Lesão por esforço repetitivo em dentistas

Os trabalhadores da saúde estão sempre em contato com agentes que podem gerar adoecimentos ocupacionais, na classe dos dentistas também não é diferente, devido a rotina de atendimento ao público e carga horária expressiva podendo chegar a atender até 15 pessoas em um único dia, os mesmos vivem expostos a constantes riscos ocupacionais principalmente físicos aonde é necessário que se façam muitos esforços repetitivos durante a jornada de trabalho. Um exemplo bastante comum é a lesão por esforço repetitivo em Dentistas.

L.E.R na odontologia

A lesões por esforço repetitivo em dentistas pode ser desenvolvida durante a vida profissional constante dos dentistas. Representam um problema de saúde que vem proliferando com o passar do tempo, por negligência e falta de conhecimento dos profissionais mais acometidos por ela. Os instrumentos de trabalho dos dentistas vem evoluindo com o tempo para que seja feito menos esforço pelo profissional para evitar a lesão por esforço repetitivo em dentistas. Porém, quanto a adaptação corporal e mecanismo de ajuste esses equipamentos não vem cumprindo com suas funções, fazendo com que sejam feitos movimentos repetitivos e na maioria das vezes estáticos durante toda a jornada de trabalho.
Os motivos que levam ao acometimento das lesões podem ser elencados como a já citada longa jornada de trabalho, que perdura algumas até 12 horas diárias, fazendo com os dentistas realizem sempre os mesmos movimentos durante todo o período, o que acaba por gerar um forte desgaste nos músculos e articulações, que podem acabar a virar lesões graves.
Ebook aposentadoria especial do dentista.

Outro motivacional para o surgimento da lesão por esforço repetitivo em dentistas é a má postura corporal. Aqui cumpre salientar que a escolha do equipamento ergonomicamente correto pode suprir o costume de ficar mal posturado, porém, tem de haver consciência do próprio dentista de que deve deixar os maus hábitos fora de seu consultório, pois mesmo com o equipamento correto pode ocorrer o surgimento da lesão por esforço repetitivo em dentistas. Mesmo com o profissional cumprindo com todos cuidados podem acabar por surgir dores nas costas, punhos e braços. Já foi comprovado em estudos que cerca de 70% dos odontólogos reclamam de dores nas costas.
Alguns outros sintomas que a LER apresenta são a sensação de peso, dormência, perda da sensibilidade, formigamento, dor ao realizar algum movimento especifico, perda de força e inchaço no local acometido pela lesão.
Geralmente no inicio a lesão por esforço repetitivo em dentistas parece ser uma dor inofensiva, nada muito grave. Mas com o passar do tempo torna-se uma dor constante e que incomoda na realização das tarefas diárias, aonde acaba por afastar o profissional por tempo indeterminado do seu trabalho, pois atingem diretamente partes do corpo necessárias para o desenvolvimento da profissão.

Aposentadoria especial dos dentistas – Ebook

8 comentários em “Lesão por esforço repetitivo em dentistas”

  1. Boa Tarde ! Gostaria de saber sobre um período de 5 anos que trabalhava na área da saúde pública como técnica de enfermagem mais eu estava nesse período registrada na educação minha contratação foi pela educaçõa após 4 meses de trabalho fui cedida para a área da saúde pública onde trabalhei na área insalubre por 5 anos até que eles mudaram meu contrato da educação para a saúde hoje está me fazendo falta este período especial para comprovar os 25 anos com insalubridade só tenho provas escritas e testemunhas que trabalhei na saúde nesses 5 anos como posso proceder para comprovar isso desde já agradeço.

  2. O dentista que começa a ter lesões císticas nas mãos, mesmo depois de muitos anos de serviço público, ainda tem direito de aposentadoria especial? E auxílio-doença, como funciona?

  3. Eduardo Massami Kamei

    gostaria de saber , se eu aposentar do serviço público como devo proceder para continuar trabalhando no consultório particular,no
    caso regime especial. somente com processo judicial? qual a chance
    de ganhar o direito de continuar trabalhando?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *