogado previdenciário para realizar um planejamento de aposentadoria ou um cálculo de tempo de contribuição.

      Sugerimos a você duas opções: A primeira é baixar um e-book que criamos para você que fala sobre a aposentadoria do servidor, tirando dúvidas comuns. Para baixar, basta clicar aqui. A segunda é você fazer uma análise mais completa do seu caso no link https://www.koetzadvocacia.com.br/tire-suas-duvidas-previdenciarias/

  12. Osmar Lopes disse:

    Acompanho sempre seus informativos.
    Tive duas dúvidas no passado e vocês a esclareceram.

    Parabéns, vocês fazem um trabalho de muita utilidade a nós. Faltam no mercado Profissionais com vocês.

    Sempre que posso divulgo seus artigos e links em minha página.

  13. Olá, Wagdon. Na intenção de lhe ajudar, deixarei aqui um link para que você baixe nosso e-book “Provas Para Conseguir a Aposentadoria Especial”. Nele, nós mostramos e explicamos como outros documentos, além do PPP, também podem servir como prova auxiliar na obtenção da Aposentadoria Especial.

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