Por que o dentista deve fazer planejamento de aposentadoria?

Por que o dentista deve fazer planejamento de aposentadoria?

16 de agosto de 2016 Não caterogizados 14
Uma denstista sorrindo em seu consultório, representando a facilitação proporcionada pelo planejamento de aposentadoria

O Planejamento de Aposentadoria do dentista simplifica obtenção de direitos e comprovações.

 

Assim como qualquer profissional que atue em ambientes de insalubridade, o dentista também tem direito à Aposentadoria Especial. Dessa maneira, a exposição a agentes insalubres o qualifica a ter direito ao benefício

Porém, a comprovação das condições de trabalho é tão complexa quanto os cálculos referentes à Aposentadoria Especial.

Contudo, você pode ficar tranquilo, a Koetz Advocacia simplifica tudo para você entender o que é necessário.

Uma denstista sorrindo em seu consultório, representando a facilitação proporcionada pelo planejamento de aposentadoria

 

Nesse sentido, por ter direito à Aposentadoria Especial, a contagem do tempo em relação à aposentadoria comum é reduzida para 25 anos de odontologia.

Deste modo, é possível fazer a conversão do tempo insalubre para tempo normal caso o dentista não tenha atingido os 25 anos de trabalho. Com isso, o dentista poderá obter a aposentadoria comum como uma segunda opção.

Porém, a parte mais complexa é a de comprovação da insalubridade e reunião dos documentos. Para isso é necessário fazer um levantamento de todos os períodos e do que se possui.

 

Benefícios do Planejamento de Aposentadoria do Dentista

Os múltiplos vínculos de trabalho também devem ser considerados no caso do dentista. Isto porque a Aposentadoria Especial é um direito mesmo para quem desempenhou a profissão em diversos tipos de contrato.

Desta forma, é possível somar todos os tempos de trabalho, especialmente:

  • em hospitais particulares
  • ou como autônomo em clinica particular
  • ou como empresario em clínica empresarial
  • ou como servidor público em órgãos públicos por contrato ou concurso
  • E ainda como autônomo subcontratado por convênios odontológicos

Em conformidade com essa diversidade de vínculos, compreenda que para cada vínculo é preciso apresentar alguns documentos (como LTCAT, ou PPP, ou laudo de insalubridade, ou perícia no local de trabalho, entre outros).

Em caso de ter atuado em mais de uma categoria, deve-se apresentar as documentações de cada uma das funções.

Em nosso guia da aposentadoria você descobre tudo que precisa para buscar a aposentadoria especial do dentista, é gratuito. clique aqui para baixar

Além de todos estes dados, o planejamento de aposentadoria deve incluir o cálculo aproximado do valor da aposentadoria. Porquanto é cada situação individual que indicará qual é a melhor data para se aposentar.

O mapeamento de todos estes itens pode demandar algum tempo, mas é essencial para garantir o melhor benefício possível, e escolher a data exata para você não perder nenhum centavo.

Devido à complexidade, é aconselhável que o dentista se programe com antecedência e faça um planejamento de aposentadoria detalhado – o ideal é realizar de 10 a 5 anos antes de completar o tempo necessário. Se você é dentista e já tem mais de 40 anos, é altamente recomendável fazer imediatamente seu planejamento.

Se programando com antecedência e fazendo um bom planejamento, será possível obter a maior vantagem possível dos benefícios que se tem direito.

Clique aqui para baixar o guia da aposentadoria do dentista.

Professor e Advogado Especialista em Direito Previdenciário, Direito Tributário e Direito do Trabalho, com aprofundamento em Direitos Sociais Internacionais, atuante no Instituto Ibijus e na Verbo Jurídico.

Especialista em Marketing Jurídico Digital e Gestão de Escritórios de Advocacia. Fundador da Koetz Advocacia e CEO da ADVBOX.  Além de Articulista e Autor em vários sítes jurídicos e no Portal da Transformação Digital.

 

14 comentários

  1. Olá, Thalles.
    Você só poderá fazer o pedido da aposentadoria quando estiver com os 25 anos completos.

  2. Olá, Wilson.

    A reforma ainda não foi aprovada, provavelmente será alterado o texto até a promulgação dela. Só dá para ter certeza de como vai afetar, após a aprovação.
    Abraços!

  3. Olá, Wilson.
    Não há como prever como irá ficar quando houver as mudanças da lei. Somente podemos esperar.

  4. Ieda Vidigal disse:

    Bom dia,

    Tenho 50 anos e trabalho a 22 anos como Dentista na Secretaria da Saúde do município de Guarulhos, sou concursada porém meu regime é CLT.
    Gostaria de saber como funcionaria este planejamento para aposentadoria.

  5. Jose Olinto Xavier disse:

    DR Eduardo

    Eu sou funcionario da SES Mg como C Dentista,tenho 29 anos de serviço e 62 de idade,entrei com pedido de Aposentadoria Especial por deficiencia,pois tenho perda de mais de 70 % da audição nos dois ouvidos tenho laudo de comprovação desde 1994,cada ano aumenta a perda,entrei com o pedido e a Sec Adm e Gestão de MG negou e disse não existe esta aposentadoria no RPPS deles,mas eles obedecem todas as normas do INSS para negar ou dificultar a aposentadoria,hoje somos apenas 200 dentistas do estado num estado com 822 cidades,como fazer neste caso

  6. André disse:

    Sou Dentista e trabalhei muito tempo como autônomo. Como posso comprovar esse período? É melhor contratar um advogado antes de dar inicio ao pedido de aposentadoria especial junto ao INSS?

    • Olá, André.

      O período como autônomo deve ser comprovada a atividade pelas contribuições recolhidas, RPA, etc. Para comprovar a atividade especial você vai ter que contratar um engenheiro do trabalho para confeccionar o PPP e LTCAT, que são imprescindíveis para a comprovação de atividade especial. O INSS dificilmente reconhece esse direito, então provavelmente após a negativa você terá que ingressar judicialmente. Temos um texto que explica algumas formas de comprovação para autônomos que trabalham na área da saúde, espero que goste. https://koetzadvocacia.com.br/inss-para-autonomo-comprovar-atividade/

      Abraços!

  7. Jose Olinto Xavier disse:

    Dr Eduardo
    Sou funcionário da Secretaria de Saúde de MG,em agosto de 2014,verifiquei podia aposentar pela especial,pedi LTCAT e PPP do período desde 1988,entrei com processo em Outubro,ficou um ano e negaram alegando faltavam elementos no LTCAT,quem negou foi a Secretaria de administração outro orgaõ do Estado,e existe ainda um mandado de Injunção requerido pelo Sindicato da categoria,não aceitaram nada,em fevereiro deste ano pedi novo PPP e LTCAT a Sec Saúde Estadual falou que não podia no momento dar o documento
    Em fevereiro de 1992,o estado colocou todos profissionais da saúde para trabalharem para os municípios ,mas o recebimento até hoje continua com o estado,vínculo estadual entreguei também LTCAT do municipio que trabalho
    O que fazer

    • Olá, Jose.

      Se você já possui os 25 anos trabalhados na atividade insalubre, tem que fazer um novo requerimento administrativo. Ele provavelmente será negado, e daí será permitido que você ingresse judicialmente com o pedido. Na ação judicial, o juiz mandará que eles forneçam os laudos. Você só precisa apresentar um documento da secretaria de saúde informando que não vai fornecer o laudo. Então o juiz intima eles a fazerem.

  8. Hélder Turci sidney disse:

    Sou Dentista e me-aposentei ha 18 meses,realmente não foi facil juntar todos os LTCAT e PPPS de todos os lugares que trabalhei e depois de toda documentação pronta quando entrei com o pedido me foi-negado administrativamente pelo INSS não tive duvidas entrei na Justiça Federal contra estes crápulas que somente nos sugam e consegui ganhar em todas instâncias o meu benefício bem como os 16 meses atrasados desde o pedido administrativo e aposentei com 50anos e tem outra se vc for dentista e tiver trabalhando em órgão público que não tenha RPPS ou seja regime próprio de previdência social vc tem todo o direito de continuar a trabalhando e não pode ser mandado embora pois RGPS regime geral de previdência Social e um regime jurídico que não tem nada a ver com o-regine jurídico de sua prefeitura
    Abraçoa

    • Olá, Hélder.

      Exatamente. É necessário solicitar a manutenção do cargo administrativamente. Se for negado, o pedido deve ser feito ou judicialmente. E ainda, se já foi exonerado pode pedir a reintegração do cargo judicialmente. Caso a reintegração seja concedida, você voltará ao cargo e receberá os valores referentes aos meses em que esteve afastado.

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