Síndrome de Burnout e o afastamento no trabalho

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Temos hoje inúmeros profissionais de diversas áreas sofrendo com esgotamento emocional, gerando um alto nível de stress e frustração. Isso acaba por gerar uma péssima condição de trabalho para quem está enfermo desta doença psicológica e também para seus familiares e colegas de trabalho que com a situação acabam por se solidarizar. Levando isso em conta, escrevemos esse post sobre a Síndrome de Burnout e o Afastamento no trabalho.

 

Tudo isso gera um desgaste no profissional, o que também podemos chamar de esgotamento mental, a famosa Síndrome de Burnout. Assim, o profissional começa a sentir esses efeitos quando já não consegue mais laborar como em sua melhor fase psicológica. Também não sente mais prazer em se relacionar com colegas de trabalho e perde a vontade de prosseguir profissionalmente. Além disso, surgem reflexos na vida pessoal que podem propiciar depressão e afastamento do trabalho.

Características da Síndrome de Burnout e o Afastamento no trabalho

 

 Com o stress prolongado do trabalho, os sintomas crescem, fazendo o profissional trabalhar em média 5 horas a menos por semana. Pode ainda fazer com que enfrente maior risco de acidente e descontrole no seu ambiente de trabalho.

As características da Síndrome de Burnout são primeiramente a exaustão aonde o profissional se sente no limite físico e emocional. Assim, surgem dores musculares, dor de cabeça, náuseas, insônia e diminuição do apetite e desejo sexual. Tais sintomas deixam o indivíduo impaciente e com raciocínio lento, sendo a principal característica de quem sofre com esses transtornos.

 A segunda característica é o afastamento/distanciamento afetivo do trabalhador com seus colegas passando a ter o mínimo possível de contato e dialogo com os mesmos, até mesmo tornando-se uma presença ranzinza e negativista no ambiente, vindo a ter a relação enfraquecida e se isolando sempre que possível para evitar tais situações.

 A terceira característica é a redução na produção diária. Com a baixa satisfação profissional ele acaba por baixar sua produtividade e fica com a sensação de que seu esforço não está tendo valor para o proposito da sua profissão, ou seja, perde a animação de produzir seu trabalho.

      Como funciona o afastamento ?

 No Brasil muitos trabalhadores vêm se queixando dos sintomas da doença. Assim, tem-se a Síndrome de Burnout e o Afastamento no trabalho.

O tratamento é totalmente viável para qualquer classe, porém, exige o afastamento das tarefas diárias para que seja feito. Pois leva tempo e o profissional precisa desacelerar até o momento em que voltar se sentir em perfeita harmonia com seu trabalho. A volta ao trabalho também deve ser gradual e não de forma acelerada, isso para que o profissional não volte a sentir os sintomas da doença e venha a ter que requerer o afastamento novamente, prejudicando ainda mais a sua saúde. (Clique aqui para saber mais >>>).
Como exemplo de profissionais que tem sofrido com essa questão estão:
Médicos (clique aqui e saiba mais sobre o assunto);
Enfermeiros (clique aqui e descubra como requerer o afastamento);
Dentistas (clique aqui e descubra como requerer o afastamento);
Professores (clique aqui e descubra como requerer o afastamento).

Advogado inscrito na OAB/SC 50.180, Pós Graduado em Direito Previdenciário pela Faculdade CESUSC, Graduado como bacharel pela Universidade de Santa Cruz do Sul - RS, Sócio no escritório Koetz Advocacia Previdenciária.

16 comentários em “Síndrome de Burnout e o afastamento no trabalho”

  1. Miracema Medea Curci

    Boa noite,meu filho foi diagnosticado com síndrome de Burnout, bancário da Caixa Econômica Federal,foi vítima de estelionatários no caixa,após processo administrativo e inocentado, uma gerente começou assefia-lo,o mesmo desenvolveu depressão, foi transferido de agência, terapia com psicóloga e psiquiatra, cinco anos entre idas e vindas de licença médica, pediu demissão 2 vezes, a qual foi recusada pelos atuais gerentes e supervisores,pois era ótimo funcionário dedicado,pós graduado, porém o mesmo perdeu totalmente o interesse em trabalhar na referida empresa,na última vez q pediu demissão e foi negada ele disse que ía se matar…Infelizmente meu filho se suicidou no dia 25/07/2018, estamos arrasados, eu e meu marido, estamos fazendo terapia com psicóloga e psiquiatra, tomamos vivemos a base de remédios. Estou fazendo esse relato para que outros jovens não tirem sua vida por serem cobrados no cumprimento de metas, por desenvolverem depressão por assédio moral e outras cobranças, enfim, haja vista a grande necessidade de se dar atenção à essa síndrome de Burnout, o que na real situação é estresse que desenvolveu-se no trabalho e darem e treinarem os profissionais das empresas de como lidar com seus funcionários adoecido,levarem mais a sério a depressão, pois DEPRESSÃO É DOENÇA SIM,UMA DOENÇA MALDITA, a qual pessoas desinformadas acham que é frescura!!!
    Agradeço a atenção, vamos divulgar e treinar profissionais para darem respaldo necessário as pessoas.

    Obrigado.

  2. Boa tarde! Sou monitora de creche(regente de turma) e me encontro na situação citada no texto. “…exaustão aonde o profissional se sente no limite físico e emocional. Assim, surgem dores musculares, dor de cabeça, náuseas, insônia e diminuição do apetite e desejo sexual. Tais sintomas deixam o indivíduo impaciente e com raciocínio lento”. Perdi interesse e paciência com os alunos. Sou casada e tenho dois filhos. Em casa tbm vivo nervosa e brigando com todos. Até a relação sexual esfriou. Qual profissional deve procurar? Neurologista? Psiquiatra?

  3. Olá, Lucilene .
    Para saber se possui direito ao benefício, é necessário fazer uma análise específica do seu caso, se você quiser, podemos fazer. Você pode clicar aqui https://pages.koetzadvocacia.com.br/aposentadoria e responder o formulário, depois de feita, enviaremos para o seu e-mail o resultado da análise com orientações de como proceder .

  4. LUCILENE dos santos

    Oi meu nome é Lucilene sou diarista e sofro muito com os meus clientes anos tenho depressão, será que tenho direito em auxílio doença?

  5. Olá, Luciana .
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  6. Olá, Kelli .
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  7. Síndrome de Burnout ,a empresa é obrigada a me fornecer o CAD ,?podem me mandar embora no retorno ao trabalho estou afastada .

  8. Luciana Aparecida de Moraes

    Oi pessoal. Fui diagnosticada em 2015 com essa síndrome. Foi e ainda é muito difícil. Na época estava empregada e o INSS não liberava meu benefício. Preciso recorrer à justiça para conseguir receber. Fiz um longo tratamento nas quando voltei ao trabalho, no mesmo instante fui desligada. Até então estou desempregada e os sintomas continuam aqui… Todos presente apesar do tratamento. Ainda tomo remédios. Recentemente fiquei sabendo que essa síndrome está sendo mais reconhecida.
    Podem me ajudar? Tenho duas questões… 1-mesmo desempregada tenho direito ao INSS? (abri uma MEI) e 2-referente a aposentadoria por invalidez é possível?

  9. Olá Michelini!
    Nós da Koetz Advocacia nos solidarizamos com a sua dor. Sabemos o quanto os profissionais da sua área se doam para cada paciente e que é um desafio cada pessoa.Para compreensão das peculiaridades da aposentadoria de sua categoria, vou lhe sugerir a leitura de alguns textos.
    Desde já, esperamos que você melhore e consiga seguir de maneira mais leve e feliz.
    https://koetzadvocacia.com.br/as-5-doencas-ocupacionais-que-atingem-os-enfermeiros/

  10. Aqui se esquece do Tecnicos de Enfermagem que constantemente são agredidos tanto fisicamente como verbalmente pelos pacientes e acompanhantes; a pressão constante de exercer um serviço de excelência com poucas condições de trabalho, pela lei devemos prestar assistência a no máximo 09 pacientes; na instituição a qual trabalho devemos cuidar sozinhos de 18 a 31 pacientes, já ocorreram várias denúncias no cofen e no coren, e parece que a cada denúncia a situação piora, e fora as agressões a pressão da chefia para sempre fazer um trabalho excepcional. Em 20 anos de profissão nunca vi tanto descanso como venho presenciando nos últimos 3 anos; já tentei suicídio, o médico do trabalho não me afasta mesmo tendo o afastamento da minha psiquiatra e da psicóloga, a empresa não me manda embora, e me pressiona para que eu peça as contas… não sei quanto tempo mais suportarei estar viva!!!!

  11. Olá, Fábio .
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  12. Olá, Carlos .
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  13. Olá! Creio ter esta síndrome já há alguns anos.
    Fui desligado recentemente.
    Pregunto: como fazer para saber se tenho a doença e caso eu a tenha, posso requerer algum benefício? Grato.

  14. Boa noite,
    Sou Técnico em Segurança do Trabalho, estou afastado desde 09 de julho de 2018 da empresa, já passei por 02 pericias no INSS e ambas deram B91. Porém estou custiando todo tratamento psicologico e medicamentos do meu bolso, proxima semana vai passar dos $4.000,00. a empresa não abriu CAT e está pouco se lixando. estou com a 3 perícia marcada para o dia 07.01.2019. o laudo do psiquiatra ele informou SINDROME DE BURNOUT. O QUÊ DEVO FAZER? Abraço,

  15. Edilene nascimento mascarenhas

    meu nome é Edilene sou auxiliar de dentista a 11 anos nos últimos messes tem tidos todos estes sintomas a ponto de pedir pra ser dispensada, mas minha patroa não quis me dispensar tirei quinze dias de férias estou voltando trabalhar esta semana e sei que continuo do mesmo jeito não sinto mas vontade de trabalhar com ela pois a mesma também é muito autoritária e me sinto as vezes oprimida por ela. o que eu posso fazer pra sair dessa situação sem perder meus direitos?

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