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Qual o valor da aposentadoria de um jogador de futebol?
Última atualização em 10/09/26
Qual o valor da aposentadoria de um jogador de futebol? Essa é uma dúvida comum entre atletas profissionais, principalmente porque a carreira no futebol costuma terminar mais cedo do que a de outras profissões.
O valor que um jogador terá na aposentadoria depende de vários fatores. É importante diferenciar a renda obtida por meio de investimentos feitos durante a carreira da aposentadoria paga pelo INSS.
No caso da aposentadoria pelo INSS, o jogador de futebol segue, em regra, as mesmas normas previdenciárias aplicáveis aos demais trabalhadores. O valor do benefício depende das contribuições realizadas ao longo da vida profissional e da regra de aposentadoria utilizada.
Além disso, como é comum que jogadores de futebol atuem em diferentes clubes e países durante a carreira, o planejamento previdenciário pode envolver contribuições no Brasil, períodos trabalhados no exterior e acordos internacionais de Previdência Social.
Neste artigo, você vai entender quanto pode ser a aposentadoria de um jogador de futebol, como funciona a aposentadoria pelo INSS, com que idade o atleta pode se aposentar e como ficam os períodos trabalhados no exterior.
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O que você vai ler:
Tem aposentadoria para jogador de futebol?
Sim. Jogador de futebol pode se aposentar pelo INSS, desde que tenha realizado contribuições para a Previdência Social e cumpra os requisitos de alguma das regras de aposentadoria disponíveis.
Não existe uma aposentadoria do INSS exclusiva para jogadores de futebol. Portanto, o atleta profissional está sujeito às regras previdenciárias gerais.
Isso significa que o jogador pode utilizar:
- Direito adquirido;
- Regras de transição;
- Novas regras de aposentadoria;
- Períodos de contribuição realizados no Brasil;
- E, em determinadas situações, períodos trabalhados no exterior.
O tempo de contribuição como jogador também pode ser somado a períodos em que o segurado exerceu outras profissões.
Por isso, o jogador de futebol não precisa ter trabalhado exclusivamente como atleta profissional para ter direito à aposentadoria.
O que é a Lei Pelé?
A Lei nº 9.615/1998, conhecida como Lei Pelé, regula diversos aspectos relacionados ao esporte profissional no Brasil, incluindo direitos trabalhistas e contratuais dos atletas. Além disso, as relações de trabalho do atleta profissional são regidas pela Lei 14.597/2023.
Entre os assuntos abordados pela legislação estão:
- Contratos de trabalho dos atletas;
- Direitos de imagem e imagem coletiva;
- Associação e sindicatos de atletas;
- Transferências internacionais de jogadores;
- Regulamentação do esporte;
- Políticas de fomento ao esporte.
A Lei Pelé foi importante para a regulamentação trabalhista e contratual dos jogadores de futebol, mas não criou uma aposentadoria especial para esses profissionais.
Assim, quando o assunto é aposentadoria pelo INSS, o jogador deve observar as regras previdenciárias aplicáveis ao seu caso.
Como funciona a aposentadoria do jogador de futebol?
A aposentadoria do jogador de futebol pode ocorrer de diferentes maneiras.
Em alguns casos, o atleta consegue construir patrimônio suficiente durante a carreira para, depois de parar de jogar, viver da renda de investimentos.
Isso é diferente da aposentadoria do INSS.
A renda proveniente de investimentos depende do patrimônio acumulado pelo jogador, da rentabilidade dos investimentos e da estratégia financeira adotada.
Já a aposentadoria previdenciária é paga pelo INSS e depende das contribuições feitas pelo segurado e do cumprimento dos requisitos previstos na legislação.
Portanto, é possível que um jogador tenha:
- Renda proveniente de investimentos;
- Aposentadoria pelo INSS;
- Aposentadoria ou benefício previdenciário em outro país;
- Ou uma combinação dessas fontes de renda.
Jogador de futebol paga INSS?
Sim. O jogador de futebol pode ter contribuições previdenciárias e, quando preenchidos os requisitos, utilizar essas contribuições para obter aposentadoria pelo INSS.
O atleta profissional que possui vínculo trabalhista com o clube pode ter contribuições previdenciárias decorrentes da relação de trabalho.
Além disso, em determinadas situações, especialmente quando passa a atuar no exterior, o planejamento das contribuições previdenciárias se torna ainda mais importante.
Isso acontece porque muitos jogadores passam parte significativa da carreira fora do Brasil.
Dependendo do país em que o atleta trabalhou, pode existir a possibilidade de utilizar acordos internacionais de Previdência Social para aproveitar períodos de contribuição.
Quais são as regras de aposentadoria para jogador de futebol?
Assim como os demais segurados, o jogador de futebol pode estar sujeito a diferentes regras, dependendo de quando começou a contribuir e de quando completou os requisitos.
De forma geral, é possível dividir as situações em:
- Direito adquirido;
- Regras de transição;
- Novas regras de aposentadoria.
Direito adquirido
O direito adquirido pode ser utilizado por quem completou os requisitos para aposentadoria até 12 de novembro de 2019, antes da entrada em vigor da Reforma da Previdência.
Nesse caso, o jogador pode utilizar as regras anteriores à Reforma, mesmo que tenha feito o pedido de aposentadoria posteriormente.
Entre as possibilidades estão:
Aposentadoria por tempo de contribuição:
- 35 anos de contribuição para homens;
- 30 anos de contribuição para mulheres.
Também havia a aposentadoria por idade, com:
- 65 anos de idade e 15 anos de contribuição para homens;
- 60 anos de idade e 15 anos de contribuição para mulheres.
O jogador não precisa ter completado todo esse período trabalhando no futebol. É possível somar períodos de outras atividades, desde que devidamente reconhecidos no histórico previdenciário.
Regras de transição
Quem já contribuía para o INSS antes da Reforma da Previdência, mas não havia cumprido todos os requisitos para ter direito adquirido, pode se enquadrar em uma das regras de transição.
Essas regras foram criadas para segurados que estavam próximos de se aposentar quando ocorreu a Reforma.
Entre as possibilidades estão:
Regra da idade
- 65 anos de idade e 15 anos de contribuição para homens;
- 62 anos de idade e 15 anos de contribuição para mulheres.
Regra dos pontos
A regra considera a soma da idade + tempo de contribuição, com uma pontuação mínima que muda ao longo dos anos.
Também é necessário cumprir o tempo mínimo de contribuição:
- 35 anos para homens;
- 30 anos para mulheres.
Em 2026, a pontuação mínima é de 103 pontos para homens e 93 pontos para mulheres.
Idade progressiva + tempo de contribuição
Essa modalidade exige uma idade mínima progressiva, além do tempo mínimo de contribuição de:
- 35 anos para homens;
- 30 anos para mulheres.
Em 2026, são exigidos 64 anos e 6 meses para homens e 59 anos e 6 meses para mulheres.
Pedágio de 100%
Essa regra exige:
- 35 anos de contribuição para homens;
- 30 anos para mulheres;
- O cumprimento de um período adicional equivalente ao tempo que faltava, em 13 de novembro de 2019, para completar o tempo mínimo;
- Idade mínima de 60 anos para homens;
- Idade mínima de 57 anos para mulheres.
Pedágio de 50%
Essa regra exige o tempo mínimo de contribuição acrescido de um período adicional correspondente à metade do tempo que faltava em 13 de novembro de 2019.
Também era necessário que o segurado tivesse, na data da Reforma:
- Pelo menos 33 anos de contribuição, se homem;
- Pelo menos 28 anos de contribuição, se mulher.
Importante: a melhor regra não é necessariamente a primeira em que o jogador consegue se aposentar. Dependendo do histórico contributivo, uma regra pode resultar em aposentadoria mais rápida, enquanto outra pode proporcionar um valor melhor.
Por isso, uma simulação previdenciária pode ser importante para comparar as possibilidades.
Qual o valor da aposentadoria de jogador de futebol profissional?
O valor da aposentadoria de um jogador de futebol pelo INSS não é definido simplesmente pelo fato de ele ter sido jogador profissional.
O benefício é calculado de acordo com as contribuições previdenciárias e a regra de aposentadoria aplicável.
Além disso, é importante lembrar que o salário recebido durante a carreira não significa necessariamente que todo esse valor tenha sido utilizado para contribuição ao INSS.
Quando a aposentadoria é obtida pelo INSS, o cálculo pode considerar:
Novo cálculo: 60% da média + 2%
Nas regras posteriores à Reforma da Previdência, é feita a média de 100% das contribuições realizadas desde julho de 1994.
Sobre essa média, aplica-se o percentual de:
- 60% da média;
- Mais 2% para cada ano de contribuição que ultrapassar o período mínimo.
O tempo mínimo considerado é de:
- 15 anos para mulheres;
- 20 anos para homens.
Cálculo anterior
Em situações de direito adquirido, pode ser aplicado o cálculo considerando os 80% maiores salários de contribuição desde julho de 1994, com aplicação do fator previdenciário quando cabível.
Por isso, não existe um valor fixo de aposentadoria para jogador de futebol.
Dois atletas que tiveram carreiras semelhantes podem ter benefícios diferentes, dependendo de suas contribuições, períodos trabalhados, regras aplicáveis e histórico previdenciário.
O salário de jogador de futebol define o valor da aposentadoria?
Não necessariamente.
O ponto fundamental para a aposentadoria do INSS são as contribuições previdenciárias efetivamente realizadas e reconhecidas.
Um jogador pode ter recebido salários elevados durante a carreira, mas isso não significa automaticamente que terá uma aposentadoria do INSS proporcional ao total que recebeu.
Da mesma forma, um atleta que teve contratos menores pode ter uma situação previdenciária diferente.
Por isso, é importante analisar o histórico de contribuições e verificar se os períodos trabalhados e os salários de contribuição estão corretamente registrados.
Quem paga a aposentadoria de jogador de futebol?
Quando o jogador se aposenta pelo sistema previdenciário brasileiro, o benefício é pago pelo INSS, desde que sejam cumpridos os requisitos legais.
Já quando o atleta constrói uma renda para a aposentadoria por meio de investimentos, essa renda não é paga pelo INSS.
Ela pode vir de diferentes fontes, como patrimônio financeiro, imóveis, empresas ou outros investimentos.
Assim, quando se fala em “aposentadoria de jogador de futebol”, é importante perguntar:
Estamos falando da aposentadoria do INSS ou da renda que o atleta terá depois de encerrar a carreira?
São situações diferentes.
Com que idade um jogador de futebol pode se aposentar?
Não existe uma idade única para a aposentadoria do jogador de futebol.
A carreira profissional pode terminar muito antes da aposentadoria pelo INSS.
Em geral, jogadores encerram a carreira entre aproximadamente 35 e 40 anos, embora existam atletas que jogam profissionalmente por mais tempo.
Isso ocorre porque o futebol de alto rendimento exige grande capacidade física, velocidade, resistência, agilidade e reflexos.
Entretanto, parar de jogar futebol não significa automaticamente estar aposentado pelo INSS.
O atleta pode encerrar a carreira esportiva e continuar contribuindo para a Previdência enquanto trabalha em outra atividade.
Dependendo da regra utilizada, a aposentadoria previdenciária poderá ocorrer mais tarde.
Por que os jogadores de futebol se aposentam cedo?
A aposentadoria da carreira esportiva costuma acontecer mais cedo devido às características físicas do futebol profissional.
O desgaste natural do corpo pode dificultar a manutenção do nível de desempenho exigido pelos clubes.
Por isso, muitos atletas encerram a carreira profissional ainda relativamente jovens.
É importante, porém, não confundir: fim da carreira no futebol ≠ aposentadoria pelo INSS.
O jogador pode deixar os gramados aos 35 ou 40 anos e ainda precisar cumprir requisitos previdenciários para obter a aposentadoria.
Qual foi o jogador mais velho a se aposentar?
No futebol mundial, um dos casos mais conhecidos é o de Sir Stanley Matthews, jogador inglês que encerrou a carreira profissional aos 50 anos, em 1965.
No Brasil, um exemplo conhecido é Zé Roberto, que encerrou a carreira pelo Palmeiras aos 43 anos e 11 meses, em 2017.
Também existem atletas que permanecem em atividade profissional por idade mais avançada.
Esses casos demonstram que a idade de encerramento da carreira pode variar bastante entre os jogadores.
Como funciona a aposentadoria internacional para jogadores de futebol?
A aposentadoria internacional é especialmente importante para jogadores que passam parte da carreira atuando fora do Brasil.
Dependendo do país em que o jogador trabalhou, pode existir um acordo internacional de Previdência Social com o Brasil.
Quando existe acordo aplicável, pode ser possível utilizar períodos de contribuição realizados nos diferentes países para cumprir requisitos previdenciários.
Assim, o jogador pode ter períodos contributivos no Brasil e no exterior considerados dentro das regras do acordo.
Jogador que trabalhou no exterior pode somar os períodos?
Em alguns casos, sim.
Quando existe acordo previdenciário entre o Brasil e o país em que o jogador trabalhou, pode ser possível utilizar os períodos de contribuição realizados nos dois países para cumprir requisitos de benefícios.
Entretanto, as regras variam de acordo com o acordo internacional aplicável.
Por isso, antes de tomar uma decisão sobre deixar de contribuir no Brasil, é importante analisar individualmente o país em que o atleta está trabalhando e sua situação previdenciária.
Como fica a aposentadoria de quem jogou futebol em mais de um país?
O jogador que atuou profissionalmente em diferentes países precisa analisar separadamente sua situação previdenciária em cada local.
Quando há acordo internacional com o Brasil, pode existir a possibilidade de utilizar as regras previstas nesse acordo para considerar os períodos de contribuição.
Quando não existe acordo, os períodos não podem simplesmente ser somados como se fossem um único sistema previdenciário.
Nesse caso, o planejamento das contribuições pode ser ainda mais importante.
O jogador pode precisar manter contribuições em diferentes sistemas para preservar o direito a benefícios previdenciários em cada país.
Aposentadoria de jogador de futebol na Europa: como funciona?
Jogadores que atuaram na Europa também precisam analisar o sistema previdenciário de cada país em que trabalharam.
O atleta pode manter direitos previdenciários no Brasil em determinadas situações, inclusive por meio da contribuição ao INSS como facultativo ou pela utilização de acordos internacionais, quando aplicáveis.
Nos casos em que existe acordo previdenciário, podem existir regras específicas para períodos de deslocamento temporário e contribuições.
O Certificado de Deslocamento Temporário (CDT) também pode ser relevante em determinadas situações.
Quando o país não possui acordo previdenciário com o Brasil, o planejamento precisa ser ainda mais cuidadoso, principalmente para evitar a perda de períodos contributivos e de direitos previdenciários.
Vale a pena o jogador de futebol continuar contribuindo para o INSS?
Essa é uma questão que precisa ser analisada individualmente.
O jogador pode encerrar sua carreira esportiva ainda jovem e passar a trabalhar em outra atividade, empreender ou viver de investimentos.
Mesmo assim, dependendo da situação, manter uma estratégia de contribuição previdenciária pode ser importante para preservar direitos futuros.
Isso se torna especialmente relevante para atletas que:
- Começaram a trabalhar muito jovens;
- Tiveram períodos de contribuição no Brasil;
- Atuaram em diferentes clubes;
- Passaram parte da carreira no exterior;
- Possuem períodos contributivos em mais de um país;
- Pretendem morar fora do Brasil;
- Ou possuem lacunas no histórico previdenciário.
A decisão sobre como continuar contribuindo deve considerar o histórico do atleta e seus objetivos para a aposentadoria.
Por que o planejamento previdenciário é importante para jogadores de futebol?
A carreira de jogador profissional costuma apresentar características que tornam o planejamento previdenciário especialmente relevante.
O atleta pode começar a trabalhar jovem, mudar frequentemente de clube, passar temporadas em outros países e encerrar a carreira esportiva antes de atingir os requisitos para aposentadoria.
Além disso, contratos e remunerações podem mudar bastante ao longo da carreira.
Por isso, é importante verificar:
- Quais contribuições foram realizadas;
- Se todos os vínculos aparecem corretamente no CNIS;
- Quais períodos foram trabalhados no exterior;
- Se existe acordo previdenciário com os países em que o jogador atuou;
- Quais regras de aposentadoria podem ser utilizadas;
- Qual seria o valor aproximado do benefício em cada regra;
- E qual estratégia contributiva pode ser mais adequada.
Uma análise antecipada pode evitar que o atleta chegue ao fim da carreira sem saber quais períodos foram reconhecidos ou qual estratégia previdenciária deve seguir.
Conclusão
Não existe um valor único para a aposentadoria de um jogador de futebol.
Se a aposentadoria for pelo INSS, o valor dependerá principalmente do histórico de contribuições e da regra de aposentadoria utilizada.
Já a renda obtida depois do fim da carreira pode ser formada por investimentos e patrimônio construído pelo atleta durante os anos em que atuou profissionalmente.
Para jogadores que trabalharam no exterior, a análise pode ser ainda mais complexa, porque pode envolver acordos internacionais de Previdência Social e contribuições realizadas em diferentes países.
Por isso, o ideal é analisar o histórico previdenciário antes de tomar decisões sobre contribuições ou aposentadoria.
Uma simulação de aposentadoria pode ajudar a identificar qual regra pode ser mais vantajosa, considerando tempo de contribuição, idade, salários e períodos trabalhados no Brasil e no exterior.
Perguntas frequentes
A aposentadoria do jogador de futebol ainda gera muitas dúvidas, principalmente se o atleta teve carreira fora do Brasil.
Portanto, confira as principais perguntas abaixo!
Jogador de futebol tem direito à aposentadoria pelo INSS?
Sim. O jogador de futebol pode ter direito à aposentadoria pelo INSS se tiver realizado contribuições e cumprir os requisitos de uma das regras previdenciárias.
Quanto ganha um jogador de futebol aposentado pelo INSS?
O valor varia conforme o histórico de contribuições e a regra utilizada. Não existe um valor fixo de aposentadoria para jogadores de futebol.
O salário do jogador de futebol determina o valor da aposentadoria?
Não diretamente. O cálculo considera as contribuições previdenciárias e as regras aplicáveis ao benefício.
Com quantos anos um jogador de futebol pode se aposentar?
Não existe uma idade única. A aposentadoria pelo INSS depende da regra utilizada e dos requisitos cumpridos. Já o encerramento da carreira esportiva costuma acontecer antes, frequentemente entre 35 e 40 anos.
Jogador de futebol pode somar tempo trabalhado no exterior?
Em determinadas situações, sim. Quando existe acordo previdenciário entre o Brasil e o país em que o atleta trabalhou, os períodos podem ser considerados conforme as regras do acordo.
Quem trabalhou como jogador de futebol em vários países pode receber aposentadoria em mais de um país?
Pode ser possível, dependendo das regras previdenciárias de cada país, dos períodos de contribuição e da existência ou não de acordo internacional.
Jogador de futebol precisa continuar pagando INSS depois que para de jogar?
Depende da situação profissional e previdenciária do atleta. Depois de encerrar a carreira, ele pode continuar exercendo outra atividade ou, em determinadas situações, contribuir de outra forma para a Previdência.
Existe aposentadoria especial para jogador de futebol?
Não existe uma aposentadoria especial do INSS exclusiva para jogadores de futebol. O atleta segue, em regra, as normas gerais da Previdência.
O jogador de futebol que mora no exterior perde o direito à aposentadoria no Brasil?
Não necessariamente. A situação depende das contribuições realizadas e, quando aplicável, dos acordos internacionais de Previdência Social entre o Brasil e o país onde o jogador reside ou trabalhou.
É possível aumentar o valor da aposentadoria de um jogador de futebol?
O valor do benefício depende das contribuições e da regra aplicável. Por isso, analisar antecipadamente as possibilidades de aposentadoria pode ajudar a identificar estratégias previdenciárias mais adequadas ao histórico do atleta.
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Marcela Cunha
Advogada, OAB/SC 47.372 e OAB/RS 110.535A, sócia da Koetz Advocacia. Bacharela em Direito pela Faculdade Cenecista de Osório – FACOS. Pós-Graduada em Direito Previdenciário pela Escola Superior da Magistratura Federal do Rio Grande do Sul (ESMA...
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