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	<title>Koetz Advocacia</title>
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	<description>Escritório especializado em Direito Previdenciário</description>
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	<title>Koetz Advocacia</title>
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		<title>Aposentadoria especial do médico: Como funciona e qual o valor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Koetz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria especial do médico pode ser conquistada mais cedo do que as demais. E esse é um direito importante para estes trabalhadores, sendo que correm risco de saúde pela atividade especial. Mas após a Reforma da Previdência de 2019, as regras mudaram, além de outras leis e decisões judiciais que impactaram os médicos e&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-do-medico-inss/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aposentadoria especial do médico: Como funciona e qual o valor</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial do médico pode ser conquistada mais cedo do que as demais. E esse é um direito importante para estes trabalhadores, sendo que </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/tabela-de-profissoes-para-aposentadoria-especial/"><span style="font-weight: 400;">correm risco de saúde pela atividade especial</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas após a Reforma da Previdência de 2019, as regras mudaram, além de outras leis e decisões judiciais que impactaram os médicos e as suas aposentadorias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, em todos os casos você precisa comprovar, com os documentos certos, que trabalhou em atividade especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, você vai entender os principais pontos da aposentadoria especial do médico, entender documentos importantes e como a Reforma da Previdência impactou esta modalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Venha comigo!</span><span style="font-weight: 400;">Se acaso você desejar assistência jurídica da nossa equipe,</span><a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"> <span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo. </em><br />
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/D7zKa92-c8I?si=VUFmLUV-5xpLPMpg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2><b>O que é a aposentadoria especial?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial é um benefício previdenciário concedido pelo INSS aos </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/periculosidade-e-insalubridade-para-aposentadoria-mais-cedo/"><span style="font-weight: 400;">trabalhadores que exerceram atividades laborais expostas a agentes nocivos à saúde ou perigosos</span></a><span style="font-weight: 400;">, seja de forma contínua, ininterrupta e por um determinado período. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este benefício tem como objetivo compensar os riscos enfrentados pelo trabalhador ao longo da sua vida profissional, permitindo que ele se aposente mais cedo do que o trabalhador comum.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ter direito à aposentadoria especial, o trabalhador deve ter desempenhado atividades que o expuseram a agentes nocivos físicos, químicos ou biológicos, ou atividades perigosas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes agentes podem incluir ruídos, calor, produtos químicos, radiações, agentes biológicos, entre outros. </span></p>
<h2><b>Como era a aposentadoria especial do médico antes da Reforma?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da Reforma, a aposentadoria especial do médico era concedida mediante a comprovação da atividade especial com os documentos corretos e ao completar o tempo mínimo exigido, sem necessidade de idade mínima ou pontuação, e com um cálculo mais favorável em comparação com a aposentadoria comum.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo mínimo variava conforme o grau de risco da atividade exercida:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Alto risco:</b><span style="font-weight: 400;"> 15 anos de atividade especial (como trabalhadores em minas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Risco moderado:</b><span style="font-weight: 400;"> 20 anos de atividade especial (como trabalhadores em galerias alagadas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Baixo risco: </b><span style="font-weight: 400;">25 anos de atividade especial (como profissionais da área da saúde).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Você ainda pode ter direito a se aposentar com essa regra mais vantajosa, apesar de ser cada vez mais raro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, para ter direito, você precisa ter completado o tempo exigido até 12 de novembro de 2019. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo que você ainda não tenha solicitado a aposentadoria, se completar o tempo até essa data, pode fazer o pedido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse caso, o valor do benefício pode ser significativamente melhor do que nas novas regras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, o médico que já contribuía antes de 12 de novembro de 2019, independentemente de quanto tempo estava contribuindo, pode ter direito à regra de transição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta regra é mais acessível do que a nova regra pós-Reforma, mas é voltada para quem não conseguiu completar o direito adquirido a tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal diferença é que, além do tempo de contribuição na atividade especial, é necessário alcançar uma pontuação mínima, conforme segue:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Baixo risco: </b><span style="font-weight: 400;">25 anos comprovados de atividade especial mais 86 pontos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Risco moderado: </b><span style="font-weight: 400;">20 anos comprovados de atividade especial mais 76 pontos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Alto risco: </b><span style="font-weight: 400;">15 anos comprovados de atividade especial mais 66 pontos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os pontos são a soma da idade e do tempo de contribuição. Para o tempo de contribuição, é preciso completá-lo integralmente como especial. No entanto, para os pontos, é possível somar com tempo comum.</span></p>
<p><em>O texto continua após infográfico.</em></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-50574 size-large" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aposentadoria-Especial-para-Medicos-SEM-idade-minima-Koetz-Advocacia--457x1024.png" alt="A imagem mostra um infográfico sobre a aposentadoria especial para médicos sem idade mínima. 1- Médico que completou tempo de contribuição antes da Reforma: o médico que completou 25 anos de tempo especial até 12.11.2019 pode se aposentar sem idade mínima. 2- Médico que começou a contribuir antes de 12.11.2019: se você fez algum pagamento ao INSS antes dessa data, pode se aposentar com 25 anos de atividade especial e 86 pontos. FIQUE ATENTO! O que são pontos? Idade + tempo de contribuição! Exemplo: 30 anos de contribuição + 56 anos de idade = 86 pontos. Observações: nem todo o tempo precisa ser em atividade especial. Se você tem 30 anos de contribuição, sendo 25 como médico, o restante pode ser em outra atividade. " width="457" height="1024" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aposentadoria-Especial-para-Medicos-SEM-idade-minima-Koetz-Advocacia--457x1024.png 457w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aposentadoria-Especial-para-Medicos-SEM-idade-minima-Koetz-Advocacia--134x300.png 134w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aposentadoria-Especial-para-Medicos-SEM-idade-minima-Koetz-Advocacia--768x1719.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aposentadoria-Especial-para-Medicos-SEM-idade-minima-Koetz-Advocacia--686x1536.png 686w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aposentadoria-Especial-para-Medicos-SEM-idade-minima-Koetz-Advocacia--915x2048.png 915w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aposentadoria-Especial-para-Medicos-SEM-idade-minima-Koetz-Advocacia-.png 1285w" sizes="(max-width: 457px) 100vw, 457px" /></p>
<h2><b>Como funciona a aposentadoria especial para médicos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria de um médico é especial por insalubridade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela pode ser alcançada mais cedo que as aposentadorias comuns, mas ela exige que o profissional </span><b>comprove a exposição a agentes nocivos com os documentos corretos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, você pode conquistar a aposentadoria especial do médico se você comprovar a exposição aos agentes nocivos por um período de 25 anos, que devem ser contribuídos. Além disso, precisa somar aos </span><b>25 anos de medicina mais algum critério</b><span style="font-weight: 400;">, que pode ser:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ter completado esse tempo até a reforma da previdência, que foi em 12/11/2019; OU</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ter 60 anos de idade; OU</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">somar 86 pontos. Os pontos são a soma da sua idade e do seu tempo de contribuição (pode incluir tempo comum, se tiver).</span></li>
</ul>
<h3><b>Quais médicos têm direito à aposentadoria especial?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os médicos que têm direito à aposentadoria especial são àqueles que foram</span><b> expostos de forma contínua a agentes insalubres</b><span style="font-weight: 400;">, ou seja, biológicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso, estes médicos, no geral, desempenham atividades em hospitais, clínicas ou laboratórios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, para ter direito a esta modalidade de aposentadoria, o médico precisa comprovar que foi exposto a estes agentes, enquanto desempenhava o seu trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Médicos que assumem cargos administrativos ou não encontram riscos biológicos, não vão conseguir reunir provas para a aposentadoria especial.</span></p>
<h3><b>Quais são as modalidades de vínculos do médico com a Previdência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As modalidades de vínculo do médico com a Previdência Social no Brasil variam de acordo com a forma de contratação e exercício profissional, podendo o médico estar vinculado ao Regime Geral (INSS) ou a Regimes Próprios (RPPS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Empregado (CLT): </b><span style="font-weight: 400;">médico contratado por hospitais, clínicas ou empresas, com carteira assinada, seguindo o Regime Geral de Previdência Social (RGPS/INSS);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Contribuinte individual (autônomo/PJ):</b> <a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-para-medicos-autonomos/"><span style="font-weight: 400;">médico que atua por conta própria (autônomo em CPF)</span></a><span style="font-weight: 400;">, presta serviços a terceiros (emite recibos) ou é proprietário de empresa (PJ/Simples Nacional). É responsável pelo próprio recolhimento ao INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Servidor Público (Estatutário):</b><span style="font-weight: 400;"> médico concursado vinculado a um Regime Próprio de previdência (RPPS) na união, estado ou município;</span></li>
</ul>
<p><b>Médico residente: </b><span style="font-weight: 400;">Considerado segurado obrigatório da Previdência Social, geralmente contribuindo como contribuinte individual.</span></p>
<p><em>O texto continua após infográfico.</em></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-56236 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/info_1_1x.webp" alt="A imagem mostra um infográfico sobre aposentadoria especial e contribuinte individual (autônomo). Título: Contribuinte individual pode ter aposentadoria especial? Nova decisão da Justiça reconhece o direito ao tempo especial para profissionais autônomos expostos a risco. Seção 1: O que é aposentadoria especial A aposentadoria especial é um benefício destinado a quem trabalha exposto a agentes nocivos à saúde ou à integridade física; Esse tipo de atividade pode permitir redução no tempo necessário para se aposentar; A regra existe para proteger trabalhadores expostos a riscos durante muitos anos. Seção 2: Profissionais da saúde frequentemente se enquadram Diversos profissionais da saúde podem estar expostos a agentes biológicos, como: Médicos; Dentistas; Enfermeiros; Técnicos de saúde. Essa exposição pode caracterizar atividade especial, dependendo da comprovação. Seção 3: O problema enfrentado por contribuintes individuais Por muitos anos, o INSS negava o reconhecimento de tempo especial para contribuintes individuais; Isso afetava profissionais que trabalham de forma autônoma ou em consultórios próprios; Mesmo expostos a riscos, muitos não conseguiam registrar esse período como atividade especial. Seção 4: Nova decisão da Justiça mudou esse cenário O Superior Tribunal de Justiça decidiu o Tema 1.291, consolidando um entendimento importante. A decisão reconheceu que o contribuinte individual não cooperado também pode ter tempo especial reconhecido. A decisão foi firmada recentemente, em outubro. Seção 5: O que isso significa na prática Com o reconhecimento do tempo especial, o profissional pode: Antecipar a aposentadoria; Aumentar o tempo de contribuição reconhecido; Melhorar o planejamento previdenciário. Isso pode fazer grande diferença no momento de se aposentar. Seção 6: Como comprovar a atividade especial Para reconhecer o tempo especial, você precisa comprovar a exposição aos riscos. Alguns documentos que podem ajudar: LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho): registra a exposição dos trabalhadores a agentes nocivos; PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário): registra o histórico de trabalho, funções e exposição a agentes nocivos; Provas da atividade exercida. Cada situação precisa de análise específica. Seção 7: Esse tempo pode ser utilizado em planejamento previdenciário O reconhecimento do tempo especial pode gerar diferentes estratégias previdenciárias, como: Registro do período especial; Planejamento de aposentadoria especial; Revisão do tempo de contribuição. Isso pode alterar de forma significativa o cenário da aposentadoria. Seção 8: Orientação prática final Profissionais que atuam como contribuintes individuais podem ter direitos que não foram reconhecidos no passado; A decisão recente abre novas possibilidades de reconhecimento de tempo especial. Uma análise jurídica especializada pode verificar se é possível averbar períodos e melhorar a aposentadoria." width="400" height="1633" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/info_1_1x.webp 400w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/info_1_1x-251x1024.webp 251w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/info_1_1x-376x1536.webp 376w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/info_1_1x-150x612.webp 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Médico se aposenta com quantos anos?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-idade-medico/"><b>nova regra da aposentadoria</b><span style="font-weight: 400;"> exige que o médico tenha </span><b>60 anos de idade para se aposentar</b></a><span style="font-weight: 400;">. Porém, há opções de aposentadoria especial do médico sem idade mínima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em todos os casos, ele vai precisar ter </span><b>25 anos de atividade especial comprovada</b><span style="font-weight: 400;"> e mais um requisito, que pode ser:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Completar o tempo especial até 12/11/2019;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">60 anos de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">86 pontos (idade mais tempo, especial e/ou comum).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, a idade pode variar de acordo com a regra que for usar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pois pode ser a qualquer idade, se tem direito adquirido, ou conseguiu alcançar os pontos. Além disso, pode ser até mais de 60 anos, se usar a nova aposentadoria.</span></p>
<h3><b>Direito adquirido na aposentadoria do médico</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O direito adquirido na aposentadoria do médico é um princípio que permite ao segurado exercer um direito que já conquistou, mesmo após a mudança da lei. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste caso, dos médicos, se trata da possibilidade de se aposentar usando a regra antiga, anterior à reforma da previdência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra antiga exigia apenas 25 anos de atividade especial comprovada, sem idade e sem pontuação mínima. Ou seja, </span><b>o </b><a href="https://koetzadvocacia.com.br/direito-adquirido-na-aposentadoria/"><b>direito adquirido</b><span style="font-weight: 400;"> na aposentadoria</span></a><span style="font-weight: 400;"> especial do médico </span><b>exige apenas o tempo especial</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, para ter direito, você precisa ter completado a </span><b>regra antiga até 12/11/2019</b><span style="font-weight: 400;">. Isso mesmo: se você completou o tempo naquela data, mas ainda não pediu o benefício, então já </span><b>tem o direito de aposentar</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas vale destacar que se continuar trabalhando após a data, vale a pena analisar junto a um advogado previdenciário se é vantagem pedir pelo direito adquirido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque, já passamos alguns anos da reforma e a contribuição do período pode impactar o </span><b>valor do seu benefício</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lS5-oqISs7c?si=PI7MCVFSg3jCvMSf" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Aposentadoria do médico servidor público</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a edição da súmula vinculante 33 do STF em abril/2014, a aposentadoria do médico servidor público e Regime Próprio de Previdência Social, passa a ser possível. Merece especial destaque os casos em que há acumulação de cargos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda, a Reforma da Previdência incluiu outras regras:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A partir de 11/2019 passou a ser necessário implementar também o requisito de 86 pontos somando idade e tempo de contribuição, na regra de transição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">E a nova regra geral: 25 anos de tempo de contribuição em atividade especial, com tempo de serviço público de 10 anos, tempo no cargo de 5 anos e idade de 60 anos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia, </span><b>é possível incluir no tempo períodos de contribuição ao INSS anteriores ao ingresso no cargo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos o médico poderá continuar em um dos cargos, caso não complete os </span><b>25 anos de atividade em ambos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso prefira não obter a aposentadoria do médico e continuar trabalhando, é possível verificar se o seu RPPS permite o</span><b> direito ao abono de permanência</b><span style="font-weight: 400;">. O abono poderá ser um direito após completar o requisito de 25 anos contribuídos no exercício da profissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enfermeiros, técnicos em enfermagem e demais profissionais da saúde seguem as mesmas regras.</span></p>
<h3><b>Médicos podem acumular aposentadoria?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um médico pode ter até 3 aposentadorias: o RGPS (INSS) permite apenas uma aposentadoria por pessoa, o que ele pode ter mais de um é vinculo de RPPS (regime próprio). . Mas é preciso preencher os requisitos e </span><b>comprovar com documentos adequados</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, no caso do médico ter 3 aposentadorias, ele pode atingir os requisitos tanto no RGPS quanto no RPPS e, assim, adquirir mais de uma aposentadoria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, nos RPPSs, pode acumular dois cargos. Contudo, só pode ter as 3 aposentadorias </span><b>se completar as regras do regime ao qual está vinculado</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Quais documentos comprovam atividade especial do médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/o-que-e-ppp/"><span style="font-weight: 400;">provas para aposentadoria especial do médico são principalmente o PPP</span></a><span style="font-weight: 400;"> e o LTCAT. Entretanto, tanto o PPP quanto o LTCAT precisam estar </span><b>atualizados e preenchidos corretamente</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas se acaso não puder apresentar o PPP e o LTCAT, eu te explico</span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/como-conseguir-provas-de-tempo-especial/"> <span style="font-weight: 400;">quais provas alternativas usar neste texto</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>Mas atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> para médicos contratados ou concursados, autônomos cooperados, </span><b>a prova válida normalmente é o PPP</b><span style="font-weight: 400;">, elaborado a partir do LTCAT. Os autônomos cooperados devem fornecer o LTCAT para a cooperativa elaborar e assinar o PPP.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de médicos autônomos não cooperados, será necessário contratar um médico ou engenheiro do trabalho para confeccionar o LTCAT, que será a prova dos agentes nocivos.</span></p>
<h2><b>Com aposentadoria especial o médico pode continuar trabalhando?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-continuar-trabalhando/"><span style="font-weight: 400;">médico se aposentar pela aposentadoria especial no INSS, então ele pode continuar trabalhando</span></a><span style="font-weight: 400;"> em atividade</span><b> sem insalubridade</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas se ele se aposentou pela </span><b>regra comum, então pode continuar trabalhando normalmente</b><span style="font-weight: 400;">, ou seja, com a insalubridade típica da medicina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma estratégia possível é ter a concessão da aposentadoria especial, sacar os atrasados e suspender o benefício para continuar exercendo a atividade. Dessa forma, quando desejar parar de trabalhar, poderá reativar a aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, isso deve ser feito com </span><b>auxílio e orientação de advogado previdenciário</b><span style="font-weight: 400;">, para </span><b>não sofrer penalidades por erros</b><span style="font-weight: 400;"> e ter que </span><b>devolver valores</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, quem opta por essa forma de aposentadoria, não ganha atrasados no período que ela estiver suspensa, mas apenas os atrasados entre a data do pedido e a data da concessão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No RPPS, o cuidado é não continuar no cargo que usou o tempo para se aposentar. E se o juiz tiver o entendimento de que deve aplicar a regra do INSS, seguir os mesmos cuidados. </span></p>
<h2><b>Qual o valor da aposentadoria especial do médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor da aposentadoria especial depende se você vai se aposentar pelo direito adquirido ou pelas regras novas (transição ou nova aposentadoria).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, há diferenças se o médico é vinculado ao INSS ou ao RPPS (a Previdência Social dos servidores públicos).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou explicar melhor adiante. Confira!</span></p>
<h3><b>Cálculo para médicos vinculados ao INSS</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para médicos vinculados ao INSS, o cálculo funciona dessa forma:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Se usar regras de antes da Reforma (direito adquirido)</b><span style="font-weight: 400;">: o cálculo será a média de </span><b>80% das contribuições (as mais altas)</b><span style="font-weight: 400;"> feitas pelo profissional desde julho de 1994. Além disso, diferente da aposentadoria comum antes da reforma, a especial não tinha aplicação do fator previdenciário. Ou seja, o valor é o melhor possível, na maioria dos casos!;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mas se você usar alguma das regras novas, seja com pontos ou com idade:</b><span style="font-weight: 400;"> o cálculo será a média de todos os salários de contribuição feitos por você desde julho de 1994, mais descontos e acréscimos. Você receberá, inicialmente, </span><b>60% dessa média e poderá receber mais 2% da média</b><span style="font-weight: 400;"> a cada ano que contribuiu acima do tempo mínimo. O tempo mínimo é de 15 anos para a mulher e 20 para o homem.</span></li>
</ul>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O texto continua após o vídeo</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/E1rIetRMl0Q?si=kOZUIlZ-Cogaz2ID" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></h2>
<h3><b>Cálculo para médicos servidores públicos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o cálculo da </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-do-servidor-publico-ate-2003/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria para médicos servidores públicos federais (RPPS)</span></a><span style="font-weight: 400;"> baseia-se na média de 100% dos salários de contribuição desde julho de 1994, com alíquota inicial de 60% + 2% por ano acima de 20 anos de contribuição, no caso dos homens ou 15 anos, no caso das mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem ingressou até 31/12/2003 pode ter direito à integralidade (último salário) e paridade.</span></p>
<h2><b>Como converter tempo especial em comum?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para fazer a </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/conversao-de-tempo-especial-em-comum-para-aposentar-cedo-e-possivel/"><span style="font-weight: 400;">conversão de tempo especial em comum</span></a><span style="font-weight: 400;">, você deve </span><b>multiplicar o tempo especial por 1,4</b><span style="font-weight: 400;">, no caso do </span><b>homem</b><span style="font-weight: 400;">, e por </span><b>1,2</b><span style="font-weight: 400;">, no caso da </span><b>mulher</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, você ganhará:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">4 anos comuns a cada 10 especiais convertidos, </span><b>se for homem</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">2 anos comuns a cada 10 especiais convertidos, </span><b>se for mulher.</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, você só pode </span><b>converter tempo especial em tempo comum</b><span style="font-weight: 400;"> o tempo trabalhado </span><b>até a reforma da previdência</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, todo o período que você trabalhou com exposição a agentes nocivos até 12/11/2019, pode ser convertido em tempo comum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, os períodos trabalhados depois dessa data, não podem ser convertidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, </span><b>você precisa avaliar se no seu caso específico é de fato vantajoso</b><span style="font-weight: 400;"> fazer a conversão do tempo. Em caso de dúvidas, fale com um advogado especialista em Direito Previdenciário. </span></p>
<h2><b>Como pedir aposentadoria especial de médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode pedir a aposentadoria especial através do Meu INSS (site ou aplicativo). Logo na parte inicial, coloque no buscador, ao lado da lupa: “Aposentadoria por tempo de contribuição” e siga as instruções.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-55912" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png" alt="A imagem mostra a opção de aposentadoria por tempo de contribuição no Meu INSS." width="800" height="191" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-300x72.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-768x183.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-150x36.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos.png 1502w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Lembre-se que você precisa comprovar a atividade especial, além dos documentos essenciais:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documentos de identificação e CPF;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carteiras de Trabalho (CTPS);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carnês de contribuição e/ou outros documentos para comprovar os recolhimentos; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Extrato Previdenciário (CNIS).</span></li>
</ul>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial do médico pode ser obtida por meio das regras diferenciadas, para quem foi exposto a agentes nocivos para a sua saúde. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso implica em poder conquistar uma aposentadoria mais rápida do que as regras comuns, mas que também exige maiores esforços de comprovação dessas condições.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar, por fim, que o médico não precisa utilizar a regra da aposentadoria especial caso ela não seja a mais vantajosa na sua situação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, existem mais de 25 variações de regras de aposentadoria no INSS depois da Reforma e muitas outras podem trazer o benefício ou mais rápido ou com um valor maior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é sempre fundamental realizar uma boa simulação de aposentadoria e ter um panorama completo das suas opções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se acaso você desejar assistência jurídica da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Médico CLT com 2 vínculos paga INSS duas vezes? Entenda o teto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Koetz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É bem comum encontrar médico CLT com 2 vínculos no INSS. Ou seja, com diferentes tipos de trabalho. Entretanto, muitas dúvidas e até mesmo confusões surgem quando o assunto são as contribuições ao INSS. Afinal, o médico deve pagar duas vezes? E como fica a aposentadoria? Tudo precisa ser pensado com cuidado, afinal, o INSS&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/medico-clt-dois-vinculos-inss/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Médico CLT com 2 vínculos paga INSS duas vezes? Entenda o teto</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">É bem comum encontrar médico CLT com 2 vínculos no INSS. Ou seja, com diferentes tipos de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, muitas dúvidas e até mesmo confusões surgem quando o assunto são as contribuições ao INSS. Afinal, o médico deve pagar duas vezes? </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-de-medico/"><span style="font-weight: 400;">E como fica a aposentadoria</span></a><span style="font-weight: 400;">?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo precisa ser pensado com cuidado, afinal, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/salarios-minimos-e-tetos-rgps-de-1994-atual/"><span style="font-weight: 400;">o INSS possui um teto</span></a><span style="font-weight: 400;"> (valor máximo), que determina contribuições corretas e o valor limite da aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Reuni as principais informações sobre o assunto, para que você, médico, se informe cada vez mais e evite dores de cabeça quando o assunto é Previdência Social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conte comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O médico pode ter dois empregos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Médicos podem ter dois ou mais empregos, os chamados vínculos empregatícios. Inclusive, é algo comum na área médica a acumulação de cargos, inclusive públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, existem pontos de atenção: precisa existir compatibilidade de horários, não ocorrendo prejuízo à carga horária de nenhuma das atividades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/jornada-medico/"><span style="font-weight: 400;">o médico precisa respeitar um limite de 60 horas semanais no total</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que significa ter dois vínculos CLT para o INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ter dois vínculos CLT para o INSS, significa que você trabalha para duas ou mais empresas simultaneamente com carteira assinada, contribuindo para a Previdência em ambas as atividades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, as contribuições são somadas para aposentadoria (respeitando o teto vigente do INSS no ano) e em caso de doença, por exemplo, o segurado recebe um único benefício baseado na soma dos salários.</span></p>
<h2><b>O médico com dois empregos CLT é segurado obrigatório em ambos os vínculos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico com dois empregos CLT é segurado obrigatório em ambos os vínculos, pois a legislação brasileira considera a contribuição previdenciária obrigatória para qualquer atividade remunerada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, se você está trabalhando e recebendo qualquer valor, a contribuição ao INSS é obrigatória. No caso dos médicos com dois empregos, não é diferente.</span></p>
<h3><b>O que muda quando um dos vínculos é plantão com contrato CLT?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste caso, o médico precisa ter cuidado com o tempo que trabalha, já que o limite de 60 horas  semanais não pode ser ultrapassado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, sim, a CLT permite o acúmulo de empregos, mas você precisa acompanhar a compatibilidade de horários. Ou seja, o regime de plantão exige atenção redobrada aos intervalos interjornada, já que podem ultrapassar o limite permitido por lei.</span></p>
<h2><b>Como calcular o INSS do médico com dois vínculos CLT?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como calcular o INSS para médicos com dois vínculos CLT em 2026 exige atenção, porque a contribuição é progressiva e limitada ao teto previdenciário do INSS vigente no ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, como cada empregador desconta o INSS sobre o salário pago por ele, sem saber do outro vínculo, o médico pode pagar acima do teto, gerando valores a restituir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, o médico precisa entender se não está “dando dinheiro de graça” ao INSS ao contribuir em dois vínculos. Até porque, mesmo que você contribua acima do teto do INSS, a sua aposentadoria será restringida ao valor do teto no momento de receber.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O correto é entender quais descontos são realizados nos dois vínculos e, caso ultrapassar o valor do teto do INSS, a opção é pedir o ressarcimento ao INSS.</span></p>
<h3><b>Como funciona a tabela progressiva de desconto do INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A tabela progressiva do INSS funciona aplicando alíquotas crescentes (7,5% a 14%) apenas sobre a parcela do salário que se enquadra em cada faixa, e não sobre o total.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, a alíquota maior incide apenas sobre a diferença do valor, e não sobre o total da remuneração:</span></p>
<p><strong>Faixas de Contribuição (2026):</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>1ª Faixa:</b><span style="font-weight: 400;"> 7,5% sobre o salário até R$ 1.621,00;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>2ª Faixa:</b><span style="font-weight: 400;"> 9% sobre o que exceder R$ 1.621,00 até R$ 2.902,84;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>3ª Faixa:</b><span style="font-weight: 400;"> 12% sobre o que exceder R$ 2.902,84 até R$ 4.354,27;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>4ª Faixa:</b><span style="font-weight: 400;"> 14% sobre o que exceder R$4.354,27 até o teto de R$8.475,55.</span></li>
</ul>
<p><strong>Verifique o exemplo para um salário de R$ 3.000,00, o cálculo fica dessa forma:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>1ª faixa:</b><span style="font-weight: 400;"> R$ 1.621,00 x 7,5% = R$ 121,57;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>2ª faixa:</b><span style="font-weight: 400;"> (R$ 2.902,84 &#8211; R$ 1.621,00) x 9% = R$ 115,36;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>3ª faixa</b><span style="font-weight: 400;">: (R$ 3.000,00 &#8211; R$ 2.902,84) x 12% = R$ 11,66;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Total a descontar:</b><span style="font-weight: 400;"> R$121,57 + R$115,36 + R$11,66 = R$248,59.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O desconto máximo é limitado ao valor correspondente ao teto do INSS.</span></p>
<h3><b>O que é salário de contribuição e como somar as remunerações?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O salário de contribuição é a base de cálculo para as contribuições previdenciárias ao INSS, correspondendo ao valor total da remuneração mensal (bruta) do trabalhador, incluindo adicionais, gorjetas e comissões, respeitando limites mínimos (salário-mínimo) e máximos (teto previdenciário).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, preste sempre muita atenção no valor do salário-mínimo e do teto do INSS no ano vigente, já que sempre em janeiro de cada ano, estes valores são ajustados pelo Governo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns prejuízos financeiros sérios podem acontecer, além de atrasos na aposentadoria, no caso de quem contribui abaixo do salário-mínimo, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A soma deve ser feita mensalmente, considerando o total de rendimentos pagos ou creditados, mesmo que de mais de um emprego.</span></p>
<h3><b>Como o 13º salário entra no cálculo em vínculos diferentes?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O 13º salário é calculado com base na remuneração integral do trabalhador, correspondendo a 1/12 do salário bruto por mês trabalhado no ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que um mês seja contabilizado, a pessoa deve ter trabalhado pelo menos 15 dias. O cálculo varia conforme o tipo de vínculo trabalhista, médias de adicionais e tempo de serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, se houver remuneração variável (horas extras, adicionais noturnos, atividade perigosa, insalubridade, comissões), soma-se a média desses valores ao salário base.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o cálculo é feito em duas etapas, uma para cada parcela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da primeira parcela, você precisa:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Somar todas as verbas variáveis:</b><span style="font-weight: 400;"> junte os valores variáveis que você recebeu de janeiro a outubro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Calcular a média:</b><span style="font-weight: 400;"> depois, você precisa dividir o total encontrado por 10. O resultado é a média mensal de suas verbas variáveis;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Somar ao salário fixo: </b><span style="font-weight: 400;">após, você deve adicionar essa média ao seu salário fixo atual. Este valor total será a base para o cálculo da primeira parcela, que corresponde a 50% desse montante.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, no caso da segunda parcela, você deve:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Atualizar a média de verbas variáveis:</b><span style="font-weight: 400;"> ou seja, somar os valores variáveis recebidos de janeiro a novembro e, desta vez, divida por 11;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Cálculo final:</b><span style="font-weight: 400;"> o valor definitivo do seu 13º será apurado na folha de pagamento de dezembro, considerando a média dos 12 meses do ano. A segunda parcela será o valor total do décimo terceiro, menos o que você já recebeu na primeira parcela, com a incidência dos descontos de INSS e Imposto de Renda.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, imagine uma pessoa com um salário de R$ 3.000,00:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De janeiro a outubro, ela recebeu um total de R$10.000 em comissões.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Média para a 1ª parcela: R$8.000 / 10 = R$1.000.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Base de cálculo: R$3.000 (fixo) + R$1.000 (média de comissões) = R$4.000.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Valor da 1ª parcela: 50% de R$4.000 = R$2.000.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, basta fazer este mesmo cálculo para os dois vínculos presentes.</span></p>
<h2><b>Quais são as regras do teto do INSS quando há dois vínculos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As regras do teto do INSS, quando há dois vínculos, se baseiam no limite do valor do teto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, quando há dois vínculos empregatícios, as contribuições do INSS devem ser somadas, mas o total não pode superar o teto previdenciário.</span></p>
<h3><b>Valores acima do teto contam para aposentadoria?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Valores que superam o teto do INSS não aumentam o valor da aposentadoria e não contam para o cálculo do benefício. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A contribuição previdenciária incide apenas até esse limite máximo. Portanto, o médico CLT com dois vínculos precisa tomar cuidado no valor de suas contribuições.</span></p>
<h2><b>Como evitar desconto de INSS acima do teto em dois empregos CLT?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para evitar o desconto de INSS acima do teto com dois empregos CLT, você, médico, deve informar formalmente à empresa de menor salário (ou a ambos) que você já contribui pelo teto em outro vínculo, apresentando o contracheque/holerite. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso ocorra desconto indevido, você pode solicitar a restituição dos valores via Portal </span><a href="https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login"><span style="font-weight: 400;">e-CAC</span></a><span style="font-weight: 400;"> nos últimos 5 anos.</span></p>
<h3><b>O que fazer para evitar o desconto desnecessário?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para evitar o desconto desnecessário do INSS, você precisa estar atento aos valores de contribuições que faz mensalmente à Previdência Social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você contribuir acima do teto, o desconto acontecerá e não contará para os benefícios do órgão, como a aposentadoria.</span></p>
<h3><b>Como informar ao segundo empregador que já contribui no teto?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é informar ao setor de RH ou Departamento Pessoal do segundo empregador que você possui múltiplos vínculos, apresentando o contracheque/holerite do primeiro emprego onde o INSS já é descontado pelo teto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa deve usar o código indicativo &#8220;2&#8221; ou &#8220;3&#8221; no </span><a href="https://login.esocial.gov.br/login.aspx"><span style="font-weight: 400;">eSocial</span></a><span style="font-weight: 400;">, configurando &#8220;múltiplos vínculos&#8221; para evitar descontos indevidos.</span></p>
<h3><b>Quais comprovantes apresentar para ajustar o desconto em folha?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ajustar descontos na folha de pagamento, você deve formalizar a solicitação ao setor de Recursos Humanos (RH) por escrito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os melhores documentos para se apresentar são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Contracheque/holerite: </b><span style="font-weight: 400;">cópia do documento onde consta o desconto indevido;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Carteira de Trabalho (CTPS):</b><span style="font-weight: 400;"> onde consta os dois vínculos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Documentos comprobatórios:</b><span style="font-weight: 400;"> certidão de nascimento, CPF para dedução no Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).</span></li>
</ul>
<h2><b>O que fazer se houve desconto de INSS a mais em dois vínculos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se houve desconto de INSS maior em dois vínculos, você pode solicitar a restituição, sendo que os valores são corrigidos pela taxa SELIC. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O procedimento é feito via Restituição de Contribuição Previdenciária no Portal e-CAC da Receita Federal (PER/DCOMP), e pode incluir valores dos últimos 5 anos.</span></p>
<h3><b>Como identificar excesso de contribuição no holerite e no CNIS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para identificar o excesso de contribuição ao INSS (pagamento acima do teto) no contracheque/holerite ou CNIS, você pode seguir os seguintes passos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O excesso no holerite ocorre quando o valor descontado do INSS é superior ao teto vigente, ou quando, ao somar dois ou mais empregos, o total passa do limite.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Verifique o salário de contribuição: </b><span style="font-weight: 400;">veja qual é o valor &#8220;base de cálculo&#8221; do INSS no seu holerite (não é o salário bruto total, pois benefícios como vale transporte não entram);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Compare com o teto do INSS vigente:</b><span style="font-weight: 400;"> o teto de contribuição muda a cada ano;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Calcule o desconto máximo:</b><span style="font-weight: 400;"> a alíquota máxima é 14% (ou 20% para contribuintes individuais). O desconto máximo mensal em 2026 é de R$ 1.695,11;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Identifique o erro:</b><span style="font-weight: 400;"> se o seu desconto for superior a R$ 1.695,11 em um único holerite, há erro (lembre-se que este valor muda a cada ano);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Múltiplos Vínculos:</b><span style="font-weight: 400;"> se você tem dois empregos (ex: R$5.000,00 em cada), cada empresa descontará corretamente até o teto dela. Porém, a soma ultrapassará o teto nacional. Você deve somar as contribuições de todas as fontes no mesmo mês.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, quando o assunto é o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), o excesso fica registrado:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Acesse o </b><a href="https://meu.inss.gov.br/"><b>Meu INSS</b></a><b>:</b><span style="font-weight: 400;"> vá no site ou aplicativo e baixe o &#8220;Extrato de Contribuições (CNIS)&#8221;.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Análise mês a mês:</b><span style="font-weight: 400;"> verifique a coluna &#8220;Salário de Contribuição&#8221;.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Observe os Indicadores de Pendência:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>PREM-RET (Retenção maior que o teto):</b><span style="font-weight: 400;"> indica que, naquele mês, a soma das suas contribuições superou o teto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Indicadores de múltiplos vínculos:</b><span style="font-weight: 400;"> o CNIS mostra os vínculos separadamente. O excesso ocorre na soma deles.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Verifique se há vínculos em duplicidade:</b><span style="font-weight: 400;"> às vezes, o mesmo emprego é lançado duas vezes, gerando excesso de contribuição.</span></li>
</ul>
<h3><b>Como pedir restituição de contribuição previdenciária paga indevidamente?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A restituição de contribuição previdenciária paga indevidamente ou a maior ao INSS deve ser solicitada à Receita Federal via sistema PER/DCOMP Web, no portal e-CAC, utilizando a conta gov.br.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira os passos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Acesse o e-CAC:</b><span style="font-weight: 400;"> entre no Portal e-CAC com sua conta gov.br;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Acesse o PER/DCOMP: </b><span style="font-weight: 400;">selecione &#8220;Restituição e Compensação&#8221; e depois &#8220;Acessar PER/DCOMP WEB&#8221;;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Inicie o pedido:</b><span style="font-weight: 400;"> clique em &#8220;Pedido de Restituição&#8221;;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Selecione o tipo:</b><span style="font-weight: 400;"> escolha &#8220;Contribuição Previdenciária Indevida ou a Maior&#8221;;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Preencha e envie:</b><span style="font-weight: 400;"> informe os pagamentos indevidos (documentos, códigos de pagamento, valores) e envie a solicitação. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Não esqueça dos comprovantes de pagamento (GPS ou DARF).</span></p>
<h3><b>Qual é o prazo para pedir restituição do INSS pago acima do teto?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O prazo para solicitar é de até 5 anos após o pagamento, sendo indicado para casos de recolhimento acima do teto ou duplicidade.</span></p>
<h2><b>Como dois vínculos CLT impactam o cálculo da aposentadoria do médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ter dois vínculos CLT simultâneos impacta positivamente o cálculo da aposentadoria do médico, permitindo que os salários de contribuição sejam somados para aumentar o valor do benefício, respeitando o teto do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta situação é comum na medicina e, se bem planejada, pode ser a chance de uma média salarial maior.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, você, médico, sabe como funciona quando existem dois vínculos CLT e como a situação impacta o INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo deste texto foi alertar para possíveis erros, que muitas vezes passam despercebidos, como uma contribuição maior do que o teto do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, vários médicos acabam se prejudicando financeiramente ou até mesmo atrasando sua aposentadoria, por não terem as informações corretas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, verifique com atenção cada contracheque/holerite, o seu CNIS e, se caso necessário, não deixe de contar com o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somente este profissional conhece as regras do INSS a fundo, entende dos valores e cálculos e pode ser de grande valia para um planejamento mais assertivo na aposentadoria do médico, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, quem trabalhou e contribuiu, tem direito de usufruir de anos de trabalho árduo, chegando cada vez mais perto da aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Residência médica conta para aposentadoria? regras do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 11:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A residência médica conta para aposentadoria? Esta é uma dúvida muito comum entre os médicos residentes. Afinal, é o começo da vida profissional de um médico, apesar de ainda fazer parte do escopo de estudos. Pensando nisso, resolvi escrever este texto com as maiores dúvidas que recebo, para que você já pense na aposentadoria, se&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/residencia-medica-conta-para-aposentadoria/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Residência médica conta para aposentadoria? regras do INSS</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A residência médica conta para aposentadoria? Esta é uma dúvida muito comum entre os médicos residentes. Afinal, é o começo da vida profissional de um médico, apesar de ainda fazer parte do escopo de estudos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, resolvi escrever este texto com as maiores dúvidas que recebo, para que você já pense na aposentadoria, se proteja e não acumule prejuízos financeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continue comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é a residência médica para fins previdenciários?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A residência médica é considerada, para fins previdenciários, uma atividade profissional remunerada sob regime de dedicação exclusiva, filiando o médico obrigatoriamente ao INSS como contribuinte individual. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, o tempo de residência conta como tempo de contribuição para a aposentadoria, podendo ser reconhecido como tempo especial (quando existe exposição a agentes insalubres) e convertido em tempo comum.</span></p>
<h3><b>A residência médica gera vínculo empregatício?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A residência médica não gera vínculo empregatício (CLT) com a instituição de saúde, sendo considerada uma modalidade de ensino de pós-graduação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o residente recebe uma bolsa de estudo, não salário, e seus direitos são definidos pela </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6932.htm"><span style="font-weight: 400;">Lei nº 6.932/1981</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><b>Médico residente é segurado obrigatório do INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico residente é segurado obrigatório do INSS, se encaixando na categoria de contribuinte individual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde 2003, a instituição de saúde (hospital) é responsável por reter 11% da bolsa-auxílio e realizar o recolhimento, possibilitando acesso a benefícios como </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/auxilio-doenca-para-professores-4-duvidas-sobre-o-beneficio/"><span style="font-weight: 400;">auxílio-doença</span></a><span style="font-weight: 400;">, licença-maternidade (até 120 dias), contagem de tempo para aposentadoria, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/pensao-por-morte-novas-regras-valem-para-este-ano/"><span style="font-weight: 400;">pensão por morte</span></a><span style="font-weight: 400;"> e auxílio-reclusão para os dependentes.</span></p>
<h3><b>Bolsa de residência integra remuneração para contribuição previdenciária?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A bolsa de residência (médica ou multiprofissional) integra a base de cálculo para a contribuição previdenciária (INSS), sendo obrigatório o desconto. </span></p>
<h2><b>Como funciona a contribuição ao INSS durante a residência médica?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a residência médica, a contribuição ao INSS é obrigatória e descontada diretamente da bolsa-auxílio, geralmente na alíquota de 11% como </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quem-e-o-contribuinte-individual-no-inss-e-quais-os-beneficios/"><span style="font-weight: 400;">contribuinte individual</span></a><span style="font-weight: 400;"> no INSS, sendo responsabilidade da instituição o recolhimento. </span></p>
<h3><b>Quanto é descontado do INSS da bolsa de residência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor descontado do INSS da bolsa de residência é R$451,67 mensais, sendo 11% do valor total da bolsa de residência, que é de R$4.106,09.</span></p>
<h3><b>Quem é o responsável pelo recolhimento e repasse ao INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável pelo recolhimento e repasse da contribuição ao INSS sobre a bolsa de residência (médica ou multiprofissional) é a fonte pagadora, ou seja, a instituição responsável pelo pagamento da bolsa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas preste atenção em um detalhe importante: embora o residente seja considerado segurado do INSS, a legislação estabelece que a obrigação de realizar o desconto e o devido repasse é da entidade pagadora, como instituição de ensino, hospital, secretaria de saúde ou o próprio Governo Federal (Ministério da Saúde).</span></p>
<h3><b>Qual código usar no cadastro e no CNIS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o cadastro e CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) relativo à bolsa de residência (médica ou multiprofissional), a identificação principal é baseada no CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) e na natureza da bolsa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, o código CBO para usar no CNIS é o 2231-F9.</span></p>
<h3><b>Como emitir e pagar GPS se não houver desconto na fonte?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para emitir e pagar a Guia da Previdência Social (GPS) da bolsa residência quando não há desconto na fonte (ou seja, quando o pagamento é direto, sem a instituição reter o INSS), o médico residente deve atuar como Contribuinte Individual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o médico residente, nesta situação, deve contribuir com 11% sobre o valor da bolsa (limitado ao teto previdenciário), usando o código 1163 (Contribuinte Individual &#8211; Plano Simplificado) ou o código específico indicado pela instituição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma mais rápida é utilizar o Sistema de Acréscimos Legais (SAL) da Receita Federal: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acesse o site </span><a href="https://sal.rfb.gov.br/home"><span style="font-weight: 400;">SAL &#8211; Sistema de Acréscimos Legais</span></a><span style="font-weight: 400;"> da Receita Federal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Selecione a opção &#8220;Filiados antes de 29/11/1999&#8221; ou &#8220;Filiados a partir de 29/11/1999&#8221; (a maioria se encaixa no segundo);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Selecione a categoria &#8220;Contribuinte Individual&#8221;;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Informe seu NIT/PIS/PASEP;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Preencha a competência (mês/ano da bolsa recebida);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Informe o salário de contribuição (valor bruto da bolsa) e a alíquota de 11% (código 1163).</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Confirme, selecione a guia e gere a GPS.</span></li>
</ul>
<h2><b>Quais são os requisitos para a residência médica contar no tempo de contribuição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A residência médica </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quanto-tempo-de-contribuicao-para-se-aposentar/"><span style="font-weight: 400;">conta como tempo de contribuição para o INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> se houver recolhimento previdenciário, sendo obrigatório desde 2003 (lembrando que a responsabilidade é inteiramente do hospital). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para períodos anteriores, você precisa recolher via indenização. Comprove com o contrato, holerites, carteira de trabalho ou </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/ctc-tudo-sobre-a-certidao-de-tempo-de-contribuicao/"><span style="font-weight: 400;">Certidão de Tempo de Contribuição (CTC)</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><b>Quais documentos comprovam o período de residência médica?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os principais documentos que comprovam o período de residência médica são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certificado de conclusão da residência médica (emitido pela instituição);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Declarações oficiais emitidas pelo hospital ou coordenação do programa, detalhando o período, carga horária e especialidade. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Outros documentos aceitos também, incluem a Carteira de Trabalho (CTPS) com o registro, o </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/o-que-e-ppp/"><span style="font-weight: 400;">Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)</span></a><span style="font-weight: 400;"> para questões da Previdência Social, e a Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) do INSS.</span></p>
<h3><b>Como verificar o período no CNIS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para verificar o período de residência médica no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), você deve acessar o portal ou aplicativo </span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">, onde estarão os vínculos empregatícios e as contribuições previdenciárias registradas pela instituição de ensino/hospital. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, o CNIS, nada é mais que um extrato contributivo, onde você pode acessar todas as informações do seu histórico de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de residência médica, quando remunerado, é contado para aposentadoria e outros benefícios do INSS.</span></p>
<h3><b>O que muda para residência realizada antes de 2003?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Residências médicas realizadas antes de 2003 possuem regras previdenciárias específicas no INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialmente quando o assunto é a necessidade de formalização da contribuição e o enquadramento legal. Isso porque, muitos residentes não tiveram o recolhimento realizado corretamente na época.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a residência foi anterior a 2003 e as contribuições não foram feitas (o que era comum, pois a responsabilidade frequentemente recaía sobre o médico), pode ser necessário realizar uma &#8220;indenização&#8221; ao INSS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, isso significa pagar os recolhimentos em atraso conta como tempo e  não para carência.</span></p>
<h2><b>O que fazer se não houve recolhimento de INSS na residência médica?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você identificou que o período de residência médica não consta no seu Extrato de Contribuições (CNIS) ou que os recolhimentos não foram feitos pela instituição de saúde, o primeiro passo é entender que o médico residente é um segurado obrigatório do INSS como contribuinte individual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, o INSS só reconhecerá o período se houver prova documental do vínculo com o programa de residência. Então, preste atenção nos melhores documentos para comprovar o período da residência médica:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certificado de Conclusão da Residência (emitido pela instituição e credenciado pela CNRM);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contrato de Residência Médica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovantes de pagamento da bolsa (holerites/contracheques da época);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Portaria de credenciamento do programa (se necessário).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, você não é obrigado a pagar as contribuições, o que a instituição deixou de recolher na época, pois a responsabilidade pelo desconto e repasse é da entidade que mantém o programa de residência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acesse o portal Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Solicite o serviço de &#8220;Atualização de Vínculos e Remunerações&#8221;;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Apresente os documentos acima para que o INSS averbe (registre) esse tempo no seu extrato previdenciário.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o INSS aceitar a prova do vínculo, o tempo passa a contar para sua aposentadoria e carência, independentemente de a instituição ter repassado o dinheiro ou não.</span></p>
<h3><b>É possível recolher em atraso e indenizar contribuições?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode regularizar a situação. No entanto, o procedimento muda conforme o tempo decorrido. Vou explicar melhor:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Contribuições recentes (menos de 5 anos): </b><span style="font-weight: 400;">o cálculo é feito sobre o valor da época, com incidência de juros e multa.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Contribuições antigas (mais de 5 anos):</b><span style="font-weight: 400;"> entra-se na regra da indenização. O valor não é baseado no que você recebia na época, mas sim em 80% da média aritmética dos seus maiores salários de contribuição atuais. Sobre esse valor, incide uma alíquota de 20%, além de juros de 0,5% ao mês e multa de 10%.</span></li>
</ul>
<p><b>E atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> como o residente é segurado obrigatório e a obrigação de repasse é da instituição de saúde, muitas vezes é possível buscar o reconhecimento sem que o médico precise arcar com o valor total da &#8220;falha&#8221; da instituição.</span></p>
<h3><b>Quais são os riscos de recolher com dados incorretos?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O principal risco é recolher o INSS com códigos de pagamento errados ou sobre bases de cálculo equivocadas pode gerar vários problemas. Por exemplo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Descarte do tempo:</b><span style="font-weight: 400;"> o INSS pode não reconhecer o período para fins de carência ou tempo de aposentadoria;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Prejuízo financeiro:</b><span style="font-weight: 400;"> se você recolher como &#8220;Contribuinte Individual&#8221; (autônomo comum) um período que deveria ser &#8220;Contribuinte Individual &#8211; Residente&#8221;, poderá pagar alíquotas maiores desnecessariamente ou perder o direito à contagem automática;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Divergência no CNIS:</b><span style="font-weight: 400;"> dados incorretos geram pendências (indicadores de erro) no Extrato de Contribuições, o que trava qualquer pedido de benefício futuro (como auxílio-doença ou licença-maternidade).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, aconselho o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que pode ser a chave para entender melhor as exigências do INSS, unir comprovações e oferecer melhor proteção contra prejuízos financeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, a intenção é comprovar o tempo da residência médica para que você consiga acessar o direito à aposentadoria com maior facilidade. Erros comuns podem atrapalhar o processo.</span></p>
<h3><b>Quando vale pedir reconhecimento administrativo ou judicial?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, a decisão entre a via administrativa (direto no INSS) ou a via judicial depende basicamente da qualidade das provas que você possui e do objetivo imediato (apenas registrar o tempo ou evitar um custo alto de indenização).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você possui o Certificado de Conclusão da Residência (reconhecido pelo MEC/CNRM), o contrato da residência e, preferencialmente, os holerites da época, além de mais documentações sobre o tempo de residência médica, pode, sim, valer a pena solicitar o reconhecimento pelo INSS, ou seja, administrativamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, se seu caso é mais complexo, como, por exemplo, se a instituição de saúde fechou ou se recusa a fornecer a documentação, na Justiça, é permitido usar prova testemunhal (colegas de residência ou documentos similares de colegas) para complementar os poucos documentos que restaram.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, se você apresentou os documentos no Meu INSS e o INSS indeferiu o pedido (muito comum em residências feitas há mais de 10 ou 20 anos), o caminho é por via judicial, com um advogado representando.</span></p>
<h2><b>Quando a residência médica pode contar como tempo especial para aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra muda completamente dependendo de quando a residência foi realizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Até 28/04/1995:</strong> Existe a chamada presunção de categoria profissional. Se você comprovar que era médico residente nesse período, o tempo é considerado especial apenas pela profissão, sem necessidade de provar a exposição a agentes nocivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Após 28/04/1995:</strong> A presunção acabou. Agora, para o tempo ser especial, é necessário comprovar a exposição efetiva e habitual a agentes nocivos (biológicos, como vírus e bactérias, ou físicos, como radiação ionizante).</span></p>
<h3><b>Quais agentes nocivos podem caracterizar atividade especial na residência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da residência médica, os agentes biológicos são o foco para caracterizar atividade especial, já que o estudante está sempre exercendo atividades em hospitais.</span></p>
<h3><b>Como obter PPP e LTCAT durante a residência médica?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Obter o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e o Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT) durante a residência médica são passos muito importantes para comprovar a exposição a agentes insalubres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O PPP é o documento principal, preenchido pela instituição onde a residência foi realizada com base no LTCAT.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/UCSPS7aTQHs?si=7doXH9exGg7g7054" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E lembre-se: a instituição é obrigada a fornecer. Se houver recusa, registre a tentativa (e-mail, protocolo) e, se necessário, faça uma denúncia no Ministério do Trabalho ou procure o sindicato dos médicos</span></p>
<h3><b>Como funciona a conversão de tempo especial em tempo comum?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/conversao-de-tempo-especial-para-comum-de-medico/"><span style="font-weight: 400;">conversão de tempo especial em comum</span></a><span style="font-weight: 400;"> transforma períodos de trabalho expostos a agentes nocivos (insalubres/perigosos) em tempo comum, aplicando um multiplicador para aumentar o tempo de contribuição total. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, usa-se o fator 1,4 (homens) e 1,2 (mulheres), permitindo antecipar a aposentadoria com base em períodos trabalhados até 13/11/2019 (data da Reforma da Previdência de 2019).</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/yOgTuKS11Lk?si=PTsL7siWUhc-K9Ts" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2><b>Como comprovar e averbar o tempo de residência médica no INSS ou no RPPS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/averbacao-no-inss/"><span style="font-weight: 400;">comprovar e averbar o tempo</span></a><span style="font-weight: 400;"> de residência médica, o primeiro passo é reunir documentos que comprovem o exercício da residência médica com remuneração.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/etPnfUnwl8Y?si=FI9OYOwr4eAxlq6V" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, acesse o Meu INSS, solicite &#8220;Atualização de Vínculos e Remunerações&#8221;. Procure o serviço de &#8220;Acerto de Contribuições&#8221; ou &#8220;Atualização de Vínculos&#8221; para incluir o tempo de residência não contabilizado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo após, é só enviar os documentos no sistema. </span></p>
<h3><b>Como fazer o pedido de averbação no INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para averbar o tempo de residência médica no INSS, o processo é feita solicitando a Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) ao órgão de origem e, em seguida, registrando o pedido de &#8220;Atualização de Vínculos e Remunerações&#8221;, no Meu INSS.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-56261" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-083002-1024x169.png" alt="A imagem mostra a opção da CTC no Meu INSS." width="800" height="132" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-083002-1024x169.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-083002-300x49.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-083002-768x126.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-083002-150x25.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-01-083002.png 1458w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h3><b>Como usar CTC para levar o tempo ao regime próprio?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Usar a Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) para levar o tempo de residência médica do INSS (Regime Geral &#8211; RGPS) para um Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) é um direito do médico residente que contribuiu durante o programa. Esse processo é conhecido como averbação por contagem recíproca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de solicitar a CTC, você precisará comprovar o período da residência. Além disso, você vai precisar de documentos pessoais (como RG e CPF) e carteira de trabalho (CTPS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Meu INSS, faça login e busque por &#8220;Certidão de Tempo de Contribuição&#8221; ou &#8220;CTC&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Selecione a opção de solicitar o documento para averbação em regime próprio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O INSS emitirá a CTC com o tempo total da residência que foi contribuído.</span></p>
<h2><b>Quais prazos e cuidados para evitar indeferimento?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O prazo para cumprimento do INSS é, no geral, de 30 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Verifique se as contribuições da residência médica constam corretamente no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) antes de pedir a CTC. Corrigir erros antes da emissão é muito mais simples.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é importante destacar que o tempo de contribuição concomitante, ou seja, quando há </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/e-possivel-se-aposentar-pelo-estado-e-pelo-inss/"><span style="font-weight: 400;">contribuições simultâneas ao INSS e ao RPPS</span></a><span style="font-weight: 400;">, não pode ser averbado no regime próprio para fins de soma de tempo de aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tentativa de averbar períodos concomitantes costuma resultar em indeferimento do pedido, pois a legislação não permite a contagem desse tempo de forma cumulativa entre os regimes.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A residência médica pode ser um ponto bem importante no momento de somar tempo e conquistar a aposentadoria no futuro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, o médico residente trabalha, é remunerado e tem como dever contribuir ao INSS e receber os direitos de suas contribuições.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O importante é sempre verificar com cautela o CNIS, seu extrato previdenciário, para entender se tudo está correto. Até porque, o CNIS tem problemas recorrentes em fazer a contagem de forma 100% correta, erros ou pendências podem aparecer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, o correto é que o tempo da residência apareça no CNIS e que o residente médico possua o direito de unir este tempo de contribuição e trabalho para a aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Médico aposentado pode continuar trabalhando? O que diz a Lei?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O médico aposentado pode continuar trabalhando?” Acredite, essa é uma pergunta que recebo quase todos os dias e que gera muitas dúvidas entre os profissionais da área. Apesar da aposentadoria especial ser uma grande opção para médicos e todos os profissionais da saúde que são expostos à insalubridade, esta dúvida sempre fica quando o assunto&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/medico-aposentado-pode-continuar-trabalhando/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Médico aposentado pode continuar trabalhando? O que diz a Lei?</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O médico aposentado pode continuar trabalhando?” Acredite, essa é uma pergunta que recebo quase todos os dias e que gera muitas dúvidas entre os profissionais da área.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da aposentadoria especial ser uma grande opção para médicos e todos os profissionais da saúde que são </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/periculosidade-e-insalubridade-para-aposentadoria-mais-cedo/"><span style="font-weight: 400;">expostos à insalubridade</span></a><span style="font-weight: 400;">, esta dúvida sempre fica quando o assunto é aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Decisões relativamente novas do STF definiram muito como devemos levar esta questão e, pensando nisso, resolvi reunir as principais questões e explicar de uma vez por todas como funciona a aposentadoria do médico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continue comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Como funciona a aposentadoria especial do médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, a </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria especial</span></a><span style="font-weight: 400;"> é um benefício previsto para trabalhadores que exerçam atividades com exposição a agentes nocivos à saúde, como substâncias químicas, físicas ou biológicas. Ou seja, isso inclui o médico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Médicos que trabalham em ambientes com alta exposição a agentes biológicos, como vírus e bactérias, podem ter direito à aposentadoria especial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, a caracterização dessa exposição e a </span><b>comprovação dos riscos envolvidos</b><span style="font-weight: 400;"> são necessárias para o reconhecimento deste direito.</span></p>
<p><b>Antes</b><span style="font-weight: 400;"> da Reforma da Previdência de 2019, para obter a Aposentadoria Especial como médico no INSS, era necessário apenas cumprir </span><b>25 anos de atividade especial e uma carência de 180 meses</b><span style="font-weight: 400;"> (um requisito válido tanto para homens quanto para mulheres). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses eram os únicos critérios exigidos, sem requisitos adicionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já </span><b>após</b><span style="font-weight: 400;"> a Reforma, a aposentadoria especial para médicos, conforme as regras estabelecidas, exige uma das seguintes condições:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">60 anos de idade e 25 anos de atividade especial comprovada, OU;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">25 anos de atividade especial comprovada somados a 86 pontos, que resultam da combinação da idade, do tempo de atividade, OU;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Somente 25 anos de atividade especial comprovada, desde que completados até 12/11/2019.</span></li>
</ul>
<h2><b>O médico aposentado pode continuar trabalhando?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um médico aposentado com aposentadoria especial do INSS não pode continuar exercendo atividades especiais após a concessão do benefício. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, ele pode prosseguir em atividades que não sejam consideradas insalubres, como funções administrativas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos, você pode continuar atuando em atividades especiais se o tempo de serviço especial for convertido em tempo comum.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/yOgTuKS11Lk?si=PTsL7siWUhc-K9Ts" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para médicos que recebem aposentadoria especial pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), é essencial consultar as regras específicas do RPPS em questão, pois as regulamentações podem variar entre diferentes regimes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, alguns RPPS não permitem a </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/conversao-de-tempo-especial-em-comum-para-aposentar-cedo-e-possivel/"><span style="font-weight: 400;">conversão de tempo especial em comum</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><b>O que diz a lei sobre aposentado continuar trabalhando?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O aposentado especial pode continuar trabalhando, mas não pode exercer atividades insalubres ou perigosas que garantiram o benefício. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Tema 709 do STF consolidou que, se o beneficiário continuar em ambiente de risco ou retornar a ele, a aposentadoria será suspensa. É permitido atuar em funções administrativas, técnicas ou outras áreas sem risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Lei nº 8.213/91 (art. 57, § 8º) proíbe o aposentado especial de trabalhar com exposição a agentes nocivos, regra confirmada pelo STF, pois o objetivo é proteger a saúde do trabalhador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se comprovado que o aposentado especial continua em atividade nociva, o INSS pode cancelar o benefício.</span></p>
<h3><b>Em quais condições o médico pode continuar trabalhando após a aposentadoria especial? </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico pode continuar trabalhando após a aposentadoria especial em atividades administrativas, de gestão, ou qualquer função que não envolve nenhuma exposição a agentes insalubres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico pode mudar a forma como atua, exercendo atividades em áreas sem exposição à insalubridade. Por exemplo, um cirurgião encerra suas atividades na sala de cirurgia e passa a administrar seu consultório médico.</span></p>
<h4><b>Regras para médico trabalhar após aposentadoria especial</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Médicos aposentados por regra especial não podem continuar exercendo atividades insalubres ou perigosas (hospitais, UTI, radiologia), sob risco de perder o benefício, conforme o Tema 709 do STF. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o médico aposentado pela modalidade especial pode atuar em atividades administrativas, aulas, consultórios sem exposição a riscos ou atividades não especiais, ou seja, que não envolvam exposição a agentes insalubres.</span></p>
<h3><b>E se o médico optar por continuar trabalhando em atividade especial?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso o médico opte por continuar trabalhando em atividade especial, ele pode converter o tempo que possui, se aposentando pela modalidade comum de aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, </span><b>atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> a conversão de tempo especial só é uma possibilidade para os segurados do INSS que contribuíam </span><b>antes </b><span style="font-weight: 400;">da Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como o tempo especial “vale mais”, a conversão pode ser uma solução para se aposentar mais rápido e ainda continuar em atividades insalubres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, o mais aconselhável é contar com o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário para que ele analise com profundidade quais são as melhores opções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, caso o médico já tenha se aposentado pela modalidade especial, o trabalho que envolve exposição a agentes insalubres é proibido, fazendo com que o benefício possa ser interrompido a qualquer momento.</span></p>
<h4><b>Como reativar aposentadoria especial suspensa?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Reativar uma aposentadoria especial suspensa depende fundamentalmente da causa da suspensão. A causa mais comum, conforme o Tema 709 do STF, é o retorno do aposentado a atividades nocivas à saúde (insalubres, no caso do médico).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba que, se você voltou a trabalhar em ambiente insalubre ou perigoso, o INSS suspende o pagamento enquanto durar o trabalho nessa condição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para reativar o benefício, você deve sair do ambiente nocivo ou mudar para uma função administrativa (comum) na mesma empresa ou em outra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o &#8220;</span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">&#8221; e procure por &#8220;Solicitar Emissão de Pagamento não Recebido&#8221; ou &#8220;Reativação de Benefício&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, envie documentos (como a rescisão do contrato de trabalho insalubre ou nova carteira assinada em atividade comum) que comprovem que você não está mais exposto ao risco.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial é uma forma de recompensar pessoas que estiveram expostas a agentes insalubres ou em atividades perigosas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, os requisitos exigem menos tempo de contribuição e menos idade. Ou seja, apesar das mudanças ocorridas na Reforma da Previdência, esta modalidade continua sendo vantajosa, principalmente para os trabalhadores que já contribuíram antes da Reforma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A questão é “não dormir no ponto”, deixando direitos de lado e perdendo tempo no momento de solicitar a aposentadoria. Cada dia sem realizar o pedido, é um prejuízo financeiro que não pode ser reavido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de médicos que queiram continuar trabalhando, vale a atenção para não ser uma atividade insalubre, caso a aposentadoria especial seja a escolhida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, preste atenção no seu histórico de contribuição, avalie seus desejos profissionais e entenda qual opção é a mais segura para seu caso em específico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Aposentadoria especial do médico servidor público: Como funciona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Koetz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 11:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria especial do médico servidor público gera dúvidas nos profissionais, principalmente àqueles que possuem mais de um vínculo em diferentes regimes. Entretanto, até a questão de diferentes regimes é outro ponto de atenção, que muitas vezes passa despercebido, por falta de esclarecimento. O problema de não compreender 100% os requisitos da aposentadoria, é ter&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-medico-servidor-publico/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aposentadoria especial do médico servidor público: Como funciona</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial do médico servidor público gera dúvidas nos profissionais, principalmente àqueles que possuem mais de um vínculo em diferentes regimes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, até a questão de diferentes regimes é outro ponto de atenção, que muitas vezes passa despercebido, por falta de esclarecimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O problema de não compreender 100% os requisitos da aposentadoria, é ter prejuízos financeiros e de atraso no benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, reuni as principais informações para que você, médico servidor público, entenda suas possibilidades e aumente as chances de conquistar uma aposentadoria mais justa, com melhores valores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe agora!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é a aposentadoria especial do médico servidor público?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial do médico servidor público serve para servidores que trabalham em condições</span> <a href="https://koetzadvocacia.com.br/areas-atuacao/aposentadoria-insalubridade-periculosidade/"><b>insalubres ou expostos a agentes nocivos à saúde</b></a><span style="font-weight: 400;">, como químicos, biológicos ou físicos, têm direito à </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial/"><b>aposentadoria especial</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, é um benefício que pretende minizar os danos causados na rotina de trabalho, na qual o médico é exposto a agentes insalubres. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, é um benefício mais vantajoso, por justamente contar que o servidor possuiu um tipo diferente de trabalho. Assim, varia entre 15, 20 ou 25 anos, dependendo do nível de exposição ao agente nocivo. E há a necessidade de laudos específicos para comprovar a exposição.</span></p>
<h2><b>Qual a diferença entre o RPPS e o INSS</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal diferença é o público-alvo. Ou seja, o INSS (RGPS &#8211; Regime Geral de Previdência Social) é o sistema previdenciário brasileiro obrigatório, gerido pelo INSS, que atendeatende trabalhadores da iniciativa privada (CLT), </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-para-autonomo-que-trabalha-com-insalubridade/"><span style="font-weight: 400;">autônomos</span></a><span style="font-weight: 400;">, empregados domésticos e servidores temporários ou sem regime próprio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o RPPS (Regime Próprio de Previdência Social) é um sistema previdenciário específico para servidores públicos titulares de cargos efetivos (concursados) da União, Estados, Distrito Federal e Municípios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O INSS segue regras unificadas nacionais, enquanto o RPPS possui regras próprias de aposentadoria e contribuição, definidas por cada ente federativo.</span></p>
<h2><b>Qual o impacto da reforma da previdência para o médico servidor?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os principais impactos da Reforma da Previdência de 2019 incluem a instituição de idade mínima para a aposentadoria especial, o fim da média baseada nos 80% maiores salários (passando a considerar 100%) e o aumento das alíquotas de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Entretanto, atenção:</strong> cada Regime Próprio, ou seja, cada RPPS possui regras diferentes que podem mudar. Ou seja, o RPPS não necessariamente segue as mudanças e/ou regras do INSS, por ser um Regime Próprio e autônomo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, nem todos os Regimes Próprios sofreram alterações ou tiveram diferentes mudanças que precisam ser conferidas com cautela, antes de procedir com qualquer solicitação de aposentadoria ou benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você possua dúvidas, busque seu RPPS local ou conte com o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que conhece os requisitos locais dos Regimes Próprios.</span></p>
<h3><b>O que mudou nas regras de idade e tempo de contribuição?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da Reforma (Até 13/11/2019), médicos servidores podiam se aposentar com 25 anos de atividade insalubre/especial, sem idade mínima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, após a Reforma, além dos 25 anos de atividade insalubre, foi instituída uma idade mínima de 60 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E foi criada a regra dos pontos, que passou a ser necessária uma pontuação (idade + tempo de contribuição) que atinge 86 pontos para médicos, somando tempo de insalubridade e tempo de serviço público.</span></p>
<h3><b>A aplicação das regras da União para estados e municípios</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, existe um modelo chamado “federalismo cooperativo”. Isso significa que o país é dividido em diferentes níveis de Governo: União, Estados, Distrito Federal e Municípios, e cada um deles tem autonomia para tomar suas próprias decisões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, essa liberdade não é total: todos precisam seguir regras gerais e princípios definidos pela Constituição Federal, principalmente em áreas como finanças, administração pública e políticas específicas (como saúde e educação).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, com as recentes reformas (Tributária e Previdenciária), estados e municípios estão passando por um processo de alinhamento com padrões federais para transparência, padronização e até 2026, ano no qual as mudanças tributárias estão se consolidado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Elas se iniciaram em 2025.</span></p>
<h2><b>Quais os requisitos para a aposentadoria do médico servidor?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os requisitos para a aposentadoria do médico servidor público (RPPS) após a Reforma de 2019 exige, em regra, 25 anos de atividade especial (com exposição a agentes nocivos).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, você precisa ter 60 anos de idade, além de 10 anos de serviço público e 5 anos no cargo. </span></p>
<p><b>Mas lembre-se:</b><span style="font-weight: 400;"> cada RPPS pode ter uma regra diferente. É de extrema importância que você verifique cada regra do seu Regime Prórpio.</span></p>
<h3><b>Direito adquirido</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Médicos que são servidores públicos e já tinham cumprido todos os requisitos para se aposentar (seja pela regra comum ou especial) até 13/11/2019, data da Reforma da Previdência, têm o chamado “direito adquirido”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa que podem se aposentar seguindo as regras antigas, que costumam ser mais vantajosas. Por exemplo, alguns podem receber o valor integral do salário e ter reajustes iguais aos de quem ainda está na ativa, isso vale, em geral, para quem entrou no serviço público até 31/12/2003.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso quer dizer o seguinte: se você já tinha direito à aposentadoria naquela época, mas ainda não fez o pedido, não perdeu esse direito. Ainda é possível solicitar a aposentadoria agora e aproveitar as regras antigas.</span></p>
<h3><b>Regras de transição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma da Previdência de 2019 implementou regras de transição específicas para quem já contribui, mas não havia cumprido os requisitos antigos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, essas regras foram criadas para evitar prejuízo aos médicos que já vinham contribuindo, mas ainda não tinham atingido todos os requisitos para se aposentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em outras palavras, as regras de transição funcionam como um mecanismo de adaptação: elas permitem que o médico aproveite o tempo de contribuição já acumulado, sem perder os anos que já foram pagos ao sistema.</span></p>
<h4><b>Regra de pontos</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da regra dos pontos, você precisa somar seu tempo de contribuição, mais a sua idade, para chegar em 86 pontos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o médico precisa ter pelo menos 25 anos de atividade especial.</span></p>
<h4><b>Regra do pedágio de 100%</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra do pedágio de 100% exige que o médico servidor público trabalhe o dobro do tempo que faltava para se aposentar em 13/11/2019. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, você precisa cumprir idade mínima (57 anos de idade, se mulher ou 60 anos de idade, homem).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo total de contribuição é de 30 anos para a mulher e 35 anos para o homem. O cálculo da aposentadoria é pela média integral (100% da média das remunerações).</span></p>
<h3><b>Nova regra permanente</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova regra permanente, após a Reforma da Previdência de 2019, exige: 25 anos de tempo de contribuição em atividade especial, com tempo de serviço público de 10 anos, tempo no cargo de 5 anos e idade de 60 anos.</span></p>
<h2><b>Como funciona a  integralidade e paridade na aposentadoria do médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Integralidade e paridade garantem ao médico servidor público (concursado) aposentar-se com o último salário da ativa (integralidade) e receber os mesmos reajustes dos médicos ativos (paridade). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, este direito é restrito a médicos que ingressaram no serviço público até 31 de dezembro de 2003.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>integralidade </b><span style="font-weight: 400;">se refere a receber o valor total da última remuneração, em vez de certas indenizações do servidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a </span><b>paridade</b><span style="font-weight: 400;"> garante que o aposentado receba os mesmos reajustes salariais concedidos aos médicos na ativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Esta regra garante que os proventos da aposentadoria sejam equivalentes à remuneração do cargo efetivo no momento da aposentadoria, excluindo apenas verbas indenizatórias.</span></p>
<h3><b>Quem tem direito a se aposentar com o último salário?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico servidor público tem direito a se aposentar com o último salário (integralidade) e a ter os mesmos reajustes dos ativos (paridade) principalmente se tiver ingressado no serviço público até 31 de dezembro de 2003. </span></p>
<h3><b>Qual a importância da data de ingresso no serviço público</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A data de ingresso no serviço público é de extrema importância para definir regras de aposentadoria (integralidade e paridade), tempo de serviço para licenças, progressões na carreira, estabilidade e cálculos de férias ou 13º salário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela determina, por exemplo, se há direito a regras de transição mais vantajosas (como para quem ingressou até 31/12/2003).</span></p>
<h2><b>Qual o valor da aposentadoria para médico sem integralidade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria de um médico sem integralidade (após a Reforma de 2019) </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/como-calcular-aposentadoria-especial/"><span style="font-weight: 400;">é calculada com base na média de todos os salários</span></a><span style="font-weight: 400;">, partindo de 60% dessa média, acrescido de 2% por ano de contribuição que exceder 25 anos (no caso do homem) ou 20 anos (no caso da mulher). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, com 25 anos de atividade especial, médicos homens costumam receber 70% da média, e mulheres, 80%.</span></p>
<h3><b>Cálculo pela média aritmética de todos os salários</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo pela média aritmética simples é o padrão estabelecido pela Reforma da Previdência para a maioria dos servidores que não possuem direito adquirido às regras de integralidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diferente da regra antiga, que descartava os 20% menores salários, a regra atual considera 100% dos salários de contribuição desde julho de 1994 (ou desde o início da contribuição, se posterior).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como não há mais o descarte dos menores salários do início da carreira, a média aritmética tende a ser um pouco mais baixa do que no modelo anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após encontrar o valor da média de todos os salários, aplica-se um percentual que varia conforme o tempo de contribuição:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">60% da média: É o valor base para quem atinge o tempo mínimo (20 e 25 anos).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">+ 2% por ano adicional: Para cada ano que exceder 25 anos de contribuição (para homens) ou 20 anos (para mulheres).</span></p>
<h3><b>Qual o impacto das novas alíquotas de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As novas alíquotas de contribuição para o médico servidor público seguem o modelo progressivo, o que significa que o desconto não é linear sobre todo o salário, mas calculado por fatias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O impacto principal é que, para salários mais altos (comuns na categoria médica), a alíquota efetiva acaba sendo maior do que nos regimes antigos, podendo chegar a 22% nas faixas mais elevadas do </span><span style="font-weight: 400;">Regime Próprio (União &#8211; servidores que trabalham diretamente para o Governo Federal.)</span></p>
<h2><b>Como contar tempo para aposentadoria do médico servidor?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A contagem é feita em dias, que depois são convertidos em anos (365 dias). Para o médico servidor, existem estas possíveis opções:</span></p>
<p><b>Serviço público (como servidor da União, do Estado ou do Município):</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contribuição regular ao INSS (se o médico tiver períodos em Regime Geral de Previdência).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tempo especial (períodos com exposição a agentes nocivos, como vírus, bactérias ou radiação).</span></p>
<p><b>Tipos de aposentadoria:</b></p>
<p><b>Antes da Reforma da Previdência (até 13/11/2019):</b><span style="font-weight: 400;"> o médico podia se aposentar especialmente após 25 anos de atividade em condições insalubres, sem idade mínima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Havia também a aposentadoria comum, baseada em tempo de contribuição e idade, mas não dependia da exposição a agentes nocivos.</span></p>
<p><b>Depois da Reforma (a partir de 13/11/2019): </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aposentadoria especial, agora é necessário:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">25 anos de atividade especial + pontuação mínima (somatória de idade + tempo de contribuição: 86 pontos para mulheres e 96 pontos para homens) ou idade mínima de 60 anos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O médico também pode se aposentar pela aposentadoria comum, respeitando as regras de tempo de contribuição e idade para servidores públicos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é exatamente que o “pós-Reforma” muda como contar o tempo, ele muda quanto tempo e idade é exigido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A contagem do tempo no RPPS (Regime Próprio de Previdência Social dos servidores) segue as mesmas regras de contagem em dias/anos, mas só vale para o serviço público. Contribuições anteriores ao INSS podem ser convertidas mediante comprovação.</span></p>
<h3><b>Como averbar tempo de residência médica e aluno-aprendiz?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para averbar tempo de residência médica e aluno-aprendiz, existem procedimentos e exigências diferentes. Acompanhe:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da residência médica, é considerado tempo de contribuição como segurado contribuinte individual (ou obrigatório, dependendo da época). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você deve solicitar a Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) no INSS referente ao período da residência e protocolar a averbação no setor de RH do seu órgão público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no caso do aluno-aprender, pode ser contado desde que você tenha estudado em escola técnica federal (ou estadual com auxílio da União) e que tenha havido retribuição pecuniária (recebimento de alimentação, fardamento ou alojamento à conta do orçamento público). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessária uma certidão específica emitida pela instituição de ensino seguindo os moldes do TCU.</span></p>
<h3><b>É possível trazer tempo do INSS para o serviço público</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso se chama Contagem Recíproca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você solicita a Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) no portal &#8220;</span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">&#8220;. Esse documento oficial &#8220;transporta&#8221; os meses contribuídos no regime geral para o regime próprio (estatutário).</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/etPnfUnwl8Y?si=FI9OYOwr4eAxlq6V" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><b>Atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> o tempo utilizado no serviço público não poderá mais ser usado para uma aposentadoria futura no INSS (não há contagem em duplicidade).</span></p>
<h3><b>Conversão de tempo especial em comum</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A conversão serve para &#8220;aumentar&#8221; o tempo de quem não vai completar os 25 anos de atividade especial e prefere se aposentar por tempo comum.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, para médicos (homens), multiplica-se o tempo especial por 1,4 e para mulheres por 1,2.</span></p>
<p><b>Exemplo:</b><span style="font-weight: 400;"> 10 anos trabalhando em hospital valeriam 14 anos na contagem comum para um médico homem.</span></p>
<h3><b>É possível converter o tempo trabalhado antes da reforma?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas você precisa prestar atenção em detalhes importantes, que ocorrem </span><b>após</b><span style="font-weight: 400;"> a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até 13/11/2019, o médico tem direito adquirido à </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/conversao-de-tempo-especial-em-comum-para-aposentar-cedo-e-possivel/"><span style="font-weight: 400;">conversão do tempo especial em comum</span></a><span style="font-weight: 400;"> com os multiplicadores (1,4 ou 1,2). Todo o período trabalhado em condições insalubres até essa data pode ser &#8220;turbinado&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, após 13/11/2019, a Reforma da Previdência proibiu a conversão de tempo especial em comum para períodos trabalhados após a vigência da nova lei.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o tempo que você já tinha de exposição até a data da Reforma pode ser convertido agora ou no futuro, mas o tempo trabalhado de 2020 em diante conta apenas como &#8220;tempo comum&#8221; (1 por 1) para aposentadoria comum, ou como &#8220;tempo especial puro&#8221; para a aposentadoria especial de 25 anos.</span></p>
<h2><b>O médico servidor pode continuar trabalhando após a aposentadoria especial?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-continuar-trabalhando/"><span style="font-weight: 400;">depende da atividade</span></a><span style="font-weight: 400;">!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o desejo do médico é de continuar na mesma função, com exposição a agentes insalubres, não existe a possibilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O STF (Tema 709) decidiu que o segurado que se aposenta na modalidade especial (por exposição a agentes nocivos) não pode continuar exercendo atividades insalubres. Se continuar, o pagamento da aposentadoria pode ser suspenso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, em atividades comuns, como administrativas, você pode se aposentar como médico pelo regime especial e continuar trabalhando em atividades que não gerem exposição a agentes nocivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como por exemplo: gestão hospitalar, consultório administrativo, docência ou telemedicina sem risco biológico.</span></p>
<h2><b>Médico servidor pode acumular aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, não existe uma lei específica que proíba que o médico servidor não possa acumular aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou explicar melhor a seguir. Continue lendo.</span></p>
<h3><b>Médico com dois cargos públicos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A Constituição permite expressamente a acumulação de dois cargos privativos de profissionais de saúde, desde que haja compatibilidade de horários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você ocupou dois cargos acumuláveis legalmente durante a ativa, poderá receber as duas aposentadorias correspondentes (uma de cada vínculo).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é comum o médico ter um vínculo Federal e um Estadual/Municipal, gerando duas aposentadorias em Regimes Próprios (RPPS) distintos.</span></p>
<h3><b>Médico servidor e profissional autônomo ou CLT</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico servidor pode atuar livremente no setor privado como autônomo (consultório próprio) ou CLT (hospitais privados), desde que:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não utilize informações privilegiadas do cargo público para beneficiar sua atividade privada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Respeite a compatibilidade de horários com seu cargo estatutário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">As contribuições para o INSS (privado) são independentes das do Regime Próprio (público), o que abre caminho para benefícios em ambos os regimes.</span></li>
</ul>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lS5-oqISs7c?si=FFQpgkXTm_KH6OIK" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Médico pode ter 3 aposentadorias</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3 aposentadorias podem ocorrer, se os benefícios vieram de fontes e regimes distintos. Por exemplo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aposentadoria 1 (RPPS):</b><span style="font-weight: 400;"> de um cargo público (ex: médico federal);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aposentadoria 2 (RPPS):</b><span style="font-weight: 400;"> de um segundo cargo público acumulável (ex: médico estadual);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aposentadoria 3 (RGPS/INSS):</b><span style="font-weight: 400;"> de um período trabalhado na iniciativa privada ou como autônomo.</span></li>
</ul>
<p><b>Importante:</b><span style="font-weight: 400;"> você não pode ter duas aposentadorias dentro do mesmo regime (ex: duas pelo INSS). Para ter a terceira, ela obrigatoriamente deve vir de um regime de previdência diferente dos outros dois.</span></p>
<h3><b>Limites do teto constitucional no acúmulo de proventos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é o ponto de maior relevância financeira, graças ao entendimento firmado pelo STF:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você ocupa dois cargos acumuláveis (como dois cargos de médico), o </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/teto-inss/"><span style="font-weight: 400;">teto constitucional</span></a><span style="font-weight: 400;"> (salário de Ministro do STF) incide sobre cada cargo separadamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você ganha R$30 mil em um cargo e R$25 mil no outro, você recebe o valor total de ambos, pois cada um, isoladamente, está abaixo do teto de 2026. Se a regra fosse pela soma, você perderia a diferença que ultrapassasse o limite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda, se você </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/acumular-pensao-por-morte-com-aposentadoria-de-servidor-e-possivel/"><span style="font-weight: 400;">acumula aposentadoria com pensão por morte</span></a><span style="font-weight: 400;">, a regra muda: aplica-se o redutor da Reforma de 2019 (você recebe 100% do benefício maior e apenas uma fatia proporcional do menor).</span></p>
<h2><b>Quais documentos necessários para pedir aposentadoria do médico servidor?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os documentos necessários para pedir a aposentadoria do médico servidor são:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Documentos pessoais, como RG, CPF, Comprovante de Residência (máximo 90 dias) e Certidão de Casamento/Nascimento atualizada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de portarias de nomeação e posse, ficha financeira/holerites e histórico de progressões funcionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muito importante possuir a comprovação de tempo especial (Insalubridade), como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/o-que-e-ppp/"><span style="font-weight: 400;">PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Formulários Antigos (SB-40, DSS-8030): Para períodos trabalhados antes de 2004.</span></li>
</ul>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/UCSPS7aTQHs?si=7doXH9exGg7g7054" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E se necessários, Certidões de Tempo Externo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/ctc-tudo-sobre-a-certidao-de-tempo-de-contribuicao/"><span style="font-weight: 400;">CTC (Certidão de Tempo de Contribuição)</span></a><span style="font-weight: 400;">: se você trouxe tempo do INSS ou de outro estado/município.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de Aluno-Aprendiz: emitida pela escola técnica, se aplicável com a sua situação específica.</span></li>
</ul>
<h2><b>Como planejar a aposentadoria médica</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/planejamento-previdenciario-como-fazer/"><span style="font-weight: 400;">planejamento bem feito</span></a><span style="font-weight: 400;"> pode significar uma diferença de milhares de reais no benefício mensal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é identificar todos os períodos (Residência, CLT, Prefeitura, Estado, Federal). Verifique se há sobreposição de horários (o que pode gerar glosas).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, acesse o portal Meu INSS e o sistema do seu RPPS para conferir se todos os salários e datas estão corretos. Erros aqui reduzem sua média aritmética. Entretanto, cuidado: o CNIS, no geral, apresenta erros e pendências.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais seguro a se fazer é contar com o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que pode analisar com cuidado todo seu histórico de contribuição, além de corrigir possíveis erros e evitar prejuízos financeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, verifique a possibilidade de conversão de tempo especial em comum, quanto o tempo especial trabalhado até novembro de 2019, ele acaba “valendo mais” na sua contagem total (multiplicador 1.2 ou 1.4).</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria do médico servidor é um assunto que pode te impactar diretamente, especialmente se você acabar cometendo erros, por falta de informação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você tem a vantagem de poder acumular vínculos e aposentadorias, mas o rigor na comprovação da exposição aos agentes biológicos aumentou muito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixar para buscar os PPPs de hospitais antigos apenas no mês da aposentadoria, pode ser uma dor de cabeça incalculável. Muitos hospitais fecham ou perdem arquivos, o que pode custar anos de espera judicial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, tome cuidado e tente se proteger da melhor forma possível, unindo documentação e prestando atenção no seu histórico de contribuição, seja ele no INSS, no Regime Próprio ou em ambos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Conversão de tempo especial em comum para médicos: Como fazer</title>
		<link>https://koetzadvocacia.com.br/conversao-de-tempo-especial-para-comum-de-medico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:17:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conversão de tempo especial em comum para médicos pode ser uma estratégia interessante, principalmente para aqueles profissionais que foram expostos a agentes insalubres de forma contínua. O tempo especial, ou seja, que se configura quando existe essa exposição, “vale mais” no INSS e pode trazer vantagens no momento do cálculo de tempo de contribuição.&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/conversao-de-tempo-especial-para-comum-de-medico/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Conversão de tempo especial em comum para médicos: Como fazer</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A conversão de tempo especial em comum para médicos pode ser uma estratégia interessante, principalmente para aqueles profissionais que foram expostos a agentes insalubres de forma contínua.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo especial, ou seja, que se configura quando existe essa exposição, “vale mais” no INSS e pode trazer vantagens no momento do cálculo de tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, houve mudanças após a Reforma da Previdência de 2019, o que não pode e não deve ser ignorado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Refletindo sobre tudo isso, resolvi realizar um texto abordando o tema, para que você, médico, não tenha prejuízos e consiga se aposentar com tranquilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos lá?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é tempo especial?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo especial corresponde ao período de trabalho exercido em condições que expõem o trabalhador a agentes nocivos à saúde ou a situações que colocam em risco sua vida e integridade física.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ter direito à </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadorias-especiais/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria especial</span></a><span style="font-weight: 400;">, você precisa comprovar essa exposição de forma habitual e permanente, por meio de documentos específicos e provas técnicas adequadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tempo é contabilizado para a concessão da aposentadoria especial — um benefício previdenciário exclusivo que reconhece o esforço de profissionais, trabalhadores e servidores públicos que atuam em ambientes insalubres ou perigosos ao longo da carreira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trabalhar nessas condições adversas é compensado pelo sistema previdenciário com a possibilidade de se aposentar mais cedo. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/D7zKa92-c8I?si=VUFmLUV-5xpLPMpg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recompensa pode chegar após </span><b>15, 20 ou 25 anos de contribuição</b><span style="font-weight: 400;">, a depender do grau de risco envolvido na atividade exercida.</span></p>
<h2><b>O que é conversão de tempo especial em comum?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/conversao-de-tempo-especial-em-comum-para-aposentar-cedo-e-possivel/"><span style="font-weight: 400;">conversão de tempo especial em tempo comum</span></a><span style="font-weight: 400;"> é um mecanismo previsto na legislação previdenciária que permite que o período trabalhado em condições especiais, exposto a agentes nocivos à saúde ou situações de risco, seja convertido para tempo de contribuição comum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa conversão é vantajosa porque aumenta o tempo total de contribuição, facilitando a obtenção da aposentadoria. Mas só pode ser feita se você contribuiu antes da Reforma de 2019.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/yOgTuKS11Lk?si=PTsL7siWUhc-K9Ts" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Fator de conversão de tempo especial em comum</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O fator de conversão de tempo especial em comum para a aposentadoria é de 1,4 para homens (acréscimo de 40%) e 1,2 para mulheres (acréscimo de 20%), aplicável para atividades nocivas à saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, quando o médico foi exposto a agentes insalubres, como biológicos, no caso de trabalho em hospitais.</span></p>
<h3><b>Como fica a conversão após a Reforma da Previdência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a Reforma da Previdência de 2019, o médico não pode mais fazer a conversão, pois ela foi extinta com as novas regras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, quem começou a contribuir após 13/11/2019, não tem mais a opção da conversão. Isso significa que, a partir dessa data, o tempo trabalhado em condições insalubres ou perigosas não pode mais ser convertido em tempo comum para a aposentadoria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele só pode ser usado exclusivamente para se aposentar pela modalidade especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, para aqueles que já contribuem ao INSS antes desta data, ainda podem converter tempo especial em comum.</span></p>
<p><b>Esta é uma regra típica de transição:</b><span style="font-weight: 400;"> mudanças legais passam a valer a partir de sua vigência, mas os direitos adquiridos até então permanecem garantidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, mesmo que você ainda não tenha solicitado a aposentadoria ou a conversão, ainda pode requerer a contagem diferenciada do período especial anterior à Reforma.</span></p>
<h3><b>Tabela de conversão de tempo especial em comum</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, verifique a tabela de conversão para entender como funciona o cálculo:</span></p>

<table id="tablepress-39" class="tablepress tablepress-id-39">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Tempo comum (em anos)</th><th class="column-2">Mulher (em anos)</th><th class="column-3">Homem (em anos)</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">1</td><td class="column-2">1,2</td><td class="column-3">1,4</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">2</td><td class="column-2">2,4</td><td class="column-3">2,8</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">3</td><td class="column-2">3,6</td><td class="column-3">4,2</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">4</td><td class="column-2">4,8</td><td class="column-3">5,6</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">5</td><td class="column-2">6</td><td class="column-3">7</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">6</td><td class="column-2">7,2</td><td class="column-3">8,4</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">7</td><td class="column-2">8,4</td><td class="column-3">9,8</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1">8</td><td class="column-2">9,6</td><td class="column-3">11,2</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1">9</td><td class="column-2">10,8</td><td class="column-3">12,6</td>
</tr>
<tr class="row-11">
	<td class="column-1">10</td><td class="column-2">12</td><td class="column-3">14</td>
</tr>
<tr class="row-12">
	<td class="column-1">11</td><td class="column-2">13,2</td><td class="column-3">15,4</td>
</tr>
<tr class="row-13">
	<td class="column-1">12</td><td class="column-2">14,4</td><td class="column-3">16,8</td>
</tr>
<tr class="row-14">
	<td class="column-1">13</td><td class="column-2">15,6</td><td class="column-3">18,2</td>
</tr>
<tr class="row-15">
	<td class="column-1">14</td><td class="column-2">16,8</td><td class="column-3">19,6</td>
</tr>
<tr class="row-16">
	<td class="column-1">15</td><td class="column-2">18</td><td class="column-3">21</td>
</tr>
<tr class="row-17">
	<td class="column-1">16</td><td class="column-2">19,2</td><td class="column-3">22,4</td>
</tr>
<tr class="row-18">
	<td class="column-1">17</td><td class="column-2">20,4</td><td class="column-3">23,8</td>
</tr>
<tr class="row-19">
	<td class="column-1">18</td><td class="column-2">21,6</td><td class="column-3">25,2</td>
</tr>
<tr class="row-20">
	<td class="column-1">19</td><td class="column-2">22,8</td><td class="column-3">26,6</td>
</tr>
<tr class="row-21">
	<td class="column-1">20</td><td class="column-2">24</td><td class="column-3">28</td>
</tr>
<tr class="row-22">
	<td class="column-1">21</td><td class="column-2">25,2</td><td class="column-3">29,4</td>
</tr>
<tr class="row-23">
	<td class="column-1">22</td><td class="column-2">26,4</td><td class="column-3">30,8</td>
</tr>
<tr class="row-24">
	<td class="column-1">23</td><td class="column-2">27,6</td><td class="column-3">32,2</td>
</tr>
<tr class="row-25">
	<td class="column-1">24</td><td class="column-2">28,8</td><td class="column-3">33,6</td>
</tr>
<tr class="row-26">
	<td class="column-1">25</td><td class="column-2">30</td><td class="column-3">35</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<h2><b>É possível converter tempo especial em comum para médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A conversão de tempo especial em tempo comum </span><b>é um recurso previsto na legislação previdenciária </b><span style="font-weight: 400;">que permite transformar o período trabalhado em </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/periculosidade-e-insalubridade-para-aposentadoria-mais-cedo/"><span style="font-weight: 400;">condições insalubres ou perigosas</span></a><span style="font-weight: 400;">, com exposição a agentes nocivos à saúde ou riscos à integridade física, </span><b>em tempo de contribuição comum, com acréscimo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse mecanismo é vantajoso porque aumenta o tempo total de contribuição, auxiliando o segurado, como o médico, a atingir mais rapidamente os requisitos para a aposentadoria comum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, essa conversão só é permitida para os </span><b>períodos trabalhados anteriormente</b><span style="font-weight: 400;"> à Reforma da Previdência, em 12 de novembro de 2019.</span></p>
<h3><b>Quando é possível converter tempo especial em comum?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A conversão de tempo especial em comum é permitida apenas para atividades insalubres ou perigosas exercidas até 13 de novembro de 2019. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a Reforma da Previdência de 2019, essa conversão foi proibida, mas o trabalhador mantém o direito adquirido sobre o tempo trabalhado </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;"> dessa data.</span></p>
<h3><b>Como comprovar tempo especial do médico?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As principais provas exigidas para comprovar tempo especial do médico são o </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/o-que-e-ppp/"><b>PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)</b></a><span style="font-weight: 400;"> e o </span><b>LTCAT (Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho)</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/UCSPS7aTQHs?si=7doXH9exGg7g7054" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses documentos são fundamentais para quem busca esse tipo de aposentadoria, já que o INSS precisa comprovar, por meio deles, que o trabalhador esteve exposto a condições especiais que justificam a aposentadoria antecipada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, muitos segurados enfrentam dificuldades para obter esses documentos, especialmente quando a empresa em que trabalhavam fechou ou, no caso dos autônomos não cooperados, quando nunca tiveram um vínculo formal que garantisse a emissão do PPP.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se esse for o seu caso, é possível apresentar o LTCAT diretamente ao INSS. Embora o pedido possa ser negado na via administrativa, há possibilidade de recorrer judicialmente, e, na maioria das decisões, o LTCAT tem sido aceito como prova válida do tempo especial para autônomos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, existem outras formas de comprovação que também podem ser utilizadas, dependendo da situação específica do trabalhador.</span></p>
<h2><b>Como pedir conversão de tempo especial em comum?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para pedir a conversão de tempo de serviço especial (insalubre/perigoso) em comum, reúna o PPP e o LTCAT comprovando a exposição a agentes nocivos e solicite a averbação no site ou aplicativo </span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> no momento do pedido de aposentadoria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que a solicitação deve ser feita remotamente, ou seja, através do Meu INSS, sendo a presença física em uma agência do INSS desnecessária.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TkvI8zmSqSk?si=3GblNCb0S8DeU-Qa" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3><b>Quais documentos necessários?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para realizar a solicitação da conversão de tempo especial em comum, você precisa prestar atenção nos documentos necessários. Ou seja, é de extrema importância que você comprove ao INSS seu tempo especial, o tempo que você foi exposto a agentes insalubres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou detalhar melhor a seguir. Confira!</span></p>
<h4><b>1. Organize os documentos</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é reunir tanto o </span><b>PPP, como o LTCAT</b><span style="font-weight: 400;"> no momento do pedido da aposentadoria e da conversão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você seja um médico autônomo e não consiga o PPP, você pode mesmo assim realizar a solicitação com o LTCAT e, mesmo que exista a negativa do INSS, existe a possibilidade de recorrer judicialmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, você vai precisar de um advogado especialista em Direito Previdenciário para te representar na Justiça, realizando a proposta de validação sem o PPP, para comprovar a exposição. E, depois, realizar a conversão no INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, separe documentos pessoais, como </span><b>RG, CPF, comprovante de residência, CNIS (Extrato de Contribuição)</b><span style="font-weight: 400;">, que pode ser conseguido no Meu INSS, além da </span><b>CTPS</b><span style="font-weight: 400;">, a carteira de trabalho.</span></p>
<p><b>No caso dos contribuintes individuais</b><span style="font-weight: 400;">, os autônomos, a comprovação de pagamento das guias também é de extrema importância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enviar adicional de insalubridade pode ajudar, mas lembre-se de que não é um documento que garante a concessão da aposentadoria ou conversão.</span></p>
<h4><b>2. Faça o pedido no Meu INSS</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No momento do pedido da aposentadoria, envie todos os documentos reunidos no Meu INSS. Quanto mais documentos você possuir, melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comprovando que houve exposição a agentes insalubres, o INSS consegue ter a noção de que você possui direito à conversão, se também começou a contribuir antes da Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<h4><b>3. Aguarde análise</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O prazo de análise é de 45 dias e você pode acompanhar diretamente no Meu INSS, clicando em “Minhas Solicitações”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso o pedido demore muito para ser analisado, você pode entrar com um mandado de segurança contra o INSS, acionando a Justiça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com um advogado conduzindo o pedido, você não tem garantias da concessão, mas sim da resposta do INSS. Ou seja, caso o órgão demore demais para atender sua solicitação, você ainda tem a opção de acelerar a devolutiva.</span></p>
<h2><b>O que fazer caso seja negado?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso o INSS negue a conversão de tempo especial em comum (que aumenta o tempo de contribuição, multiplicando por 1.4 para homens ou 1.2 para mulheres até 13/11/2019), você, médico, não deve desistir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de recorrer, entenda o porquê da negativa lendo a Carta de Indeferimento no “Meu INSS”. As causas mais comuns são: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) incompleto ou incorreto</b><span style="font-weight: 400;">: falta de assinatura, descrição vaga das atividades ou ausência de responsável técnico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Falta de LTCAT: </b><span style="font-weight: 400;">O PPP não condiz com o Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agente nocivo não comprovado: a exposição não foi considerada habitual e permanente.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a negativa foi recente (geralmente dentro de 30 dias), você pode:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Recurso Administrativo: </b><span style="font-weight: 400;">Realizar o recurso pelo próprio “Meu INSS”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Novo Pedido/Revisão:</b><span style="font-weight: 400;"> se houver documentos novos (um PPP retificado, por exemplo), você pode solicitar uma revisão da decisão ou fazer um novo requerimento, enviando as provas corretas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pedido na Justiça:</b><span style="font-weight: 400;"> e ainda, se não for o suficiente, você pode recorrer judicialmente, com o auxílio de um advogado.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o pedido vai para a Justiça, o juiz pode solicitar perícias na empresa ou usar “prova emprestada” (laudo de outra pessoa que trabalhou no mesmo local) caso a empresa tenha fechado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, um especialista em Direito Previdenciário pode ajudar para que todo o período especial até 13/11/2019 (data da Reforma) seja reconhecido.</span></p>
<h2><b>Perguntas frequentes</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A conversão de tempo especial em comum para médicos gera muitas dúvidas. Portanto, separei as principais questões que já recebi e ainda recebo atuando como advogada em Direito Previdenciário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga a leitura!</span></p>
<h3><b>O que diz o tema 534 do STJ?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Tema 534 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabelece que a enumeração de agentes nocivos nos decretos previdenciários é exemplificativa, permitindo o reconhecimento de tempo especial por exposição à eletricidade, mesmo após o Decreto 2.172/1997.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, desde que comprovada a atividade perigosa (permanente/habitual) por laudo técnico (LTCAT) e/ou PPP. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que o tema 534 do STJ, apesar de conter informações sobre agentes nocivos, não tem uma ligação forte com a profissão do médico.</span></p>
<h3><b>O que diz a súmula 33 do STF?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A Súmula Vinculante 33 do STF, aprovada em 2014, garante que servidores públicos expostos a agentes nocivos à saúde tenham direito à aposentadoria especial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na falta de lei complementar específica para o funcionalismo, aplicam-se, no geral, as regras do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), ou seja, do INSS.</span></p>
<h3><b>Quanto vale 10 anos de PPP?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Dez anos de trabalho comprovados por PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) com exposição a agentes nocivos (insalubridade/periculosidade), no geral, valem 14 anos de tempo comum para homens (fator 1,4) ou 12 anos para mulheres (fator 1,2) em conversão para aposentadoria antes da Reforma  da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Aposentadoria por idade médico: requisitos 2026 e como pedir no INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Koetz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria especial do médico, mesmo que muito popular, começou a gerar dúvidas recorrentes nos profissionais da saúde, principalmente após a Reforma da Previdência de 2019. Eu já te adianto que há várias maneiras do médico se aposentar, inclusive com regras vantajosas que você pode ter direito. Neste texto, juntei as principais informações que todo&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-idade-medico/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aposentadoria por idade médico: requisitos 2026 e como pedir no INSS</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial do médico, mesmo que muito popular, começou a gerar dúvidas recorrentes nos profissionais da saúde, principalmente após a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu já te adianto que há várias maneiras do médico se aposentar, inclusive com regras vantajosas que você pode ter direito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto, juntei as principais informações que todo médico deve saber sobre a Previdência Social, para evitar atrasos e prejuízos no momento da aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga lendo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é a aposentadoria por idade do médico no INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por idade do médico no INSS é a modalidade comum exigida após a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, o homem precisa ter 65 anos de idade, com tempo de contribuição de 20 anos, e a mulher, 62 anos de idade e 15 anos de contribuição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que a aposentadoria por idade do médico é diferente da </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria especial</span></a><span style="font-weight: 400;">, que possui vantagens adicionais, pelo trabalhador ter sido exposto a agentes </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/periculosidade-e-insalubridade-para-aposentadoria-mais-cedo/"><span style="font-weight: 400;">insalubres ou perigosos</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da aposentadoria por idade, é exigida a idade mínima e tempo de contribuição iguais ao de qualquer outro profissional. Agora, como médico, é possível conquistar o direito à aposentadoria especial, que dispõe de regras mais facilitadas por justamente levar em consideração a exposição a agentes insalubres, diminuindo idade e/ou tempo de contribuição.</span></p>
<h3><b>Aposentadoria por idade é o mesmo que aposentadoria programada?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a Reforma da Previdência, a aposentadoria por idade passou a ser o núcleo da aposentadoria programada, chamada também de regra definitiva. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela combina idade mínima e tempo de contribuição (62 anos + 15 anos de contribuição para mulheres; 65 anos + 20 anos para homens) para novos segurados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você começou a contribuir </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;"> da Reforma, pode se encaixar nas regras de transição, menos rigorosas que as regras novas. Se completou todos os requisitos antes da reforma, então possui Direito Adquirido (regras antigas), que pode ser pedido a qualquer momento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra definitiva de aposentadoria só é obrigatória para os segurados que começaram a contribuir </span><b>após </b><span style="font-weight: 400;">a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<h3><b>O médico CLT e o médico autônomo entram nas mesmas regras de idade?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Médicos CLT (empregados com carteira assinada, a CTPS) e </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-para-medicos-autonomos/"><span style="font-weight: 400;">médicos autônomos (conhecidos como contribuintes individuais no INSS)</span></a><span style="font-weight: 400;"> estão sujeitos às mesmas regras gerais de idade para a aposentadoria comum do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, eles diferem nas regras da aposentadoria especial, onde o médico autônomo enfrenta maior burocracia para comprovar a exposição a agentes nocivos e conquistar o direito de se aposentar mais cedo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque a aposentadoria especial exige documentos importantes, como o Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT) e o </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/o-que-e-ppp/"><span style="font-weight: 400;">Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/UCSPS7aTQHs?si=7doXH9exGg7g7054" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Médicos CLT possuem mais facilidade em ter acesso ao PPP, pois é elaborado pelo próprio local de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, sendo autônomo, o médico é responsável por contratar um engenheiro do trabalho para realizar a elaboração do LTCAT, caso ele não seja cooperado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, o INSS nega a solicitação da aposentadoria especial sem o PPP, mas esta decisão pode ser recorrida na Justiça, com o auxílio de um advogado representando. </span></p>
<h3><b>Aposentadoria por idade existe no RPPS para médico servidor?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim! </span></p>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-do-medico-inss/"><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por idade existe no RPPS (Regime Próprio de Previdência Social) para médicos servidores</span></a><span style="font-weight: 400;">, conforme as regras da </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc103.htm"><span style="font-weight: 400;">EC nº 103/2019</span></a><span style="font-weight: 400;">, a Reforma da Previdência de novembro de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, exige-se 62 anos de idade para mulheres e 65 anos de idade para homens. Para médicos, também existe a aposentadoria especial (com 25 anos de atividade especial e idade mínima de 60 anos após a Reforma).</span></p>
<h2><b>Quem tem direito à aposentadoria por idade como médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, médicos têm direito à aposentadoria por idade (ou especial) ao completarem 60 anos de idade e 25 anos de atividade especial (exposição a agentes nocivos) após a Reforma da Previdência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou ainda, por meio da regra de transição com 86 pontos (soma de idade + tempo de contribuição + atividade especial). Quem preencheu os requisitos até 12/11/2019 pode se aposentar sem idade mínima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, vale a pena verificar qual modalidade é a mais vantajosa no seu caso específico. A modalidade por idade “comum” ou a aposentadoria especial, que leva em consideração agentes insalubres e possui mais facilidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em caso de dúvidas, sugiro o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que conhece a fundo as regras do INSS e pode fazer um verdadeiro histórico de contribuição, analisando cada vínculo empregatício seu.</span></p>
<h3><b>Qual é o tempo mínimo de contribuição para se aposentar por idade?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo mínimo de contribuição para se aposentar por idade é de 15 anos para mulheres e 20 anos para homens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, a aposentadoria especial pode diminuir este tempo de contribuição, caso você seja um médico que esteve exposto a agentes insalubres. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LThhWq6TvLA?si=-naOSZhABCVSlQPN" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Quem nunca contribuiu com a previdência pode se aposentar por idade?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem nunca contribuiu com a Previdência Social no Brasil, ou seja, o INSS, não possui o direito de se aposentar por idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos confundem, mas não basta “apenas” trabalhar, você precisa contribuir ao INSS para que seu tempo seja levado em consideração pelo sistema.</span></p>
<h3><b>O médico contribuinte individual precisa comprovar atividade para contar carência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico que atua como contribuinte individual (autônomo) precisa comprovar toda a sua atividade, ou seja, provar que fez contribuições, especialmente se optar por pagar contribuições em atraso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que nem sempre é vantajoso pagar as contribuições em atraso. Uma análise mais detalhada do seu histórico de contribuição é de extrema importância para avaliar o que é mais vantajoso no seu caso específico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, a simples contribuição (guia GPS) pode não ser suficiente para a </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/carencia-inss/"><span style="font-weight: 400;">carência</span></a><span style="font-weight: 400;">, sendo necessária a comprovação da prestação de serviços.</span></p>
<h2><b>Quais são os requisitos da aposentadoria por idade do médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria de um médico é especial por insalubridade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela pode ser alcançada mais cedo que as aposentadorias comuns, mas exige que o profissional </span><b>comprove a exposição a agentes nocivos com os documentos corretos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, você pode conquistar a aposentadoria especial do médico se você comprovar a exposição aos agentes nocivos por um período de 25 anos, que devem ser contribuídos. Além disso, precisa somar aos </span><b>25 anos de medicina mais algum critério</b><span style="font-weight: 400;">, que pode ser:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter completado esse tempo até a reforma da previdência, que foi em 12/11/2019; OU</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter 60 anos de idade; OU</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Somar 86 pontos. Os pontos são a soma da sua idade e do seu tempo de contribuição (pode incluir tempo comum, se tiver).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, obviamente, o médico pode optar por abrir mão da modalidade da aposentadoria especial (que é um tipo de aposentadoria por tempo de contribuição) e se aposentar por idade.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Qual é a idade mínima do INSS para mulher?</strong></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade mínima do INSS para a mulher é de 62 anos de idade, no caso da aposentadoria por idade ou 60 anos, se você possuir direito à modalidade especial (quando há exposição a agentes insalubres).</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><strong>Qual é a idade mínima do INSS para homem?</strong></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade mínima do INSS para o homem é 65 anos de idade na modalidade por idade. Entretanto, a idade pode diminuir para 60 anos de idade, caso a modalidade especial se encaixe no seu histórico de contribuição.</span></p>
<h3><b>Quantos anos de contribuição o homem precisa após a Reforma?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O homem precisa de 20 anos de contribuição na aposentadoria por idade após a Reforma. Entretanto, se ele começou a contribuir </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;">, pode ter direito às regras de transição e se aposentar com menos tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, vale a pena um “pente fino” no seu histórico, buscando o maior número de informações possíveis de como foram suas contribuições ao INSS.</span></p>
<h3><b>O que muda para homem que começou a contribuir antes de 13/11/2019?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O homem que começou a contribuir antes de 13/11/2019, data da Reforma da Previdência, pode ter direito às regras de transição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas regras foram elaboradas para diminuir os efeitos negativos dos segurados que já haviam contribuído ao INSS. Ou seja, para que nenhum prejuízo ocorresse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste caso, há opções como a regra dos pontos, pedágios de 50% e 100%, além da idade mínima progressiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todas estas regras podem dar ao homem a chance de se aposentar com menos tempo de contribuição e até mesmo sem idade mínima.</span></p>
<p><b>Como funciona o cálculo do valor da aposentadoria por idade para médico?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor da aposentadoria especial depende se você vai se aposentar pelo direito adquirido ou pelas regras novas (transição ou nova aposentadoria).</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Se usar regras de antes da Reforma (direito adquirido)</b><span style="font-weight: 400;">: o cálculo será a média de </span><b>80% das contribuições (as mais altas)</b><span style="font-weight: 400;"> feitas pelo profissional desde julho de 1994. Além disso, diferente da aposentadoria comum antes da reforma, a especial não tinha aplicação do fator previdenciário. Ou seja, o valor é o melhor possível, na maioria dos casos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mas se você usar alguma das regras novas, seja com pontos ou com idade:</b><span style="font-weight: 400;"> o cálculo será a média de todos os salários de contribuição feitos por você desde julho de 1994, mais descontos e acréscimos. Você receberá, inicialmente, </span><b>60% dessa média e poderá receber mais 2% da média</b><span style="font-weight: 400;"> a cada ano que contribuiu acima do tempo mínimo. O tempo mínimo é de 15 anos para a mulher e 20 para o homem.</span></li>
</ul>
<h3><b>Como o salário de contribuição do médico impacta o salário de benefício?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O salário de contribuição do médico, que corresponde aos rendimentos sobre os quais incide a contribuição previdenciária (CLT ou autônomo), é a base direta para o cálculo do salário de benefício do INSS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a Reforma da Previdência de 2019, o salário de benefício é calculado pela média aritmética simples de 100% de todas as contribuições feitas desde julho de 1994, sem o descarte dos 20% menores salários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, no geral, quanto maior o salário de contribuição (e a contribuição mensal) ao longo da carreira, maior será a média do salário de benefício e, consequentemente, maior a aposentadoria ou auxílio.</span></p>
<h3><b>O teto do INSS limita o valor do benefício do médico?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O teto do INSS limita o valor do benefício do médico, independentemente de quão alta seja a sua remuneração real. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que o valor máximo que o INSS paga de aposentadoria, auxílio-doença ou pensão varia de acordo com os anos, já que o teto passa por atualizações anualmente, junto com o salário-mínimo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, preste atenção sempre no valor exato do teto no ano vigente.</span></p>
<h3><b>Como ficam as contribuições concomitantes no cálculo do benefício?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Contribuições concomitantes, ou seja, trabalhar em dois ou mais empregos ao mesmo tempo, têm seus salários de contribuição somados para o cálculo da média da aposentadoria, respeitando o teto do INSS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de contribuição não é duplicado, mas a soma dos valores aumenta o valor final do benefício, uma mudança consolidada pela </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/l13846.htm"><span style="font-weight: 400;">Lei 13.846/2019</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os salários de todas as atividades concomitantes são somados mês a mês para definir o salário de contribuição daquele período.</span></p>
<h2><b>Como solicitar aposentadoria por idade do médico no Meu INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A solicitação de aposentadoria por idade para médicos pelo “</span><a href="https://meu.inss.gov.br/#/login"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">” é realizada de forma digital, acessando o portal oficial ou aplicativo com a conta gov.br.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao entrar no site ou aplicativo Meu INSS, no buscador, ao lado da lupa, escreva “aposentadoria por tempo de contribuição”, caso você deseje se aposentar pela aposentadoria especial.</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-55912" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png" alt="A imagem mostra a opção de aposentadoria por tempo de contribuição no Meu INSS." width="800" height="191" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-300x72.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-768x183.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-150x36.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos.png 1502w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga as instruções e não esqueça de enviar os documentos que comprovam a exposição a agentes insalubres, além do extrato de contribuições e documentos pessoais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, caso você queira se aposentar pela modalidade de idade, escreva “por idade” no buscador, selecione a opção rural ou urbana e dê andamento no pedido.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/i_hT7YFiRow?si=9rg7CU5xLnmZ4dIE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso o sistema peça, não deixe de atualizar informações pessoais, como endereço e outros pontos importantes que o INSS precisa no momento da solicitação.</span></p>
<h3><b>Quais documentos o médico deve anexar no pedido?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para um médico dar entrada no pedido de aposentadoria no INSS, especialmente na modalidade de aposentadoria especial (por insalubridade/exposição a agentes nocivos), é fundamental apresentar um conjunto claro e objetivo de documentos que comprovem a exposição a agentes biológicos (vírus, bactérias) ou químicos.</span></p>
<h4><strong>1. Documentos obrigatórios (pessoais e vínculos):</strong></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Documento de Identificação: </b><span style="font-weight: 400;">RG, CNH ou Carteira de Trabalho (CTPS) com foto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>CPF:</b><span style="font-weight: 400;"> Cadastro de Pessoa Física;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Comprovante de Residência:</b><span style="font-weight: 400;"> atualizado (máximo de 3 meses atrás);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>CTPS (Carteira de Trabalho):</b><span style="font-weight: 400;"> todas as carteiras de trabalho, incluindo as que comprovam os vínculos empregatícios;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>CNIS: </b><span style="font-weight: 400;">Extrato do Cadastro Nacional de Informações Sociais, obtido no “Meu INSS”.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>PIS/PASEP/NIT:</b><span style="font-weight: 400;"> número de inscrição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Carnês de Contribuição (GPS):</b><span style="font-weight: 400;"> se houve contribuições como contribuinte individual/autônomo sem vínculo empregatício.</span></li>
</ul>
<h4><strong>2. Documentos para aposentadoria especial (médicos):</strong></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contratos de Trabalho/Holerites;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Diploma/Registro CRM.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que o adicional de insalubridade não é  suficiente para garantir a aposentadoria especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, no caso da modalidade por idade, as documentações que comprovam a exposição a agentes insalubres não são necessárias.</span></p>
<h3><b>Como acompanhar exigências e cumprir prazo de apresentação de documentos?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhar exigências e cumprir prazos de documentos, especialmente no contexto de órgãos públicos como o INSS, exige organização, proatividade e uso de canais oficiais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maneira mais prática de acompanhar exigências e cumprir prazo de apresentação de documentos é através do Meu INSS, já que os atendimentos presenciais estão raros atualmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os documentos importantes e necessários devem ser enviados através da solicitação, usando o Meu INSS.</span></p>
<h3><b>Quanto tempo costuma levar a análise do INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O prazo padrão para cumprir exigências no INSS, por exemplo, é de 30 dias, podendo ser prorrogado por igual período mediante justificativa.</span></p>
<h2><b>Quando usar regras de transição ou direito adquirido na aposentadoria por idade do médico?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão de usar regras de transição ou direito adquirido na aposentadoria do médico varia conforme a análise profunda e objetiva do histórico de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um planejamento previdenciário, por exemplo, elaborado por um advogado especialista em Direito Previdenciário, possui essa função, trazendo opções mais vantajosas de acordo com o seu caso específico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somente analisando de forma correta, a decisão pode ser tomada com clareza. </span></p>
<p><b>Atenção: </b><span style="font-weight: 400;">não confie no simulador do INSS, o sistema comete erros, não contabilizando períodos e, no geral, não oferecendo as opções mais vantajosas.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial do médico é um assunto de extrema relevância para profissionais que estudam durante muitos anos e ainda se esforçam em rotinas exaustivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de a Reforma da Previdência ter alterado muitos requisitos e cálculos, vale a pena entender qual é a sua situação de contribuição ao INSS, para que você não tenha prejuízos financeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, um dia com direito e sem ter solicitado a aposentadoria, é dinheiro jogado fora e ninguém deseja isso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico necessita de descanso e possuir acesso às melhores opções de aposentadoria, para que finalmente o trabalho duro seja recompensado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não deixe seus direitos “escorrem pelas mãos”!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Qual a diferença entre carência e tempo de contribuição?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:27:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diferença entre carência e tempo de contribuição não necessariamente fica clara para os segurados do INSS. Até porque, são termos bem específicos da Previdência Social. O problema de não ter estes termos bem definidos é o prejuízo de atraso em algum benefício, gerando dores de cabeça e até mesmo problemas financeiros, já que você&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/diferenca-entre-carencia-e-tempo-de-contribuicao/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Qual a diferença entre carência e tempo de contribuição?</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A diferença entre carência e tempo de contribuição não necessariamente fica clara para os segurados do INSS. Até porque, são termos bem específicos da Previdência Social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O problema de não ter estes termos bem definidos é o prejuízo de atraso em algum benefício, gerando dores de cabeça e até mesmo problemas financeiros, já que você poderia ter acesso a algum benefício e, por conta da carência, é impedido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nesta complicação comum, elaborei um texto que pretende acabar com todas as dúvidas que surgem quando o assunto é carência e tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero que te auxilie a entender melhor os conceitos. Acompanhe!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Qual a diferença entre carência e tempo de contribuição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A grande diferença entre carência e tempo se resume a: a carência é o número mínimo de meses consecutivos pagos ao INSS para ter direito a um benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o tempo de contribuição é a soma de todo o período trabalhado ou pago, contabilizado em dias, meses e anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto carência foca na constância, o tempo no total, o tempo de contribuição reúne todos os anos que você, de fato, contribuiu à Previdência.</span></p>
<h3><b>O que é período de carência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/carencia-inss/"><span style="font-weight: 400;">período de carência</span></a><span style="font-weight: 400;"> é o número mínimo de contribuições mensais (pagamentos) que você precisa realizar ao INSS para ter direito a benefícios previdenciários, se assemelhando a um “período de fidelidade”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem cumprir esse tempo mínimo, que varia conforme o benefício (por exemplo, a maioria das aposentadorias exige 180 meses), você não conseguirá ter acesso a qualquer benefício do INSS.</span></p>
<h3><b>O que é tempo de contribuição?</b></h3>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quanto-tempo-de-contribuicao-para-se-aposentar/"><span style="font-weight: 400;">Tempo de contribuição no INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> é o período total, contado em meses, em que o segurado trabalhou e realizou pagamentos à Previdência Social, seja como empregado (CLT), autônomo ou facultativo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito importante você saber que contribuições abaixo do salário-mínimo vigente no ano </span><b>não serão consideradas</b><span style="font-weight: 400;">. Portanto, é válido conferir se todas as suas contribuições estão sendo feitas com base nesse valor atualizado, que é reajustado todo início de ano.</span></p>
<h2><b>Perguntas frequentes</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com anos de experiência como advogada especialista em Direito Previdenciário, recebi e ainda recebo muitas perguntas sobre carência e tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Resolvi elencar as mais comuns para que você possa entender a fundo as diferenças e se proteger, evitando prejuízos no INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira!</span></p>
<h3><b>Quais benefícios previdenciários exigem carência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os principais benefícios do INSS que exigem carência (número mínimo de contribuições mensais) incluem:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aposentadorias no geral:</b><span style="font-weight: 400;"> 180 meses;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença):</b><span style="font-weight: 400;"> 12 meses;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aposentadoria por incapacidade permanente (aposentadoria por invalidez):</b><span style="font-weight: 400;"> 12 meses; </span><b>Salário-maternidade:</b><span style="font-weight: 400;"> 10 meses para contribuintes individuais e facultativos);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Auxílio-reclusão:</b><span style="font-weight: 400;"> 24 meses.</span></li>
</ul>
<h3><b>O que fazer se tenho tempo de contribuição mas não tenho carência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ter tempo de contribuição sem a carência exigida pode ocorrer, no geral, devido a pagamentos em atraso, períodos sem recolhimento ou perda da qualidade de segurado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Verifique no seu extrato previdenciário (CNIS) se os meses faltantes foram pagos em atraso ou se há períodos de inatividade.</span></p>
<p><b>Atenção: </b><span style="font-weight: 400;">O INSS muitas vezes ignora períodos trabalhados se não houver recolhimento correto. Ou seja, é muito comum que seu CNIS possua erros ou pendências que precisam ser regularizadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após, considere se é vantajoso pagar o INSS em atraso e qual é a melhor estratégia para seu caso. Aconselho o auxílio de um advogado especialista em Previdência, que pode verificar e analisar todo seu histórico.</span></p>
<h3><b>Como conseguir isenção de carência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A isenção de carência no INSS é concedida em casos de acidentes de qualquer natureza, doenças profissionais ou doenças graves especificadas em lei (como câncer, Parkinson, HIV, entre outras). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para conseguir, você precisa apresentar laudos médicos detalhados, exames e agendar a perícia médica no próprio INSS.</span></p>
<h3><b>Quanto tempo de carência tem que ter para se aposentar?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, 180 meses de carência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, existem benefícios que exigem menos ou você pode ser isento, caso possua uma doença grave reconhecida pelo INSS.</span></p>
<h3><b>O que é carência de 180 meses de contribuição?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A carência de 180 meses de contribuição no INSS é o tempo mínimo exigido de 15 anos de pagamentos mensais em dia para ter direito a benefícios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, é o principal requisito para ter segurança na Previdência Social.</span></p>
<h3><b>O que significa 15 anos de contribuição e 15 de carência?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">15 anos de contribuição significa que a pessoa somou 15 anos de trabalho ou períodos contribuindo para o INSS, seja como empregado, autônomo, contribuinte individual ou facultativo. Esse tempo corresponde a 180 meses de vínculo ou contribuição reconhecida pela Previdência Social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já 15 anos de carência refere-se ao número mínimo de contribuições mensais necessárias para ter direito a determinados benefícios. No caso das aposentadorias em geral, a carência também é de 180 contribuições mensais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora muitas vezes os dois períodos sejam iguais (15 anos ou 180 meses), os conceitos são diferentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de contribuição corresponde ao período total reconhecido de trabalho ou contribuição ao INSS, enquanto a carência corresponde à quantidade mínima de contribuições mensais exigidas para que o segurado possa ter direito ao benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Como aposentar por tempo de contribuição: Guia completo 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 11:25:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se aposentar por tempo de contribuição acabou gerando muitas questões entre os segurados, principalmente após a Reforma da Previdência de 2019. Com inúmeras dúvidas que surgiram, fiz questão de elaborar um texto que respondesse às principais questões. Assim, você se informa e consegue se proteger de possíveis prejuízos financeiros. A aposentadoria por tempo de contribuição&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentar-por-tempo-de-contribuicao/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Como aposentar por tempo de contribuição: Guia completo 2026</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Se aposentar por tempo de contribuição acabou gerando muitas questões entre os segurados, principalmente após a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com inúmeras dúvidas que surgiram, fiz questão de elaborar um texto que respondesse às principais questões. Assim, você se informa e consegue se proteger de possíveis prejuízos financeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por tempo de contribuição é sim uma opção para alguns segurados do INSS e uma análise cuidadosa sempre vale a pena.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga e leia mais!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Como funciona a aposentadoria por tempo de contribuição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-tempo-de-contribuicao/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria por tempo de contribuição</span></a><span style="font-weight: 400;">, após a Reforma da Previdência de novembro de 2019, deixou de ter uma regra definitiva e passou a funcionar por meio de diversas regras de transição para quem já contribuía para o INSS antes da mudança. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela é voltada para quem acumulou longos períodos de contribuição, exigindo agora, na maioria dos casos, uma combinação de tempo, idade mínima ou pontuação (soma de idade + tempo).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, para quem já possui direito adquirido (cumpriu os requisitos </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;"> da Reforma, pode solicitar a aposentadoria por tempo de contribuição, caso ainda não tenha).</span></p>
<p><b>Requisitos Gerais (Para quem já contribuía antes de 11/2019):</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulheres:</b><span style="font-weight: 400;"> 30 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homens: </b><span style="font-weight: 400;">35 anos de contribuição.</span></li>
</ul>
<h3><b>Quem tem direito a se aposentar por tempo de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição são os segurados do INSS que completarem o tempo de contribuição mínimo exigido para a concessão do benefício até novembro de 2019. Ou seja, até a data da Reforma da Previdência.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LThhWq6TvLA?si=JT06WHorZ_wQwPIp" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, atualmente você precisa cumprir outros requisitos para ter direito ao benefício nas suas demais modalidades.</span></p>
<h4><b>Aposentadoria por tempo de contribuição homem</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Para homens, a aposentadoria por tempo de contribuição mudou com a Reforma de 2019, com a regra definitiva sendo </span><b>65 anos de idade e 20 de contribuição</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>Mas também existem diversas regras de transição para quem já contribuía antes, como:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por pontos (soma de idade + contribuição);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Idade mínima progressiva, exigindo diferentes combinações de idade e tempo (ex: 64 anos e 6 meses anos e 35 anos de contribuição em 2026;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por pontos (103 pontos em 2026 + 35 anos de contribuição); pedágios (50% ou 100% sobre o tempo que faltava em 2019).</span></li>
</ul>
<h4><b>Aposentadoria por tempo de contribuição (mulher)</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a mulher, o tempo de contribuição para aposentadoria varia, mas a regra geral pós-Reforma de 2019 exige </span><b>62 anos de idade e 15 anos de contribuição</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>Porém, existem várias regras de transição, como:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pontos (93 pontos em 2026 + 30 anos de contribuição); </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A de idade mínima progressiva (59 anos e 6 meses + 30 anos de contribuição em 2026);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pedágios (50% ou 100% sobre o tempo que faltava em 2019).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada uma com requisitos específicos, sendo o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário a melhor forma de analisar suas possibilidades e minimizar prejuízos financeiros.</span></p>
<h3><b>Quem não tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As pessoas que não têm direito à aposentadoria por tempo de contribuição são aquelas que não atingem os requisitos necessários para este tipo de modalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os segurados do INSS que começaram a contribuir </span><b>após</b><span style="font-weight: 400;"> a Reforma da Previdência de 2019 também não possuem mais direito, já que este tipo de benefício foi extinto com a Reforma.</span></p>
<h2><b>Como ficou a aposentadoria por tempo de contribuição depois da reforma da previdência?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por tempo de contribuição mantém a </span><b>implementação gradual das mudanças trazidas pela Reforma da Previdência de 2019</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que os segurados do INSS não fossem prejudicados com a Reforma, regras de transição foram criadas para suavizar as mudanças e permitir a concessão de aposentadorias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os principais pontos, são idade mínima ou, pelo menos, o tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas mudanças também continuam para a </span><b>aposentadoria por idade</b><span style="font-weight: 400;">: </span><b>mulheres</b><span style="font-weight: 400;"> podem se aposentar aos </span><b>62 anos com 15 anos de contribuição</b><span style="font-weight: 400;">, e </span><b>homens aos 65 anos com o mesmo tempo de contribuição mínimo</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As regras diferem, no entanto, para quem começou a contribuir </span><b>após 2019</b><span style="font-weight: 400;">, aplicando-se as exigências integrais de </span><b>30 anos de contribuição para mulheres e 35 para homens</b><span style="font-weight: 400;">​.</span></p>
<h3><b>Mudanças nas regras de transição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As regras de tempo de contribuição para aposentadoria mudam anualmente para quem já contribuía antes da Reforma de 2019, com as principais alterações em 2026 sendo o aumento da idade mínima na Regra da Idade Progressiva (59 anos e 6 meses para mulheres, 64 anos e 6 meses para homens) e da pontuação na Regra por Pontos (93 para mulheres, 103 para homens), mantendo-se o tempo de contribuição de 30/35 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, as regras de pedágio (50% e 100%) continuam, enquanto a regra geral (62/65 anos) é para novos contribuintes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, são as regras de transição que permitem a aposentadoria por tempo de contribuição, para todos os segurados que já contribuíram ao INSS </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;"> da Reforma, mas não completaram os requisitos na época.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, as regras de transição são uma maneira de minimizar o prejuízo para quem já estava contribuindo, conferindo acesso a vários tipos de regras.</span></p>
<h4><b>Regra de transição 1: Pontos progressivos (nova regra em 2026)</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra de </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-pontos/"><span style="font-weight: 400;">transição por pontos progressivos</span></a><span style="font-weight: 400;"> da Reforma da Previdência soma idade e tempo de contribuição, exigindo pontuação mínima crescente (+1 ponto por ano) até 100 (mulheres) ou 105 (homens).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a </span><b>aposentadoria por pontos</b><span style="font-weight: 400;">, que considera a soma da idade com o tempo de contribuição, </span><b>mulheres</b><span style="font-weight: 400;"> devem atingir </span><b>93 pontos</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>homens</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>103 pontos</b><span style="font-weight: 400;"> em 2026. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Em83Zl_tNus?si=upc-2onoIHY7gsjV" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo dos pontos é feito com base na idade e no tempo de contribuição!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa regra favorece trabalhadores com longos períodos de contribuição que ainda não alcançaram a idade mínima da regra geral.</span></p>
<h4><b>Regra de transição 2: Idade mínima progressiva (nova regra em 2026)</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/qual-a-idade-minima-para-aposentadoria-por-tempo-de-contribuicao/"><span style="font-weight: 400;">regra de transição por idade mínima</span></a><span style="font-weight: 400;"> progressiva do INSS exige 30 anos de contribuição para mulheres e 35 para homens, com idade mínima aumentando 6 meses a cada ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os principais pontos, a </span><b>idade mínima para aposentadoria com transição aumenta</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, </span><b>mulheres precisarão ter 59 anos e 6 meses</b><span style="font-weight: 400;">, e </span><b>homens, 64 anos e 6 meses</b><span style="font-weight: 400;">, além do tempo mínimo de contribuição (15 anos para mulheres e 20 anos para homens). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este ajuste continuará ocorrendo anualmente até que a idade mínima para mulheres chegue a 62 anos em 2031 e para homens em 65 anos em 2027.</span></p>
<h4><b>Regra de transição 3: Pedágio 50%</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O pedágio de 50% leva em consideração, também, o tempo de contribuição da pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A lógica da reforma da Previdência foi reservar a regra do pedágio de 50% apenas para os contribuintes que, na data da reforma, estavam a menos de 2 anos de se aposentar por tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o contribuinte não atender a esse critério, precisará optar por uma das outras regras de transição da aposentadoria por tempo de contribuição.</span></p>
<h3><b>Tempo mínimo de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após verificar que cumpre o </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quanto-tempo-de-contribuicao-para-se-aposentar/"><span style="font-weight: 400;">tempo mínimo de contribuição</span></a><span style="font-weight: 400;"> na data da Reforma para ter direito à regra do pedágio de 50%, o contribuinte ainda precisa cumprir o seguinte requisito para se aposentar por tempo de contribuição:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homem:</b><span style="font-weight: 400;"> 35 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulher:</b><span style="font-weight: 400;"> 30 anos de contribuição.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, não basta alcançar esse tempo mínimo de contribuição. Também é necessário completar o pedágio de 50%.</span></p>
<h4><b>Regra de transição 4: Pedágio 100%</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O pedágio de 100% corresponde ao tempo adicional de contribuição que faltava para o contribuinte homem alcançar 35 anos de contribuição ou para a contribuinte mulher alcançar 30 anos de contribuição na data da reforma da previdência (13/11/2019).</span></p>
<h4><b>Exemplo </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine uma mulher que tinha 27 anos de contribuição na data da Reforma da Previdência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela precisava de mais 3 anos para completar os 30 anos necessários de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o pedágio de 100% para ela será de 3 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, ela precisará completar 33 anos de contribuição para se aposentar pela regra do pedágio de 100% (30 anos de contribuição + 3 anos de pedágio).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa mesma lógica se aplica aos homens.</span></p>
<h2><b>Como calcular o tempo de contribuição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para calcular o tempo de contribuição necessário para aposentadoria,</span><b> existem três métodos principais</b><span style="font-weight: 400;">:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pelo site do INSS, utilizando a plataforma “</span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">”, onde o cálculo é feito automaticamente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por conta própria, conferindo os períodos registrados na carteira de trabalho, em contratos ou em recibos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Com auxílio de um advogado especializado em Direito Previdenciário, que pode analisar tanto os registros do INSS quanto seus documentos, assegurando que todos os períodos sejam considerados.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, é essencial você comparar as informações disponíveis no INSS com outros registros para garantir a precisão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confiar apenas no cálculo do Meu INSS pode ser arriscado, pois ele serve como uma ferramenta útil, mas muitas vezes não contempla todas as regras especiais nem certos períodos de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre porque o sistema pode desconsiderar alguns períodos, como trabalho autônomo com contribuições atrasadas, atividades rurais na infância ou vínculos em regimes próprios de servidores públicos (RPPS). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, para um cálculo mais exato, consulte o Meu INSS, mas complemente a análise manualmente ou com um advogado especialista em Direito Previdenciário.</span></p>
<h2><b>Qual é o valor da aposentadoria por tempo de contribuição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor da aposentadoria após a Reforma da Previdência se baseia na média de 100% de todos os salários de contribuição desde julho de 1994: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O segurado recebe 60% dessa média, com acréscimo de 2% para cada ano que exceder 15 anos de contribuição (mulheres) ou 20 anos (homens).</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Para receber 100% da média, geralmente é necessário contribuir por 40 anos (homens) ou 35 anos (mulheres), dependendo da regra.</span></li>
</ul>
<h2><b>O que pode contar como tempo de serviço (contribuição)</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O que pode </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/tempo-de-servico-no-inss/"><span style="font-weight: 400;">contar como tempo de serviço</span></a><span style="font-weight: 400;">, ou seja, contribuição, pode variar de acordo com o seu caso específico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, para comprovar o tempo de contribuição, alguns documentos úteis são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carteira profissional ou CTPS — Carteira de Trabalho e Previdência Social;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contrato individual de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contrato de trabalho por pequeno prazo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carteira de férias;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carteira sanitária;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Caderneta de matrícula;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Caderneta de inscrição pessoal visada pela Capitania dos Portos, pela Superintendência do Desenvolvimento da Pesca ou pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Declaração da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, do Ministério da Economia;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Caderneta de contribuição dos extintos institutos de aposentadoria e pensões;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de inscrição em órgão de fiscalização profissional, desde que acompanhada de documento que prove o exercício da atividade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contrato social, acompanhado de distrato e, quando for o caso, ata de assembleia-geral, bem como registro de empresário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certificado de sindicato ou órgão gestor de mão de obra que agrupa trabalhadores avulsos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Extrato de recolhimento do FGTS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Recibos de pagamento ao INSS.</span></li>
</ul>
<h2><b>Principais requisitos para solicitar o benefício</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar a aposentadoria por tempo de contribuição, você precisa cumprir certos requisitos estabelecidos pelo INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é indispensável comprovar seu tempo de contribuição, ou seja, o tempo que você pagou o INSS, além da idade mínima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou detalhar melhor a seguir. Confira!</span></p>
<h3><b>Qual a idade mínima para se aposentar por tempo de serviço?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade mínima para se aposentar por tempo de serviço é de 62 anos para mulher e 65 anos para o homem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, existem várias regras de transição que podem diminuir esta idade mínima, caso você se encaixe em outro tipo de regra.</span></p>
<h3><b>Qual a carência para aposentadoria por tempo de contribuição?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/carencia-inss/"><span style="font-weight: 400;">carência para a aposentadoria por tempo de contribuição</span></a><span style="font-weight: 400;"> é de 180 meses. Ou seja, contribuições realizadas durante esse período.</span></p>
<h3><b>Qual é a documentação necessária?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os documentos necessários para a aposentadoria por tempo de contribuição podem variar um pouco, dependendo do seu histórico de contribuição ou do que você já trabalhou. Entretanto, os mais comuns são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento de identidade com foto (RG, CNH, etc.);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">CPF;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovantes de contribuição ao INSS (extrato de contribuições do CNIS, por exemplo);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovante de tempo de atividade especial, se for o caso (para quem trabalhou em condições insalubres ou perigosas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de casamento de residência atualizado.</span></li>
</ul>
<h2><b>Como pedir aposentadoria por tempo de contribuição no Meu INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar a aposentadoria por tempo de contribuição, você precisa acessar o site oficial do INSS. Ou seja, todo o processo é realizado remotamente, não existe a necessidade de ir até uma agência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o site</span> <a href="http://meu.inss.gov.br"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou o aplicativo Meu INSS no celular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faça login com seu CPF e senha (caso não tenha, é possível criar uma conta no gov.br).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo que entrar no Meu INSS, escreva no buscador (ao lado da lupa) “aposentadoria por tempo de contribuição”:</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-55912" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png" alt="A imagem mostra a opção de aposentadoria por tempo de contribuição no Meu INSS." width="800" height="191" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-300x72.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-768x183.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-150x36.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos.png 1502w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo após, é só seguir as instruções.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por tempo de contribuição pode ser uma opção válida para vários segurados do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, vale a pena conferir todo seu histórico contributivo, além de organizar as datas nas quais você contribuiu para conferir se já fecha os requisitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O importante é não deixar seus direitos de lado, até porque, um dia que você perde em não se aposentar não pode ser recuperado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É extremamente válido ficar atento às regras e entender se você já conquistou os requisitos. Caso exista dúvida, não deixe de contar com o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário que pode analisar seu tempo de contribuição, além de opções válidas para seu caso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por tempo de contribuição pode ser sim, uma excelente opção para você, além das regras de transição que acompanham esta modalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Aposentadoria por alienação mental: quem tem direito e como pedir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 10:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial da Pessoa com Deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios por Incapacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria por alienação mental, no geral, gera bastante questionamento, até porque, muitos segurados do INSS não sabem como classificar a alienação mental. O INSS avalia cada caso, verificando documentação e avaliando na perícia biopsicossocial. Pensando nisso, resolvi elaborar um texto que responde às principais questões e ainda te auxilia no momento da solicitação de&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-alienacao-mental/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aposentadoria por alienação mental: quem tem direito e como pedir</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por alienação mental, no geral, gera bastante questionamento, até porque, muitos segurados do INSS não sabem como classificar a alienação mental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O INSS avalia cada caso, verificando documentação e avaliando na </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/avaliacao-social-para-aposentadoria-da-pessoa-com-deficiencia/"><span style="font-weight: 400;">perícia biopsicossocial</span></a><span style="font-weight: 400;">. Pensando nisso, resolvi elaborar um texto que responde às principais questões e ainda te auxilia no momento da solicitação de benefícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fique atento e continue a leitura!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é alienação mental?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A alienação mental é um estado grave e persistente de comprometimento das funções mentais, caracterizado pela perda da capacidade de compreensão da realidade, do discernimento e da autonomia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que uma doença específica, é um conceito jurídico-psiquiátrico que indica incapacidade total de gerir a própria vida e atos, comum em quadros como esquizofrenia, demências e transtornos psiquiátricos severos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alienação mental é reconhecida pelo Judiciário e pela </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm"><span style="font-weight: 400;">Lei 8.213/91</span></a><span style="font-weight: 400;"> como uma condição que inabilita o indivíduo para o trabalho, oferecendo direitos, principalmente na Previdência Social brasileira.</span></p>
<h2><b>O que é considerado alienação mental para o INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É considerada alienação mental para o INSS, um estado de perturbação psíquica grave, persistente e incurável, que causa a perda total e permanente da capacidade de discernimento e de autogestão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Várias doenças psiquiátricas e até demência podem ser incluídas, já que estas condições possuem a característica de incapacitar a pessoa de trabalhar e gerir sua própria vida.</span></p>
<h3><b>Quais CIDs se enquadram em alienação mental?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A alienação mental, quando falamos de benefícios previdenciários e isenção de Imposto de Renda, engloba transtornos mentais graves que causam incapacidade total e permanente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, presentes nos grupos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Psicoses (CID-10 F20 a F29), como esquizofrenia (F20);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Transtorno bipolar grave (F31);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Psicoses não especificadas (F29);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Entre outros.</span></li>
</ul>
<h2><b>Quais os direitos previdenciários das pessoas com transtornos mentais?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os direitos previdenciários das pessoas com transtornos mentais variam de acordo com o grau do transtorno e como a condição afeta o dia a dia da pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os benefícios do INSS incluem a aposentadoria por incapacidade permanente (a antiga aposentadoria por invalidez), que proíbe qualquer forma de trabalho após a concessão do benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria da pessoa com deficiência, que não possui a proibição, já que PcDs não são incapazes.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YeZtFECZ0lw?si=mMmJhsAgnv9COgtj" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, caso o transtorno mental seja considerado mais “leve” e exista a possibilidade da pessoa voltar com suas atividades normais, outra opção é o auxílio por incapacidade temporária, o auxílio-doença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste caso, após a melhora do segurado, o auxílio-doença é encerrado e a pessoa deve voltar para suas atividades laborais, ou seja, deve voltar a trabalhar normalmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, por fim, o BPC/LOAS, que é um benefício assistencial oferecido pelo INSS, que na verdade não é uma aposentadoria, mas pode ser solicitado por idosos (65 anos ou mais), por pessoas com deficiência, que se configuram como baixa renda.</span></p>
<h3><b>Auxílio-doença</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/auxilio-doenca-para-professores-4-duvidas-sobre-o-beneficio/"><span style="font-weight: 400;">auxílio-doença</span></a><span style="font-weight: 400;">, também, recebeu um novo nome após a Reforma da Previdência, atualmente, ele é conhecido por benefício por incapacidade temporária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso das pessoas com alienação mental, o benefício pode ser uma solução para os segurados que estão no início da condição, ou seja, não sofrem tanto com os sintomas, mas precisam se afastar temporariamente do trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, o auxílio-doença tem um prazo determinado e foi idealizado para quem está temporariamente incapacitado. Portanto, assim que o benefício acabar, o indivíduo precisa voltar ao trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, caso este seja seu caso, saiba que o auxílio-doença é uma alternativa de se afastar por um período, até para poder fazer tratamentos ou fisioterapia e, logo após, voltar ao trabalho, sem perder uma fonte de renda. </span></p>
<p><b>Assim, os requisitos para o auxílio-doença são:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Incapacidade para o trabalho temporária;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atestado de 15 dias ou mais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovação da incapacidade temporária;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Qualidade de segurado no INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carência de 12 meses ou 1 contribuição em dia em caso de acidente ou doença grave.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, além dos requisitos para o auxílio, você precisa comprovar a alienação mental, além de uma futura recuperação e o retorno para as atividades normais de trabalho.</span></p>
<h3><b>Aposentadoria por invalidez</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os requisitos para solicitar a aposentadoria por alienação mental vão depender do tipo de benefício que você irá solicitar, ou seja, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentado-por-invalidez-tem-quais-direitos/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria por invalidez</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou para pessoa com deficiência.</span></p>
<p><b>No caso da aposentadoria por invalidez, os requisitos são:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/incapacidade-laborativa/"><span style="font-weight: 400;">Incapacidade total e permanente para o trabalho</span></a><span style="font-weight: 400;"> (confirmada em perícia médica do INSS e </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/laudo-pcd/"><span style="font-weight: 400;">laudos médicos</span></a><span style="font-weight: 400;">);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter qualidade de segurado (estar contribuindo ou no período de graça);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter cumprido carência mínima de 12 contribuições mensais, exceto em casos de: acidente de qualquer natureza ou cegueira decorrente de doença grave (como retinopatia diabética, por exemplo).</span></li>
</ul>
<p><b>Aposentadoria para pessoa com deficiência</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no caso da </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-para-pcd/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria para pessoa com deficiência</span></a><span style="font-weight: 400;">, você vai precisar comprovar:</span></p>
<p><b>Por tempo de contribuição:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência leve:</b><span style="font-weight: 400;"> 33 anos (homem) ou 28 anos (mulher);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência moderada:</b><span style="font-weight: 400;"> 29 anos (homem) ou 24 anos (mulher);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência grave:</b><span style="font-weight: 400;"> 25 anos (homem) ou 20 anos (mulher).</span></li>
</ul>
<p><b>Por idade:</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">60 anos (homem) ou 55 anos (mulher) + 15 anos de contribuição com deficiência.</span></p>
<h3><b>BPC/LOAS</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O BPC/LOAS pode ser um direito para quem convive com alienação mental, desde que a pessoa cumpra com os requisitos, já que o BPC/LOAS não é uma modalidade de aposentadoria e, sim, um benefício assistencial oferecido pelo INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o BPC/LOAS não atribui direito ao 13º salário e pensão por morte, por exemplo.</span></p>
<p><b>Para ter acesso ao BPC/LOAS você precisa comprovar:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Renda abaixo de 1/4 do salário-mínimo (sendo que há decisões judiciais favoráveis para 1/2);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter cadastro atualizado no </span><a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-do-cadastro-unico-cadunico"><span style="font-weight: 400;">CadÚnico</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovar que a alienação mental é uma deficiência de longo prazo, que causa verdadeira e extrema incapacidade.</span></li>
</ul>
<p><b>Atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> ter “somente” a alienação mental não gera automaticamente o direito ao BPC/LOAS. Portanto, você precisa se enquadrar nos requisitos, fazer a comprovação da condição e realizar a solicitação ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, cada caso é único, sendo avaliado pelo órgão através dos documentos apresentados e por perícia médica realizada no próprio INSS.</span></p>
<h2><b>Quais transtornos mentais dão direito à aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Transtornos mentais graves que incapacitam total e permanentemente o trabalhador para suas atividades, como esquizofrenia (F20), transtorno bipolar (F31), depressão grave (F32), demências (Alzheimer) e psicoses, podem conferir direito a benefícios no INSS. A avaliação do INSS foca na incapacidade, não apenas na doença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, vale ressaltar que o INSS não possui uma “lista oficial de transtornos mentais” que garante automaticamente os benefícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A comprovação através de laudos médicos e exames é um passo muito importante, além da avaliação por perícia, realizada no próprio INSS.</span></p>
<h2><b>Como solicitar aposentadoria por alienação mental?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para pedir a aposentadoria por alienação mental, você vai precisar acessar o</span> <a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">, tanto pelo site, como pelo aplicativo. Ou seja, o pedido é feito totalmente de forma remota.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/i_hT7YFiRow?si=kv4vu3cUP4aMMko2" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da aposentadoria por incapacidade permanente, acesse o site ou aplicativo, e é só selecionar a opção “Benefício por Incapacidade” e seguir as instruções.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54707" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png" alt="A imagem mostra a parte de benefícios por incapacidade do Meu INSS." width="800" height="399" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-300x150.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-768x383.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-150x75.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade.png 1494w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h3><b>Aposentadoria para Pessoa com Deficiência</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no caso da aposentadoria para pessoa com deficiência, você precisa seguir alguns passos, também no Meu INSS. Confira agora:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o Portal Meu INSS:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Site: </b><span style="font-weight: 400;">Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aplicativo: </b><span style="font-weight: 400;">OU baixe o aplicativo Meu INSS na loja de aplicativos do seu smartphone (disponível para Android e iOS);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Faça o login: </b><span style="font-weight: 400;">se ainda não tiver um cadastro, clique em “Criar Conta” e siga as instruções para criar sua conta. Se já possui conta, insira seu CPF e senha para acessar o portal.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicie um Novo Requerimento:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">No menu principal, clique em “Novo pedido”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Depois “Novo Benefício”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Em seguida, “Mais Benefícios”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escreva no buscador, ao lado da lupa: aposentadoria pessoa com deficiência:</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54809" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png" alt="A imagem mostra as opções de aposentadoria PcD no Meu INSS." width="800" height="335" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-300x126.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-768x322.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-150x63.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd.png 1342w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dependendo do seu caso, escolha se você quer a aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se esqueça de anexar toda a documentação pessoal e médica para ambas as solicitações!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você possua dúvidas sobre qual aposentadoria se encaixa melhor, aconselho buscar o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que conheça os requisitos do INSS, além de ter experiência em analisar documentos necessários para aposentadorias.</span></p>
<h2><b>Como posso comprovar a alienação mental?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A comprovação da alienação mental é feita principalmente por meio de </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/laudo-pcd-pode-ser-particular/"><span style="font-weight: 400;">laudo médico psiquiátrico detalhado</span></a><span style="font-weight: 400;">, emitido preferencialmente por médico do SUS ou rede pública. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse documento deve conter o diagnóstico, código CID, descrição dos sintomas, irreversibilidade ou gravidade e assinatura do médico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, o laudo médico deve descrever a doença, histórico, tratamentos realizados e, é de extrema importância, a citação da incapacidade total do paciente para gerir sua vida e trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Relatórios de internações hospitalares, exames (tomografia, ressonância, testes neuropsicológicos) e receitas de medicamentos também podem ser considerados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, quanto mais documentação médica você possuir, melhor.</span></p>
<h2><b>Qual o valor da aposentadoria por alienação mental?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor da aposentadoria por alienação, se for por incapacidade, é:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">60% da média do valor do salário de benefício;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">mais 2% a cada ano que ultrapassar 20 de tempo de contribuição para homem e 15 para mulher.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no caso da </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-idade-pcd/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria por idade para PcD</span></a><span style="font-weight: 400;">, o cálculo é feito segundo a média de 80% dos maiores salários desde julho de 1994. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, esse valor será multiplicado por 70%, somando mais 1% para cada ano contribuído até o limite máximo de 100%.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tuLPfwF-j68?si=sUOLLr2oyUt7b1Ks" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos supor que um homem tenha uma média salarial de R$2.000,00, tendo contribuído por 20 anos. Essa média será multiplicada por 70%, gerando o valor de R$1.400,00.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com seus 20 anos de contribuição, é somado mais 20% (1% a cada ano), ou seja:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">R$1.400,00 (70%) + 500 (20%) = R$1.900,00, formando o valor final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o valor da aposentadoria por tempo de contribuição para PcD, é mais vantajoso, por ser sempre integral. A fórmula do fator previdenciário não é aplicada, tornando o valor final, no geral, melhor para o segurado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo funciona a partir da média dos 80% maiores salários, gerando assim, o valor final da aposentadoria. Por exemplo, se a média salarial de uma mulher é de R$3.500,00, tendo contribuído por 30 anos, o valor não sofrerá descontos.</span></p>
<h3><b>Adicional de 25% para aposentados por incapacidade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar o adicional de 25% na aposentadoria, v</span><b>ocê vai ter que comprovar que precisa de auxílio de alguém para executar tarefas diárias</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, no meu dia a dia de trabalho, percebo que muitos segurados não sabem desse direito e acabam não solicitando. Mas sim, é possível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, esse direito é assegurado pela</span> <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm"><span style="font-weight: 400;">Lei n.º 8.213/91</span></a><span style="font-weight: 400;">, sendo um auxílio para pessoas que necessitam de um cuidador ou qualquer suporte de terceiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar, entre no Meu INSS e digite no buscador (ao lado da lupa) “Acréscimo”:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54708" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/25acre-1024x164.png" alt="A imagem mostra a parte de acréscimo de 25% no Meu INSS." width="800" height="128" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/25acre-1024x164.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/25acre-300x48.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/25acre-768x123.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/25acre-150x24.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/25acre.png 1494w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, é só escolher a opção de 25% e seguir os passos que o próprio INSS oferece.</span></p>
<h2><b>O que fazer se o benefício for negado?</b></h2>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/pedido-de-aposentadoria-negado-motivos/"><span style="font-weight: 400;">Se seu benefício for negado</span></a><span style="font-weight: 400;">, você ainda tem opções disponíveis. Veja os passos que você pode seguir se o INSS negar sua aposentadoria:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entenda a Razão da Negativa:</b><span style="font-weight: 400;"> ao receber a notificação de negação, o primeiro passo é entender o motivo. O INSS deve fornecer uma explicação detalhada sobre a decisão. Isso ajudará a determinar como proceder;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Reúna Documentação Adicional:</b><span style="font-weight: 400;"> reúna qualquer documentação adicional que possa fortalecer seu caso. Isso pode incluir novos laudos médicos, relatórios de especialistas ou outros registros relevantes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entre com Recurso Administrativo (no próprio INSS):</b><span style="font-weight: 400;"> se você acredita que a negação foi injusta ou baseada em informações incorretas, pode entrar com um recurso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Consulte um advogado especializado em Direito Previdenciário: </b><span style="font-weight: 400;">se você se sentir perdido ou não tiver certeza de como proceder, pode ser útil consultar um advogado especializado em direito previdenciário. Esses profissionais podem oferecer orientação jurídica e representá-lo no processo de recurso.</span></li>
</ul>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pTTqwx9XJU4?si=J1QEOMWAWgQyft4q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, caso você queira levar seu caso à Justiça, você vai precisar de um advogado para te representar. Entretanto, você precisa da negativa do INSS primeiro.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero que você agora tenha entendido melhor a questão da alienação mental, além de como conquistar seus direitos, caso você esteja em situação semelhante ou possua um ente querido com qualquer condição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O INSS, apesar de ser rígido com documentação médica, pode ser “combatido” com um histórico médico robusto, completo e objetivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dica de ouro é reunir qualquer tipo de documentos médicos que comprovem e mostram a convivência com a alienação mental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O importante é não deixar de lado a busca pelos seus direitos, até porque, cada dia que passa sem alcançar o que é seu, é de um prejuízo incalculável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>BPC/LOAS: O que é, quem tem direito e como solicitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 10:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Benefícios por Incapacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O BPC/LOAS ainda gera muitas dúvidas, principalmente quando o assunto é quem tem direito ao benefício. Outra questão importante é se o BPC/LOAS pode ser conquistado sem nenhuma contribuição ao INSS ou se ele é uma aposentadoria. Pensando nessas questões, elaborei um texto, levando em consideração todas as dúvidas que recebi e ainda recebo sobre&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/bpc-loas-o-que-e-quem-tem-direito-e-como-solicitar/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">BPC/LOAS: O que é, quem tem direito e como solicitar</span></a></p>
<p>The post <a href="https://koetzadvocacia.com.br/bpc-loas-o-que-e-quem-tem-direito-e-como-solicitar/">BPC/LOAS: O que é, quem tem direito e como solicitar</a> appeared first on <a href="https://koetzadvocacia.com.br">Koetz Advocacia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O BPC/LOAS ainda gera muitas dúvidas, principalmente quando o assunto é quem tem direito ao benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra questão importante é se o BPC/LOAS pode ser conquistado sem nenhuma contribuição ao INSS ou se ele é uma aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nessas questões, elaborei um texto, levando em consideração todas as dúvidas que recebi e ainda recebo sobre o BPC/LOAS nestes anos atuando como advogada especialista em Direito Previdenciário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga comigo!</span></p>
<h2><b>O que é o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS)?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Benefício de Prestação Continuada (BPC), frequentemente chamado de LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social), é um benefício assistencial pago pelo INSS que oferece o valor de um salário-mínimo mensal para pessoas com deficiência e idosos com 65 anos ou mais que comprovem baixa renda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ter direito ao BPC/LOAS, você precisa comprovar a deficiência, idade e ser baixa renda, além de ter cadastro atualizado no </span><a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-do-cadastro-unico-cadunico"><span style="font-weight: 400;">CadÚnico</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><b>Fundamento legal do BPC</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O fundamento legal do Benefício de Prestação Continuada (BPC), conhecido popularmente como LOAS, baseia-se na Constituição Federal de 1988, sendo regulamentado pela Lei Orgânica da Assistência Social (</span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm"><span style="font-weight: 400;">Lei nº 8.742/1993</span></a><span style="font-weight: 400;">), além de decretos federais específicos.</span></p>
<p><b>Na Constituição Federal, Art. 203, Inciso V, </b><span style="font-weight: 400;">garante um salário-mínimo mensal de benefício à pessoa com deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a renda familiar per capita da família precisa ser inferior a 1/4 do salário mínimo (podendo ser ampliado até 1/2 em casos específicos de vulnerabilidade, segundo o art. 20 da Lei 8.742/93, alterado por legislações recentes).</span></p>
<h2><b>BPC/LOAS é aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O BPC/LOAS (Benefício de Prestação Continuada) não é uma aposentadoria. Ele é um benefício assistencial pago pelo INSS a idosos (65+) ou pessoas com deficiência de baixa renda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao contrário da aposentadoria, o BPC não paga 13º salário e não deixa pensão por morte. Portanto, o não exige contribuição ao INSS.</span></p>
<h3><b>Diferenças entre BPC e aposentadoria</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal diferença é que a aposentadoria é um direito previdenciário baseado em contribuições ao INSS, enquanto o BPC é um benefício assistencial para idosos ou pessoas com deficiência de baixa renda, sem exigir </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/contribuicao-ao-inss/"><span style="font-weight: 400;">contribuições prévias</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, aposentados têm direito ao 13º e deixam pensão por morte aos dependentes. O BPC não confere direito a 13º nem gera pensão por morte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, a aposentadoria exige ter pago o INSS por um tempo mínimo. O BPC não exige, mas a renda familiar deve ser baixa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas aposentadorias podem ser maiores que o salário-mínimo, dependendo das contribuições. O BPC é sempre de um salário-mínimo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, por fim, dependendo dos critérios exigidos e tempo de contribuição, além da modalidade escolhida, você pode se aposentar antes dos 65 anos, já para o BPC/LOAS, a idade mínima é de 65 anos.</span></p>
<h3><b>Quando o BPC é a melhor opção?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O BPC é a melhor (e muitas vezes única) opção para pessoas de baixa renda ou que não possuem tempo de contribuição ao INSS para se aposentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, o BPC/LOAS pode ser uma boa opção para idosos com 65 anos ou mais ou pessoas com deficiência de qualquer idade com impedimentos de longo prazo, que não possuem qualquer histórico de contribuição ao INSS.</span></p>
<h2><b>Quais são as novas regras para o BPC/LOAS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As novas regras para o BPC/LOAS são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Renda abaixo de 1/4 do salário-mínimo (sendo que há decisões judiciais favoráveis para 1/2);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter cadastro atualizado no </span><a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-do-cadastro-unico-cadunico"><span style="font-weight: 400;">CadÚnico</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovar deficiência de longo prazo, que causa verdadeira e extrema incapacidade.</span></li>
</ul>
<p><b>Atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> ter “somente” qualquer deficiência ou idade não gera automaticamente o direito ao BPC/LOAS. Portanto, você precisa se enquadrar nos requisitos, fazer a comprovação da condição e realizar a solicitação ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, cada caso é único, sendo avaliado pelo órgão através dos documentos apresentados e por </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/pericia-medica-inss-pcd/"><span style="font-weight: 400;">perícia médica realizada no próprio INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Quem se enquadra no BPC/LOAS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O BPC, previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), é destinado a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda que não possuem meios de prover a própria manutenção nem prover para sua própria família.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Idoso</b><span style="font-weight: 400;">: No caso do idoso, a pessoa precisa ter 65 anos ou mais (homens ou mulheres), além de comprovar baixa renda.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pessoa com Deficiência:</b><span style="font-weight: 400;"> No caso da pessoa com deficiência, as documentações médicas auxiliam no momento de provar a deficiência, como laudos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, além da renda familiar baixa, é de extrema importância que a comprovação da deficiência seja clara e objetiva para conquistar o benefício.</span></p>
<h2><b>Como solicitar o BPC/LOAS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) pode ser feito totalmente de forma remota pelo site ou aplicativo “</span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">” ou pelo telefone 135, sendo fundamental ter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado no CRAS antes de iniciar o pedido.</span></p>
<h3><b>Documentos necessários</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar o BPC/LOAS, é indispensável estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) e reunir documentos que comprovem a baixa renda, a idade (65+ anos) ou a deficiência.</span></p>
<ol>
<li><b> Documentos pessoais (do requerente e do grupo familiar — estes documentos são de todos que moram na mesma casa): </b></li>
</ol>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>CPF:</b><span style="font-weight: 400;"> Documento mais importante;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Documento de Identificação com foto: </b><span style="font-weight: 400;">RG, Carteira de Trabalho, Carteira de Motorista, etc;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Certidão de Nascimento ou Casamento:</b><span style="font-weight: 400;"> para comprovar o parentesco (se houver);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Comprovante de residência: </b><span style="font-weight: 400;">conta de água, luz ou telefone recente (preferencialmente atualizado).</span></li>
</ul>
<ol start="2">
<li><b> Comprovação de renda e despesas:</b></li>
</ol>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Comprovantes de renda:</b><span style="font-weight: 400;"> carteira de trabalho, contracheque ou extratos de pagamento de todos os membros do grupo familiar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Declaração de renda: </b><span style="font-weight: 400;">formulários próprios do INSS (composição do grupo familiar e declaração de renda);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Comprovantes de despesas:</b><span style="font-weight: 400;"> recibos de compra de medicamentos, fraldas, consultas médicas ou tratamentos que não são fornecidos pelo SUS.</span></li>
</ul>
<ol start="3">
<li><b> Documentos específicos para deficiência (PcD) — caso a solicitação seja por deficiência:</b></li>
</ol>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Laudos médicos: documentos recentes que demonstram a condição, a incapacidade para o trabalho e para a vida independente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Exames, receitas e prontuários: </b><span style="font-weight: 400;">resultados de exames que atestem a doença ou deficiência;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Avaliação Social:</b><span style="font-weight: 400;"> o INSS realiza uma perícia biopsicossocial, que considera a realidade social do requerente (transporte, moradia, apoio familiar).</span></li>
</ul>
<h3><b>Como se inscrever no CadÚnico?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se inscrever no CadÚnico, você precisa procurar o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) da sua cidade e realizar a inscrição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O CadÚnico deve estar atualizado há menos de 2 anos (ou 24 meses) antes da solicitação do BPC/LOAS.</span></p>
<h3><b>Como solicitar pelo site ou aplicativo Meu INSS</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar pelo site ou aplicativo do Meu INSS, baixe o aplicativo na sua loja de aplicativos (disponível para Android ou iOS) ou entre no site.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No menu de entrada do Meu INSS, basta escrever “BPC” no campo de busca, ao lado da lupa, e escolher entre o benefício para idoso ou pessoa com deficiência:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-56164" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bpcmeuinss-1024x430.png" alt="A imagem mostra como solicitar o BPC/LOAS no site ou aplicativo &quot;Meu INSS&quot;." width="800" height="336" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bpcmeuinss-1024x430.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bpcmeuinss-300x126.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bpcmeuinss-768x322.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bpcmeuinss-150x63.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bpcmeuinss.png 1517w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga as instruções e não esqueça de enviar os documentos necessários e verificar seus dados pessoais.</span></p>
<h3><b>Como solicitar pela Central Telefônica 135</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Solicitar o BPC/LOAS pela Central 135 do INSS é um procedimento gratuito e pode ser feito sem sair de casa.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ligue para 135: </b><span style="font-weight: 400;">o número funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília). A ligação é gratuita de telefone fixo e celular;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Informe o CPF:</b><span style="font-weight: 400;"> logo no início, a URA (atendimento automático) pedirá o número do CPF do requerente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Selecione as opções:</b><span style="font-weight: 400;"> siga as instruções da URA para “Requerer Benefício” ou “Falar com Atendente”.</span></li>
</ul>
<h2><b>Qual o valor do BPC/LOAS por mês?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor do BPC/LOAS em 2026 é de R$1.621,00 por mês, correspondendo ao salário-mínimo nacional vigente, conforme anunciado pelo Governo Federal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, a cada ano, o benefício sofre um reajuste, já que o valor do salário-mínimo é alterado sempre em janeiro de um novo ano.</span></p>
<h2><b>Por que o BPC/LOAS pode ser negado?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O BPC/LOAS pode ser negado principalmente por renda familiar superior a 1/4 do salário mínimo por pessoa, Cadastro Único (CadÚnico) desatualizado, ou laudos médicos que não comprovam impedimentos de longo prazo (para PCD). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outros motivos incluem documentos incompletos, membros da família empregados ou não cumprimento dos requisitos de idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, antes de fazer a solicitação, verifique se seus documentos estão corretos e atualizados, além de avaliar se possui, sim, direito ao BPC/LOAS.</span></p>
<h2><b>O que fazer caso o benefício seja negado?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o seu BPC/LOAS for negado pelo INSS, calma, você não deve desistir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é verificar a justificativa na “carta de indeferimento” que o INSS precisa disponibilizar, pelo Meu INSS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você possua dúvidas do motivo, aconselho o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que entende a importância das provas e sabe como o INSS funciona.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A seguir, te explico os principais caminhos. Acompanhe!</span></p>
<h3><b>Entrar com recurso administrativo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Entrar com um recurso administrativo no INSS para o BPC/LOAS é o procedimento para contestar a negativa do benefício, seja por questões médicas ou de renda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> O processo é gratuito, pode ser feito online, através do Meu INSS e deve ser iniciado em até 30 dias após a ciência da decisão de indeferimento.</span></p>
<p><b>O recurso é feito de forma digital: </b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acesse o site ou aplicativo Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Faça login com sua conta Gov.br;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Selecione a opção “Novo Pedido”.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Digite “Recurso” na busca e escolha “Recurso Ordinário (1ª instância)”.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Siga as instruções na tela, enviando as razões do recurso e os documentos comprobatórios.</span></li>
</ul>
<h3><b>Fazer novo requerimento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para realizar um novo requerimento, basta escrever “BPC” na barra de buscas do Meu INSS, selecionar a opção para idosos ou pessoas com deficiência e seguir as instruções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você escolha este caminho, verifique se você está enviando documentos mais atualizados ou nova documentação que auxilie na conquista do benefício.</span></p>
<h3><b>Entrar com ação judicial</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para entrar com ação judicial de BPC/LOAS, você, primeiro, precisa ter o pedido negado administrativamente pelo INSS e buscar um advogado previdenciário ou a Defensoria Pública da União (DPU). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, para conseguir realizar uma ação judicial, você precisa de um advogado que te represente na Justiça.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero que suas principais dúvidas sobre o benefício assistencial oferecido pelo INSS, o BPC/LOAS, estejam resolvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de o BPC/LOAS ser um benefício relativamente antigo na Previdência Social brasileira, ainda causa grandes confusões, impossibilitando que as pessoas acessem seus direitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais importante é conferir sua documentação com cuidado, além da sua renda familiar e a existência ou não de deficiência ou a idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O INSS é rigoroso com documentos e pode sim negar sua solicitação, caso ela esteja incompleta. Portanto, toda a atenção é válida!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que não pode ser feito é esquecer seus direitos, passando meses e anos sem buscá-los. O INSS oferece o BPC/LOAS e você, caso cumpra os requisitos, pode ser beneficiado.</span></p>
<p>The post <a href="https://koetzadvocacia.com.br/bpc-loas-o-que-e-quem-tem-direito-e-como-solicitar/">BPC/LOAS: O que é, quem tem direito e como solicitar</a> appeared first on <a href="https://koetzadvocacia.com.br">Koetz Advocacia</a>.</p>
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		<title>Doença de Crohn tem direito à aposentadoria? Como solicitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 10:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial da Pessoa com Deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios por Incapacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas ainda não sabem se a doença de Crohn tem direito a aposentadoria, até porque é uma condição relativamente desconhecida. Entretanto, muitas pessoas no Brasil possuem o diagnóstico e precisam se informar com mais qualidade, pois, sim, o INSS oferece uma gama de possibilidades. Neste texto, vou abordar os principais tópicos relacionados à doença&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/doenca-de-crohn-tem-direito-a-aposentadoria/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Doença de Crohn tem direito à aposentadoria? Como solicitar</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Muitas pessoas ainda não sabem se a doença de Crohn tem direito a aposentadoria, até porque é uma condição relativamente desconhecida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, muitas pessoas no Brasil possuem o diagnóstico e precisam se informar com mais qualidade, pois, sim, o INSS oferece uma gama de possibilidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto, vou abordar os principais tópicos relacionados à doença de Crohn, além dos benefícios que a Previdência Social no Brasil oferece.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é a doença de Crohn?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A doença de Crohn é uma inflamação crônica e autoimune do trato gastrointestinal, afetando principalmente o final do intestino delgado e o cólon, mas podendo surgir da boca ao ânus. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caracteriza-se por diarreia, cólicas, perda de peso, febre e, em casos graves, complicações como fístulas e obstruções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem cura definitiva, o tratamento busca controlar os sintomas e inflamações com medicamentos e, por vezes, cirurgia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento se baseia na remissão da doença, utilizando medicamentos (anti-inflamatórios, imunossupressores, imunobiológicos), mudanças na dieta e, eventualmente, cirurgia para remover partes danificadas do intestino.</span></p>
<h3><b>Quem tem doença de Crohn é considerado PCD?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/laudo-pcd/"><span style="font-weight: 400;">quem tem doença de Crohn não é automaticamente considerado PcD</span></a><span style="font-weight: 400;">. O que pode acontecer na vida do paciente, são sequelas e complicações que geram a deficiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, alguns segurados do INSS que possuem a doença de Crohn, por vários motivos gerados pela condição, precisam utilizar bolsas de colostomia ou semelhantes.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/YeZtFECZ0lw?si=mMmJhsAgnv9COgtj" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir daí, sim, a pessoa com doença de Crohn pode ser considerada pessoa com deficiência. Ainda é possível comprovar outras formas de deficiência, desde que sejam geradas exclusivamente pela doença de Crohn.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso comprovadas, a pessoa possui o direito de solicitar a aposentadoria para pessoa com deficiência no INSS.</span></p>
<h3><b>Quem tem doença de Crohn pode trabalhar?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas com doença de Crohn podem trabalhar e levar uma vida normal, especialmente quando a doença está controlada ou em remissão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, durante crises agudas (dores intensas, diarreia, fadiga), a capacidade de trabalho pode ser comprometida, tornando necessário o afastamento temporário (auxílio por incapacidade temporária).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos graves e crônicos, a aposentadoria por incapacidade permanente ou até mesmo a aposentadoria para pessoas com deficiência são possíveis alternativas.</span></p>
<h2><b>Quem tem doença de Crohn aposenta?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem tem doença de Crohn tem opções de duas principais modalidades: a </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-incapacidade-permanente/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria por incapacidade permanente (aposentadoria por invalidez)</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/o-que-pcd-tem-direito/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria para pessoa com deficiência</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, é de extrema importância comprovar, por meio de laudos médicos, a incapacidade ou deficiência, que foram geradas por conta da doença de Crohn, para poder ter direito a esses tipos de benefícios da Previdência Social.</span></p>
<h2><b>Quais são os direitos de uma pessoa com doença de Crohn?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas que convivem com a doença de Crohn têm direitos previdenciários no Brasil. Ou seja, existem alguns benefícios que podem ser acessados por pessoas que convivem com a condição, como, por exemplo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/incapacidade-temporaria-para-auxilio-doenca/"><span style="font-weight: 400;">Auxílio por incapacidade temporária</span></a><span style="font-weight: 400;"> (anteriormente, auxílio-doença);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aposentadoria para pessoa com deficiência;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">BPC/LOAS.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda há as possibilidades de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Prioridade em processos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Isenções fiscais para veículo (IPVA, IPI, ICMS em alguns estados);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Vagas preferenciais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acesso facilitado a tratamentos e insumos. </span></li>
</ul>
<p><b>Mas atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> é de extrema importância ter a comprovação da condição por meio de laudos médicos para conquistar estes direitos. Principalmente os que são destinados às pessoas com deficiência, já que a deficiência precisa estar laudada e comprovada, pois não necessariamente ocorre em todos os casos de doença de Crohn.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais adiante, vou detalhar melhor os benefícios previdenciários. Fique comigo!</span></p>
<h3><b>Auxílio-doença</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O auxílio-doença (agora chamado de auxílio por incapacidade temporária) é um benefício oferecido pelo INSS para os trabalhadores que sofrem com alguma doença, lesão ou condição que os incapacita de forma temporária para o trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o auxílio por incapacidade temporária é uma forma de trazer segurança social por meio de recursos financeiros para pessoas que se encontram em uma situação de vulnerabilidade social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido a doenças, lesões e outras condições incapacitantes, a pessoa se vê impedida de trabalhar e garantir seu próprio sustento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tem direito ao auxílio as pessoas que são seguradas do INSS e estejam sofrendo com uma incapacidade temporária para o trabalho comprovada por meio de uma documentação médica correta e tenham </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/carencia-inss/"><span style="font-weight: 400;">cumprido a carência mínima</span></a><span style="font-weight: 400;"> do benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A incapacidade temporária é aquela da qual existe chance de recuperação, mas para o de auxílio por incapacidade temporária, o atestado de afastamento do trabalho ficou determinado pelo médico por mais de 15 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o auxílio-doença tem um período determinado no qual a pessoa pode usufruir do benefício. Após os dias acabarem, o trabalhador necessita voltar às suas funções normalmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São consideradas seguradas do INSS aquelas pessoas no prazo de </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/qualidade-de-segurado/"><span style="font-weight: 400;">qualidade de segurado</span></a><span style="font-weight: 400;">, ou seja, que estão no limite máximo de tempo sem contribuir permitido pelo INSS para não perder direitos previdenciários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a documentação médica correta é, principalmente, o laudo médico com número da</span><a href="https://www.who.int/standards/classifications/classification-of-diseases"> <span style="font-weight: 400;">Classificação Internacional de Doenças (CID)</span></a><span style="font-weight: 400;"> descrito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, é importante adicionar também prontuários e históricos médicos, se você possuir, além de receitas de medicamentos e tratamentos, e exames que sejam vinculados à sua doença, lesão ou condição com base na qual está solicitando o benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a carência, é a quantidade mínima de contribuições que a pessoa precisa ter para liberar o direito ao benefício. Resumindo, você precisa ter 12 meses de contribuição, nos casos gerais, ou 1 mês de contribuição em dia, caso tenha sofrido acidente ou doença grave.</span></p>
<p><b>Assim, os requisitos para o auxílio-doença são:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Incapacidade para o trabalho temporária;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atestado de 15 dias ou mais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovação da incapacidade temporária;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Qualidade de segurado no INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carência de 12 meses ou 1 contribuição em dia em caso de acidente ou doença grave.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, além dos requisitos para o auxílio, você precisa comprovar a Doença de Crohn, além de uma futura recuperação e o retorno para as atividades normais de trabalho.</span></p>
<h3><b>Aposentadoria por invalidez</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da </span><b>aposentadoria por incapacidade permanente </b><span style="font-weight: 400;"> (ou por invalidez), o primeiro passo é a comprovação de incapacidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os requisitos para ter direito à aposentadoria por incapacidade permanente são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter qualidade de segurado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carência de 12 contribuições mensais ao INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Impossibilidade de readaptação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovação da condição incapacitante por perícia médica realizada no INSS, além de laudos e exames médicos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A carência mínima no INSS é o tempo de contribuições mensais que você fez ao órgão. Ou seja, de fato, contribuiu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta modalidade, o mínimo de carência é de 12 meses. Entretanto, esse período pode ser menor, caso você sofra de alguma doença grave, como câncer, cardiopatia grave, entre outras.</span></p>
<h3><b>BPC/LOAS</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O BPC/LOAS pode ser um direito para quem convive com a doença de Crohn, desde que a pessoa cumpra com os requisitos, já que o BPC/LOAS não é uma modalidade de aposentadoria e, sim, um benefício assistencial oferecido pelo INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o BPC/LOAS não atribui direito ao 13º salário e pensão por morte, por exemplo.</span></p>
<p><b>Para ter acesso ao BPC/LOAS você precisa comprovar:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Renda abaixo de 1/4 do salário-mínimo (sendo que há decisões judiciais favoráveis para 1/2);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter cadastro atualizado no </span><a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-do-cadastro-unico-cadunico"><span style="font-weight: 400;">CadÚnico</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovar que a doença de Crohn é uma deficiência de longo prazo, que causa verdadeira e extrema incapacidade.</span></li>
</ul>
<p><b>Atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> ter “somente” a doença de Crohn não gera automaticamente o direito ao BPC/LOAS. Portanto, você precisa se enquadrar nos requisitos, fazer a comprovação da condição e realizar a solicitação ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, cada caso é único, sendo avaliado pelo órgão através dos documentos apresentados e por perícia médica realizada no próprio INSS.</span></p>
<h2><b>Como solicitar aposentadoria por doença de Crohn?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar a aposentadoria por doença de Crohn, você pode fazer a solicitação diretamente pelo site ou aplicativo do “</span><a href="https://www.meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">” ou, se preferir, pela central de atendimento telefônico, no número 135. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas eu recomendo que você utilize o Meu INSS, já que é uma maneira mais prática e eficaz de realizar o pedido, além de enviar os documentos com maior facilidade. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/i_hT7YFiRow?si=kv4vu3cUP4aMMko2" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que o INSS não faz mais nenhum tipo de solicitação presencialmente!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso a doença de Crohn tenha sido considerada uma deficiência, você vai solicitar a aposentadoria para pessoa com deficiência, já no caso da aposentadoria por incapacidade permanente (a antiga aposentadoria por invalidez), você terá que selecionar outras opções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No site ou aplicativo, é só selecionar a opção “Benefício por Incapacidade” e seguir as instruções.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54707" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png" alt="A imagem mostra a parte de benefícios por incapacidade do Meu INSS." width="800" height="399" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-300x150.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-768x383.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-150x75.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade.png 1494w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no caso da aposentadoria para pessoa com deficiência, você precisa seguir alguns passos, também no Meu INSS. Confira agora:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o Portal Meu INSS:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Site: </b><span style="font-weight: 400;">Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aplicativo: </b><span style="font-weight: 400;">OU baixe o aplicativo Meu INSS na loja de aplicativos do seu smartphone (disponível para Android e iOS);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Faça o login: </b><span style="font-weight: 400;">se ainda não tiver um cadastro, clique em “Criar Conta” e siga as instruções para criar sua conta. Se já possui conta, insira seu CPF e senha para acessar o portal.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicie um Novo Requerimento:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">No menu principal, clique em “Novo pedido”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Depois “Novo Benefício”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Em seguida, “Mais Benefícios”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escreva no buscador, ao lado da lupa: aposentadoria pessoa com deficiência:</span><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54809" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png" alt="A imagem mostra as opções de aposentadoria PcD no Meu INSS." width="800" height="335" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-300x126.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-768x322.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-150x63.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd.png 1342w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Dependendo do seu caso, escolha se você quer a aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se esqueça de anexar toda a documentação pessoal e médica para ambas as solicitações!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você possua dúvidas em qual aposentadoria se encaixa melhor, aconselho buscar o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que conheça os requisitos do INSS, além de ter experiência em analisar documentos necessários para aposentadorias.</span></p>
<h2><b>Como comprovar incapacidade por doença de Crohn no INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo para comprovar incapacidade por doença de Crohn, é reunir todas as provas médicas que você possui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sempre comento que o INSS é rigoroso com documentação, até porque, para serem concedidas as aposentadorias, o segurado precisa demonstrar ao INSS que não está mais apto ao trabalho ou desenvolveu alguma deficiência.</span></p>
<p><b>Aqui vai uma dica de ouro:</b><span style="font-weight: 400;"> aproveite e faça um verdadeiro histórico médico da doença de Crohn e o que você está enfrentando. Qualquer comprovação médica é de extrema importância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os atestados médicos precisam ser detalhados pelo médico especialista, com</span><a href="https://www.who.int/standards/classifications/classification-of-diseases"> <span style="font-weight: 400;">CID</span></a><span style="font-weight: 400;">, resultados de exames, estado geral do paciente, dificuldades, etc. Toda a descrição do impacto da doença de Crohn na vida do paciente é relevante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda, o médico precisa assinar o laudo e preencher o CRM.</span></p>
<h2><b>O que fazer se a aposentadoria por doença de Crohn for negada?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso aconteça de sua aposentadoria por doença de Crohn ser negada, não se desespere, você ainda tem opções disponíveis! Portanto, não perca a calma.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pTTqwx9XJU4?si=J1QEOMWAWgQyft4q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, selecionei os principais passos que você pode seguir se o INSS negar sua solicitação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entenda a razão da negativa:</b><span style="font-weight: 400;"> ao receber a notificação de negação, o primeiro passo é entender o motivo. O INSS deve fornecer uma explicação detalhada sobre a decisão. Isso ajudará a determinar como proceder;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Reúna documentação adicional:</b><span style="font-weight: 400;"> reúna qualquer documentação adicional que possa fortalecer seu caso. Isso pode incluir novos laudos médicos, relatórios de especialistas ou outros registros relevantes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entre com Recurso Administrativo (no próprio INSS):</b><span style="font-weight: 400;"> se você acredita que a negação foi injusta ou baseada em informações incorretas, pode entrar com um recurso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Consulte um advogado especializado em Direito Previdenciário: </b><span style="font-weight: 400;">se você se sentir perdido ou não tiver certeza de como proceder, pode ser útil consultar um advogado especializado em direito previdenciário. Esses profissionais podem oferecer orientação jurídica e representá-lo no processo de recurso.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, caso você queira levar seu caso à Justiça, você vai precisar de um advogado para te representar. Entretanto, você precisa da negativa do INSS primeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em anos de experiência no Direito Previdenciário, eu te aconselho a considerar o auxílio de um advogado assim que o “não” do INSS chegou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o advogado tem como analisar profundamente o motivo da negativa e escolher o melhor caminho: o recurso no próprio INSS ou diretamente na Justiça.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de qualquer diagnóstico ser assustador e até mesmo paralisante no primeiro momento, entender suas possibilidades e seus direitos é um passo de extrema importância para alcançar uma vida melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é diferente com quem convive com a doença de Crohn, que pode trazer complicações sérias e sequelas para a vida toda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O INSS, por exemplo, possui diferentes opções para o segurado ser assistido e conseguir enfrentar este momento com maior dignidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não deixe de se informar e entender seus direitos para poder acessá-los com segurança!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Aposentadoria por doença crônica: como solicitar e qual o valor?</title>
		<link>https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-doenca-cronica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 10:11:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial da Pessoa com Deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios por Incapacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aposentadoria por doença crônica é um assunto que sempre gera dúvidas, principalmente após a Reforma da Previdência de 2019. Pensando nas possíveis questões que você possa possuir, resolvi elaborar um texto que responde às principais dúvidas que sempre recebi e ainda recebo nos anos atuando como advogada especialista em Direito Previdenciário. Já te adianto que&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-doenca-cronica/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aposentadoria por doença crônica: como solicitar e qual o valor?</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Aposentadoria por doença crônica é um assunto que sempre gera dúvidas, principalmente após a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nas possíveis questões que você possa possuir, resolvi elaborar um texto que responde às principais dúvidas que sempre recebi e ainda recebo nos anos atuando como advogada especialista em Direito Previdenciário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já te adianto que o INSS possui, sim, possibilidades para pessoas que sofrem com doenças graves e vale a pena se informar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continue comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é doença crônica?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Doenças crônicas são condições de saúde de longa duração e progressão lenta, no geral, persistindo por mais de um ano ou por toda a vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Elas exigem gestão e acompanhamento médico contínuo, não têm cura imediata e afetam significativamente a qualidade de vida, podendo ser causadas por fatores genéticos, ambientais ou estilos de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas que possuem doenças crônicas muitas vezes apresentam estas características:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Longa duração:</b><span style="font-weight: 400;"> persistem por meses ou anos, sem cura imediata;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Evolução lenta:</b><span style="font-weight: 400;"> os sintomas costumam aparecer gradualmente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Controle contínuo:</b><span style="font-weight: 400;"> demandam manejo constante para evitar complicações;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Impacto na qualidade de vida:</b><span style="font-weight: 400;"> podem limitar atividades diárias.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, um acompanhamento médico deve ser realizado, até para evitar maiores evoluções ou complicações da doença e para oferecer melhor qualidade de vida ao paciente.</span></p>
<h2><b>Quais doenças crônicas dão direito à aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria será concedida para doenças que causem incapacidade total e permanente para o trabalho, </span><b>sem possibilidade de reabilitação para outra função</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/lista-de-doencas-graves-inss/"><span style="font-weight: 400;">O INSS não possui uma lista fechada de doenças que geram automaticamente o benefício</span></a><span style="font-weight: 400;">, pois cada caso é </span><b>avaliado individualmente por meio da perícia e documentos médicos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, algumas doenças são frequentemente associadas à concessão da </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-incapacidade-permanente/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria por incapacidade permanente</span></a><span style="font-weight: 400;"> (a antiga aposentadoria por invalidez), especialmente quando há comprovação da gravidade e irreversibilidade da condição.</span></p>
<p><b>Alguns exemplos são:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-parkinson/"><span style="font-weight: 400;">Doença de Parkinson</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/hanseniase-aposenta/"><span style="font-weight: 400;">Hanseníase</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alienação mental grave;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-cardiopatia-grave/"><span style="font-weight: 400;">Cardiopatia grave</span></a>;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/fibromialgia-aposenta/"><span style="font-weight: 400;">Fibromialgia</span></a>;</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/espondiloartrose-aposenta/"><span style="font-weight: 400;">Espondiloartrose</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Entre outras.</span></li>
</ul>
<p><b>Mas atenção:</b> <a href="https://koetzadvocacia.com.br/lista-de-doencas-graves-inss/"><span style="font-weight: 400;">outras doenças podem levar à aposentadoria</span></a><span style="font-weight: 400;"> por incapacidade permanente, desde que a perícia médica do INSS comprove a incapacidade permanente para o trabalho, além dos laudos médicos que você apresente.</span></p>
<h2><b>Como comprovar a doença crônica para aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para comprovar qualquer doença crônica para aposentadoria, você precisa realizar um verdadeiro histórico médico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, quanto mais documentação médica você tiver, melhor. Una atestados, laudos, comprovações de possíveis cirurgias, uso de medicamentos, exames.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, comprovações sobre a existência da doença, sua evolução e possíveis tratamentos são de extrema importância para o INSS avaliar a sua situação em específico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto importante é realizar a perícia no próprio INSS, onde o médico perito avalia os documentos e realiza perguntas, além de verificar pessoalmente o estágio da doença em questão.</span></p>
<h2><b>É possível se aposentar por doença crônica sem contribuição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Qualquer benefício de aposentadoria do INSS, necessita de contribuição. Ou seja, não basta trabalhar, você precisa </span><b>contribuir ao INSS</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você não tenha contribuído ou não consiga comprovar o histórico de contribuição, a negativa do INSS vai surgir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma alternativa para quem não contribuiu ao INSS é o BPC/LOAS, um benefício assistencial oferecido pelo INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o BPC/LOAS não dá direito ao 13º salário e pensão por morte, por exemplo.</span></p>
<p><b>Para ter acesso ao BPC/LOAS você precisa comprovar:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Renda abaixo de 1/4 do salário-mínimo (sendo que há decisões favoráveis judiciais para 1/2);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter cadastro atualizado no </span><a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-do-cadastro-unico-cadunico"><span style="font-weight: 400;">CadÚnico</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovar deficiência de longo prazo, que causa verdadeira e extrema incapacidade. </span></li>
</ul>
<p><b>Atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> estar em tratamento contra qualquer doença crônica não gera automaticamente o direito ao BPC/LOAS. Ou seja, você precisa se enquadrar nos requisitos, fazer a comprovação da condição e realizar a solicitação ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, cada caso é único, sendo avaliado pelo órgão através dos documentos apresentados e por perícia médica realizada na própria Previdência Social, o INSS.</span></p>
<h2><b>Como solicitar aposentadoria por doença crônica?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar a aposentadoria por doença crônica, você pode fazer a solicitação diretamente pelo site ou aplicativo do “</span><a href="https://www.meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">” ou, se preferir, pela central de atendimento telefônico, no número 135. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/i_hT7YFiRow?si=kv4vu3cUP4aMMko2" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas eu recomendo que você utilize o Meu INSS, já que é uma maneira mais prática e eficaz de realizar o pedido, além de enviar os documentos com maior facilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que o INSS não faz mais nenhum tipo de solicitação presencialmente!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso a doença crônica tenha sido considerada uma deficiência, você vai solicitar a aposentadoria para pessoa com deficiência, já no caso da aposentadoria incapacidade permanente (a antiga aposentadoria por invalidez), você terá que selecionar outras opções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No site ou aplicativo, é só selecionar a opção “Benefício por Incapacidade” e seguir as instruções.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54707" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png" alt="A imagem mostra a parte de benefícios por incapacidade do Meu INSS." width="800" height="399" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-300x150.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-768x383.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-150x75.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade.png 1494w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no caso da aposentadoria para pessoa com deficiência, você precisa seguir alguns passos, também no Meu INSS. Confira agora:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o Portal Meu INSS:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Site: </b><span style="font-weight: 400;">Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aplicativo: </b><span style="font-weight: 400;">OU baixe o aplicativo Meu INSS na loja de aplicativos do seu smartphone (disponível para Android e iOS);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Faça o login: </b><span style="font-weight: 400;">se ainda não tiver um cadastro, clique em “Criar Conta” e siga as instruções para criar sua conta. Se já possui conta, insira seu CPF e senha para acessar o portal.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicie um Novo Requerimento:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">No menu principal, clique em “Novo pedido”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Depois “Novo Benefício”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Em seguida, “Mais Benefícios”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escreva no buscador, ao lado da lupa: aposentadoria pessoa com deficiência:</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54809" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png" alt="A imagem mostra as opções de aposentadoria PcD no Meu INSS." width="800" height="335" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-300x126.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-768x322.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-150x63.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd.png 1342w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dependendo do seu caso, escolha se você quer a aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se esqueça de anexar toda a documentação pessoal e médica para ambas as solicitações!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você possua dúvidas sobre qual aposentadoria se encaixa melhor, aconselho buscar o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que conheça os requisitos do INSS, além de ter experiência em analisar documentos necessários para aposentadorias.</span></p>
<h3><b>Diagnóstico</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico faz parte do início da jornada para a solicitação da aposentadoria por doença crônica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, lembre-se de dar preferência a um médico especialista (por exemplo: cardiologista, oftalmologista, pneumologista, etc) para que este profissional consiga elaborar laudos mais assertivos e completos sobre o diagnóstico.</span></p>
<h3><b>Documentos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os documentos são importantes para qualquer solicitação de aposentadoria, ainda mais quando envolve qualquer doença crônica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos documentos pessoais, como documento com foto, comprovante de residência e extrato de contribuições, você vai precisar unir toda a documentação médica que comprove a existência da doença crônica, além do estágio no qual ela está.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Qualquer laudo elaborado por um médico especialista precisa ter </span><a href="https://www.who.int/standards/classifications/classification-of-diseases"><span style="font-weight: 400;">CID</span></a><span style="font-weight: 400;">, dados pessoais do paciente, além do médico, precisar assinar o laudo e preencher o seu CRM.</span></p>
<h3><b>Perícia médica</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A perícia médica é realizada no próprio INSS e você precisa comparecer, sem falta. Caso você não tenha condições físicas de ir até uma agência, um pedido pode ser realizado para o perito ir até a sua casa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É no momento da perícia que o médico avaliador compara a documentação médica apresentada, com o seu estado de saúde atual, além de definir se você possui ou não condições de se aposentar através da doença grave.</span></p>
<h3><b>Acompanhamento do processo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O acompanhamento do processo é feito totalmente através do site oficial da Previdência Social no Brasil, o Meu INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode e deve checar com regularidade, para verificar se já houve uma decisão do INSS. Lembrando que não há mais a necessidade de ir pessoalmente a uma agência para conferir a situação da solicitação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo é acompanhado remotamente, através do aplicativo ou site.</span></p>
<h3><b>Decisão do INSS</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão do INSS pode ser favorável ou desfavorável à sua solicitação de aposentadoria. Caso você receba uma negativa do INSS, não se desespere!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda existe maneira de recorrer, ou seja, tentar de novo e fazer uma nova solicitação ou até mesmo pedir que o INSS verifique novamente o pedido já realizado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou detalhar melhor esta questão após. Continue lendo!</span></p>
<h2><b>Qual o valor da aposentadoria por invalidez?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da aposentadoria por incapacidade permanente (aposentadoria por invalidez), o valor é de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">60% da média do valor do salário de benefício;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">mais 2% a cada ano que ultrapassar 20 de tempo de contribuição para homem e 15 para mulher.</span></li>
</ul>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tuLPfwF-j68?si=sUOLLr2oyUt7b1Ks" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo sofreu mudanças após a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<h2><b>O que fazer caso o pedido seja negado?</b></h2>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/pedido-de-aposentadoria-negado-motivos/"><span style="font-weight: 400;">Caso seu pedido seja negado</span></a><span style="font-weight: 400;">, calma, você ainda tem opções disponíveis! Portanto, não se desespere.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Selecionei os principais passos que você pode seguir se o INSS negar sua solicitação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entenda a razão da negativa:</b><span style="font-weight: 400;"> ao receber a notificação de negação, o primeiro passo é entender o motivo. O INSS deve fornecer uma explicação detalhada sobre a decisão. Isso ajudará a determinar como proceder;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Reúna documentação adicional:</b><span style="font-weight: 400;"> reúna qualquer documentação adicional que possa fortalecer seu caso. Isso pode incluir novos laudos médicos, relatórios de especialistas ou outros registros relevantes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entre com Recurso Administrativo (no próprio INSS):</b><span style="font-weight: 400;"> se você acredita que a negação foi injusta ou baseada em informações incorretas, pode entrar com um recurso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Consulte um advogado especializado em Direito Previdenciário: </b><span style="font-weight: 400;">se você se sentir perdido ou não tiver certeza de como proceder, pode ser útil consultar um advogado especializado em direito previdenciário. Esses profissionais podem oferecer orientação jurídica e representá-lo no processo de recurso.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, caso você queira levar seu caso à Justiça, você vai precisar de um advogado para te representar. Entretanto, você precisa da negativa do INSS primeiro.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pTTqwx9XJU4?si=J1QEOMWAWgQyft4q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em anos de experiência no Direito Previdenciário, eu te aconselho a considerar o auxílio de um advogado assim que o “não” do INSS chegou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o advogado tem como analisar profundamente o motivo da negativa e escolher o melhor caminho: o recurso no próprio INSS ou diretamente na Justiça.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero que você tenha compreendido melhor as possibilidades existentes no INSS, quando o assunto é doença crônica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obviamente, receber este tipo de diagnóstico não é fácil para ninguém, mas é importante entender os direitos que te acompanham, principalmente no INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como eu sempre faço questão de frisar, uma boa comprovação faz toda a diferença no momento da solicitação da aposentadoria, evitando dores de cabeça futuras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, se você possui dificuldades de reunir documentos, entender todas as regras do INSS, aconselho o auxílio de um advogado previdenciarista, que conhece todos os detalhes a fundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que não se deve fazer é ignorar seus direitos, não os buscar e acabar tendo dificuldades que poderiam ser evitadas!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Arritmia aposenta? Quais os direitos e como solicitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Koetz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 11:41:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial da Pessoa com Deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios por Incapacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receber o diagnóstico de uma doença cardíaca pode trazer, além das preocupações com a saúde, dúvidas sobre os direitos oferecidos por lei.  Uma dessas dúvidas comuns é: arritmia aposenta? Saber quais condições se enquadram nessa categoria e quais são os CIDs (Códigos da Classificação Internacional de Doenças), como I50, I42, I25, etc) relacionados é fundamental&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/arritmia-aposenta/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Arritmia aposenta? Quais os direitos e como solicitar</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Receber o diagnóstico de uma doença cardíaca pode trazer, além das preocupações com a saúde, dúvidas sobre os direitos oferecidos por lei.  Uma dessas dúvidas comuns é: arritmia aposenta?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saber quais condições se enquadram nessa categoria e quais são os CIDs (Códigos da Classificação Internacional de Doenças), como I50, I42, I25, etc) relacionados é fundamental para quem busca benefícios como a aposentadoria por incapacidade permanente ou a isenção de carência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto, vou explicar de forma clara quais são essas condições, quais requisitos são exigidos e como alcançar seus direitos junto ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe, </span><a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é arritmia cardíaca?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Arritmia cardíaca é qualquer alteração no ritmo dos batimentos do coração, que pode bater rápido demais (taquicardia), devagar demais (bradicardia) ou de forma descompassada/irregular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas alterações ocorrem devido a falhas no sistema elétrico cardíaco, podendo ser benignas ou graves, com sintomas como palpitações, tontura ou desmaios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda melhor abaixo os principais tipos de arritmia cardíaca:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><strong>Taquicardia:</strong> frequência cardíaca superior a 100 batimentos por minuto (bpm) em repouso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><strong>Bradicardia:</strong> frequência cardíaca inferior a 50–60 bpm em repouso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"><strong>Extrassístoles:</strong> batimentos prematuros (a mais) que geram uma sensação de “falha” ou “salto” no peito.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sintomas incluem dores no peito, tontura, falta de ar, cansaço fácil e até mesmo fraqueza associada com mal-estar.</span></p>
<h3><b>Qual o CID para arritmia cardíaca?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O CID-10 para arritmia cardíaca varia conforme o tipo específico, sendo I49.9 o código geral para “Arritmia cardíaca não especificada”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a categoria I49 abrange “Outras arritmias cardíacas”, enquanto variações como I47 (taquicardias) e I48 (fibrilação atrial) também são comuns na classificação da OMS (Organização Mundial da Saúde) para doenças circulatórias.</span></p>
<h3><b>Quem tem arritmia no coração pode trabalhar?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem tem arritmia cardíaca pode trabalhar, desde que a condição esteja controlada e não gera sintomas graves como tonturas, falta de ar ou desmaios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação médica individualizada é de extrema importância para determinar a aptidão, sendo possível, em casos graves, o afastamento temporário ou aposentadoria por incapacidade permanente (a antiga aposentadoria por invalidez) pelo INSS.</span></p>
<h3><b>O que uma pessoa que tem arritmia cardíaca não pode fazer?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Pessoas com arritmia cardíaca devem evitar exercícios de alta intensidade, esportes de impacto, consumo excessivo de cafeína, álcool e tabagismo, pois essas ações podem sobrecarregar o coração e ser gatilho para crises. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é recomendável evitar estresse extremo, exposição a aparelhos que produzam vibração ou campos magnéticos (se usar marca-passo) e atividades com riscos de quedas, sendo indispensável o acompanhamento médico para determinar restrições específicas.</span></p>
<h3><b>Arritmia cardíaca é grave</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A arritmia cardíaca pode ser grave, mas nem sempre é perigosa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto muitas arritmias são benignas e não causam riscos imediatos, outras podem levar a complicações sérias, como AVC (Acidente Vascular Cerebral), insuficiência cardíaca e morte súbita, sendo fundamental a investigação médica, especialmente se houver desmaios, tonturas ou palpitações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, na dúvida, procure um cardiologista o mais rápido possível, caso você esteja sentindo quaisquer destes sintomas.</span></p>
<h3><b>A arritmia cardíaca tem cura?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A arritmia cardíaca tem cura em grande parte dos casos, dependendo do tipo e da causa, especialmente quando diagnosticada precocemente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tratamentos modernos, como medicamentos, ablação por cateter (cauterização do foco) e dispositivos (marcapassos/desfibriladores), podem curar ou controlar os batimentos, permitindo uma vida normal e prevenindo complicações graves como a morte súbita.</span></p>
<h3><b>O que é considerado cardiopatia grave para o INSS</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o INSS, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/doencas-do-coracao/"><span style="font-weight: 400;">cardiopatia grave é aquela que compromete severamente o funcionamento do coração</span></a><span style="font-weight: 400;">, causando limitações físicas e funcionais permanentes ou prolongadas, mesmo após tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela não se baseia apenas no CID, mas na capacidade de trabalho, comumente incluindo insuficiência cardíaca, angina instável, arritmias complexas e cardiopatias congênitas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, você precisa comprovar, por meio de laudos médicos, a sua condição cardíaca, além de passar por uma perícia realizada no próprio INSS.</span></p>
<h2><b>Qual doença do coração dá direito à aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-cardiopatia-grave/"><span style="font-weight: 400;">doenças que se enquadram como cardiopatia grave para fins de benefícios no INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> são aquelas que comprometem seriamente o funcionamento do coração e limitam, de forma permanente ou prolongada, a capacidade de trabalho ou de vida independente da pessoa. </span></p>
<p><b>Mas lembre-se:</b><span style="font-weight: 400;"> o reconhecimento depende de laudo médico detalhado, para comprovar a situação.</span></p>
<h2><b>Quais os direitos de quem tem arritmia cardíaca?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os direitos de quem tem arritmia cardíaca varia entre poder solicitar benefícios como aposentadoria por incapacidade permanente, auxílio-doença e até isenção de carência e de imposto de renda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ser diagnosticado com alguma doença no coração vai muito além dos desafios com a saúde: também pode abrir caminho para direitos importantes no INSS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saber quais são esses direitos e como acessá-los é essencial para alcançar segurança financeira e dignidade no tratamento.</span></p>
<h2><b>Como solicitar aposentadoria por arritmia cardíaca?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar a aposentadoria por arritmia cardíaca, você pode fazer o pedido diretamente pelo site ou aplicativo do “</span><a href="https://www.meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/i_hT7YFiRow?si=kv4vu3cUP4aMMko2" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E você tem 2 possibilidades: caso a arritmia cardíaca tenha sido considerada uma deficiência, você vai solicitar esta modalidade, já no caso da aposentadoria por incapacidade permanente (a antiga aposentadoria por invalidez), você precisa selecionar outras opções. Vou te explicar melhor abaixo!</span></p>
<h3><b>Aposentadoria por Incapacidade Permanente</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No site ou aplicativo, é só selecionar a opção “Benefício por Incapacidade” e seguir as instruções.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54707" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png" alt="A imagem mostra a parte de benefícios por incapacidade do Meu INSS." width="800" height="399" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-300x150.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-768x383.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-150x75.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade.png 1494w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<h3><b>Aposentadoria para Pessoa com Deficiência</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, para solicitar a aposentadoria para pessoa com deficiência, você precisa seguir alguns passos, também no Meu INSS. Confira agora:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o Portal Meu INSS:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Site: </b><span style="font-weight: 400;">Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aplicativo: </b><span style="font-weight: 400;">OU baixe o aplicativo Meu INSS na loja de aplicativos do seu smartphone (disponível para Android e iOS);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Faça o login: </b><span style="font-weight: 400;">se ainda não tiver um cadastro, clique em “Criar Conta” e siga as instruções para criar sua conta. Se já possui conta, insira seu CPF e senha para acessar o portal.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicie um Novo Requerimento:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">No menu principal, clique em “Novo pedido”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Depois “Novo Benefício”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Em seguida, “Mais Benefícios”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escreva no buscador, ao lado da lupa: aposentadoria pessoa com deficiência:</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54809" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png" alt="A imagem mostra as opções de aposentadoria PcD no Meu INSS." width="800" height="335" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-300x126.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-768x322.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-150x63.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd.png 1342w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dependendo do seu caso, escolha se você quer a aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas e se o atendimento do INSS for ineficiente, demorado ou se você não se sentir seguro para realizar o pedido pelo aplicativo?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesses casos, você pode contratar um advogado previdenciário especializado, que cuidará de todas as etapas do processo e acompanhará você de perto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o advogado pode entrar com um mandado de segurança para exigir que o INSS acelere a análise do seu caso, caso seja necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O profissional também pode auxiliar na coleta e produção de provas, na elaboração de recursos e até mesmo em ações judiciais, garantindo que você tenha todo o suporte necessário para conquistar seus direitos.</span></p>
<h2><b>O que fazer se o INSS negar o pedido de aposentadoria por arritmia cardíaca?</b></h2>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/pedido-de-aposentadoria-negado-motivos/"><span style="font-weight: 400;">Caso o pedido da sua aposentadoria por arritmia cardíaca seja negado</span></a><span style="font-weight: 400;">, você ainda tem possibilidades disponíveis. Separei algumas opções que você pode seguir se o INSS negar sua solicitação.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pTTqwx9XJU4?si=J1QEOMWAWgQyft4q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira opção e dever, na verdade, é entender a razão da negativa. Ou seja, ao receber a notificação de não concessão da aposentadoria, o primeiro passo é entender o motivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O INSS deve fornecer uma explicação detalhada sobre a decisão. Isso ajudará a determinar como proceder. Os motivos podem variar, portanto, uma análise bem detalhada pode ser a chave para entender exatamente o que ocorreu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A segunda opção e necessidade, é reunir qualquer documentação adicional que possa fortalecer seu caso. Isso pode incluir novos laudos médicos, relatórios de especialistas ou outros registros relevantes que te ajudem a comprovar a arritmia cardíaca e suas respectivas sequelas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceira opção, que depende de você, pode entrar com um recurso no próprio INSS, caso você acredite que a negação foi injusta ou baseada em informações incorretas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, se você preferir, pode contar com o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, especialmente se você se sentir perdido ou não tiver certeza de como proceder.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Entender o que o INSS considera como arritmia e se esta aposenta, é o primeiro passo para reivindicar seus direitos de forma segura e embasada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de conhecer os CIDs corretos, você precisa apresentar laudos médicos detalhados que comprovem a gravidade da condição e o impacto na sua capacidade de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso tenha dúvidas ou encontre dificuldades no processo, contar com o apoio de um profissional jurídico especializado pode fazer toda a diferença para conseguir ter acesso ao benefício devido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, um advogado especializado em Direito Previdenciário conhece a fundo as regras do INSS e pode até auxiliar na busca de documentos que comprovem a arritmia no momento da solicitação da aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe, </span><a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Aposentadoria por neoplasia maligna: Quais os direitos e valores?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 10:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial da Pessoa com Deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios por Incapacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o diagnóstico de neoplasia maligna, muitos medos e inseguranças aparecem na vida da pessoa que recebe a notícia. Entretanto, é de extrema importância conhecer os direitos que os segurados com câncer possuem no INSS, incluindo a aposentadoria por neoplasia maligna. Ou seja, vale a pena ressaltar os direitos que as pessoas que estão convivendo&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-neoplasia-maligna/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aposentadoria por neoplasia maligna: Quais os direitos e valores?</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando o diagnóstico de neoplasia maligna, muitos medos e inseguranças aparecem na vida da pessoa que recebe a notícia. Entretanto, é de extrema importância conhecer os direitos que os segurados com câncer possuem no INSS, incluindo a aposentadoria por neoplasia maligna.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, vale a pena ressaltar os direitos que as pessoas que estão convivendo com um câncer possuem, não somente na legislação brasileira, mas também no INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, vou explicar melhor os benefícios que podem ser acessados, além de responder dúvidas recorrentes sobre o assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continue comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é considerado neoplasia maligna?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Neoplasia maligna é o termo usado na medicina para categorizar </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-cancer/"><span style="font-weight: 400;">qualquer tipo de câncer</span></a><span style="font-weight: 400;">, ou seja, quando células cancerígenas ou tumores malignos aparecem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, os pacientes que descobrem a neoplasia maligna passam por tratamentos para desacelerar a doença, como quimioterapia, radioterapia, medicamentos, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, em alguns casos, cirurgias podem ser indicadas para o tipo de neoplasia maligna, no auxílio do tratamento.</span></p>
<h3><b>Diferenças entre neoplasia maligna e neoplasia benigna</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Neoplasia é um termo mais amplo para crescimento celular anormal, podendo ser benigna (não-câncer) ou maligna (câncer).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto a neoplasia maligna se refere especificamente ao crescimento descontrolado que invade tecidos e se espalha (metástase).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, todo câncer é uma neoplasia, mas nem toda neoplasia é câncer.</span></p>
<h3><b>Neoplasia maligna tem cura</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, a recuperação do paciente depende do tipo de câncer, do seu quadro de saúde e da gravidade da doença. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos casos de neoplasia maligna têm chance de cura, sobretudo se diagnosticados precocemente e tratados de forma apropriada.</span></p>
<h2><b>Quem tem neoplasia maligna tem direito à aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem tem neoplasia maligna pode ter direito a duas principais modalidades:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A por incapacidade permanente (por invalidez, antes da Reforma da Previdência);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ou a aposentadoria para pessoas com deficiência.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O que pode interferir na escolha dos benefícios são os sintomas e consequências que a neoplasia maligna trouxe ao segurado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, em ambas as aposentadorias, é de extrema importância que você comprove, por meio de documentação médica, todo seu histórico com a condição, além de possíveis tratamentos e/ou cirurgias.</span></p>
<h3><b>Quando a neoplasia maligna dá direito à aposentadoria integral?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A neoplasia maligna (dá direito à aposentadoria por incapacidade permanente, antiga aposentadoria por invalidez) com isenção de carência, permitindo valor integral, quando a perícia do INSS constatar incapacidade total e definitiva para o trabalho, sem previsão de reabilitação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, o INSS considera a neoplasia maligna, uma doença grave. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da aposentadoria para pessoa com deficiência, também existe a possibilidade da aposentadoria integral, dependendo da modalidade escolhida: por idade ou por tempo de contribuição, além da comprovação da deficiência por conta do câncer.</span></p>
<h2><b>Quais são os direitos de uma pessoa com neoplasia maligna?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os pacientes que estão convivendo com neoplasia maligna, há vários direitos que podem ser acessados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, esses benefícios acabam sendo desconhecidos na maior parte das vezes, gerando ainda mais transtorno em uma fase já conturbada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, fiz questão de listar as possibilidades, tanto na Previdência Social (INSS), quanto em outras esferas garantidas por leis brasileiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do INSS, quem tem neoplasia maligna, os benefícios disponíveis são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aposentadoria por incapacidade permanente (aposentadoria por invalidez);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acréscimo de 25% na aposentadoria por incapacidade permanente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aposentadoria para pessoa com deficiência (se comprovada a deficiência);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">BPC/LOAS.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o assunto é o INSS, vale a pena destacar a importância de comprovação da neoplasia maligna e do avanço da doença. Quem me acompanha por aqui, sabe que sempre digo: quanto mais comprovação médica, melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o órgão da Previdência exige uma perícia realizada no próprio INSS, onde é avaliada a situação do segurado.</span></p>
<h3><b>Auxílio-doença</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A neoplasia maligna pode dar direito ao auxílio-doença, agora chamado de auxílio por incapacidade temporária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O auxílio-doença é um benefício temporário oferecido pelo INSS, para os segurados que precisam se ausentar, ou seja, não conseguem mais trabalhar, mas possuem chances de melhora e retorno às atividades normais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o auxílio possui um tempo determinado e a pessoa deve voltar ao trabalho quando o prazo acabar.</span></p>
<p><b>Resumindo, os requisitos para o auxílio-doença são:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Incapacidade para o trabalho temporária;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atestado de 15 dias ou mais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovação da incapacidade temporária;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Qualidade de segurado no INSS;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Carência de 12 meses ou 1 contribuição em dia em caso de acidente ou doença grave. No caso do câncer, o INSS considera como doença grave. </span></p>
<p><b>Aqui vai uma dica de ouro que não canso de escrever: </b><span style="font-weight: 400;">reúna o máximo de comprovação médica que você possui no momento da solicitação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma documentação médica completa é de extrema importância, sendo principalmente, o laudo médico com número da</span><a href="https://www.who.int/standards/classifications/classification-of-diseases"> <span style="font-weight: 400;">Classificação Internacional de Doenças (CID)</span></a><span style="font-weight: 400;"> descrito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, dê preferência para um médico especialista, como um oncologista, que pode descrever ao máximo o estágio do câncer, além do tipo de tratamento e os sintomas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto importante é não faltar no dia da perícia, feita no próprio INSS. É neste momento que o médico avalia, junto com a documentação, o estágio do câncer. </span></p>
<h3><b>Saque do FGTS</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A pessoa com neoplasia maligna (câncer), pode sacar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), na Caixa Econômica Federal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que o paciente não precisa ter CTPS (Carteira de Trabalho) registrada no momento do câncer, mas se existe saldo na conta em si, não há problemas que impeçam de ser retirados, pelo contrário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, o FGTS pode auxiliar no tratamento do câncer, assim como outros tipos de despesas que estejam envolvidas no período. </span></p>
<h3><b>Saque do PIS/PASEP</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Pacientes com neoplasia maligna podem ter direito ao saque do PIS (Programa de Integração Social) ou (PASEP Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto o PIS, quanto o PASEP são contribuições feitas pelos trabalhadores e revertidas em cotas proporcionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o PIS pode ser retirado na Caixa Federal, já o PASEP, no Banco do Brasil, se for cadastrado antes de 1988. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, no caso do PASEP, tem direito ao saque quem tem o câncer ativo, além de dependentes com câncer. Além disso, o trabalhador tem direito total ao valor.</span></p>
<h3><b>Quitação da casa própria</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da quitação do financiamento da casa própria, o paciente com câncer, ou seja, neoplasia maligna, tem direito ao benefício, se comprovar incapacidade total.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, comprovar que não há condições de exercer suas atividades laborais normalmente, ou seja, trabalhar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, </span><b>atenção: </b><span style="font-weight: 400;">o contrato deve ter sido assinado </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;"> do surgimento da condição.</span></p>
<h3><b>Isenção de IR</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem possui neoplasia maligna, pode acionar o direito da isenção ao Imposto de Renda (IR), a isenção vale para a aposentadoria, reforma e pensão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto de extrema importância que você deve saber, é que a isenção do Imposto de Renda para quem tem está com câncer, vale mesmo quando a doença aparece após a concessão da aposentadoria.</span></p>
<h3><b>Amparo assistencial ao idoso e ao deficiente</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem está batalhando contra a neoplasia maligna possui direito a BPC/LOAS, benefício assistencial oferecido pelo INSS.</span></p>
<p><b>Mas cuidado:</b><span style="font-weight: 400;"> o BPC/LOAS, é um benefício assistencial, diferente de uma aposentadoria. Quem consegue o BPC/LOAS não possui direito ao décimo terceiro e à pensão por morte, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, existem outros requisitos que precisam ser respeitados no momento de solicitar o BPC/LOAS. Para ter acesso ao BPC/LOAS você precisa comprovar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Renda abaixo de 1/4 do salário-mínimo (sendo que há decisões favoráveis judiciais para 1/2);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter cadastro atualizado no</span><a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-do-cadastro-unico-cadunico"> <span style="font-weight: 400;">CadÚnico</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovar deficiência de longo prazo, que causa verdadeira e extrema incapacidade.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, a neoplasia maligna precisa ter ocasionado sequelas que podem ser consideradas deficiências. Além disso, toda a comprovação precisa ser entregue ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, reúna atestados, laudos, exames médicos, possíveis tratamentos e cirurgias. Cada comprovação é de extrema importância no momento de solicitar qualquer benefício ao INSS. </span></p>
<h2><b>Qual o valor da aposentadoria de quem tem neoplasia maligna?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor da aposentadoria por neoplasia maligna, se for a modalidade por incapacidade permanente, é de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">60% da média do valor do salário de benefício;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">mais 2% a cada ano que ultrapassar 20 de tempo de contribuição para homem e 15 para mulher.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, se a condição incapacitante for decorrente de acidente do trabalho ou de doença do trabalho, o valor da aposentadoria por incapacidade permanente será de 100% da média das contribuições feitas ao INSS. Fique atento para o seu caso!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda, o valor pode mudar se o segurado com câncer provar a deficiência e se aposentar pela modalidade PcD.</span></p>
<h2><b>Como solicitar a aposentadoria integral?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A solicitação da aposentadoria integral (100% da média salarial) no INSS é feita preferencialmente pelo site ou aplicativo </span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atenção, porque você vai precisar verificar se o seu caso se enquadra melhor na aposentadoria por incapacidade permanente (a antiga aposentadoria por invalidez) ou aposentadoria para pessoa com deficiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No site ou aplicativo, é só selecionar a opção “Benefício por Incapacidade” e seguir as instruções.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54707" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png" alt="A imagem mostra a parte de benefícios por incapacidade do Meu INSS." width="800" height="399" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-1024x511.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-300x150.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-768x383.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade-150x75.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/novoincapacidade.png 1494w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no caso da aposentadoria para pessoa com deficiência, você precisa seguir alguns passos, também no Meu INSS. Confira agora:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o Portal Meu INSS:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Site: </b><span style="font-weight: 400;">Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aplicativo: </b><span style="font-weight: 400;">OU baixe o aplicativo Meu INSS na loja de aplicativos do seu smartphone (disponível para Android e iOS);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Faça o login: </b><span style="font-weight: 400;">se ainda não tiver um cadastro, clique em “Criar Conta” e siga as instruções para criar sua conta. Se já possui conta, insira seu CPF e senha para acessar o portal.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicie um Novo Requerimento:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">No menu principal, clique em “Novo pedido”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Depois “Novo Benefício”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Em seguida, “Mais Benefícios”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escreva no buscador, ao lado da lupa: aposentadoria pessoa com deficiência:</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-54809" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png" alt="A imagem mostra as opções de aposentadoria PcD no Meu INSS." width="800" height="335" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-1024x429.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-300x126.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-768x322.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd-150x63.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/09/apspcd.png 1342w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dependendo do seu caso, escolha se você quer a aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se esqueça de anexar toda a documentação pessoal e médica para ambas as solicitações!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você possua dúvidas sobre qual aposentadoria se encaixa melhor, aconselho buscar o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que conheça os requisitos do INSS, além de ter experiência em analisar documentos necessários para aposentadorias.</span></p>
<h2><b>O que fazer se o INSS negar o pedido de aposentadoria?</b></h2>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/pedido-de-aposentadoria-negado-motivos/"><span style="font-weight: 400;">Caso seu benefício seja negado</span></a><span style="font-weight: 400;">, calma, você ainda tem opções disponíveis! Portanto, não se desespere.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pTTqwx9XJU4?si=J1QEOMWAWgQyft4q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Selecionei os principais passos que você pode seguir se o INSS negar sua solicitação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entenda a razão da negativa:</b><span style="font-weight: 400;"> ao receber a notificação de negação, o primeiro passo é entender o motivo. O INSS deve fornecer uma explicação detalhada sobre a decisão. Isso ajudará a determinar como proceder;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Reúna documentação adicional:</b><span style="font-weight: 400;"> reúna qualquer documentação adicional que possa fortalecer seu caso. Isso pode incluir novos laudos médicos, relatórios de especialistas ou outros registros relevantes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entre com Recurso Administrativo (no próprio INSS):</b><span style="font-weight: 400;"> se você acredita que a negação foi injusta ou baseada em informações incorretas, pode entrar com um recurso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Consulte um advogado especializado em Direito Previdenciário: </b><span style="font-weight: 400;">se você se sentir perdido ou não tiver certeza de como proceder, pode ser útil consultar um advogado especializado em direito previdenciário. Esses profissionais podem oferecer orientação jurídica e representá-lo no processo de recurso.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, caso você queira levar seu caso à Justiça, você vai precisar de um advogado para te representar. Entretanto, você precisa da negativa do INSS primeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em anos de experiência no Direito Previdenciário, eu te aconselho a considerar o auxílio de um advogado assim que o “não” do INSS chegou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o advogado tem como analisar profundamente o motivo da negativa e escolher o melhor caminho: o recurso no próprio INSS ou diretamente na Justiça.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero que agora você tenha conseguido unir informações importantes quando o assunto é neoplasia maligna e o INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diferentes modalidades de benefícios estão disponíveis, tanto na Previdência Social, quanto as garantidas por legislações brasileiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O importante é não deixar a busca pelos seus direitos de lado, adiando e, com isso, sofrendo por questões que podem ser aliviadas com os benefícios disponíveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não deixe para depois!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tabela Teto INSS desde 1970 até 2026 e salário mínimo</title>
		<link>https://koetzadvocacia.com.br/salarios-minimos-e-tetos-rgps-de-1994-atual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Koetz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 10:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças na aposentadoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você quer entender como a evolução do teto do INSS e do salário-mínimo impacta sua aposentadoria, está no lugar certo. Desde 1970, esses valores passaram por diversas mudanças, refletindo políticas econômicas, inflação e reajustes previdenciários. Hoje, você vai encontrar a tabela teto do INSS. Até porque, conhecer essa trajetória ajuda a planejar melhor o&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/salarios-minimos-e-tetos-rgps-de-1994-atual/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Tabela Teto INSS desde 1970 até 2026 e salário mínimo</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Se você quer entender como a </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/teto-inss/"><span style="font-weight: 400;">evolução do teto do INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> e do salário-mínimo impacta sua aposentadoria, está no lugar certo. Desde 1970, esses valores passaram por diversas mudanças, refletindo políticas econômicas, inflação e reajustes previdenciários. Hoje, você vai encontrar a tabela teto do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, conhecer essa trajetória ajuda a planejar melhor o futuro e entender como o </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/contribuicao-ao-inss/"><span style="font-weight: 400;">valor da sua contribuição</span></a><span style="font-weight: 400;"> pode influenciar os benefícios que você receberá.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Tabela Teto do INSS e histórico de salário mínimo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a tabela com os valores históricos do <a href="https://koetzadvocacia.com.br/salario-minimo-inss/">salário-mínimo</a> e do teto previdenciário do INSS no Brasil, de 1994 a 2026:</span></p>

<table id="tablepress-38" class="tablepress tablepress-id-38">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Ano</th><th class="column-2">Salário Mínimo (R$)</th><th class="column-3">Teto do INSS (R$)</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">1994</td><td class="column-2">64,79</td><td class="column-3">581,56</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">1995</td><td class="column-2">100,00</td><td class="column-3">582,56</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">1996</td><td class="column-2">112,00</td><td class="column-3">832,66</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">1997</td><td class="column-2">120,00</td><td class="column-3">1.031,88</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">1998</td><td class="column-2">130,00</td><td class="column-3">1.200,00</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">1999</td><td class="column-2">136,00</td><td class="column-3">1.200,00</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">2000</td><td class="column-2">151,00</td><td class="column-3">1.255,32</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1">2001</td><td class="column-2">180,00</td><td class="column-3">1.430,00</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1">2002</td><td class="column-2">200,00</td><td class="column-3">1.561,56</td>
</tr>
<tr class="row-11">
	<td class="column-1">2003</td><td class="column-2">240,00</td><td class="column-3">1.869,34</td>
</tr>
<tr class="row-12">
	<td class="column-1">2004</td><td class="column-2">260,00</td><td class="column-3">2.400,00</td>
</tr>
<tr class="row-13">
	<td class="column-1">2005</td><td class="column-2">300,00</td><td class="column-3">2.668,15</td>
</tr>
<tr class="row-14">
	<td class="column-1">2006</td><td class="column-2">350,00</td><td class="column-3">2.801,56</td>
</tr>
<tr class="row-15">
	<td class="column-1">2007</td><td class="column-2">380,00</td><td class="column-3">2.894,28</td>
</tr>
<tr class="row-16">
	<td class="column-1">2008</td><td class="column-2">415,00</td><td class="column-3">3.038,99</td>
</tr>
<tr class="row-17">
	<td class="column-1">2009</td><td class="column-2">465,00</td><td class="column-3">3.218,90</td>
</tr>
<tr class="row-18">
	<td class="column-1">2010</td><td class="column-2">510,00</td><td class="column-3">3.467,40</td>
</tr>
<tr class="row-19">
	<td class="column-1">2011</td><td class="column-2">545,00</td><td class="column-3">3.691,74</td>
</tr>
<tr class="row-20">
	<td class="column-1">2012</td><td class="column-2">622,00</td><td class="column-3">3.916,20</td>
</tr>
<tr class="row-21">
	<td class="column-1">2013</td><td class="column-2">678,00</td><td class="column-3">4.159,00</td>
</tr>
<tr class="row-22">
	<td class="column-1">2014</td><td class="column-2">724,00</td><td class="column-3">4.390,24</td>
</tr>
<tr class="row-23">
	<td class="column-1">2015</td><td class="column-2">788,00</td><td class="column-3">4.663,75</td>
</tr>
<tr class="row-24">
	<td class="column-1">2016</td><td class="column-2">880,00</td><td class="column-3">5.189,82</td>
</tr>
<tr class="row-25">
	<td class="column-1">2017</td><td class="column-2">937,00</td><td class="column-3">5.531,31</td>
</tr>
<tr class="row-26">
	<td class="column-1">2018</td><td class="column-2">954,00</td><td class="column-3">5.645,80</td>
</tr>
<tr class="row-27">
	<td class="column-1">2019</td><td class="column-2">998,00</td><td class="column-3">5.839,45</td>
</tr>
<tr class="row-28">
	<td class="column-1">2020</td><td class="column-2">1.045,00</td><td class="column-3">6.101,06</td>
</tr>
<tr class="row-29">
	<td class="column-1">2021</td><td class="column-2">1.100,00</td><td class="column-3">6.433,57</td>
</tr>
<tr class="row-30">
	<td class="column-1">2022</td><td class="column-2">1.212,00</td><td class="column-3">7.087,22</td>
</tr>
<tr class="row-31">
	<td class="column-1">2023</td><td class="column-2">1.320,00</td><td class="column-3">7.507,49</td>
</tr>
<tr class="row-32">
	<td class="column-1">2024</td><td class="column-2">1.412,00</td><td class="column-3">7.786,02</td>
</tr>
<tr class="row-33">
	<td class="column-1">2025</td><td class="column-2">1.518,00</td><td class="column-3">8.157,41</td>
</tr>
<tr class="row-34">
	<td class="column-1">2026</td><td class="column-2">1.621,00</td><td class="column-3">8.475,55</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-38 from cache -->
<p><span style="font-weight: 400;">Esses dados ilustram a evolução do salário-mínimo e do teto de benefícios do INSS ao longo dos anos no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O salário-mínimo representa o menor valor que os empregadores podem legalmente pagar aos seus funcionários, enquanto o teto do INSS é o valor máximo que a Previdência Social paga aos aposentados.</span></p>
<div id="wpdevar_comment_3">
<h2><b>Perguntas frequentes sobre o teto e o salário mínimo do INSS</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os valores do salário-mínimo e do teto do INSS </span><b>variaram ao longo dos anos</b><span style="font-weight: 400;">, refletindo ajustes econômicos e políticas de remuneração. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O salário-mínimo serve como base para o rendimento dos trabalhadores, enquanto o teto do INSS determina o limite máximo dos benefícios pagos pela Previdência Social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para cada ano, </span><b>esses valores são atualizados</b><span style="font-weight: 400;">, considerando a inflação e o custo de vida. Entretanto, apesar dos ajustes serem anuais, muitas dúvidas surgem quando o assunto envolve o salário-mínimo e o teto do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abaixo, explico sobre. Acompanhe!</span></p>
<h3><b>Quanto era o teto do INSS em 1994?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O teto do INSS em 1994 era de R$ 581,56, durante a implementação do Plano Real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Plano Real, implementado em 1994, foi um marco econômico fundamental na história recente do Brasil. </span></p>
<h3><b>Qual era o teto do INSS em 1996?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1996, o teto do INSS foi de R$ 957,56. Registrando um crescimento percentual de 64,29%.</span></p>
<h3><b>Quanto era o teto do INSS em 2005?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já em 2005, o teto do INSS foi para R$ 2.668,15, ou seja, chegando na casa dos R$ 2.000.</span></p>
<h3><b>Qual o teto do INSS 2026?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Com reajuste de 3,9%, o teto do INSS chegou a R$ 8.475,55 no ano de 2026.</span></p>
<h3><b>Como é definido o valor do teto do INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor do teto do INSS é definido pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e considera a variação do</span> <a href="https://koetzadvocacia.com.br/salario-minimo-inss/"><span style="font-weight: 400;">salário-mínimo</span></a><span style="font-weight: 400;"> e o impacto das contribuições previdenciárias no orçamento da seguridade social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O teto é o limite máximo de contribuição para o INSS, ou seja, um segurado não pode contribuir com mais do que esse valor, nem receber um benefício superior ao teto, independentemente de quanto ele tenha contribuído ao longo da vida laboral. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele é ajustado anualmente para manter o equilíbrio fiscal do sistema e acompanhar a inflação.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9mwo7L_duoY?si=-IhviX73ZqOMlMBl" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Como calcular o teto máximo do INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo do teto máximo do INSS não envolve uma fórmula direta de cálculo, pois o teto é definido anualmente pelo Governo com base em uma série de fatores econômicos. Contudo, você pode entender como ele é ajustado:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Definição do valor:</b><span style="font-weight: 400;"> o teto do INSS é definido anualmente, levando em consideração a evolução do salário de contribuição dos trabalhadores e o ajuste da inflação. Esse valor é divulgado no orçamento federal, geralmente no final do ano anterior;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>O que o teto do INSS representa:</b><span style="font-weight: 400;"> o teto é o valor máximo que um segurado pode contribuir para o INSS ou receber de aposentadoria, ou </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/areas-atuacao/outros-beneficios-previdenciarios/"><span style="font-weight: 400;">outro benefício</span></a><span style="font-weight: 400;">, independentemente do quanto ele tenha contribuído. Para 2024, por exemplo, o teto foi de R$ 7.786,02;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ajustes anuais:</b><span style="font-weight: 400;"> o teto é reajustado periodicamente para refletir a variação da economia e a inflação. Ele costuma ser ajustado segundo a variação do salário-mínimo ou com base no aumento da média dos salários de contribuição.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o teto máximo do INSS </span><b>não é calculado pelo contribuinte</b><span style="font-weight: 400;">, mas sim definido pelo Governo a cada ano, levando em conta indicadores econômicos e fiscais.</span></p>
<h3><b>Qual é o valor máximo de contribuição do INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor máximo de contribuição ao INSS é o teto de contribuição, sendo o valor máximo que um segurado pode pagar para o INSS, independentemente de sua renda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para 2026, esse valor é  14% desse valor, ou seja, R$ 1.186,58.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa que, mesmo que um trabalhador tenha uma remuneração superior a esse valor, ele continuará contribuindo com o limite de R$ 8.475,55 para o INSS, em 2026. Também é o valor máximo que a alíquota de 14% pode incidir.</span></p>
<h3><b>Quanto é 40% do teto do INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Levando em consideração que o teto do INSS em 2026 é de R$ 8.475,55, 40% desse valor é R$ 3390,22.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A evolução do teto do INSS e do salário-mínimo ao longo dos anos mostra como a Previdência Social acompanha as mudanças econômicas do país. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem contribui, essa informação é essencial para tomar decisões estratégicas sobre aposentadoria e outros benefícios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se planejar com base nesses dados pode fazer toda a diferença na segurança financeira do futuro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, não deixe de ficar atento às mudanças no INSS, porque elas podem, de fato, mudar o rumo de suas contribuições e afetar até mesmo uma futura aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
</div>
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		<title>Tabela profissões para aposentadoria especial e como conseguir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Koetz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 11:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas profissões podem se encaixar na aposentadoria especial e, infelizmente, muitos segurados do INSS desconhecem essa possibilidade. Portanto, apresento, hoje, a tabela de profissões para aposentadoria especial. Até porque, apesar desta modalidade ter sofrido alterações com a Reforma da Previdência de 2019, ainda existe a possibilidade de conquistar este benefício. O “Pulo do gato” é&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/tabela-de-profissoes-para-aposentadoria-especial/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Tabela profissões para aposentadoria especial e como conseguir</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Muitas profissões podem se encaixar na aposentadoria especial e, infelizmente, muitos segurados do INSS desconhecem essa possibilidade. Portanto, apresento, hoje, a tabela de profissões para aposentadoria especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, apesar desta modalidade ter sofrido alterações com a Reforma da Previdência de 2019, ainda existe a possibilidade de conquistar este benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O “Pulo do gato” é se informar com precisão, principalmente quando o assunto são os documentos que comprovam a insalubridade ou atividades perigosas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga comigo para entender melhor!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RWj8TmBGhNs?si=Ky9KCNp0eu5vzPWU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2><b>Como ficou a aposentadoria especial em 2026?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria especial em 2026</span></a><span style="font-weight: 400;"> ficou baseada nas regras definidas após a Reforma da Previdência, de 2019, e na definição do tema 709 do STF, sobre o direito de continuar trabalhando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma resumida, as opções de regras são no direito adquirido, regra de transição ou nova regra da aposentadoria especial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, cada uma dessas opções possui 3 variações conforme o grau de exposição a riscos que o trabalhador sofre na realização do seu trabalho diariamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, também ficou definido que a possibilidade de converter o tempo especial em comum para o profissional se aposentar mais rápido é possível apenas para períodos trabalhados antes da Reforma, ou seja, que ocorreu em 13 de novembro de 2019. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, você pode, hoje em dia, converter o tempo, mas ele precisa ter sido trabalhado até essa data.</span></p>
<h3><b>Direito Adquirido</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/direito-adquirido-na-aposentadoria/"><span style="font-weight: 400;">direito adquirido é a possibilidade de receber a aposentadoria</span></a><span style="font-weight: 400;">, de qualquer modalidade, com base nas regras anteriores às da Reforma da Previdência de 2019. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se qualificar a esse conjunto de requisitos, você deve completar o tempo de atividade especial realizada com contribuição ao INSS até a data da Reforma, mesmo que ainda não tenha feito o pedido hoje. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de contribuição mínimo com atividade especial pode ser:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Baixo risco: </b><span style="font-weight: 400;">25 anos de atividade especial com contribuição;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Risco moderado: </b><span style="font-weight: 400;">20 anos de atividade especial com contribuição;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Risco alto: </b><span style="font-weight: 400;">15 anos de atividade especial com contribuição.</span></li>
</ul>
<h3><b>Regras de transição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra de transição é criada para gradualmente migrar as regras antigas para as novas, diminuindo os impactos de exigências para as pessoas que já haviam iniciado o processo contributivo para a previdência social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, já tinham uma espécie de contrato e expectativa de aposentadoria, que foi transformado com a Reforma da Previdência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se qualificar às regras de transição criadas na reforma de 2019 para a aposentadoria especial, o profissional precisa ter feito pelo menos uma contribuição previdenciária ao INSS antes da data da entrada em vigor das novas regras, que foi em 12 de novembro daquele ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O grupo de regras de transição da especial exige, assim, um tempo de atividade especial mínimo mais uma pontuação mínima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pontuação é a soma da idade da pessoa com o tempo de contribuição que ela possui, seja especial ou não. Mas sempre deve considerar que pelo menos uma parte desse tempo deverá ser especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir disso, deve considerar o grau de risco que a sua atividade demanda para saber quanto tempo especial mínimo e os pontos que serão exigidos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Baixo risco: </b><span style="font-weight: 400;">25 anos de atividade especial e 86 pontos;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Risco moderado: </b><span style="font-weight: 400;">20 anos de atividade especial e 76 pontos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Risco alto: </b><span style="font-weight: 400;">15 anos de atividade especial e 66 pontos.</span></li>
</ul>
<h3><b>Nova regra da aposentadoria especial</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova regra da aposentadoria especial exige tempo mínimo em atividade especial com contribuição previdenciária mais idade mínima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela é obrigatória para quem quer se aposentar nessa modalidade (</span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/areas-atuacao/aposentadoria-insalubridade-periculosidade/"><span style="font-weight: 400;">por insalubridade ou periculosidade</span></a><span style="font-weight: 400;">), </span><b>mas começou a contribuir para o INSS a partir de 13 de novembro de 2019</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também pode ser escolhida por quem analisar que essa regra é mais vantajosa que as demais, mesmo que já contribuísse antes da Reforma:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Baixo risco: </b><span style="font-weight: 400;">25 anos de atividade especial e 60 anos de idade;</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Risco moderado: </b><span style="font-weight: 400;">20 anos de atividade especial e 58 anos de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Risco alto: </b><span style="font-weight: 400;">15 anos de atividade especial e 55 anos de idade.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Você também vai precisar seguir as regras de conversão de tempo especial em comum, se desejar aposentar na modalidade comum, além de apresentar as provas adequadas de insalubridade ou periculosidade.</span></p>
<p><em>O texto continua após infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-54060 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Infografico-01-PREV-JULHO-25-MITOS-E-VERDADES-SOBRE-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-01-scaled.webp" alt="" width="660" height="2560" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Infografico-01-PREV-JULHO-25-MITOS-E-VERDADES-SOBRE-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-01-scaled.webp 660w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Infografico-01-PREV-JULHO-25-MITOS-E-VERDADES-SOBRE-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-01-77x300.webp 77w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Infografico-01-PREV-JULHO-25-MITOS-E-VERDADES-SOBRE-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-01-264x1024.webp 264w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Infografico-01-PREV-JULHO-25-MITOS-E-VERDADES-SOBRE-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-01-396x1536.webp 396w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Infografico-01-PREV-JULHO-25-MITOS-E-VERDADES-SOBRE-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-01-528x2048.webp 528w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Infografico-01-PREV-JULHO-25-MITOS-E-VERDADES-SOBRE-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-01-150x582.webp 150w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Quem tem direito a aposentadoria especial em 2026?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, a aposentadoria especial é concedida para quem completar os critérios exigidos pela lei de tempo de atividade especial, conforme o grau de risco de exposição, e mais um critério adicional que pode ser idade, pontos ou data que completou a contribuição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ter acesso ao direito, a pessoa tem que comprovar que houve essa exposição no seu trabalho. Lembrando que o adicional de insalubridade não é suficiente para conquistar a aposentadoria especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, tem direito à aposentadoria especial em 2026 quem conseguir comprovar a exposição aos agentes nocivos físicos, químicos e/ou biológicos, ou que trabalhou exposto a situações de risco à vida ou à integridade física.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa que não existe, hoje, uma lista taxativa e definitiva de profissões que terão direito ao benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Claro, algumas delas com certeza têm mais probabilidade de obter o reconhecimento de tempo especial no INSS, mas outras podem variar segundo o local onde atuam. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, em geral, os médicos têm, sim, direito à aposentadoria especial. Porém, não basta que a pessoa tenha título de médico e CRM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O profissional precisa, de fato, atuar em um local que expõe sua saúde aos agentes nocivos. Se o médico for dermatologista ou somente atuar como professor, as chances caem consideravelmente.</span></p>
<h2><b>Tabela profissões para aposentadoria especial 2026</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas das profissões que geralmente têm direito à aposentadoria especial, mas que precisam também comprovar por meio de </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/ppp-para-aposentadoria-especial-como-funciona/"><span style="font-weight: 400;">PPP</span></a><span style="font-weight: 400;"> e/ou LTCAT a exposição a agentes nocivos e fatores de risco, são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-do-aeroviario-quais-as-regras-para-conquistar/"><span style="font-weight: 400;">Aeroviário</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aeroviário de Serviço de Pista;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-do-enfermeiro/"><span style="font-weight: 400;">Auxiliar de Enfermeiro,</span></a><span style="font-weight: 400;"> de Tinturaria;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bombeiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-do-cirurgiao-regras-valor-e-provas/"><span style="font-weight: 400;">Cirurgião</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cortador Gráfico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-do-cirurgiao-dentista-autonomo/"><span style="font-weight: 400;">Cirurgião dentista</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dentista;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Eletricista (acima de 250 volts);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Enfermeiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-do-engenheiro-quimico-regras-e-como-conquistar/"><span style="font-weight: 400;">Engenheiros químicos</span></a><span style="font-weight: 400;">, metalúrgicos e de minas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escafandrista;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-de-estivadores-regras-e-direitos/"><span style="font-weight: 400;">Estivador</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Foguista;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Químicos industriais, toxicologistas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Gráfico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Jornalista;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Maquinista de Trem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Médico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-de-mergulhador-pode-ser-especial-e-mais-cedo/"><span style="font-weight: 400;">Mergulhador</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Metalúrgico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mineiros de superfície;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/motorista-tem-direito-a-aposentadoria-especial-como-pedir/"><span style="font-weight: 400;">Motorista de ônibus</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-de-caminhoneiro/"><span style="font-weight: 400;">Motorista de Caminhão</span></a><span style="font-weight: 400;"> (acima de 4000 toneladas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Técnico em laboratórios de análise e laboratórios químicos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Técnico de radioatividade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-do-trabalhador-em-plataforma-petroleo/"><span style="font-weight: 400;">Trabalhadores em extração de petróleo;</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-do-ferroviario/"><span style="font-weight: 400;">Transporte ferroviário;</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Transporte urbano e rodoviário</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tratorista (Grande Porte);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Operador de Caldeira, de Raios-X e de Câmara; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Serviços Gerais e auxiliares que trabalham condições insalubres;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Extrator de Fósforo Branco e Extrator de Mercúrio;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fabricante de Tinta;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fundidor de Chumbo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Laminador de Chumbo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Moldador de Chumbo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Trabalhador em Túnel ou Galeria Alagada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Trabalhadores permanentes em locais de subsolo, afastados das frentes de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carregador de Explosivos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Encarregado de Fogo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Britador;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carregador de Rochas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cavouqueiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Choqueiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mineiros no subsolo &#8211; ou seja, atuando no subterrâneo e em frente de produção;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Operador de britadeira de rocha subterrânea;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Perfurador de Rochas em Cavernas.</span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/vigilante-tem-direito-a-aposentadoria-especial-apos-a-reforma/"><span style="font-weight: 400;">Vigilantes (armados ou não)</span></a><span style="font-weight: 400;">; (ainda pendente de julgamento no STF &#8211; tema 1209)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-do-engenheiro-civil/"><span style="font-weight: 400;">Engenheiro civil</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-na-engenharia-de-petroleo-e-gas/"><span style="font-weight: 400;">Engenharia de petróleo e gás</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quem-trabalha-em-cozinha-tem-direito-a-insalubridade/"><span style="font-weight: 400;">Regras para trabalhadores em cozinha</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-de-policial/"><span style="font-weight: 400;">Policial (possui regras diferentes dessa)</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/soldador-tem-direito-a-aposentadoria-especial-mais-cedo-que-a-comum/"><span style="font-weight: 400;">Soldadores</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Entre outras.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme expliquei, a lista não é taxativa. Ou seja, essas profissões não têm o direito ao tempo especial garantido automaticamente, ao precisarem apresentar provas que, de fato, trabalharam expostas à nocividade e riscos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, outras profissões que não foram citadas na tabela acima também podem ter direito se apresentarem as provas necessárias.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O texto continua após o vídeo</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/E1rIetRMl0Q?si=kOZUIlZ-Cogaz2ID" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></h2>
<h2><b>Quem tem direito a aposentadoria especial?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os trabalhadores que têm direito à aposentadoria especial, são os foram expostos a agentes insalubres ou trabalharam em atividades perigosas, colocando suas vidas em risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, as provas corretas são essenciais para a conquista desta aposentadoria. Quanto mais comprovação das suas atividades, melhor!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o INSS perceber a fragilidade nos documentos ou não encontrar nenhum na solicitação, a negativa tem grandes chances de acontecer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou explicar melhor sobre as provas a seguir. Confira!</span></p>
<h3><b>Provas e avaliação de grau de risco da atividade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação do grau de risco de uma atividade especial é feita com base no LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho) e no PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário).</span></p>
<p style="text-align: left;"><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p style="text-align: left;"><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/UCSPS7aTQHs?si=ULpcGvkuQKqMknAP" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O LTCAT é o primeiro passo. Ele é elaborado por um engenheiro em segurança do trabalho ou médico do trabalho que deve ser contratado pela empresa, no caso de empregado; pelo órgão público, no caso de servidor; ou pelo próprio autônomo, que trabalha por conta própria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O perito que vai realizar o LTCAT, fará uma análise da presença dos agentes nocivos no ambiente de trabalho, descrevendo detalhadamente a sua presença, quais são, em quais formas e quantidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso dos empregados, o próximo passo é que o RH ou departamento pessoal responsável da empresa, ou órgão público emita o PPP com base no LTCAT. A diferença principal aqui é que o PPP descreve como o cargo/função do funcionário que está solicitando é impactado e afetado pelos agentes nocivos e situações de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, é por meio do PPP que o INSS consegue compreender, de fato, quanto e como você foi afetado pelos fatores de risco e insalubridade ao longo da sua vida de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É no PPP também que é indicado, no campo 13.7, o código GFIP. Ele é um código que vai de 01 a 08 e, de acordo com o número descrito no PPP, indica qual o grau de risco em relação ao agente nocivo sendo analisado.</span></p>
<p><b>Assim, o código GFIP pode ser:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">01: Não exposição a agente nocivo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">02: Exposição a agente nocivo com direito à aposentadoria especial após 15 anos de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">03: Exposição a agente nocivo com direito à aposentadoria especial após 20 anos de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">04: Exposição a agente nocivo com direito à aposentadoria especial após 25 anos de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">05: Sem exposição a agente nocivo, com 2 vínculos empregatícios; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">06: Exposição a agente nocivo com direito à aposentadoria especial após 15 anos de trabalho, com 2 vínculos empregatícios;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">07: Exposição a agente nocivo com direito à aposentadoria especial após 20 anos de trabalho, com 2 vínculos empregatícios;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">08: Exposição a agente nocivo com direito à aposentadoria especial após 25 anos de trabalho, com 2 vínculos empregatícios. </span></li>
</ul>
<h3><b>Aposentadoria especial com mínimo 25 anos de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial com mínimo de 25 anos de contribuição é concedida para os segurados do INSS que comprovarem estar expostos às situações de baixo risco à saúde, à integridade física e à vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns casos comuns são os trabalhadores da área da saúde, como profissionais da enfermagem, médicos e dentistas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas atividades, na maioria das vezes, são consideradas de baixo risco porque, apesar de exporem o profissional a maiores chances de contaminação de doenças, não agridem tanto a saúde como atividades com riscos e danos mais severos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando houver a exposição a um agente nocivo com direito à aposentadoria especial após 25 anos de trabalho, ou seja, de baixo risco, o PPP indicará o código GFIP 04 ou 08. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-52446" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Infografico-01-PREV-MAIO-25-COMO-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-IMPACTA-O-VALOR-DO-BENEFICIO.png" alt="" width="600" height="1744" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Infografico-01-PREV-MAIO-25-COMO-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-IMPACTA-O-VALOR-DO-BENEFICIO.png 1080w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Infografico-01-PREV-MAIO-25-COMO-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-IMPACTA-O-VALOR-DO-BENEFICIO-103x300.png 103w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Infografico-01-PREV-MAIO-25-COMO-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-IMPACTA-O-VALOR-DO-BENEFICIO-352x1024.png 352w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Infografico-01-PREV-MAIO-25-COMO-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-IMPACTA-O-VALOR-DO-BENEFICIO-768x2233.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Infografico-01-PREV-MAIO-25-COMO-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-IMPACTA-O-VALOR-DO-BENEFICIO-528x1536.png 528w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Infografico-01-PREV-MAIO-25-COMO-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-IMPACTA-O-VALOR-DO-BENEFICIO-704x2048.png 704w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Infografico-01-PREV-MAIO-25-COMO-A-APOSENTADORIA-ESPECIAL-IMPACTA-O-VALOR-DO-BENEFICIO-150x436.png 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3><b>Aposentadoria especial com mínimo 20 anos de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a aposentadoria especial com mínimo de 20 anos de contribuição em atividade especial é voltada para profissionais expostos a situações de risco moderado. Essas situações de trabalho também precisam ser devidamente comprovadas pelo profissional com os documentos corretos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando houver a exposição a um agente nocivo com direito à aposentadoria especial após 20 anos de trabalho, ou seja, de risco moderado, o PPP indicará no campo 13.7 o código GFIP 03, para vínculo único, ou 07 para 2 vínculos empregatícios concomitantes.</span></p>
<h3><b>Aposentadoria especial com mínimo 15 anos de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, a aposentadoria especial com mínimo de 15 anos de contribuição em atividade especial é voltada para profissionais expostos a situações de risco alto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas situações de trabalho também precisam ser comprovadas pelo profissional com os documentos adequados, sobretudo com o PPP.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando houver a exposição a um agente nocivo com direito à aposentadoria especial após 15 anos de trabalho, ou seja, de risco alto, o PPP indicará no campo 13.7 o código GFIP 02, para vínculo único, ou 06 para 2 vínculos empregatícios concomitantes.</span></p>
<h2><b>Perguntas frequentes sobre aposentadoria especial</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas perguntas são muito comuns acerca da aposentadoria especial e, por isso, reuni aqui as que mais recebo recentemente. Afinal, são anos atuando como advogada especialista em Direito Previdenciário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer tirar mais algumas dúvidas antes de encaminhar seu pedido de aposentadoria especial? Confira as perguntas frequentes que recebemos sobre a aposentadoria especial. </span></p>
<h3><b>Quais documentos preciso para dar entrada na aposentadoria?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para dar entrada na aposentadoria especial você vai precisar de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento de identificação com RG, CPF e foto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">NIT/PIS/PASEP;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovantes de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documentos que comprovam a atividade especial, preferencialmente o PPP.</span></li>
</ul>
<h3><b>Posso me aposentar na modalidade especial e continuar a trabalhar?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-especial-continuar-trabalhando/"><span style="font-weight: 400;">Se a atividade na qual você trabalhar não estiver exposta a riscos</span></a><span style="font-weight: 400;">: nem insalubridade, nem periculosidade. </span></p>
<h3><b>Quem recebe aposentadoria especial pode receber outros benefícios?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem recebe aposentadoria especial pode acumular outros benefícios, desde que autorizada a acumulação deles pela legislação previdenciária. </span></p>
<h3><b>O que fazer caso o pedido de aposentadoria especial seja negado?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o pedido de aposentadoria especial é negado pelo INSS, você pode entrar na Justiça para buscar reverter a decisão da Previdência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, o recomendado é realizar uma análise com um advogado especialista antes, pois se a negativa do INSS for, de fato, fundamentada e correta, você só perderá tempo e dinheiro. Além disso, pode acabar tendo seu benefício atrasado de maneira desnecessária.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A tabela de profissões para aposentadoria especial em 2026 é uma tabela dinâmica, não taxativa, que não garante o direito de tempo especial para quem consta na lista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela é, na verdade, ilustrativa, para exemplificar casos comuns de profissões que habitualmente conquistam o direito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, o que verdadeiramente garante a conquista da aposentadoria especial é o reconhecimento desse tipo de período pelo INSS com base no PPP ou pela justiça com base no LTCAT e documentos alternativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, afinal, como saber se seus documentos estão corretos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como saber se você vai se aposentar com 15, 20 ou 25 anos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou será que será obrigado a converter o tempo especial em comum para conseguir seu benefício?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E como reunir tantas provas enquanto você ainda não está aposentado e, por isso, não tem tempo para se dedicar à coleta de provas?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A verdade é que a aposentadoria especial é um benefício caro ao INSS, ao ser concedido para profissionais mais jovens do que as regras comuns e, em geral, com salários maiores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, o rigor de comprovação para concessão é gigantesco e contar com um advogado especialista que faça a coleta e análise das provas, além de encaminhar o pedido sob a melhor regra, é o ideal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Pensão por morte para filhos: O que mudou e qual o valor?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pensão por morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após a Reforma da Previdência de 2019, como outros benefícios, a pensão por morte para filhos sofreu alterações. Mas calma! Ainda é possível conquistar o benefício, caso os requisitos sejam cumpridos. Portanto, pensando nas principais dúvidas que recebo, decidi elaborar este guia prático para que você não fique desinformado. Apesar do INSS ser rigoroso com&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/pensao-por-morte-para-filhos/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Pensão por morte para filhos: O que mudou e qual o valor?</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Após a Reforma da Previdência de 2019, como outros benefícios, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/pensao-por-morte-novas-regras-valem-para-este-ano/"><span style="font-weight: 400;">a pensão por morte para filhos sofreu alterações</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas calma! Ainda é possível conquistar o benefício, caso os requisitos sejam cumpridos. Portanto, pensando nas principais dúvidas que recebo, decidi elaborar este guia prático para que você não fique desinformado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar do INSS ser rigoroso com regras e comprovações, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/areas-atuacao/pensao-por-morte-para-segurados-do-inss/"><span style="font-weight: 400;">a pensão por morte ainda existe e, pode, sim, ser solicitada quando necessária</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é pensão por morte para filhos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Pensão por Morte é um benefício previdenciário pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aos dependentes de um segurado falecido, incluindo os filhos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela tem o objetivo de assegurar o sustento dos dependentes após a morte da pessoa que contribuía para o INSS.</span></p>
<h2><b>O que mudou na pensão por morte?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A pensão por morte mudou e possui </span><b>novas regras após a Reforma da Previdência de 2019</b><span style="font-weight: 400;">, como, por exemplo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mudanças nas cotas de pagamento para os dependentes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cálculo de valor da pensão por morte;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Passagem de uma pensão para outra pessoa (quando um dos dependentes encerra o direito);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Idade mínima para pensão vitalícia.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, para os dependentes de quem faleceu </span><b>a partir de 1º de janeiro 2021</b><span style="font-weight: 400;">, a pensão é de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">50% do valor da aposentadoria que o falecido recebia ou teria direito;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mais 10% por dependente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contudo, o valor final não pode ser superior a 100% da aposentadoria do falecido, e nem inferior a 1 salário mínimo. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a duração da pensão por morte varia conforme a idade dos viúvos ou ex-cônjuges dependentes de pensão alimentícia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, para a </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/pensao-vitalicia/"><span style="font-weight: 400;">pensão por morte vitalícia</span></a><span style="font-weight: 400;">, agora a ou o dependente precisa ter </span><b>pelo menos 45 anos de idade</b><span style="font-weight: 400;">, se o óbito ocorreu a partir de 1° de janeiro de 2021, sendo que antes a idade exigida era 44.</span></p>
<h2><b>Filho menor tem direito a pensão por morte do pai?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filho </span><b>menor de 21 anos tem direito à pensão por morte do pai</b><span style="font-weight: 400;">, desde que o pai fosse segurado do INSS no momento do falecimento. Esse direito é garantido independentemente de o filho ser biológico ou adotivo.</span></p>
<h3><b>Quando a criança tem direito à pensão por morte?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso das crianças, a pensão é concedida com as seguintes condições:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Idade: </b><span style="font-weight: 400;">filhos menores de 21 anos têm direito ao benefício automaticamente, desde que o falecido tenha sido um segurado do INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/pensao-por-morte-para-filho-invalido-com-dependencia-economica/"><b>Filhos inválidos ou com deficiência</b></a><b>:</b><span style="font-weight: 400;"> se o filho for incapacitado ou tiver deficiência mental, intelectual ou grave, a pensão pode ser concedida independentemente da idade, enquanto perdurar a invalidez ou deficiência;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Duração do benefício:</b><span style="font-weight: 400;"> para filhos menores de 21 anos, o benefício é pago até que completem essa idade. No caso de filhos incapacitados ou com deficiência, o benefício pode ser vitalício, conforme a situação de saúde.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A pensão é dividida entre todos os dependentes e cessa automaticamente ao atingir o limite de idade ou se houver a recuperação da capacidade no caso de incapacidade. </span></p>
<h3><b>Tabela de idade para receber pensão por morte</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a tabela de idade para receber pensão por morte:</span></p>

<table id="tablepress-17" class="tablepress tablepress-id-17">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Critério</th><th class="column-2">Condição</th><th class="column-3">Duração do Benefício</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Idade</td><td class="column-2">Filhos menores de 21 anos têm direito ao benefício automaticamente, desde que o falecido tenha sido segurado do INSS.</td><td class="column-3">Até os 21 anos.</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Filhos incapacitados ou com deficiência</td><td class="column-2">Filhos incapacitados ou com deficiência mental, intelectual ou grave têm direito ao benefício, independentemente da idade.</td><td class="column-3">O benefício pode ser vitalício, enquanto perdurar a condição de invalidez ou deficiência.</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Duração do benefício</td><td class="column-2">Para filhos menores de 21 anos, o benefício é pago até que completem essa idade.</td><td class="column-3">Para menores de 21 anos: até os 21 anos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-17 from cache -->
<h2><b>Tem como receber pensão por morte após 21 anos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, é possível receber pensão por morte após os 21 anos em algumas situações específicas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Filhos incapacitados: </b><span style="font-weight: 400;">se o filho for considerado incapacitado, ou seja, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quem-recebe-pensao-por-morte-pode-trabalhar-de-carteira-assinada/"><span style="font-weight: 400;">incapaz de trabalhar</span></a><span style="font-weight: 400;"> devido a alguma condição de saúde, o benefício pode ser pago enquanto perdurar a incapacidade, independentemente da idade. Nesses casos, a pensão pode ser vitalícia, desde que a invalidez tenha sido constatada antes dos 21 anos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Filhos com deficiência:</b><span style="font-weight: 400;"> se o filho tiver deficiência mental, intelectual ou grave, ele também pode continuar recebendo a pensão por morte além dos 21 anos. O benefício será mantido enquanto a deficiência persistir, podendo, assim, ser vitalício.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Fora essas condições, a pensão para filhos geralmente cessa quando eles completam 21 anos, conforme as regras previdenciárias.</span></p>
<h2><b>Qual o valor da pensão por morte para os filhos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor da pensão por morte pode corresponder a 60% da aposentadoria que o segurado recebia ou teria direito, caso o benefício seja destinado a apenas um filho. No entanto, esse percentual pode variar conforme o número de dependentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso ocorre porque, após a Reforma da Previdência, o cálculo do valor da pensão segue esta regra:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O valor básico é de 50% da aposentadoria que o segurado recebia ou teria direito;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acrescido de 10% para cada dependente.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que nenhuma pensão pode ser concedida com valor inferior ao salário-mínimo vigente. Lembrando que a cada ano o salário-mínimo passa por um reajuste.</span></p>
<h3><b>Como calcular o valor da pensão por morte?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo da pensão por morte segue a seguinte fórmula:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">50% do valor da aposentadoria ou do benefício que o segurado teria direito;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">+10% para cada dependente.</span></p>
<h3><b>Exemplo de cálculo de pensão por morte</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, acompanhe um exemplo de cálculo de pensão por morte:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">50% do valor da aposentadoria (ou do benefício que o segurado teria direito).</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">+10% para cada dependente;</span></li>
</ul>
<p><b>Ou seja:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">1 dependente: 60%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">2 dependentes: 70%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">3 dependentes: 80%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">… até o limite de 100%.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Suponha que o segurado falecido teria direito a uma aposentadoria de:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">R$3.000,00.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Valor base (50%).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">50% de R$3.000 = R$1.500,00.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acréscimo por dependente (10% cada).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">10% de R$ 3.000 = R$ 300,00 por dependente.</span></p>
<p><b>Casos:</b></p>
<p><b>1 dependente (ex.: um filho):</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">R$ 1.500 + R$ 300 = R$ 1.800,00;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pensão corresponde a 60% do benefício.</span></li>
</ul>
<p><b>2 dependentes (ex.: dois filhos):</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">R$ 1.500 + R$ 600 = R$ 2.100,00;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pensão corresponde a 70% do benefício.</span></li>
</ul>
<h2><b>Quando a mãe morre, o filho tem direito à aposentadoria dela?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando a mãe falece, </span><b>o filho não tem direito à aposentadoria dela</b><span style="font-weight: 400;">. No entanto, o filho pode ter </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/valor-da-pensao-por-morte/"><span style="font-weight: 400;">direito à </span><b>pensão por morte</b></a><span style="font-weight: 400;">, o qual é um benefício diferente da aposentadoria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pensão por morte é concedida aos dependentes do segurado falecido (neste caso, a mãe), desde que ela estivesse aposentada ou contribuindo para o INSS no momento do falecimento.</span></p>
<h2><b>Como requerer pensão por morte para filho menor?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para requerer a pensão por morte para filho menor de 16 anos é preciso ter um representante legal e fazer o requerimento no INSS. Desse modo, serão necessários os seguintes documentos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de nascimento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento de identificação (RG e CPF);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de óbito.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, caso seja maior de 16 anos, não precisa ser por representante legal. Lembrando que a solicitação é feita através do site ou aplicativo oficial da Previdência, o </span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre no Meu INSS, com seu CPF e senha. Na parte inicial, digite no buscador (ao lado da lupa), “pensão por morte”:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-56034" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-1024x262.png" alt="A imagem mostra a uma opção de solicitação de pensão por morte no Meu INSS." width="800" height="205" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-1024x262.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-300x77.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-768x196.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-150x38.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte.png 1517w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escolha entre rural ou urbana e siga as instruções, inclusive de atualização de cadastro, caso o Meu INSS pedir.</span></p>
<h3><b>Quais os documentos necessários para dar entrada na pensão por morte?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar a pensão por morte ao INSS, você precisa apresentar alguns documentos essenciais, tanto do segurado falecido quanto dos dependentes que irão requerer o benefício. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A lista pode variar ligeiramente dependendo do tipo de dependente, mas inclui geralmente alguns documentos padrões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou detalhar melhor a seguir. Continue lendo!</span></p>
<h4><b>Documentos do segurado falecido</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Do segurado falecido, você vai precisar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento de identificação com foto (RG, CNH ou outro oficial);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Número do CPF;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de óbito;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carteira de trabalho e Previdência Social (CTPS) ou documentos que comprovem o vínculo com o INSS (contratos de trabalho, carnês de contribuição, entre outros);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Extrato previdenciário (CNIS), para comprovar as contribuições ao INSS (se houver dúvidas sobre o vínculo).</span></li>
</ul>
<h4><b>Documentos do dependente (filhos, cônjuge, etc.)</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do dependente, os seguintes documentos são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento de identificação com foto e CPF;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de nascimento (no caso de filhos menores);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovante de casamento ou união estável (para cônjuge ou companheiro);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovante de dependência econômica, se necessário (especialmente para outros dependentes que não sejam filhos ou cônjuges, como irmãos ou pais);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Laudos médicos ou exames que comprovem incapacidade ou deficiência (no caso de dependentes com invalidez ou deficiência).</span></li>
</ul>
<h4><b>Outros documentos que podem ser necessários</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">E aqui vão outros documentos que pode ser necessários no momento da solicitação da pensão por morte:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovante de residência atualizado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Procuração ou termo de representação legal, no caso de dependentes menores de idade ou com deficiência que necessitem de representante legal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de tutela ou guarda, para crianças sob guarda judicial ou tuteladas.</span></li>
</ul>
<h2><b>Por quanto tempo o filho tem o direito de receber a pensão por morte?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No geral, o filho tem o direito de receber a pensão por morte até os 21 anos. Vale lembrar que mesmo que esteja cursando qualquer tipo de graduação, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quando-termina-a-pensao-por-morte/"><span style="font-weight: 400;">o benefício será cortado</span></a><span style="font-weight: 400;"> quando a data limite chegar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filho só possui direito à pensão por morte vitalícia em caso de deficiência ou incapacidade, que devem ser devidamente comprovadas no momento da solicitação do benefício.</span></p>
<h2><b>Como funciona a divisão de pensão por morte entre esposa e filhos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para você entender melhor como funciona a divisão de pensão por morte entre esposa e filhos, acompanhe o cálculo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine que um segurado faleceu e teria direito a uma aposentadoria. Pela regra da pensão por morte:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">50% do valor da aposentadoria do segurado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">+10% adicional por dependente.</span></li>
</ul>
<p><b>No exemplo:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Esposa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">2 filhos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Total de 3 dependentes.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Base: 50%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dependentes: 3 × 10% = 30%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Total: 80% do valor da aposentadoria do segurado.</span></li>
</ul>
<p><b>Exemplo numérico (com base de R$ 3.000,00):</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se os 80% correspondem a um valor de R$ 3.000,00 no cálculo da pensão: 80% de R$ 3.000,00 = R$ 2.400,00 (valor total da pensão daquele mês)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como a pensão é dividida igualmente entre os 3 dependentes: R$ 2.400 ÷ 3 = R$ 800,00 para cada dependente.</span></p>
<h2><b>O que causa o corte da pensão por morte?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A pensão por morte pode ser cortada ou suspensa em várias situações, que variam de acordo com a legislação vigente do INSS e as condições dos beneficiários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Filhos perdem o direito à pensão por morte ao completarem 21 anos, salvo se forem incapacitados ou tiverem deficiência, caso em que o benefício pode continuar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se o dependente (filho) que recebe a pensão por morte deixa de ser dependente econômico do segurado, o benefício pode ser cortado. Por exemplo, se um filho se tornar economicamente independente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se o filho que recebe a pensão por morte como incapacitado tiver sua condição de incapacidade revista e considerada não mais válida, o benefício pode ser cortado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se o dependente que recebe a pensão por morte faleceu, o benefício será encerrado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Caso se constate que houve fraude ou falsificação de documentos para a concessão da pensão, o benefício será cortado.</span></li>
</ul>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Entender a pensão por morte para filhos é de extrema importância para que os direitos dos dependentes sejam respeitados e que o suporte financeiro necessário seja assegurado em momentos difíceis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Compreender as regras e requisitos desse benefício pode fazer a diferença na vida das famílias afetadas pela perda de um ente querido. Afinal, buscar pelos seus direitos é justo e faz toda a diferença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, é fundamental estar ciente das condições para solicitar a pensão por morte e verificar que os direitos de todos os dependentes sejam devidamente atendidos, proporcionando um amparo essencial em tempos de necessidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Nova lei da Pensão por Morte: O que mudou, quais as regras?</title>
		<link>https://koetzadvocacia.com.br/pensao-por-morte-novas-regras-valem-para-este-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Stürmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 11:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pensão por morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova lei da pensão por morte gera enorme dúvidas, principalmente por conta de mudanças após a Reforma da Previdência de 2019. Mas já te adianto que ainda é possível você conseguir este benefício, caso você possua direito. Reuni as principais dúvidas que recebi e ainda recebo de segurados do INSS de todo o Brasil&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/pensao-por-morte-novas-regras-valem-para-este-ano/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Nova lei da Pensão por Morte: O que mudou, quais as regras?</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A nova lei da pensão por morte gera enorme dúvidas, principalmente por conta de mudanças após a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas já te adianto que ainda é possível você conseguir este benefício, caso você possua direito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Reuni as principais dúvidas que recebi e ainda recebo de segurados do INSS de todo o Brasil nestes anos de Direito Previdenciário para que você solucione as principais questões em relação ao assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é pensão por morte?</b></h2>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/areas-atuacao/pensao-por-morte-para-segurados-do-inss/"><span style="font-weight: 400;">A pensão por morte é um benefício de direito</span><b> ao dependente do</b><span style="font-weight: 400;"> falecido que era </span><b>segurado</b><span style="font-weight: 400;"> do INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ou seja, aquele trabalhador que contribuiu à Previdência e possui o direito de conquistar a pensão por morte para seus dependentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para conseguir a pensão, </span><b>você precisa cumprir requisitos</b><span style="font-weight: 400;">, que envolvem tanto a qualidade de segurado de quem faleceu, quanto a idade e condição do dependente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que a qualidade de segurado do INSS é a situação conferida ao cidadão que contribui (ou contribuiu) para a Previdência Social, dando o direito de solicitar benefícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, há também uma ordem de preferência dos dependentes. Por exemplo, se os pais são dependentes, mas o falecido deixou filhos menores de idade, então a preferência seria para os filhos do falecido.</span></p>
<h2><b>O que mudou na pensão por morte?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A pensão por morte mudou e possui </span><b>novas regras após a Reforma da Previdência de 2019</b><span style="font-weight: 400;">, como, por exemplo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mudanças nas cotas de pagamento para os dependentes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/valor-da-pensao-por-morte/"><span style="font-weight: 400;">Cálculo de valor da pensão por morte</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Passagem de uma pensão para outra pessoa (quando um dos dependentes encerra o direito);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Idade mínima para pensão vitalícia.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, para os dependentes de quem faleceu </span><b>a partir de 1º de janeiro 2021</b><span style="font-weight: 400;">, a pensão é de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">50% do valor da aposentadoria que o falecido recebia ou teria direito;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mais 10% por dependente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contudo, o valor final não pode ser superior a 100% da aposentadoria do falecido, e nem inferior a 1 salário mínimo. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a duração da pensão por morte varia conforme a idade dos viúvos ou ex-cônjuges dependentes de pensão alimentícia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, para a pensão por morte vitalícia, agora a ou o dependente precisa ter </span><b>pelo menos 45 anos de idade</b><span style="font-weight: 400;">, se o óbito ocorreu a partir de 1° de janeiro de 2021, sendo que antes a idade exigida era 44.</span></p>
<h2><b>Quem tem direito à pensão por morte do INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tem direito à pensão por morte quem se encaixa nos requisitos e está em uma das </span><b>classes de prioridades para a pensão</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas classes se organizam e incluem os seguintes dependentes, por um tipo de “ordem de preferência”, definida pelo INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A seguir, explico os dependentes de acordo com as classes. Continue a leitura!</span></p>
<ul>
<li><b>Dependentes de 1ª classe: </b>o<span style="font-weight: 400;">s dependentes de 1ª classe são cônjuges ou companheiros. Além de filho não emancipado até os 21 anos ou incapaz, ou com deficiência mental, ou grave;</span></li>
<li><b>Dependentes de 2ª classe: </b>j<span style="font-weight: 400;">á os dependentes da 2ª classe são os pais que dependiam do filho segurado do INSS financeiramente. Ou seja, não podem viver sem algum tipo de benefício;</span></li>
<li><b>Dependentes de 3ª classe: </b>o<span style="font-weight: 400;">s dependentes de 3ª classe são irmãos não emancipados até os 21 anos ou com deficiência mental, ou grave e que provem a dependência; </span></li>
<li><b>Enteados e menores tutelados: </b>e<span style="font-weight: 400;">nteados e menores tutelados também têm direito à pensão por morte do INSS, equiparados a filhos, desde que comprovada a dependência econômica e a formalização da situação antes do óbito.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que os dependentes vão ter direito desde que o falecido tenha contribuído à Previdência e tenha </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/qualidade-de-segurado-para-pensao-por-morte/"><span style="font-weight: 400;">qualidade de segurado</span></a><span style="font-weight: 400;"> e carência no momento do óbito.</span></p>
<h3><b>Quem tem direito a 100% da pensão por morte?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a Reforma da Previdência, o direito a 100% da pensão por morte é garantido quando o segurado deixa um dependente incapaz ou com deficiência intelectual, mental ou grave. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor integral também é pago se houver 5 ou mais dependentes (50% + 10% por dependente). Em casos de óbitos antes dessa data, a regra garante 100%.</span></p>
<h2><b>Quais são as regras para a pensão por morte do INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As regras para a pensão por morte no INSS se baseiam em três pilares muito importantes:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O falecido precisa ser segurado do INSS; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estar em qualidade de segurado (ou “período de graça”); </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Estar recebendo benefício ou possuir direito adquirido a benefício.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, qualquer dependente que queira solicitar o benefício, precisa comprovar o falecimento do segurado, através do atestado de óbito e a dependência econômica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, os requisitos são claros: caso você </span><b>não</b><span style="font-weight: 400;"> consiga viver adequadamente sem a renda da pessoa que faleceu, existe a necessidade de comprovação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso contrário, o INSS pode entender que você possui, sim, como se sustentar e as chances de negativa do benefício são grandes.</span></p>
<h2><b>Como solicitar a pensão por morte?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar a pensão por morte, você não precisa comparecer presencialmente a uma agência do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, todos pedidos de benefícios estão sendo feitos remotamente, através do aplicativo ou site oficial da Previdência Social no Brasil, o </span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Primeiro, você precisa ter uma conta </span><a href="http://gov.br"><span style="font-weight: 400;">gov.br</span></a><span style="font-weight: 400;">, para ter acesso ao Meu INSS. Para criar, basta entrar no site ou aplicativo e fazer o cadastro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após, entre no Meu INSS, com seu CPF e senha. Na parte inicial, digite no buscador (ao lado da lupa), “pensão por morte”:</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-56034" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-1024x262.png" alt="A imagem mostra a uma opção de solicitação de pensão por morte no Meu INSS." width="800" height="205" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-1024x262.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-300x77.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-768x196.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte-150x38.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/03/pensaopormorte.png 1517w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escolha entre rural ou urbana e siga as instruções, inclusive de atualização de cadastro, caso o Meu INSS pedir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se de separar seus documentos pessoais e de comprovação para a solicitação da pensão por morte, que vão ser exigidos no momento.</span></p>
<h3><b>Quais são os documentos para solicitar a pensão por morte?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os documentos necessários para solicitar a pensão por morte, se dividem entre os do falecido, segurado do INSS e seus dependentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, você vai precisar de um documento de identificação com foto: RG, CIN, CNH ou CTPS (Carteira de Trabalho) da pessoa falecida. Além da certidão de óbito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo vale para os dependentes, ou seja, documento de identificação, além da Carteira de Trabalho e comprovante de residência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso dos dependentes, é de extrema importância que você envie documentos para comprovar a dependência, como extratos bancários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para cônjuges ou companheiros, existe a necessidade de unir comprovação da união, seja a certidão de casamento ou a certidão de união estável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, por fim, para dependentes incapazes e/ou com deficiência, todo documento que prove a condição da pessoa é importante, para que o INSS entenda a existência da situação em questão.</span></p>
<h2><b>Qual o prazo máximo para dar entrada no pedido de pensão por morte?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O prazo para dar entrada no pedido de pensão por morte nas novas regras, para quem é maior de 21 anos de idade, é de </span><b>30 dias</b><span style="font-weight: 400;">. Mas se passar o prazo, ainda assim poderá receber o benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diferença é que </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/tabela-da-pensao-por-morte/"><span style="font-weight: 400;">o valor será pago a partir do dia que fez o pedido</span></a><span style="font-weight: 400;"> e não da data do óbito. Ou seja, para receber a pensão por morte nas novas regras a partir da data do óbito, ela deve ser solicitada em até 30 dias após o falecimento.</span></p>
<h3><b>Qual a data de início da pensão por morte</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A data de início da pensão por morte (DIB) é definida pela data do óbito se o pedido for feito em até 90 dias (para dependentes em geral) ou 180 dias (para filhos menores de 16 anos) após o falecimento. Após esse prazo, o pagamento inicia na Data do Requerimento (DER).</span></p>
<h3><b>Qual a data para cessação da pensão por morte?</b></h3>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quando-termina-a-pensao-por-mo"><span style="font-weight: 400;">A pensão por morte cessa em datas variáveis dependendo do beneficiário</span></a><span style="font-weight: 400;">: aos 21 anos para filhos/irmãos (exceto se incapazes), pelo fim da incapacidade/deficiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou para cônjuges conforme idade e tempo de casamento/contribuição (após 18 contribuições e 2 anos de união, varia de 3 anos a vitalícios e 44 anos).</span></p>
<p><b>Confira as regras para cônjuges ou companheiros (após a Reforma de 2019):</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A duração depende da idade do viúvo(a) na data do óbito e do cumprimento de 18 contribuições mensais e 2 anos de casamento/união estável:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Menos de 22 anos: </b><span style="font-weight: 400;">3 anos de pensão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entre 22 e 27 anos:</b><span style="font-weight: 400;"> 6 anos de pensão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entre 28 e 30 anos: </b><span style="font-weight: 400;">10 anos de pensão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entre 31 e 41 anos: </b><span style="font-weight: 400;">15 anos de pensão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Entre 42 e 44 anos:</b><span style="font-weight: 400;"> 20 anos de pensão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>45 anos ou mais: </b><span style="font-weight: 400;">a pensão é vitalícia.</span></li>
</ul>
<h3><b>Como saber se a pensão por morte é vitalícia</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber se a pensão por morte é vitalícia, basta saber a idade do (a) viúvo (a). Se for 45 anos ou mais, o benefício segue pela vida toda.</span></p>
<h2><b>Como calcular o valor da pensão por morte?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo da pensão por morte do INSS mudou após a Reforma de 2019. </span></p>
<p><b>Regras do Cálculo (Pós-Reforma):</b></p>
<p><b>Valor Base:</b><span style="font-weight: 400;"> 50% + 10% por dependente, limitado a 100%.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>1 dependente:</b><span style="font-weight: 400;"> 60% do valor base;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>2 dependentes:</b><span style="font-weight: 400;"> 70%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>3 dependentes:</b><span style="font-weight: 400;"> 80%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>4 dependentes:</b><span style="font-weight: 400;"> 90%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>5+ dependentes:</b><span style="font-weight: 400;"> 100%.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplo: se o falecido recebia R$3.000,00 e deixou mulher e um filho (2 dependentes), a pensão é de 70%) 3.000,00 = R$2.100,00.</span></p>
<h3><b>Para óbitos ocorridos até 13/11/2019</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para óbitos ocorridos até 13/11/2019, antes da Reforma da Previdência, o valor era de 100% da aposentadoria que o segurado recebia ou a que ele teria direito se estivesse aposentado por invalidez (agora, incapacidade permanente) quando faleceu.</span></p>
<h3><b>Para óbitos ocorridos a partir de 14/11/2019</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, para óbitos ocorridos a partir de 14/11/2019, após a Reforma, o valor do salário da pensão por morte é 50% do valor da aposentadoria que o falecido recebia ou a qual ele teria direito na data do óbito, mais 10% para cada dependente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, se há um dependente com invalidez, mesmo que ele tenha mais de 21 anos, o valor do salário da pensão por morte será de 100% da aposentadoria do falecido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Além disso, se algum dos dependentes recebe também outro benefício, o valor da pensão pode ser reduzido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda, o valor não pode ser menor que um salário mínimo e nem maior que 100% da aposentadoria do falecido.</span></p>
<h2><b>Como funciona a pensão por morte rural?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A pensão por morte rural é um benefício do INSS destinado aos dependentes de trabalhadores rurais segurados especiais (agricultores familiares, pescadores artesanais, seringueiros, indígenas) que faleceram.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo é substituir a renda que o segurado proporciona ao grupo familiar. O valor mínimo do benefício é equivalente ao salário-mínimo nacional, que passa por reajuste todos os anos.</span></p>
<h2><b>O que causa o corte da pensão por morte?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O que causa o corte da pensão por morte, por exemplo, nos casos dos filhos, enteados ou menor tutelado sem incapacidade e sem deficiência depois dos 21 anos de idade. Além disso, </span><b>não há prorrogação caso faça faculdade</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no caso de cônjuges ou companheiros, caso atinjam a idade limite, o benefício será encerrado.</span></p>
<h2><b>Por que o INSS nega pensão por morte? </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O INSS nega pensão por morte principalmente por falta de qualidade de segurado do falecido (ausência de contribuições), falta de comprovação da união estável/dependência econômica ou documentação incompleta/divergente. </span></p>
<h2><b>Como recorrer se a pensão por morte for negada?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para recorrer, o dependente deve apresentar recurso administrativo pelo portal Meu INSS em até 30 dias após a negativa, ou ingressar com ação judicial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nestes casos, vale considerar o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que conhece as regras do INSS a fundo e pode auxiliar, inclusive, nas coletas de provas.</span></p>
<h2><b>O que fazer se a pensão por morte for negada?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em muitos casos, você pode, sim, reverter a decisão, porém, para que isso seja possível, você precisa avaliar o motivo da negativa e se realmente tem direito à pensão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, precisa avaliar se realmente o INSS errou na sua decisão. Uma das análises mais importantes que você deve fazer é verificar se tem provas suficientes para comprovar que é dependente do segurado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra análise, é se havia qualidade de segurado para o falecido, inclusive se ele estava no período de graça.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A pensão por morte passou por mudanças significativas após a Reforma da Previdência de 2019 do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, o benefício ainda existe e você pode conquistar, caso possua o direito. É de extrema importância que você comprove a dependência econômica do falecido para evitar negativas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O importante é saber as regras do INSS e não deixar de lado a solicitação deste benefício tão importante para milhares de brasileiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Perder tempo em busca dos seus direitos é algo extremamente maléfico, que pode trazer prejuízos incalculáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Tema 1174: O que é e quais os resultados do julgamento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Koetz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 10:57:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regras de Aposentadorias no Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Retenção 25% no IR Benefício Exterior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Tema 1174, ainda causa vários tipos de dúvidas. Na minha atuação como advogada previdenciarista, ainda recebo diversas dúvidas sobre esse tema, o que demonstra que muitos aposentados e pensionistas que residem no exterior permanecem confusos quanto ao alcance e aos efeitos da decisão do STF. Pensando&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/tema-1174-stf/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Tema 1174: O que é e quais os resultados do julgamento?</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Tema 1174, ainda causa vários tipos de dúvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na minha atuação como advogada previdenciarista, ainda recebo diversas dúvidas sobre esse tema, o que demonstra que muitos aposentados e pensionistas que residem no exterior permanecem confusos quanto ao alcance e aos efeitos da decisão do STF.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, resolvi elaborar um texto sobre a decisão do STF, explicando o Tema 1174, para que você não sofra mais com dúvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é a súmula 1174 do STF?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Tema 1174 do STF (que, na verdade, não é uma súmula numerada 1174) refere-se ao julgamento que declarou inconstitucional a incidência da alíquota de 25% de Imposto de Renda exclusivamente na fonte sobre </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-do-brasileiro-no-exterior/"><span style="font-weight: 400;">aposentadorias e pensões recebidas por residentes no exterior</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/G1FQzf5tO5U?si=sDGJPKJc2wMt2Tob" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<span style="font-weight: 400;">A decisão oferece tratamento progressivo e isenção iguais aos residentes no Brasil. Ou seja, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/cobranca-de-25-de-aposentados-no-exterior-parada-pela-justica/"><span style="font-weight: 400;">ficou decidido pelo Supremo Tribunal Federal que este desconto de 25% nas aposentadorias de brasileiros que moram no exterior é inconstitucional</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><strong>Mas o que mudou?</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A cobrança fixa de 25% (prevista no art. 7º da Lei 9.779/99) foi considerada inconstitucional por violar princípios como a isonomia, capacidade contributiva e a vedação ao confisco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os principais beneficiados são os aposentados e pensionistas do INSS ou serviço público que residem fora do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão transitou em julgado (não cabem mais recursos), consolidando o fim da tributação automática de 25%.</span></p>
<p><em>O texto continua após o infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-51004" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25.png" alt="A imagem mostra um infográfico sobre a mudança no imposto de benefícios para quem vive no exterior. Tese desenvolvida na Koetz Advocacia foi votada pelo STF em 2024! Cobrança hoje: Todos os benefícios da previdência social brasileira pagos para pessoas que moram fora do Brasil sofrem 25% de cobrança de imposto na fonte. Quem é afetado? Brasileiros e estrangeiros que recebem benefícios da previdência brasileira, mas moram fora do país. Posição do STF (Outubro 2024): o STF votou que a cobrança é inconstitucional, já que aplica um imposto diferente e maior do que o padrão brasileiro, sem respeitar as faixas de isenção e progressivas. A cobrança vai parar? Após recursos e desdobramentos da votação, a cobrança pode mudar, mas ainda não tem uma data definida. Sendo 100% aprovada, deve ser aplicada a tabela de imposto de renda vigente no Brasil, inclusive com isenção para quem recebe valores menores. Os valores pagos vão ser devolvidos? Para ter chances de receber de volta os valores pagos, você deve entrar na justiça. Mas ATENÇÃO: Existe um prazo de 5 anos de devolução. Quanto antes você entrar com o pedido, mais valores conseguirá receber de volta. Não demore para agir! O que fazer agora? Busque um advogado especializado no assunto para buscar seus direitos e tirar dúvidas! Não adie, quanto antes entrar com os pedidos, maiores serão os valores que pode receber. " width="600" height="1850" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25.png 1000w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-97x300.png 97w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-332x1024.png 332w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-768x2368.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-498x1536.png 498w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-664x2048.png 664w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-150x462.png 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, os beneficiários passam a ter direito às faixas de isenção e deduções aplicáveis a residentes no Brasil, o que pode reduzir o imposto a pagar ou gerar restituição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O entendimento firmado determina que a tributação deve ser progressiva, e não uma alíquota fixa e onerosa (encargos financeiros ou incômodos), independentemente do valor da renda do beneficiário.</span></p>
<h2><b>Súmula 1174 STF foi revogada?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, não se trata da “revogação da súmula 1174”, mas sim do julgamento do Tema 1174 do STF, que consolidou um novo entendimento jurídico obrigatório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, foi feita uma nova análise que gerou um novo resultado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a Súmula 1174 do Supremo Tribunal Federal (STF), foi decidido que é inconstitucional a incidência da alíquota de 25% do Imposto de Renda na fonte sobre pensões e aposentadorias recebidas por brasileiros que residem no exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, foi decidido e está valendo para todos os aposentados e pensionistas que moram fora do Brasil.</span></p>
<h2><b>Quando o tema 1174 STF foi julgado?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema 1174 do STF foi julgado em </span><a href="https://portal.stf.jus.br/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?incidente=6179161&amp;numeroProcesso=1327491&amp;classeProcesso=ARE&amp;numeroTema=1174#:~:text=Finalizado%20Julgamento%20Virtual%20em%2018,23%3A59%2C%20ARE%201327491.&amp;text=Iniciado%20Julgamento%20Virtual%20em%2011,11%3A00%2C%20ARE%201327491.&amp;text=no%20DJE%20%2D%20Plen%C3%A1rio-,ARE.,em%2002%2F10%2F2024."><span style="font-weight: 400;">18 de outubro de 2024</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ou seja, a partir desta data, se tornou inconstitucional a cobrança dos 25% sobre qualquer aposentadoria ou pensão de brasileiros no exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante dizer que não há mais como invalidar esta decisão do STF, que já passou por todas as etapas judiciais possíveis.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/KUZFchuNpSk?si=F38155id-8hgt2uO" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>Qual foi o resultado do julgamento do tema 1174 STF?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O STF, no julgamento do Tema 1174, finalizado em outubro de 2024, declarou inconstitucional a tributação de 25% de Imposto de Renda (IR) na fonte sobre aposentadorias e pensões de brasileiros residentes no exterior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão unânime, sob relatoria do Ministro Dias Toffoli, garantiu a aplicação da tabela progressiva, com deduções e benefícios fiscais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, aposentados e pensionistas que vivem fora do Brasil passam a ser tributados da mesma forma que os residentes no Brasil (tabela progressiva de 0% a 27,5%), permitindo deduções como idade e dependentes.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/HTPDfOaCBMg?si=ah2lCbwMGPAh7-g7" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<span style="font-weight: 400;">Como comentei anteriormente, a decisão é definitiva e permite a restituição dos valores pagos a maior nos últimos 5 anos, além de possibilitar a suspensão do desconto superior.</span></p>
<h4><strong>Os resultados da revogação da súmula 1174 do STF, foram:</strong></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Fim da alíquota de 25%:</b><span style="font-weight: 400;"> a Receita Federal não pode mais aplicar a alíquota fixa de 25% sobre os proventos de residentes no exterior. A tributação passou a ser inconstitucional, ao ferir princípios como progressividade e capacidade contributiva;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Aplicação da Tabela Progressiva: </b><span style="font-weight: 400;">aposentados e pensionistas residentes no exterior passam a ser tributados com base na tabela progressiva mensal do Imposto de Renda (mesma regra de quem reside no Brasil), o que, para muitos, significa isenção ou alíquotas bem menores (7,5%, 15%, etc.);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Uniformização nacional:</b><span style="font-weight: 400;"> como é uma decisão de repercussão geral, ela vale para todos os segurados na mesma situação, facilitando o pedido administrativo junto ao INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Restituição de valores: </b><span style="font-weight: 400;">beneficiários que pagaram a alíquota de 25% indevidamente podem buscar a repetição do indébito (receber de volta) os valores pagos nos últimos 5 anos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Benefício a brasileiros no exterior:</b><span style="font-weight: 400;"> a medida beneficia especialmente os milhares de brasileiros que residem em vários outros países e que sofrem com a alta tributação. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que se você ainda sofre este tipo de desconto, vale a pena contar com o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que pode te representar na Justiça, validando seus direitos.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como você pode perceber ao decorrer do texto, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que ocorreu em outubro de 2024, foi unânime e não cabe mais recurso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isto quer dizer que não há mais a possibilidade, de que o STF considere constitucional a cobrança dos 25% de aposentados e pensionistas brasileiros que moram fora do Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, está decidido!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que o resultado do julgamento fará 2 anos e impacta milhares de brasileiros que foram prejudicados com o desconto. Além disso, você precisa ficar atento, caso ainda esteja ocorrendo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, confira os valores da sua aposentadoria ou pensão, verifique os descontos e, caso necessário, não deixe de buscar pelos seus direitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Desconto de 25% IRPF para aposentados que moram no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasileiro que Vive no Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Retenção 25% no IR Benefício Exterior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desconto de 25% para aposentados no exterior, ainda gera muitas dúvidas. Mesmo tendo uma decisão consolidada, muitas pessoas ainda não sabem exatamente o que fazer. Portanto, é de extrema importância esclarecer sobre IRPF para aposentados que moram no exterior. Já adianto, que as regras mudaram em 2024, favorecendo aposentados que moram no exterior e&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/irpf-para-aposentados-que-moram-no-exterior/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Desconto de 25% IRPF para aposentados que moram no exterior</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O desconto de 25% para </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-do-brasileiro-no-exterior/"><span style="font-weight: 400;">aposentados no exterior</span></a><span style="font-weight: 400;">, ainda gera muitas dúvidas. Mesmo tendo uma decisão consolidada, muitas pessoas ainda não sabem exatamente o que fazer. Portanto, é de extrema importância esclarecer sobre IRPF para aposentados que moram no exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já adianto, que as regras mudaram em 2024, favorecendo aposentados que moram no exterior e recebem a aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, resolvi elaborar este texto com as principais dúvidas que recebi e ainda recebo quando o assunto é aposentadoria no exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aproveite para entender melhor sobre o assunto e fique de olho, caso você esteja sendo prejudicado (a).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continue lendo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Posso receber aposentadoria morando no exterior?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, você pode receber aposentadoria morando no exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, brasileiros no exterior podem se aposentar no Brasil contribuindo como segurados facultativos e recebendo benefícios do INSS, sendo essencial cumprir as regras brasileiras e, se houver acordo previdenciário com o país de residência, somar tempos de contribuição, o que facilita o processo e o recebimento via bancos conveniados.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/G1FQzf5tO5U?si=sDGJPKJc2wMt2Tob" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<span style="font-weight: 400;">Ainda, quando países não possuem acordo de </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/acordos-internacionais-de-previdencia-social-do-brasil/"><span style="font-weight: 400;">Previdência Social</span></a><span style="font-weight: 400;">, o mais correto é respeitar os requisitos de aposentadoria ou qualquer benefício previdenciário de determinado país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, nada impede você de contribuir tanto no Brasil, quanto no país no qual você reside atualmente. Desta maneira, você pode desbloquear o direito de se aposentar em dois países, recebendo duas aposentadorias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais correto é analisar a sua situação específica com um advogado especialista em Direito Previdenciário, que conhece as regras previdenciárias do INSS e, também, as de outros países, com ou sem acordos de Previdência internacionais.</span></p>
<h2><b>Quem mora no exterior tem que declarar Imposto de Renda?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, você pode precisar declarar o Imposto de Renda no Brasil se morar no exterior, dependendo se você formalizou sua saída fiscal ou se ainda possui rendimentos e bens no Brasil. Portanto, a importância de entender sobre IRPF para aposentados que moram no exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, a regra geral é que se você não entregou a Declaração de Saída Definitiva do País (DSDP) e tem rendimentos tributáveis (como aluguéis, investimentos) ou bens acima dos limites no Brasil, você deve declarar, informando seus rendimentos globais e os brasileiros, e prestando contas à Receita Federal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, se você não possui mais nenhum tipo de renda no Brasil, o correto é informar o país da sua saída através da Declaração de Saída Definitiva e interromper a declaração de Imposto de Renda no Brasil.</span></p>
<h2><b>O desconto de 25% para aposentados no exterior é constitucional?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não!</span></p>
<p><b>Atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> o </span><a href="https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/stf-invalida-aliquota-de-25-de-ir-sobre-aposentadoria-recebida-por-residentes-no-exterior/"><span style="font-weight: 400;">Supremo Tribunal Federal (STF)</span></a><span style="font-weight: 400;"> já concluiu que </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/cobranca-de-25-de-aposentados-no-exterior-parada-pela-justica/"><span style="font-weight: 400;">o desconto de 25% de aposentados que vivem no exterior é inconstitucional</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-51004" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25.png" alt="A imagem mostra um infográfico sobre a mudança no imposto de benefícios para quem vive no exterior. Tese desenvolvida na Koetz Advocacia foi votada pelo STF em 2024! Cobrança hoje: Todos os benefícios da previdência social brasileira pagos para pessoas que moram fora do Brasil sofrem 25% de cobrança de imposto na fonte. Quem é afetado? Brasileiros e estrangeiros que recebem benefícios da previdência brasileira, mas moram fora do país. Posição do STF (Outubro 2024): o STF votou que a cobrança é inconstitucional, já que aplica um imposto diferente e maior do que o padrão brasileiro, sem respeitar as faixas de isenção e progressivas. A cobrança vai parar? Após recursos e desdobramentos da votação, a cobrança pode mudar, mas ainda não tem uma data definida. Sendo 100% aprovada, deve ser aplicada a tabela de imposto de renda vigente no Brasil, inclusive com isenção para quem recebe valores menores. Os valores pagos vão ser devolvidos? Para ter chances de receber de volta os valores pagos, você deve entrar na justiça. Mas ATENÇÃO: Existe um prazo de 5 anos de devolução. Quanto antes você entrar com o pedido, mais valores conseguirá receber de volta. Não demore para agir! O que fazer agora? Busque um advogado especializado no assunto para buscar seus direitos e tirar dúvidas! Não adie, quanto antes entrar com os pedidos, maiores serão os valores que pode receber. " width="600" height="1850" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25.png 1000w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-97x300.png 97w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-332x1024.png 332w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-768x2368.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-498x1536.png 498w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-664x2048.png 664w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Infografico-01-MUDANCA-NO-IMPOSTO-DE-BENEFICIOS-PARA-QUEM-VIVE-NO-EXTERIOR-PREV-JAN-25-150x462.png 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, caso você ainda sofra com esse desconto, saiba que essa prática não é mais permitida. Por isso, é fundamental contar com o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário para representá-lo judicialmente e afirmar a proteção dos seus direitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, se você já sofreu os descontos, possui o direito de reaver a quantia, que foi descontada.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/KUZFchuNpSk?si=F38155id-8hgt2uO" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>Como fica o Imposto de Renda de aposentado residente no exterior?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que o desconto de 25% é inconstitucional, aposentados no exterior agora pagam Imposto de Renda proporcional ao valor recebido, incluindo faixas de isenção, conforme regras da Receita Federal a partir de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É possível solicitar a restituição dos valores retidos indevidamente nos últimos 5 anos (2020 – 2025).</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/HTPDfOaCBMg?si=ah2lCbwMGPAh7-g7" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Bom, o desconto de 25% foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ou seja, acabou se tornando ilegal. Assim, vale ficar atento (a) sobre a situação de IRPF para aposentados que moram no exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, se você ainda sofre com este desconto ou já sofreu, é importante entender seus direitos e não perder mais tempo para fazer valer o que é correto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, muitos aposentados que residem no exterior acabam não sabendo da decisão do STF, ou não entenderam ao certo o quanto esta medida os auxilia e protege.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estar atento (a) aos seus direitos é a melhor forma de não sofrer abusos e viver uma vida plena com seus direitos em dia!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Aposentadoria rural: Requisitos, valores e como solicitar</title>
		<link>https://koetzadvocacia.com.br/requisitos-para-aposentadoria-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria do Segurado Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Pescador e Aquicultor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria rural pode desencadear algumas dúvidas nos segurados do INSS, principalmente quando trabalharam no campo e não sabem ao certo o que fazer com este tempo. Te adianto, que os requisitos para aposentadoria rural não mudaram no INSS, e continuam sendo idade mínima mais tempo rural, mesmo que, sem contribuição.  Porém, nos últimos anos&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/requisitos-para-aposentadoria-rural/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aposentadoria rural: Requisitos, valores e como solicitar</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria rural pode desencadear algumas dúvidas nos segurados do INSS, principalmente quando trabalharam no campo e não sabem ao certo o que fazer com este tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Te adianto, que os requisitos para aposentadoria rural não mudaram no INSS, e continuam sendo idade mínima mais tempo rural, mesmo que, sem contribuição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, nos últimos anos houve facilitação. Por exemplo, agora chega a ser possível contar o tempo a partir dos 8 anos de idade, caso comprove a atividade. Além disso, a forma de comprovação ao INSS também ficou mais fácil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste texto, eu explico quais são as regras do benefício para homens e mulheres, e também como funciona a aposentadoria rural por idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continue comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é aposentadoria rural?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria especial do trabalhador rural é um tipo de aposentadoria com </span><b>regras mais leves,</b><span style="font-weight: 400;"> que se aplica ao segurado que dedicou a vida à atividade rural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, o requisito básico para essa aposentadoria é ter “tempo de roça”, o tempo que você trabalhou no campo. A idade mínima para aposentadoria rural é outro ponto importante que tratarei aqui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, quem tem direito a essa aposentadoria são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Segurados empregados</b><span style="font-weight: 400;">: aqueles que prestam serviço em propriedade rural, sendo subordinados ao empregador, tendo vínculo de emprego registrado na Carteira de Trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quem-e-o-contribuinte-individual-no-inss-e-quais-os-beneficios/"><b>Contribuinte individual</b></a><span style="font-weight: 400;">: aquele que presta serviço, mas sem vínculo de emprego;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Trabalhador avulso:</b><span style="font-weight: 400;"> parecido com o contribuinte individual, porém, nesse caso, tem a intermediação obrigatória do sindicato da categoria ou órgão gestor. Portanto, esses são vinculados a alguma cooperativa ou ao sindicato;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Segurado especial que exerce atividade rural de maneira individual ou em regime de economia familiar: </b><span style="font-weight: 400;">sem vínculo empregatício ou intenção de comércio, ou turismo. Desse modo, para ser considerado segurado especial, o trabalho rural deve ser indispensável para a subsistência, sendo realizado em condições de mútua dependência e colaboração e sem nenhum empregado por mais de 120 dias no ano.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, existem os requisitos para aposentadoria rural por idade, que exigem menos que as outras aposentadorias.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Tr-RMKjqHPg?si=VEzgaJXv2dehw_IG" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>O que muda em 2026 na aposentadoria rural?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, a aposentadoria rural por idade e a aposentadoria mista por tempo de contribuição </span><b>não sofreram alteração</b><span style="font-weight: 400;"> com a Reforma da Previdência do INSS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, as regras continuam valendo para o ano de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a aposentadoria rural por idade híbrida, ou seja, aquela na qual o trabalhador exerceu trabalho rural e urbano, sofreu mudanças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas vou detalhar melhor no decorrer do texto. Continue lendo!</span></p>
<h2><b>Quem tem direito à aposentadoria rural?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tem direito à aposentadoria rural quem alcançar os seguintes requisitos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Idade mínima:</b><span style="font-weight: 400;"> 55 anos para mulheres e 60 anos para homens;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>15 anos de atividade rural</b><span style="font-weight: 400;">, mesmo que não tenha feito contribuições ao INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Apresentar provas</b><span style="font-weight: 400;"> para comprovar esse tempo.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber mais sobre as provas,</span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/provas-de-tempo-rural-como-conseguir/"> <span style="font-weight: 400;">conheça uma lista de opções e como consegui-las.</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você também pode </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/contagem-de-tempo-rural-na-aposentadoria-urbana/"><span style="font-weight: 400;">somar o tempo rural com o urbano</span></a><span style="font-weight: 400;">, obtendo a aposentadoria híbrida ou a mista. Que vou explicar melhor essa possibilidade adiante, mas que basicamente mistura o tempo urbano para a aposentadoria.</span></p>
<h2><b>Quais os requisitos da aposentadoria rural?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por idade do trabalhador rural conta com a </span><b>redução de 5 anos na idade</b><span style="font-weight: 400;"> necessária, em comparação com a aposentadoria por idade comum. Ou seja, os requisitos são mais brandos. Assim, a aposentadoria rural por idade exige:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter 15 anos de atividade rural;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Idade mínima:</b><span style="font-weight: 400;"> 60 anos para homens e 55 para mulheres;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Provas de que exerceu a atividade rural;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Além disso, pode incluir o tempo trabalhado a partir dos 8 anos de idade, caso comprove!</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que a comprovação de tempo rural é de extrema importância, por meio de documentos específicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já por tempo de contribuição, na verdade, o que existe é a utilização do tempo rural para outros tipos de aposentadoria.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pgUyeP5TMlg?si=eKRlffF45jPps_IA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, em qualquer modalidade de aposentadoria existente no INSS, </span><b>o tempo rural é aceito</b><span style="font-weight: 400;">. Além disso, ele pode </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-rural-a-partir-dos-8-anos-de-idade/"><span style="font-weight: 400;">chegar a ser contado desde os 8 anos de idade</span></a><span style="font-weight: 400;"> do trabalhador, se for comprovado corretamente, tendo decisões favoráveis na Justiça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas aposentadorias por tempo de contribuição você pode, portanto, usar o tempo rural para completar os requisitos necessários. </span></p>
<p><b>Mas atenção:</b><span style="font-weight: 400;"> nesses casos, você precisa ter </span><b>180 contribuições urbanas em dia</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>não sendo suficiente apenas comprovar atividade rural</b><span style="font-weight: 400;">. Porém, há uma exceção: se o tempo rural for exercido até </span><b>31/10/1991</b><span style="font-weight: 400;">, então ele pode, sim, ser utilizado, mesmo que sem contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já nas regras por idade, como a aposentadoria por idade no direito adquirido, a regra de transição por idade e a nova regra geral, não precisa das contribuições urbanas em dia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pode-se utilizar o tempo rural mesmo sem contribuições ao INSS, e mesmo após a data de 31/10/1991.</span></p>
<h3><b>Quais os documentos para aposentadoria rural?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os documentos que você pode usar para a aposentadoria rural são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Declaração de sindicato rural;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contrato de arrendamento, parceria ou comodato rural;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Contribuição social ao sindicato de trabalhadores rurais, à colônia ou à associação de pescadores, produtores rurais ou a outras entidades congêneres;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Registro de imóvel rural;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Identificação da propriedade em que é desenvolvida a atividade e a informação de que título ela é ocupada (propriedade, posse, arrendamento, etc.);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Informação se o segurado reside no local onde desenvolve a atividade, mas se não residir no mesmo local, precisa informar o município no qual reside;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovante de cadastro do INCRA (Certificado de Cadastro de Imóvel Rural — CCIR ou outro documento emitido pelo INCRA que você é proprietário de imóvel rural);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bloco de produtor;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento da terra;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Quando for o caso, a identificação e a inscrição da pessoa responsável pelo grupo familiar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se acaso for período mais antigo, documentos que contenham informação individual, de cada pessoa do grupo familiar, apontando sua condição</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Testemunhas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Entre outros.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso você possua dúvidas sobre como comprovar a sua atividade rural, aconselho fortemente o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que pode analisar os documentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, este profissional conhece a aposentadoria rural, entendendo quais pontos de comprovação são importantes.</span></p>
<h3><b>Como é feita a comprovação da atividade rural?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A comprovação de atividade rural é feita através de documentos que comprovem que você possui atividade no campo, além de um formulário próprio, disponibilizado pelo Governo Brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para comprovar trabalho rural para aposentadoria (180 meses de atividade rural) é preciso seguir os seguintes passos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Preencher a “</span><a href="https://www.gov.br/inss/pt-br/centrais-de-conteudo/formularios"><span style="font-weight: 400;">Autodeclaração de Segurado Especial</span></a><span style="font-weight: 400;">”;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Reunir provas para comprovar a atividade rural e registrar o período desejado no INSS. </span></li>
</ul>
<h4><b>Como funciona a autodeclaração rural?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://www.gov.br/inss/pt-br/saiba-mais/rural/autodeclaracao-rural"><span style="font-weight: 400;">autodeclaração rural</span></a><span style="font-weight: 400;"> é um formulário eletrônico no portal Meu INSS, onde o trabalhador rural (segurado especial, pescador, extrativista) informa sua atividade para comprovar o tempo de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, para ter acesso a benefícios previdenciários, como aposentadoria rural, é importante realizar a autodeclaração rural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, você precisa possuir documentos (provas materiais) que comprovem as informações declaradas, como notas fiscais e contratos.</span></p>
<h4><b>Como preencher a autodeclaração?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Para preencher a autodeclaração, você precisa seguir os seguintes passos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O produtor acessa o site ou aplicativo </span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> e preencher o formulário eletrônico com dados sobre sua vida laboral no campo, detalhes da propriedade, grupo familiar e produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na primeira página, no buscador (ao lado da lupa), digite “autodeclaração rural”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O formulário deve constar o período de atividade rural, condição no grupo familiar (economia familiar, por exemplo), dados do imóvel e o tipo de exploração (plantação, criação, etc.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, declarar sua condição de segurado especial para solicitar benefícios como aposentadoria por idade rural, salário-maternidade rural, auxílio-doença, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, o formulário substitui declarações sindicais e outros comprovantes mais complexos, sendo um documento fundamental após a Reforma da Previdência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A declaração, por si só, não garante o benefício. Ou seja, ela precisa ser validada pelo INSS com a apresentação de provas materiais (instrumentos ratificadores), como blocos de notas, contratos de parceria, ITR, comprovantes de entrega de produção, etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se preenchida corretamente e acompanhada das provas, pode acelerar a concessão do benefício, permitindo até a concessão automática em alguns casos.</span></p>
<h3><b>O que é prova testemunhal na aposentadoria rural?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Prova testemunhal na aposentadoria rural é o depoimento de pessoas que presenciaram o trabalho no campo, servindo para complementar ou reforçar documentos (como certidões, notas fiscais, etc.) que não cobrem todo o período.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou até mesmo, para provar atividade rural mesmo na ausência de documentos contemporâneos, especialmente em períodos mais antigos, sendo crucial para confirmar a qualidade de segurado especial do trabalhador rural perante o INSS.</span></p>
<h2><b>O que pode impedir o benefício da aposentadoria rural?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria rural pode ser impedida por falta de provas do trabalho no campo, vínculos empregatícios urbanos incompatíveis, desatualização cadastral (INCRA/PRONAF).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, exploração de atividade rural em grande escala (mais de 4 módulos fiscais) ou exercício de atividade remunerada acima de 120 dias por ano, sendo crucial a comprovação do trabalho rural no período imediatamente anterior ao pedido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o preenchimento correto dos requisitos legais para evitar a negativa do INSS é algo importante, que muitas vezes exige documentos formais que não são comuns para o trabalhador rural.</span></p>
<h2><b>Qual o valor da aposentadoria rural?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor da aposentadoria por idade rural não mudou com a Reforma da Previdência de 2019. Ou seja, as regras de cálculo deste benefício praticamente não foram alteradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abaixo, vou detalhar como funciona o cálculo da aposentadoria rural, já que existem detalhes que precisam ser esclarecidos. </span></p>
<h3><b>Como é calculada a aposentadoria rural?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber como é calculada a aposentadoria rural, você precisa se atentar ao seguinte: se você fechou os requisitos antes ou depois da Reforma da Previdência.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tuLPfwF-j68?si=sUOLLr2oyUt7b1Ks" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar das mudanças não terem sido tão fortes como em outras modalidades, ainda assim, há diferenças que impactam a vida do trabalhador rural que contribuiu ao INSS.</span></p>
<h4><b>Aposentadoria rural por idade</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da aposentadoria rural por idade, se você cumpriu os requisitos da aposentadoria </span><b>antes da Reforma da Previdência</b><span style="font-weight: 400;"> (até 12/11/2019), o benefício será calculado a partir da média dos seus 80% maiores salários de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, se você alcançou os requisitos </span><b>após a Reforma</b><span style="font-weight: 400;">, o benefício será calculado a partir da média de todos os seus salários de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos, o descarte dos 20% menores salários de contribuição acaba aumentando bastante a média salarial do segurado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao final, o valor da aposentadoria será equivalente a 70% dessa média, com acréscimo de 1% para cada ano de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, se você se aposentar com 15 anos de contribuição, vai receber 85% da sua média salarial. Para receber 100% da média, vai precisar de pelo menos 30 anos de contribuição.</span></p>
<h4><b>Aposentadoria rural por tempo de contribuição</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor da aposentadoria por tempo de contribuição também sofreu algumas alterações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da Reforma, o benefício era pago no valor equivalente a 80% da média dos maiores salários de contribuição, multiplicada pelo fator previdenciário.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LThhWq6TvLA?si=dis69j4s9XlFxmzo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, se atingido o fator 85/95 até 2018 ou 86/96 a partir de 2019, o fator previdenciário só incidirá se fosse para aumentar o valor da aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse fator era equivalente a uma quantidade mínima de pontos que o contribuinte precisava somar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulheres:</b><span style="font-weight: 400;"> 85 pontos até 2018 e 86 pontos a partir de 2019; e</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homens:</b><span style="font-weight: 400;"> 95 pontos até 2018 e 96 pontos a partir de 2019.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembrando que esta quantidade de pontos é equivalente à soma da idade com o tempo de contribuição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a Reforma, este cálculo vai depender da melhor regra de transição para o seu caso.</span></p>
<p><b>Sendo assim, são 4 regras de transição:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Idade progressiva;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Por pontos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pedágio de 50%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pedágio de 100%.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada uma dessas regras tem requisitos e regras de cálculo específicas.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Em83Zl_tNus?si=YmpbbvrLwm8NUbBD" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, é importante ver qual delas é a melhor para o seu caso, para que você não sofra prejuízos financeiros e até desbloqueie a possibilidade de se aposentar mais cedo.</span></p>
<h4><b>Aposentadoria híbrida </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da aposentadoria híbrida, as mudanças foram bastante relevantes:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Caso você tenha cumprido os requisitos antes da Reforma (até 12/11/2019), irá receber 70% da média dos seus 80% maiores salários de contribuição, com acréscimo de 1% para cada ano de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Agora, se alcançar os requisitos depois da Reforma, irá receber apenas 60% da média de todos os seus salários de contribuição, com acréscimo de 2% para cada ano acima de 20 anos de contribuição (para os homens) ou 15 anos (para as mulheres).</span></li>
</ul>
<h4><b>Aposentadoria do segurado especial</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, no caso da aposentadoria do segurado especial, o valor do benefício será de 1 salário-mínimo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como os segurados especiais não pagam o INSS, você não tem a possibilidade de receber uma aposentadoria acima deste valor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ficar atento (a), porque durante o ano todo, o salário-mínimo passa por um reajuste, que começa a valer no início do ano, no mês de janeiro.</span></p>
<h2><b>Como pedir aposentadoria rural?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para pedir a aposentadoria rural, você não precisa ir até uma agência do INSS. Basta usar o aplicativo ou site oficial da Previdência Social no Brasil, o Meu INSS.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/i_hT7YFiRow?si=UcpKglMYn8a3Cid-" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na página principal, escreva “aposentadoria rural”, clique na opção e siga as instruções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Novamente, lembro que é importante estar com todos os documentos necessários digitalizados na hora de pedir seu benefício. Eles são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento de identificação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovante de residência;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Carteira de trabalho;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Todos os documentos que comprovam a sua atividade rural. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos documentos pessoais, como, por exemplo, documento com foto e certidão de casamento e/ou nascimento. </span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, você pode entender melhor sobre os requisitos para a aposentadoria rural, assim como os documentos que comprovam o seu tempo no campo, que são de extrema importância para o INSS avaliar e aumentar suas chances na concessão do benefício.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto mais comprovação do seu trabalho na área rural, você tiver, melhor! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, caso surja alguma dúvida ou dificuldade, aconselho buscar o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário, que conheça as regras do INSS a fundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, somente este profissional pode analisar seus documentos de forma crítica, desenvolvendo uma melhor estratégia no momento de fazer a solicitação da aposentadoria.</span></p>
<p><b>A questão é clara:</b><span style="font-weight: 400;"> deixar seus direitos para depois, nunca é uma boa ideia. Afinal, você trabalhou, contribuiu e merece acessar os benefícios disponibilizados pela Previdência Social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Tempo de serviço no INSS: O que significa e como contar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Comum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tempo de serviço no INSS é uma questão que, no geral, resulta em dúvidas tanto para quem começou a contribuir recentemente e até para quem está próximo da aposentadoria. Apesar de parecer óbvio, muitos brasileiros acabam se equivocando quando o assunto é contribuição ao INSS. Até porque, não basta trabalhar, você precisa contribuir para&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/tempo-de-servico-no-inss/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Tempo de serviço no INSS: O que significa e como contar</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de serviço no INSS é uma questão que, no geral, resulta em dúvidas tanto para quem começou a contribuir recentemente e até para quem está próximo da aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de parecer óbvio, muitos brasileiros acabam se equivocando quando o assunto é contribuição ao INSS. Até porque, não basta trabalhar, você precisa contribuir para desbloquear os benefícios do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, reunindo as dúvidas que sempre recebi e, para evitar que você se prejudique, resolvi elaborar este texto, respondendo as principais questões sobre tempo de serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero que com este auxílio, você fuja do prejuízo financeiro e conquiste a melhor aposentadoria que esteja ao seu alcance.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LThhWq6TvLA?si=PSHZcaZST72uhLK2" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>O que é o tempo de serviço?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de serviço para aposentadoria é o tempo contribuído de forma obrigatória ou facultativa à Previdência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, pode ser considerado também como tempo de serviço:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O serviço militar obrigatório;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tempo rural ou de pesca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O tempo em benefício por incapacidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tempo contribuído no exterior;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Em escola técnica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dentre outros;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, não basta trabalhar, é </span><b>preciso contribuir</b><span style="font-weight: 400;">. Ou seja, constar no sistema do INSS que foi feita a contribuição, pois em alguns casos o tempo não é contabilizado automaticamente no INSS.</span></p>
<p><em>O texto continua após o infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-56113 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-scaled.webp" alt="A imagem mostra um infográfico sobre tempo de serviço no INSS. Título: Tempo de serviço no INSS: o que conta e como consultar? Entenda o que é considerado tempo de contribuição, quais são os requisitos e como evitar atrasos na sua aposentadoria. Seção 1: O que é tempo de serviço no INSS Tempo de serviço é o período em que houve contribuição ao INSS; Pode ser contribuição obrigatória ou facultativa; É um dos principais requisitos para conquistar a aposentadoria. Seção 2: O que pode contar como tempo de serviço Além do trabalho comum, também podem contar: Serviço militar obrigatório; Tempo rural ou de pesca; Período em benefício por incapacidade; Tempo contribuído no exterior; Escola técnica e outros casos especiais. Seção 3: Atenção — trabalhar não é suficiente Não basta ter trabalhado: é preciso ter contribuído; O tempo deve constar no sistema do INSS; Alguns períodos não são contabilizados automaticamente; Por isso, é essencial conferir seus registros. Seção 4: Qual é o tempo mínimo para aposentadoria? Regras gerais após a Reforma (desde 2019, valendo para 2026 e próximos anos): Homem: 20 anos de contribuição + 65 anos de idade; Mulher: 15 anos de contribuição + 62 anos de idade; Se você tem mais tempo contribuído ou começou a contribuir antes da Reforma, pode ter direito a outras regras. Seção 5: Existem várias possibilidades de aposentadoria Existem 28 regras diferentes de aposentadoria no INSS; Algumas permitem se aposentar antes da idade mínima; Mais de 50% das aposentadorias são concedidas para pessoas com menos de 60 anos. Seção 6: Como consultar seu tempo no Meu INSS (CNIS) Para verificar seu tempo registrado: Cadastre-se no Meu INSS; Busque por “Extrato de Contribuição (CNIS)”; Confira o tempo que aparece no sistema. Nem sempre todos os períodos estão registrados. Seção 7: CNIS incompleto pode atrasar sua aposentadoria Se faltar algum período, é preciso pedir correção; Apresente documentos e provas adequadas; Verifique também códigos de erro ou pendência. A falta de atualização pode adiar sua aposentadoria em até 6 anos ou mais. Seção 8: Orientação prática final Faça a correção do CNIS o quanto antes; O simulador do INSS pode ser incompleto e conter erros; Para uma contagem exata, o ideal é contar com um advogado especialista; Informação correta traz tranquilidade e protege seu direito. " width="429" height="2560" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-scaled.webp 429w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-768x4585.webp 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-343x2048.webp 343w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-150x895.webp 150w" sizes="(max-width: 429px) 100vw, 429px" /></p>
<h2><b>Qual o tempo de serviço para se aposentar?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de serviço para se aposentar é de:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homem: </b><span style="font-weight: 400;">15 anos de contribuição, se começou a contribuir antes da Reforma da Previdência e atingiu 65 anos de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulher: </b><span style="font-weight: 400;">15 anos de contribuição e 62 anos de idade.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você tem mais tempo de contribuição e ainda não alcançou essas idades, pode ter direito a outras regras de aposentadoria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São 28 opções de requisitos diferentes, algum deles pode se encaixar no seu caso! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, mais de 50% das aposentadorias são concedidas para pessoas com menos de 60 anos de idade.</span></p>
<h2><b>Como é calculado o tempo de serviço?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de serviço é calculado em dias, meses e anos. Desse modo, cada mês trabalhado equivale a um mês de tempo de serviço/contribuição, mas esse mês só pode ser considerado após o pagamento da contribuição ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o tempo de contribuição trabalhado após a reforma, por causa do Decreto 3.048/99, existe uma nova forma de contagem, mais benéfica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, se você </span><b>não</b><span style="font-weight: 400;"> trabalhou o mês cheio, mas </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/contribuicao-ao-inss/"><span style="font-weight: 400;">contribuiu com salário superior ao mínimo</span></a><span style="font-weight: 400;"> nesse período, a contagem de tempo para aposentadoria será considerada com o mês cheio (e não apenas os dias trabalhados).</span></p>
<h3><b>Como fazer a contagem de tempo de serviço no INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber o tempo de serviço no INSS, basta seguir as seguintes etapas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se cadastrar no Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acessar a área principal e buscar por “Extrato de contribuição (CNIS)&#8221;;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Clicar e acessar o tempo que consta no sistema.</span></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-55988" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cnishome-1024x237.png" alt="A imagem mostra a opção de tirar o Extrato de Contribuições (CNIS), no Meu INSS." width="800" height="185" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cnishome-1024x237.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cnishome-300x69.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cnishome-768x178.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cnishome-150x35.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/11/cnishome.png 1496w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, conforme mencionei antes, nem sempre os períodos são registrados no INSS. Isso significa que você deve </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/cnis-cadastro-nacional-de-informacoes-sociais-e-a-aposentadoria/"><span style="font-weight: 400;">analisar o seu CNIS</span></a><span style="font-weight: 400;"> para confirmar se todos os períodos que você trabalhou estão incluídos na lista ou não.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se faltar algum período no CNIS, você deve solicitar a correção, apresentando as provas adequadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, você deve </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/cnis-cadastro-nacional-de-informacoes-sociais-e-a-aposentadoria/"><span style="font-weight: 400;">verificar se existe algum código indicando erro ou pendência no seu CNIS</span></a><span style="font-weight: 400;">, a fim de corrigir esses períodos também. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faça a correção o quanto antes. A falta de atualização do CNIS pode adiar sua aposentadoria em até 6 anos, e em alguns casos, o atraso pode ser ainda maior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já acompanhei situações na qual a ausência dessa correção impediu o reconhecimento do tempo de contribuição, resultando em anos de postergação do benefício.</span></p>
<h3><b>Como somar o tempo de serviço na carteira de trabalho?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para somar o tempo de serviço na carteira de trabalho você pode:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Somar todo o período entre a data de admissão e a data de demissão de todos os registros de empregos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Calcular esse tempo em dias, meses e anos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pode verificar no </span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">, lembrando que pode haver erros no sistema.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, se acaso sentir dificuldade em somar esse tempo ou achar erros no INSS, o ideal é contratar um advogado especialista em Direito Previdenciário para fazer o cálculo.</span></p>
<h2><b>Como pedir a averbação de tempo de serviço no INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para pedir </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/averbacao-de-tempo-de-servico/"><span style="font-weight: 400;">averbação de tempo de serviço</span></a><span style="font-weight: 400;"> no INSS é simples:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Solicite um pedido de aposentadoria junto ao INSS, mesmo que você não tenha direito ainda;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Após isso, faça um requerimento explicando que deseja averbar tempo no INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">No processo administrativo você vai precisar comprovar que trabalhou naquela atividade (provas para contribuinte individual);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se o processo for indeferido, você pode entrar com um processo judicial.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: left;"><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/etPnfUnwl8Y?si=dKcqkk8f8cdxq8R8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3><b>O que é declaração de tempo de serviço?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A “Declaração de Tempo de Serviço” é um documento que o INSS solicita como prova do trabalho exercido em órgãos públicos, quando a contribuição não é destinada a um regime próprio, e sim, ao INSS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, ela é chamada também de &#8220;DTC&#8221; ou &#8220;certidão anexo VIII&#8221;. Assim, ela deve ser preenchida pelo RH do órgão público onde você trabalhou, bem como deve ser apresentada por você no momento da aposentadoria.</span></p>
<h3><b>Quando se recebe o tempo de serviço?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Se recebe o tempo de serviço para a conquista da aposentadoria, quando é realizada a contribuição para a Previdência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, se desejar uma contagem exata do INSS, você precisa realizar o pedido de aposentadoria ou contratar um advogado especialista, uma vez que o simulador é incompleto e pode conter erros.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/V9mdXwkwPoA?si=frHX2hSL4EdPh1RN" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, se você acreditar 100% no simulador do INSS, pode acabar aceitando uma aposentadoria menos vantajosa, tendo prejuízos financeiros consideráveis.</span></p>
<h3><b>Como incluir tempo de serviço no INSS?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para incluir tempo de serviço no INSS, você precisa fazer um pedido de aposentadoria ao INSS, mesmo que ainda não tenha direito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, é importante formular um requerimento específico explicando que deseja apenas averbar o tempo no INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, deve ser elaborado um processo administrativo comprovando o exercício da atividade, em caso de período trabalhado como empregado. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pgUyeP5TMlg?si=gUFxFX9jBZLJ4Isg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, o período como Contribuinte Individual, precisa fazer o pagamento da contribuição além de comprovar a atividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, lembre-se, se acaso o processo administrativo seja indeferido, ou seja, negado, ainda é possível recorrer ao processo judicial. Portanto, você ainda pode conseguir incluir o tempo de serviço.</span></p>
<h2><b>Quem emite a certidão de tempo de serviço?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber quem emite a certidão de tempo de serviço é preciso considerar duas situações:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>CTC:</b><span style="font-weight: 400;"> quem emite é o regime previdenciário para o qual foi feita a contribuição, ou seja, o RPPS — Regime Próprio da Previdência Social. Além disso, precisa estar exonerado para fazer o pedido;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>DTC (documento exigido quando existe serviço público com contribuição ao INSS): </b><span style="font-weight: 400;">quem emite é o RH do órgão público em que você trabalhou. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, é preciso lembrar que esses documentos só são necessários se a contribuição foi destinada ao RGPS/INSS e se o trabalho foi em órgão público.</span></p>
<h3><b>Como tirar certidão de tempo de serviço no INSS?</b></h3>
<p>Para solicitar a Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) do INSS:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Acesse o portal Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Faça login com sua conta </span><a href="http://gov.br"><span style="font-weight: 400;">Gov.br</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Procure por “Certidão de Tempo de Contribuição” (CTC) ou digite “certidão” na busca, ao lado da lupa; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Siga os passos para preencher o requerimento.</span></li>
</ul>
<p><b>Importante: </b><span style="font-weight: 400;">não se esqueça de enviar documentos como RG, CPF e comprovantes, no momento da solicitação.</span></p>
<h2><b>Qual a idade para se aposentar por tempo de serviço?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade para se aposentar por tempo de serviço nem sempre é exigida. Mas pode começar em 57 anos para a mulher e 60 para o homem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, algumas profissões e situações podem se aposentar ainda mais jovens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, existem as regras especiais de tempo de serviço para aposentadoria por insalubridade e periculosidade, a aposentadoria do professor, bem como outras modalidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ademais, as outras modalidades de aposentadoria, que envolvem tempo de serviço, podem não solicitar idade, mas exigem outros requisitos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aposentadoria especial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentado-por-invalidez-tem-quais-direitos/"><span style="font-weight: 400;">Incapacidade permanente</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-do-servidor-publico-na-reforma-da-previdencia/"><span style="font-weight: 400;">Servidores Públicos</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-rural/"><span style="font-weight: 400;">Rural e pesca artesanal</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<h3><b>Regra comum para homens:</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra comum para homens se baseia nos seguintes requisitos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/direito-adquirido-na-aposentadoria/"><b>Direito Adquirido</b></a><b> por Tempo de Contribuição</b><span style="font-weight: 400;">: sem idade mínima, ter 35 até 12/11/2019; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Direito Adquirido por Idade</b><span style="font-weight: 400;">: ter completado 65 anos de idade e 15 de contribuição até 12/11/2019;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Nova aposentadoria: </b><span style="font-weight: 400;">ter 65 anos de idade mais 20 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Regra de transição: </b><span style="font-weight: 400;">65 anos de idade e mais 15 de contribuição, se começou a pagar o INSS antes de 13/11/2019;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Sem idade mínima</b><span style="font-weight: 400;">, se tiver 35 anos de contribuição mais 103 pontos </span><b>em 2026</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pedágio 50%:</b><span style="font-weight: 400;"> ter 35 anos de contribuição mais 50% de pedágio sobre o tempo que faltava em 12/11/2019, sendo que precisava ter, pelo menos, 33 anos de contribuição na data;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pedágio 100%:</b><span style="font-weight: 400;"> 60 anos de idade, mais 35 anos de contribuição, mais 100% de pedágio sobre o tempo que faltava em 12/11/2019.</span></li>
</ul>
<h3><b>Regra comum para mulheres</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a regra comum para mulheres:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Direito Adquirido por Tempo de Contribuição</b><span style="font-weight: 400;">: sem idade mínima, ter 30 até 12/11/2019; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Direito Adquirido por Idade</b><span style="font-weight: 400;">: ter completado 60 anos de idade e 15 de contribuição até 12/11/2019;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Nova aposentadoria: </b><span style="font-weight: 400;">ter 62 anos de idade mais 15 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Transição e nova regra por idade: </b><span style="font-weight: 400;">ter 62 anos e 6 meses de idade mais 15 de contribuição, em 2026;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Sem idade mínima</b><span style="font-weight: 400;">, se alcançou 30 anos de contribuição ter mais 93 pontos em 2026;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pedágio 50%:</b><span style="font-weight: 400;"> 30 anos de contribuição, mais 50% de pedágio sobre o tempo que faltava em 12/11/2019, sendo que precisava ter, pelo menos, 28 anos de contribuição na data;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pedágio 100%:</b><span style="font-weight: 400;"> ter 57 anos de idade mais 30 anos de contribuição, mais 100% de pedágio sobre o tempo que faltava em 12/11/2019.</span></li>
</ul>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Em83Zl_tNus?si=4rHnmmnffXbpYQGB" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3><b>Professoras mulheres</b></h3>
<h4><span style="font-weight: 400;">Já as opções de aposentadoria para Professores são:</span></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-de-professor-pelo-direito-adquirido/"><b>Direito Adquirido por Tempo</b></a><span style="font-weight: 400;">: sem idade mínima, ter 25 anos de contribuição até 12/11/2019;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Direito Adquirido por Pontos:</b><span style="font-weight: 400;"> sem idade mínima, ter 25 anos de contribuição + 81 pontos, se completou o tempo e pontos até 12/11/2019;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Nova Aposentadoria em Magistério:</b><span style="font-weight: 400;"> 57 anos e 6 meses de idade mais 25 anos de contribuição em ensino básico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Transição por Pontos:</b><span style="font-weight: 400;"> sem idade mínima, 25 anos de contribuição em ensino básico mais 88 pontos </span><b>em 2026</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Transição por Idade Progressiva mais Tempo de Contribuição:</b><span style="font-weight: 400;"> ter </span><b>54 anos de idade em 2025</b><span style="font-weight: 400;"> e, além disso, ter mais 25 anos de contribuição em ensino básico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pedágio de 100%:</b><span style="font-weight: 400;"> 52 anos de idade mais 25 anos em ensino básico e adicional de 100% do que faltava em 12/11/2019 para alcançar 25 de contribuição;</span></li>
</ul>
<h3><b>Professores homens</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, para os professores:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Direito Adquirido por Tempo:</b><span style="font-weight: 400;"> sem idade mínima, ter 30 anos de contribuição até 12/11/2019;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Direito Adquirido por Pontos:</b><span style="font-weight: 400;"> sem idade mínima, ter 30 anos de contribuição + 91 pontos, se completou o tempo e pontos até 12/11/2019;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Nova Aposentadoria em Magistério:</b><span style="font-weight: 400;"> 60 anos de idade mais 25 anos de contribuição em ensino básico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Transição por Pontos:</b><span style="font-weight: 400;"> sem idade mínima, 30 anos de contribuição em ensino básico mais 97 pontos em 2025;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Transição por Idade Progressiva mais Tempo de Contribuição:</b><span style="font-weight: 400;"> ter 59 anos e 6 meses de idade em 2026 e, além disso, ter mais 30 anos de contribuição em ensino básico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pedágio de 100%:</b><span style="font-weight: 400;"> 55 anos de idade mais 30 anos em ensino básico e adicional de 100% do que faltava em 12/11/2019 para alcançar 30 de contribuição;</span></li>
</ul>
<h3><b>Aposentadoria para homem com deficiência</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da aposentadoria para homem com deficiência, as regras mudam um pouco:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência leve por tempo de contribuição:</b><span style="font-weight: 400;"> não exige idade mínima, ter 33 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Grau de deficiência moderada por tempo de contribuição: </b><span style="font-weight: 400;">não exige idade mínima, precisa ter 29 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência grave por tempo de contribuição: </b><span style="font-weight: 400;">sem idade mínima, precisa ter 25;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência leve por Idade: </b><span style="font-weight: 400;">60 anos de idade mais 15 anos de contribuição.</span></li>
</ul>
<h3><b>Aposentadoria para mulher com deficiência</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A mesma situação acontece com a aposentadoria para mulher com deficiência. Confira:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Grau de deficiência leve por tempo de contribuição: </b><span style="font-weight: 400;">não exige idade mínima, ter 28 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência moderada por tempo de contribuição: </b><span style="font-weight: 400;">não exige idade mínima, precisa ter 24 anos de contribuição; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Grau de deficiência grave por tempo de contribuição:</b><span style="font-weight: 400;"> sem idade mínima, precisa ter  20;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência leve por Idade:</b><span style="font-weight: 400;"> 55 anos de idade mais 15 anos de contribuição.</span></li>
</ul>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Pronto! Agora você já possui maiores informações sobre o tempo de serviço do INSS e, espero, que consiga se proteger de possíveis dores de cabeça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, em caso de dúvidas sobre quais modalidades podem e devem ser usadas no seu caso, aconselho o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Só este profissional conhece todas as regras do INSS e pode fazer uma avaliação completa do seu tempo de serviço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, na reunião de documentos de comprovação e todos os ajustes do CNIS, porque geralmente são necessários!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pouquíssimos segurados não possuem erros no CNIS, o que acaba dificultando o momento da solicitação da aposentadoria e, até, pode diminuir o valor final, o qual você possui direito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, todo cuidado é pouco, até porque, todos merecem o melhor resultado quando o assunto é aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Tempo de contribuição para aposentadoria: Qual é para cada caso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Stürmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 10:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Comum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tempo de contribuição para aposentadoria sempre gerou muitas dúvidas, ainda mais após a Reforma da Previdência de 2019. Pensando nisso, resolvi aproveitar o início do ano e elencar as principais questões que sempre causam mais confusão, quando o assunto é a aposentadoria por tempo de contribuição. Acredite, nos anos os quais atuo como advogada&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/quanto-tempo-de-contribuicao-para-se-aposentar/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Tempo de contribuição para aposentadoria: Qual é para cada caso</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de contribuição para aposentadoria sempre gerou muitas dúvidas, ainda mais após a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, resolvi aproveitar o início do ano e elencar as principais questões que sempre causam mais confusão, quando o assunto é a aposentadoria por tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredite, nos anos os quais atuo como advogada especialista em Direito Previdenciário, sempre recebo estas questões e acredito que este texto pode ser de grande auxílio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga comigo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Como funciona a aposentadoria por tempo de contribuição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-tempo-de-contribuicao/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria por tempo de contribuição</span></a><span style="font-weight: 400;">, após a Reforma da Previdência de novembro de 2019, deixou de ter uma regra definitiva e passou a funcionar por meio de diversas regras de transição para quem já contribuía para o INSS antes da mudança. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela é voltada para quem acumulou longos períodos de contribuição, exigindo agora, na maioria dos casos, uma combinação de tempo, idade mínima ou pontuação (soma de idade + tempo).</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LfCAQHypLYc?si=fwSAdFwGwVA1loyB" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, para quem já possui direito adquirido (cumpriu os requisitos </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;"> da Reforma, pode solicitar a aposentadoria por tempo de contribuição, caso ainda não tenha).</span></p>
<p><b>Requisitos Gerais (Para quem já contribuía antes de 11/2019):</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulheres:</b><span style="font-weight: 400;"> 30 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homens: </b><span style="font-weight: 400;">35 anos de contribuição.</span></li>
</ul>
<h3><b>Quem tem direito a se aposentar por tempo de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem tem direito à aposentadoria por tempo de contribuição são os segurados do INSS que completarem o tempo de contribuição mínimo exigido para a concessão do benefício até novembro de 2019. Ou seja, até a data da Reforma da Previdência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, atualmente você precisa cumprir outros requisitos para ter direito ao benefício nas suas demais modalidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas irei detalhar melhor a seguir. Continue lendo!</span></p>
<h2><b>O que mudou nas regras de tempo de contribuição para aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As regras de tempo de contribuição para aposentadoria mudam anualmente para quem já contribuía antes da Reforma de 2019, com as principais alterações em 2026 sendo o aumento da idade mínima na Regra da Idade Progressiva (59 anos e 6 meses para mulheres, 64 anos e 6 meses para homens) e da pontuação na Regra por Pontos (93 para mulheres, 103 para homens), mantendo-se o tempo de contribuição de 30/35 anos.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/BGn4yNfWgWA?si=pp35TpHcYtJyRcFh" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, as regras de pedágio (50% e 100%) continuam, enquanto a regra geral (62/65 anos) é para novos contribuintes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, são as regras de transição que permitem a aposentadoria por tempo de contribuição, para todos os segurados que já contribuíram ao INSS </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;"> da Reforma, mas não completaram os requisitos na época.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, as regras de transição são uma maneira de minimizar o prejuízo para quem já estava contribuindo, dando acesso a vários tipos de regras.</span></p>
<h2><b>Qual o tempo de contribuição para aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo de contribuição para se aposentar é de, </span><b>pelo menos, 15 anos de contribuição</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o tempo de contribuição para se aposentar pode </span><b>aumentar conforme a regra que você optar</b><span style="font-weight: 400;"> e tiver direito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, </span><b>quanto mais tempo de contribuição você tiver, mais jovem você se aposenta</b><span style="font-weight: 400;">, sendo no mínimo 30 anos de contribuição para a mulher e 35 para o homem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas a regra também pode mudar conforme a sua </span><b>situação ou profissão, diminuindo o tempo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, em algumas regras, professores e profissionais que trabalham com insalubridade, podem se aposentar com 25 anos de contribuição ou menos e requisitos adicionais. Mas alguns professores vão precisar de 30 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já as pessoas com deficiência podem se aposentar com tempo reduzido, conforme o grau da deficiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para </span><b>quem já contribuía antes da Reforma da Previdência</b><span style="font-weight: 400;">, pode usar a regra de transição da aposentadoria por idade comum fica assim:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homem</b><span style="font-weight: 400;">: 15 anos de contribuição e 65 anos de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulher:</b><span style="font-weight: 400;"> 15 anos de contribuição e 62 em 2026.</span></li>
</ul>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LThhWq6TvLA?si=PSHZcaZST72uhLK2" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Tempo de contribuição para aposentadoria mulher</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mulheres, o tempo de contribuição para aposentadoria varia, mas a regra geral pós-Reforma de 2019 exige 62 anos de idade e 15 anos de contribuição.</span></p>
<p><strong>Porém, existem várias regras de transição, como:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">pontos (93 pontos em 2026 + 30 anos de contribuição); </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">a de idade mínima progressiva (59 anos e 6 meses + 30 anos de contribuição em 2026);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">pedágios (50% ou 100% sobre o tempo que faltava em 2019).</span></li>
</ul>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Em83Zl_tNus?si=L9D8bfZNhOZMDTwU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada uma com requisitos específicos, sendo o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário a melhor forma de analisar suas possibilidades e minimizar prejuízos financeiros.</span></p>
<h3><b>Aposentadoria homem tempo de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para homens, a aposentadoria por tempo de contribuição mudou com a Reforma de 2019, com a regra definitiva sendo 65 anos de idade e 20 de contribuição.</span></p>
<p><strong>Mas também existem diversas regras de transição para quem já contribuía antes, como:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">por pontos (soma de idade + contribuição);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">idade mínima progressiva, exigindo diferentes combinações de idade e tempo (ex: 64 anos e 6 meses anos e 35 anos de contribuição em 2026;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">por pontos (103 pontos em 2026 + 35 anos de contribuição); </span>pedágios (50% ou 100% sobre o tempo que faltava em 2019).</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>O texto continua após o vídeo.</em></span></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gnIEu0wD9j0?si=pQUEy9c6Nw58aEzp" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Tempo de contribuição para aposentadoria por idade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-idade-urbana/"><span style="font-weight: 400;">aposentar por idade no Brasil</span></a><span style="font-weight: 400;">, a regra geral exige 15 anos de contribuição (180 meses) para mulheres e homens, além de idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para homens que começaram a contribuir antes de novembro de 2019, o tempo mínimo de contribuição ainda pode ser de 15 anos, mas as idades mínimas (e regras de transição) para todos mudam anualmente.</span></p>
<h3><b>Tempo de contribuição para aposentadoria PcD</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-para-pcd/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria PcD</span></a><span style="font-weight: 400;"> por tempo de contribuição, os requisitos variam com o grau de deficiência (grave, moderada, leve). Exigindo menos tempo de contribuição para homens e mulheres.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/S-P7Ot4sh-Y?si=AvXZjN-TStCnQg-5" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência grave:</b><span style="font-weight: 400;"> 25 anos (homem) / 20 anos (mulher);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência moderada:</b><span style="font-weight: 400;"> 29 anos (homem) / 24 anos (mulher);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Deficiência leve:</b><span style="font-weight: 400;"> 33 anos (homem) / 28 anos (mulher).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se que sempre é feita uma perícia médica e social no INSS para determinar o grau da deficiência e o tempo trabalhado nessa condição.</span></p>
<h3><b>Tempo de contribuição para aposentadoria professor</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-de-professor/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria por tempo de contribuição para professores</span></a><span style="font-weight: 400;">, após a Reforma da Previdência, segue regras de transição com tempo de contribuição reduzido (25 anos para mulheres, 30 para homens).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na regra da idade mínima progressiva, que em 2026 exige 54 anos e 6 meses (mulheres) e 59 anos e 6 meses (homens), aumentando até 57 e 60 anos, respectivamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tempo exigido no magistério para as mulheres é de 25 anos e no caso dos homens, 30 anos de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem também regras para quem se aposentou antes da Reforma (direito adquirido) ou utiliza a regra de pontos e o pedágio de 100%, sendo que a Regra de Pontos (soma idade + contribuição) e o Pedágio de 100% (100% da média salarial) que podem ser opções vantajosas, dependendo do caso.</span></p>
<h3><b>Tempo de contribuição para aposentadoria MEI</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O MEI se aposenta por idade aos 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres), com 15 anos de contribuição, mas o valor será sempre um salário-mínimo, e é preciso ter contribuído desde antes da Reforma da Previdência (até 2019) para usar as regras de transição. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/EA7TrUO4la8?si=eUWkAZZeyA7zlofx" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem começou a contribuir depois de novembro de 2019 pode precisar cumprir mais tempo de contribuição e novas regras, enquanto quem se encaixa no direito adquirido tem direito a utilizar as regras mais antigas. Ou seja, anteriores à Reforma da Previdência.</span></p>
<h2><b>Como calcular tempo de contribuição para aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber como calcular quanto tempo falta para se aposentar é preciso primeiro </span><b>entender as regras vigentes e qual é melhor e adequada para o seu caso</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-56113 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-scaled.webp" alt="A imagem mostra um infográfico sobre tempo de serviço no INSS. Título: Tempo de serviço no INSS: o que conta e como consultar? Entenda o que é considerado tempo de contribuição, quais são os requisitos e como evitar atrasos na sua aposentadoria. Seção 1: O que é tempo de serviço no INSS Tempo de serviço é o período em que houve contribuição ao INSS; Pode ser contribuição obrigatória ou facultativa; É um dos principais requisitos para conquistar a aposentadoria. Seção 2: O que pode contar como tempo de serviço Além do trabalho comum, também podem contar: Serviço militar obrigatório; Tempo rural ou de pesca; Período em benefício por incapacidade; Tempo contribuído no exterior; Escola técnica e outros casos especiais. Seção 3: Atenção — trabalhar não é suficiente Não basta ter trabalhado: é preciso ter contribuído; O tempo deve constar no sistema do INSS; Alguns períodos não são contabilizados automaticamente; Por isso, é essencial conferir seus registros. Seção 4: Qual é o tempo mínimo para aposentadoria? Regras gerais após a Reforma (desde 2019, valendo para 2026 e próximos anos): Homem: 20 anos de contribuição + 65 anos de idade; Mulher: 15 anos de contribuição + 62 anos de idade; Se você tem mais tempo contribuído ou começou a contribuir antes da Reforma, pode ter direito a outras regras. Seção 5: Existem várias possibilidades de aposentadoria Existem 28 regras diferentes de aposentadoria no INSS; Algumas permitem se aposentar antes da idade mínima; Mais de 50% das aposentadorias são concedidas para pessoas com menos de 60 anos. Seção 6: Como consultar seu tempo no Meu INSS (CNIS) Para verificar seu tempo registrado: Cadastre-se no Meu INSS; Busque por “Extrato de Contribuição (CNIS)”; Confira o tempo que aparece no sistema. Nem sempre todos os períodos estão registrados. Seção 7: CNIS incompleto pode atrasar sua aposentadoria Se faltar algum período, é preciso pedir correção; Apresente documentos e provas adequadas; Verifique também códigos de erro ou pendência. A falta de atualização pode adiar sua aposentadoria em até 6 anos ou mais. Seção 8: Orientação prática final Faça a correção do CNIS o quanto antes; O simulador do INSS pode ser incompleto e conter erros; Para uma contagem exata, o ideal é contar com um advogado especialista; Informação correta traz tranquilidade e protege seu direito. " width="429" height="2560" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-scaled.webp 429w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-768x4585.webp 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-343x2048.webp 343w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-150x895.webp 150w" sizes="(max-width: 429px) 100vw, 429px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, você deve saber que em alguns casos, o tempo de aposentadoria é contado com base na quantidade de dias trabalhados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, se você trabalhar do dia 25 de março ao dia 5 de maio, terá o total de 41 dias trabalhados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas em outros, a contagem é feita por mês </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/contribuicao-ao-inss/"><span style="font-weight: 400;">contribuído com valor de pelo menos um salário mínimo</span></a><span style="font-weight: 400;">. A maioria dos casos será assim, principalmente depois da Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a contagem por dias pode ser aplicada em benefícios como a aposentadoria do professor ou a aposentadoria especial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, sabendo quanto tempo você precisa, pode passar ao passo 2: saber quanto tempo tem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se deixe levar pelo simulador automático do INSS. Isso porque ele não considera diversos períodos. Desse modo, a forma mais segura de saber quanto tempo você tem é avaliando e corrigindo seu CNIS. Somente com o CNIS corrigido é que você saberá, de fato, quanto tempo tem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, o cálculo é simples: faça quanto tempo precisa MENOS quanto tempo tem. Esse será o tempo que falta para você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é possível dar um exemplo universal, que se aplique a todas as pessoas. Afinal, são 28 variações de regras no INSS e cada uma terá sua exigência específica. Pontos e idade também interferem em quanto tempo você terá que esperar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é altamente recomendado falar com um advogado para saber quanto tempo de contribuição para se aposentar você precisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se que </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/averbacao-no-inss/"><b>alguns períodos</b><span style="font-weight: 400;">, que precisam ser averbados</span></a><span style="font-weight: 400;">,</span><b> podem não constar no sistema da previdência</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/etPnfUnwl8Y?si=nPVu7btRlW7-nVky" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é fundamental conferir o seu CNIS, ou histórico de contribuições no RPPS, e verificar se todos os períodos que você trabalhou estão, de fato, registrados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se não estiverem, então você precisará solicitar a correção, apresentando provas de que trabalhou e fez as contribuições.</span></p>
<h2><b>Qual é o valor da aposentadoria por tempo de contribuição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/valor-da-aposentadoria/"><span style="font-weight: 400;">valor da aposentadoria</span></a><span style="font-weight: 400;"> após a Reforma da Previdência se baseia na média de 100% de todos os salários de contribuição desde julho de 1994: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O segurado recebe 60% dessa média, com acréscimo de 2% para cada ano que exceder 15 anos de contribuição (mulheres) ou 20 anos (homens).</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Para receber 100% da média, geralmente é necessário contribuir por 40 anos (homens) ou 35 anos (mulheres), dependendo da regra.</span></li>
</ul>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tuLPfwF-j68?si=37FAQenv4dBrPEYe" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>Como solicitar a aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar a aposentadoria por tempo de contribuição, você precisa acessar o site oficial do INSS. Ou seja, todo o processo é realizado remotamente, não existe a necessidade de ir até uma agência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o site</span> <a href="http://meu.inss.gov.br"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou o aplicativo Meu INSS no celular.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/i_hT7YFiRow?si=ijYsRxs3SXj_2_rW" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faça login com seu CPF e senha (caso não tenha, é possível criar uma conta).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo que entrar no Meu INSS, escreva no buscador (ao lado da lupa) “aposentadoria por tempo de contribuição”:</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-55912" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png" alt="A imagem mostra a opção de aposentadoria por tempo de contribuição no Meu INSS." width="800" height="191" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-300x72.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-768x183.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-150x36.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos.png 1502w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo após, é só seguir as instruções.</span></p>
<h3><b>Quais os documentos necessários?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os documentos necessários para a aposentadoria por tempo de contribuição podem variar um pouco, dependendo do seu histórico de contribuição ou do que você já trabalhou. Entretanto, os mais comuns são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento de identidade com foto (RG, CNH, etc.);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">CPF;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovantes de contribuição ao INSS (extrato de contribuições do CNIS, por exemplo);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovante de tempo de atividade especial, se for o caso (para quem trabalhou em condições insalubres ou perigosas);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de casamento de residência atualizado.</span></li>
</ul>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por tempo de contribuição, além do tempo de contribuição em si, pode gerar dúvidas teoricamente difíceis de solucionar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, espero que com este texto você tenha se munido de mais informações para se preparar para o novo ano que se inicia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entender as regras do INSS, assim como as possibilidades que você pode ter, são as principais formas de conquistar um benefício mais justo e vantajoso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não esqueça que cada caso é único e merece ser avaliado com o máximo de atenção, até porque, evitar prejuízos é o que todos queremos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas lembre-se: mesmo após a Reforma da Previdência de 2019, ainda existem várias possibilidades e é importante se atentar!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Nova Regra de Aposentadoria 2026: O que muda e quando muda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 11:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Comum]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um ano novo começa e as dúvidas também se instalam, principalmente quando o assunto são requisitos de benefícios. Portanto, saber a nova regra de aposentadoria para 2026 é de extrema importância. A cada ano, a Previdência Social sofre alterações e elas podem ser a diferença entre uma solicitação de aposentadoria negada ou aceita. Pensando nisso,&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/novas-regras-para-aposentadoria/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Nova Regra de Aposentadoria 2026: O que muda e quando muda</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um ano novo começa e as dúvidas também se instalam, principalmente quando o assunto são requisitos de benefícios. Portanto, saber a nova regra de aposentadoria para 2026 é de extrema importância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cada ano, a Previdência Social sofre alterações e elas podem ser a diferença entre uma solicitação de aposentadoria negada ou aceita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, resolvi elaborar este texto para explicar as possibilidades que o INSS traz, além das mudanças que já estão em vigor no ano de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Quais as regras da aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As regras da aposentadoria mudam conforme a modalidade que você se enquadra. Além disso, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria/"><span style="font-weight: 400;">após a Reforma da Previdência de 2019, ocorreram mudanças principalmente relacionadas a idade mínima</span></a><span style="font-weight: 400;"> e contribuição.</span></p>
<p><em>O texto continua após infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-55708 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-scaled.webp" alt="A imagem mostra um infográfico sobre novas regras para aposentadoria. Título: Novas regras para aposentadoria Entenda as regras antigas, o direito adquirido e as opções de transição do INSS. Seção 1: Como era a aposentadoria antes da Reforma Existiam duas opções principais na regra geral; Aposentadoria por idade: 15 anos de contribuição; 65 anos (homem) e 60 anos (mulher); Aposentadoria por tempo de contribuição: 30 anos (mulher) e 35 anos (homem); Sem exigência de idade mínima. Seção 2: Fator Previdenciário e regras especiais Quanto mais jovem o segurado, menor o benefício; Aplicação do fator previdenciário para equilibrar o sistema; Já existiam aposentadorias especiais, como: Pessoa com deficiência; Especial (insalubridade/periculosidade); Rural/segurado especial; Professores; Aposentadoria por invalidez (incapacidade permanente). Seção 3: Direito adquirido Quem completou os requisitos até 12/11/2019 tem direito adquirido; Pode se aposentar pelas regras antigas; Mesmo que o pedido seja feito anos depois. Seção 4: A Nova Aposentadoria após a Reforma A aposentadoria comum passou a ser uma só modalidade; Mulheres: 62 anos de idade; 15 anos de contribuição; Homens: 65 anos de idade; 20 anos de contribuição. Seção 5: Regras de Transição Criadas para quem já contribuía antes da Reforma; Permitem uma aposentadoria “intermediária”; Requisito comum: ter ao menos uma contribuição antes de 13/11/2019; Para trabalhadores em geral, existem 5 regras de transição: Idade; Pontos progressivos; Tempo + idade progressiva; Pedágio de 50%; Pedágio de 100%. Cada regra possui requisitos e formas de cálculo diferentes. Um planejamento previdenciário é essencial para identificar a melhor opção e evitar prejuízos no valor do benefício. Informação correta e análise técnica jurídica especializada fazem toda a diferença na aposentadoria. " width="526" height="2560" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-scaled.webp 526w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-768x3738.webp 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-421x2048.webp 421w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-150x730.webp 150w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, no caso da aposentadoria por idade, tanto o homem, quanto a mulher, precisam ter mais idade para preencher os requisitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, para não prejudicar os segurados que estavam próximos de se aposentar ou já contribuíram antes de 2019, surgiram as regras de transição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas regras possuem requisitos mais flexíveis, dando a possibilidade de uma aposentadoria mais rápida e em alguns casos, sem idade mínima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, as modalidades de regras com idade progressiva, em geral, aumentam 6 meses de idade por ano. Já as de pontos, aumentam um por ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, quem já alcançou os requisitos de qualquer aposentadoria antes da Reforma da Previdência, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/direito-adquirido-na-aposentadoria/"><span style="font-weight: 400;">possui o direito adquirido</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ou seja, pode se aposentar com as regras antigas à Reforma, mesmo agora, anos após. </span><span style="font-weight: 400;">Mas vou detalhar melhor a seguir. Confira! </span></p>
<h3><b>Antes da reforma</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da Reforma da Previdência existiam duas opções de aposentadoria na regra geral: a aposentadoria por idade e a aposentadoria por tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra por idade exigia 15 anos de contribuição para homens e mulheres, mais 65 de idade do homem e 60 da mulher.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a aposentadoria por tempo de contribuição, exigia apenas o tempo, sem regra de idade mínima. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, para a mulher eram 30 anos de contribuição e para o homem 35. A diferença para compensar financeiramente a Previdência Social é que quanto mais jovem a pessoa fosse, menor seria o valor da aposentadoria dela pela aplicação do fator previdenciário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, existiam já as modalidades especiais e diferenciadas, como aposentadoria:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">da </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-da-pessoa-com-deficiencia/"><span style="font-weight: 400;">pessoa com deficiência</span></a><span style="font-weight: 400;"> (por idade ou por tempo);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/periculosidade-e-insalubridade-para-aposentadoria-mais-cedo/"><span style="font-weight: 400;">especial por insalubridade ou periculosidade</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-do-segurado-especial/"><span style="font-weight: 400;">rural/do segurado especial</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-de-professor/"><span style="font-weight: 400;">para professores</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-incapacidade-permanente/"><span style="font-weight: 400;">por invalidez (incapacidade permanente)</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas regras seguem existindo, mas todas sofreram algum tipo de alteração, seja nos requisitos ou na forma de cálculo do valor do benefício.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9mwo7L_duoY?si=yy-muC9QN6qS3RsQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem completou esses requisitos, tanto na modalidade por idade, quanto na de tempo de contribuição, até 12 de novembro de 2019, tem direito adquirido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa que pode receber a aposentadoria sem ser afetado pelas mudanças, mesmo que hoje ainda não tenha solicitado a sua.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8sG56r6Hju0?si=zpD7-LS8SxiBIamP" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Depois da reforma</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois da Reforma, ficou definido que a aposentadoria comum passaria a ser única, sem a opção de tempo de contribuição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Surge, então, a Nova Aposentadoria, na qual as mulheres devem completar 62 anos de idade e ter 15 de contribuição, e os homens devem possuir 65 de idade, tendo 20 anos de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas muita gente que já estava perto de se aposentar seria prejudicado profundamente. É por isso que qualquer Reforma na Previdência costuma trazer opções de regras de transição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São essas regras que mudam periodicamente a cada ano.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gnIEu0wD9j0?si=pQUEy9c6Nw58aEzp" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>Requisitos para aposentadoria vão mudar em 2026?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns requisitos para aposentadoria vão mudar em 2026, principalmente quando focamos nas regras de transição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas regras possuem a missão de minimizar o prejuízo do segurado que já contribui ao INSS antes da Reforma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, no geral, sofrem alterações a cada ano.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pgUyeP5TMlg?si=gUFxFX9jBZLJ4Isg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3><b>Aumento da idade mínima em 2026</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, a idade mínima para aposentadoria por idade mínima progressiva no INSS aumentou em 6 meses para mulheres e homens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, exigindo 59 anos e 6 meses para mulheres e 64 anos e 6 meses para homens, além dos tempos de contribuição (30/35 anos). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa mudança faz parte da regra de transição da Reforma da Previdência, que eleva gradualmente a idade até 2031, quando atingirá 62 (mulheres) e 65 (homens) anos.</span></p>
<h3><b>Mudanças na regra de pontos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-pontos/"><span style="font-weight: 400;">mudanças na regra de pontos da aposentadoria</span></a><span style="font-weight: 400;"> em 2026 elevam os requisitos da Reforma da Previdência, exigindo 93 pontos (idade + contribuição) para mulheres e 103 pontos para homens, mantendo o tempo mínimo de 30 anos para elas e 35 para eles. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pontuação aumenta um ponto por ano, sendo uma das regras de transição para quem já contribui antes de 2019, ou seja, anteriormente à Reforma da Previdência.</span></p>
<h2><b>Como funcionam as regras de transição?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As regras de transição são conjuntos de requisitos de idade e tempo ou pontos que permitem uma aposentadoria “intermediária”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, sem que a pessoa precise esperar até a regra mais difícil (Nova Aposentadoria), caso tenha um bom acúmulo de tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em geral, as regras de transição são aposentadorias por tempo de contribuição também, mas com variações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Elas têm um requisito em comum entre todas: para ter direito às regras de transição você precisa ter feito pelo menos uma contribuição ao INSS antes da data da Reforma da Previdência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os trabalhadores que não se encaixam nas opções especiais (rural, indígena, professores, profissionais de áreas insalubres e perigosas e pessoas com deficiência), foram introduzidas cinco regras de transição:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">pontos progressivos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">tempo mais idade progressiva;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">pedágio de 50%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">e pedágio de 100%.</span></li>
</ul>
<h3><b>Tempo de contribuição + idade mínima</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta regra, o tempo de contribuição é fixo, sendo 30 anos de contribuição para a mulher e 35 anos para o homem. Já a idade aumenta progressivamente em 6 meses por ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2025, a idade exigida das mulheres nessa regra era de 59 anos e a do homem 64 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, em 2026 aumentou para 6 meses na exigência de cada um, sendo 59 anos e 6 meses para a mulher e 64 anos e 6 meses para o homem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A última mudança, no caso dos homens, será em 2027, quando a idade mínima desta regra atingir 65 anos. Já no caso das mulheres será em 2031, quando atingir 62 anos de idade.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LThhWq6TvLA?si=Y2UDNN4Hu8hKDqsi" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h3><b>Por idade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da regra por idade, a situação é um pouco diferente. Ela também exige que você tenha começado a contribuir antes da data da Reforma, mesmo que apenas 1 dia antes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, a forma como ocorreu para homens e para mulheres é diferente.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Em83Zl_tNus?si=4rHnmmnffXbpYQGB" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h4><b>Regras de Aposentadoria para Homens</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da transição da </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-do-homem/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria por idade para homens</span></a><span style="font-weight: 400;">, a Reforma da Previdência estabeleceu que o homem que contribui para o INSS antes da Reforma poderá se aposentar usando a regra antiga.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, se você é um homem que começou a pagar INSS em 10 de novembro de 2019, por exemplo, poderá se aposentar com 65 anos de idade e apenas 15 de contribuição.</span></p>
<h4><b>Regras de Aposentadoria para Mulheres</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-para-mulher-regras-atuais-para-se-aposentar/"><span style="font-weight: 400;">no caso das mulheres</span></a><span style="font-weight: 400;">, a regra de transição por idade manteve o tempo de contribuição, mas aumentou a idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, a mulher que começou a contribuir antes da Reforma pode optar por esta regra contribuindo 15 anos de contribuição, e atingindo uma idade que mudou a cada ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, em 2026 ela já alcançou o aumento máximo previsto na lei, então a regra já se igualou à Nova Aposentadoria.</span></p>
<p><b>Resumindo:</b><span style="font-weight: 400;"> a regra de transição por idade para mulheres exige 15 anos de contribuição e 62 de idade.</span></p>
<h3><b>Pedágio de 50%</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra do pedágio de 50% para a aposentadoria quer dizer que a pessoa precisa contribuir um tempo a mais do que os 30 ou 35 exigidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tempo será de 50% do tempo que faltava para atingir o mínimo na data da Reforma. Ou seja, um adicional de metade do tempo que faltava.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, para ter direito a usar a regra, você precisava ter um limite de tempo de contribuição na data da reforma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou explicar a seguir separando os casos de homens e mulheres.</span></p>
<h4><b>Regras de Aposentadoria para Homens</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso dos homens, a regra do pedágio de 50% exige que ele tenha pelo menos 33 anos de contribuição na data da reforma (13/11/2019).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Organizei uma tabela para você entender alguns exemplos (não são os únicos, mas são mais simples para visualizar):</span></p>

<table id="tablepress-3" class="tablepress tablepress-id-3">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Tempo que tinha</th><th class="column-2">Quanto faltava para 35 de contribuição<br />
<br />
</th><th class="column-3">Pedágio de 50% fica em</th><th class="column-4">Total que precisa contribuir</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">33 anos<br />
<br />
</td><td class="column-2">2 anos</td><td class="column-3">1 ano</td><td class="column-4">36 anos (35 + 1)</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">33 anos e 6 meses</td><td class="column-2">1 ano e 6 meses</td><td class="column-3">9 meses</td><td class="column-4">35 anos e 9 meses</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">34 anos</td><td class="column-2">1 ano</td><td class="column-3">6 meses</td><td class="column-4">35 anos e 6 meses</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">34 anos e 6 meses<br />
<br />
</td><td class="column-2">6 meses</td><td class="column-3">3 meses</td><td class="column-4">35 anos e 3 meses<br />
<br />
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-3 from cache -->
<h4><b>Regras de Aposentadoria para Mulheres</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Para as mulheres o que muda na regra do pedágio de 50% são os tempos de contribuição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em primeiro lugar, a mulher precisava ter pelo menos 28 anos de contribuição na data da reforma (13/11/2019) e o tempo mínimo de contribuição para ela é de 30 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na tabela de exemplos, fica assim:</span></p>

<table id="tablepress-3-no-2" class="tablepress tablepress-id-3">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Tempo que tinha</th><th class="column-2">Quanto faltava para 35 de contribuição<br />
<br />
</th><th class="column-3">Pedágio de 50% fica em</th><th class="column-4">Total que precisa contribuir</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">33 anos<br />
<br />
</td><td class="column-2">2 anos</td><td class="column-3">1 ano</td><td class="column-4">36 anos (35 + 1)</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">33 anos e 6 meses</td><td class="column-2">1 ano e 6 meses</td><td class="column-3">9 meses</td><td class="column-4">35 anos e 9 meses</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">34 anos</td><td class="column-2">1 ano</td><td class="column-3">6 meses</td><td class="column-4">35 anos e 6 meses</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">34 anos e 6 meses<br />
<br />
</td><td class="column-2">6 meses</td><td class="column-3">3 meses</td><td class="column-4">35 anos e 3 meses<br />
<br />
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-3-no-2 from cache -->
<h3><b>Pedágio de 100%</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A regra do pedágio de 100% também exige um tempo de contribuição adicional como requisito para conquistar a aposentadoria mais jovem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa regra, o segurado deve contribuir um tempo adicional igual ao que faltava na data da reforma para se aposentar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não existe um tempo mínimo que precisava ter na época, mas precisa, hoje, ter uma idade mínima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você vai entender melhor a seguir. Confira!</span></p>
<h4><b>Regras de Aposentadoria para Homens</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os homens, a regra de transição do pedágio de 100% exige ter 35 anos de contribuição, mais um tempo de contribuição adicional igual ao tempo que faltava, na data da reforma, para completar 35 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o homem precisa ter pelo menos 60 anos de idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, se Camilo tinha 32 anos de contribuição na data da reforma, para usar essa regra, vai precisar completar 38 anos de contribuição e ter pelo menos 60 anos de idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para chegar nesse número de 38 anos, devemos ver quanto faltava para Camilo se aposentar por tempo na época, que era 3 anos, e somar aos 35 mínimos exigidos pela regra, totalizando 38.</span></p>
<h4><b>Regras de Aposentadoria para Mulheres</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Para as mulheres o que muda na regra do pedágio de 100% é o tempo mínimo exigido na época da reforma e a idade que precisa completar. Na época, a mulher precisava completar 30 anos de contribuição e para usar a regra hoje, precisa de pelo menos 57 de idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um exemplo, podemos pensar em Célia, que tinha 27 anos de contribuição na data da reforma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faltavam 3 anos para se aposentar por tempo, então ela vai precisar somar isso ao mínimo, que é 30. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse modo, Célia vai precisar ter 57 anos de idade e 33 de contribuição para se aposentar pela regra do pedágio de 100%.</span></p>
<h3><b>Regra dos pontos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, temos a regra do tempo de contribuição mais pontos progressivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa regra o homem precisa de pelo menos 35 anos de contribuição e a mulher de pelo menos 30 anos de contribuição. Além disso, devem alcançar uma pontuação mínima que muda a cada ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pontuação é a soma da idade mais o tempo de contribuição. Assim, quanto mais tempo de contribuição a pessoa tem, menos idade ela precisa para alcançar os requisitos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, essa regra é boa porque quem trabalhou e contribuiu mais, consegue se aposentar cada vez mais jovem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pontuação exigida em 2026 é de 103 para os homens e aumenta 1 ponto por ano até atingir 105 em 2028. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já as mulheres, este ano precisam completar 93 pontos e depois disso aumenta 1 ponto por ano até completar 100 em 2033.</span></p>
<h2><b>Tabela regra de transição aposentadoria comum</b></h2>

<table id="tablepress-4" class="tablepress tablepress-id-4">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Regra de Transição</th><th class="column-2">Idade Mínima (Mulher)</th><th class="column-3">Tempo de Contribuição (Mulher)</th><th class="column-4">Idade Mínima (Homem)</th><th class="column-5">Tempo de Contribuição (Homem)</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Aposentadoria por idade</td><td class="column-2">62 anos</td><td class="column-3">15 anos</td><td class="column-4">65 anos</td><td class="column-5">15 anos</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Aposentadoria por pontos progressiva</td><td class="column-2">Não tem</td><td class="column-3">30 anos + 92 pontos em 2025</td><td class="column-4">Não tem</td><td class="column-5">35 anos + 102 pontos em 2025</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Idade progressiva</td><td class="column-2">59 anos</td><td class="column-3">30 anos</td><td class="column-4">64 anos</td><td class="column-5">35 anos</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">Pedágio 50%</td><td class="column-2">Não tem</td><td class="column-3">30 anos (+ metade do tempo faltante em 13/11/2019)</td><td class="column-4">Não tem</td><td class="column-5">35 anos (+ metade do tempo faltante em 13/11/2019)</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">Pedágio 100%</td><td class="column-2">57 anos</td><td class="column-3">30 anos (+ o tempo faltante em 13/11/2019)</td><td class="column-4">60 anos</td><td class="column-5">35 anos (+ o tempo faltante em 13/11/2019)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-4 from cache -->
<p><b>Importante: </b>não esqueça que existem também as regras de aposentadoria especial por insalubridade e periculosidade, pessoa com deficiência, segurado especial (rural, indígena, garimpo), professores e incapacidade permanente.</p>
<h2><b>Por que essas regras estão mudando?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas regras estão mudando porque fazem parte da Reforma da Previdência de 2019. Ou seja, quem já havia contribuído e fechado os requisitos, não saiu prejudicado por conta do direito adquirido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, quem ficou perto de se aposentar, pode e deve utilizar as regras de transição a seu favor para buscar uma modalidade mais vantajosa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma endureceu os requisitos das modalidades, mas precisou disponibilizar estas regras para que os segurados que já contribuíram não perdessem por completo seus direitos previdenciários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da Reforma ter endurecido os requisitos, como a presença de idade mínima ou aumentado o tempo de contribuição, ainda vale a pena analisar sua situação específica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, se complementava as regras das aposentadorias, no geral, com maior facilidade. Mas isto não significa que você não consiga se aposentar após a Reforma.</span></p>
<h2><b>Quem será impactado pelas mudanças?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, todo segurado do INSS será impactado pelas mudanças. Principalmente os trabalhadores que começaram a contribuir após a Reforma e só podem utilizar as regras novas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, para quem já contribui e pode utilizar as regras de transição, vale a pena entender exatamente quais são as mudanças para não perder tempo e dinheiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, contar com o auxílio de um advogado especialista em Previdência pode ser a chave para entender quanto tempo de contribuição você tem, além da melhor modalidade no seu caso específico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, o simulador do INSS não é confiável e pode gerar prejuízos reais para quem não analisar de forma correta seus direitos.</span></p>
<h2><b>Quem não será afetado pela mudança?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem não será afetado pela mudança, será o segurado que já possui direito adquirido e pode se aposentar pelas regras antigas à Reforma, sem problemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, os que já estão aposentados, só vão conviver com os reajustes do salário-mínimo que ocorrem anualmente.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova regra de aposentadoria do ano de 2026 faz toda diferença no momento de analisar seus possíveis direitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, somente contar com a sorte e não fazer um “pente fino” no seu tempo de contribuição, além das modalidades, é um grande risco que, no geral, resulta em grandes prejuízos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, possuir informações sobre a Previdência é de extrema importância, ainda mais se você está perto de se aposentar ou já acredita que fechou os requisitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Perder tempo no momento de solicitar a aposentadoria, acaba gerando malefícios que ninguém quer, principalmente na parte financeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, analise seu caso com cuidado e busque pelos seus direitos! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Aposentadoria por pontos: O que muda em 2026 e como conseguir?</title>
		<link>https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-pontos/</link>
					<comments>https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-pontos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 11:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Comum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria por pontos é uma das modalidades que mais geram dúvidas nos segurados, justamente por possuírem alguns reajustes anuais. Pensando nisso, elaborei um texto com as principais dúvidas que recebi e ainda recebo nos meus anos atuando como advogada previdenciarista. Até porque, você pode estar perdendo direitos de se aposentar, o que sempre gera&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-por-pontos/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aposentadoria por pontos: O que muda em 2026 e como conseguir?</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por pontos é uma das modalidades que mais geram dúvidas nos segurados, justamente por possuírem alguns reajustes anuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, elaborei um texto com as principais dúvidas que recebi e ainda recebo nos meus anos atuando como advogada previdenciarista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até porque, você pode estar perdendo direitos de se aposentar, o que sempre gera um prejuízo incalculável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continue comigo para saber mais!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que é a aposentadoria por pontos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por pontos é uma modalidade de aposentadoria do INSS </span><b>que combina tempo de contribuição com idade do trabalhador</b><span style="font-weight: 400;"> para definir se ele já pode se aposentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diferente de outras regras, ela não utiliza o fator previdenciário, o que geralmente resulta em um benefício mais vantajoso para o segurado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema funciona com uma pontuação mínima, que vai aumentando com o tempo. Essa pontuação é a soma da idade com o tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, em 2026, para ter direito à aposentadoria por pontos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Homens precisam somar 103 pontos (com no mínimo 35 anos de contribuição);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mulheres precisam somar 93 pontos (com no mínimo 30 anos de contribuição).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa regra é válida tanto para trabalhadores da iniciativa privada quanto para servidores públicos, com algumas variações.</span></p>
<p><em>O texto continua após infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-55708 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-scaled.webp" alt="A imagem mostra um infográfico sobre novas regras para aposentadoria. Título: Novas regras para aposentadoria Entenda as regras antigas, o direito adquirido e as opções de transição do INSS. Seção 1: Como era a aposentadoria antes da Reforma Existiam duas opções principais na regra geral; Aposentadoria por idade: 15 anos de contribuição; 65 anos (homem) e 60 anos (mulher); Aposentadoria por tempo de contribuição: 30 anos (mulher) e 35 anos (homem); Sem exigência de idade mínima. Seção 2: Fator Previdenciário e regras especiais Quanto mais jovem o segurado, menor o benefício; Aplicação do fator previdenciário para equilibrar o sistema; Já existiam aposentadorias especiais, como: Pessoa com deficiência; Especial (insalubridade/periculosidade); Rural/segurado especial; Professores; Aposentadoria por invalidez (incapacidade permanente). Seção 3: Direito adquirido Quem completou os requisitos até 12/11/2019 tem direito adquirido; Pode se aposentar pelas regras antigas; Mesmo que o pedido seja feito anos depois. Seção 4: A Nova Aposentadoria após a Reforma A aposentadoria comum passou a ser uma só modalidade; Mulheres: 62 anos de idade; 15 anos de contribuição; Homens: 65 anos de idade; 20 anos de contribuição. Seção 5: Regras de Transição Criadas para quem já contribuía antes da Reforma; Permitem uma aposentadoria “intermediária”; Requisito comum: ter ao menos uma contribuição antes de 13/11/2019; Para trabalhadores em geral, existem 5 regras de transição: Idade; Pontos progressivos; Tempo + idade progressiva; Pedágio de 50%; Pedágio de 100%. Cada regra possui requisitos e formas de cálculo diferentes. Um planejamento previdenciário é essencial para identificar a melhor opção e evitar prejuízos no valor do benefício. Informação correta e análise técnica jurídica especializada fazem toda a diferença na aposentadoria. " width="526" height="2560" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-scaled.webp 526w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-768x3738.webp 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-421x2048.webp 421w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Infografico-01-PREV-JANEIRO-26-NOVAS-REGRAS-PARA-APOSENTADORIA-KOETZ-DIGITAL-150x730.webp 150w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></p>
<h2><b>Quem tem direito a se aposentar por pontos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">​A aposentadoria por pontos é uma modalidade do INSS que considera a soma da idade com o tempo de contribuição do trabalhador. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde a Reforma da Previdência de 2019, essa regra passou a ser progressiva, aumentando a pontuação exigida a cada ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ter direito à aposentadoria por pontos, você precisa atingir uma </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/qual-a-idade-minima-para-aposentadoria-por-tempo-de-contribuicao/"><span style="font-weight: 400;">idade mínima e tempo de contribuição mínimo</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ou seja, como você pode ler anteriormente, a regra dos pontos funciona a partir da soma dos dois critérios.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Em83Zl_tNus?si=4rHnmmnffXbpYQGB" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Aposentadoria por pontos do professor</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por pontos para professores funciona assim: os profissionais que comprovam tempo de efetivo exercício em sala de aula têm direito a uma pontuação reduzida:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homens: </b><span style="font-weight: 400;">30 anos de contribuição + pontuação iniciando em 91 (em 2019), chegando a 100 em 2028;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulheres: </b><span style="font-weight: 400;">25 anos de contribuição + pontuação iniciando em 81 (em 2019), chegando a 95 em 2033.</span></li>
</ul>
<h3><b>Aposentadoria por pontos do servidor público federal</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por pontos para servidor público federal é uma regra de transição pós-Reforma da Previdência, que soma idade + tempo de contribuição, com pontuação mínima crescente para homens e mulheres (ex: 93/103 pontos para 2026), exigindo ainda tempo mínimo de contribuição (30/35 anos), 20 anos de serviço público e 5 anos no cargo, sendo o cálculo do benefício mais vantajoso para quem ingressou antes de 2003.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/E4fk1hPcKIQ?si=ZpG-0JtyJzKEYTtT" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2><b>O que muda na aposentadoria por pontos em 2026?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026 passou a ser de 93 pontos para mulheres e 103 pontos para homens. O tempo mínimo de contribuição segue o mesmo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na regra geral de aposentadoria, que é para quem começou a contribuir a partir de novembro de 2019, as mulheres precisam ter 62 anos de idade e 15 anos de contribuição.</span></p>
<h2><b>Como funciona o sistema de pontos para a aposentadoria?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema de pontos é uma das formas de acesso à aposentadoria após a Reforma da Previdência de 2019, e tem como principal característica a soma da idade com o tempo de contribuição do segurado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa regra progressiva busca equilibrar a concessão do benefício com o aumento da expectativa de vida da população, evitando os impactos do fator previdenciário.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LThhWq6TvLA?si=Y2UDNN4Hu8hKDqsi" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Como conseguir pontos para a aposentadoria?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para conseguir pontos para a aposentadoria, você pode somar sua idade e seu tempo de contribuição (30 anos para mulheres, 35 para homens) até atingir a pontuação mínima exigida, que aumenta anualmente (em 2026, são 93 pontos para mulheres e 103 para homens). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto mais idade e tempo de contribuição você tiver, mais pontos acumula, e pode incluir tempo especial ou de outras formas para aumentar a pontuação, sendo essencial contar com o auxílio de um advogado especialista em Direito Previdenciário para verificar seu caso específico.</span></p>
<h2><b>Como funciona a aposentadoria por pontos antes da Reforma?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da Reforma da Previdência, implementada pela</span> <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc103.htm"><span style="font-weight: 400;">Emenda Constitucional n.º 103/2019</span></a><span style="font-weight: 400;">, a aposentadoria por pontos já existia como uma alternativa mais vantajosa no regime do INSS, especialmente por evitar a </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/fator-previdenciario-2015/"><span style="font-weight: 400;">aplicação do fator previdenciário</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa regra foi introduzida pela</span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13183.htm"> <span style="font-weight: 400;">Lei n.º 13.183/2015</span></a><span style="font-weight: 400;">, por meio da chamada Regra 85/95 progressiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse modelo, o trabalhador precisava atingir uma pontuação mínima, que era a soma da idade com o tempo de contribuição:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>85 pontos para mulheres</b><span style="font-weight: 400;">, com no mínimo </span><b>30 anos de contribuição</b><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>95 pontos para homens</b><span style="font-weight: 400;">, com no mínimo </span><b>35 anos de contribuição</b><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia era que essa pontuação fosse aumentando progressivamente ao longo dos anos, para acompanhar a elevação da expectativa de vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A progressão previa o acréscimo de um ponto a cada dois anos, até alcançar o limite de 90/100 pontos (mulheres/homens) em 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa regra permitia que o trabalhador pudesse se aposentar com o valor integral do benefício (sem o redutor do fator previdenciário), desde que atingisse a pontuação exigida e o tempo mínimo de contribuição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela continuou valendo como uma regra de transição após a Reforma, beneficiando quem já estava no mercado de trabalho antes de novembro de 2019.</span></p>
<h3><b>Reuniu 86/96 pontos até o dia 13/11/2019</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Reunir 86/96 pontos até 13/11/2019 significa que uma pessoa alcançou os requisitos para se aposentar pela regra antiga de pontos (86 para mulheres, 96 para homens) antes da Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, tendo o direito adquirido a essa modalidade de aposentadoria, que não exige idade mínima e evita o fator previdenciário, com base na soma da idade e tempo de contribuição.</span></p>
<p><b>O que significa:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Para mulheres:</b><span style="font-weight: 400;"> 86 pontos (soma de idade + tempo de contribuição, com mínimo de 30 anos de contribuição);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Para homens:</b><span style="font-weight: 400;"> 96 pontos (soma de idade + tempo de contribuição, com mínimo de 35 anos de contribuição).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem atingiu esses pontos até 13/11/2019 tem direito adquirido e pode se aposentar por essa regra mais vantajosa, sem as novas exigências de idade mínima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo que esta regra de quem reuniu 86/96 pontos existia antes da Reforma e permitia uma aposentadoria sem o cálculo do fator previdenciário, recebendo 100% da média salarial.</span></p>
<h2><b>O que mudou na aposentadoria por pontos depois da Reforma?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma da Previdência (2019) tornou a aposentadoria por pontos uma Regra de Transição, que exige uma pontuação mínima (soma de idade + tempo de contribuição) que aumenta anualmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, além dos tempos mínimos de contribuição (30 anos mulher, 35 anos homem), essa regra se aplica a quem já contribui antes de novembro de 2019, não havendo mais idade mínima fixa, mas sim um patamar de pontos a ser alcançado.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gnIEu0wD9j0?si=pQUEy9c6Nw58aEzp" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Reuniu 86/96 pontos a partir do dia 13/11/2019 até 31/12/2019</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem reuniu 86/96 pontos entre 13/11/2019 e 31/12/2019 são trabalhadores já filiados ao INSS antes da Reforma da Previdência (13/11/2019) que atingiram essa pontuação (86 para mulheres, 96 para homens, somando idade e tempo de contribuição).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, entrou na Regra de Transição por Pontos para evitar o Fator Previdenciário, mas com a pontuação fixa de 2019, pois a progressão começou em 2020.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resumo, trata-se de segurados do INSS que se enquadram na regra de transição dos pontos, atingindo os 86 (mulheres) ou 96 (homens) pontos no ano de 2019, após a vigência da Reforma, podendo conquistar uma aposentadoria mais vantajosa.</span></p>
<h3><b>Não reuniu os pontos necessários até 31/12/2019</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem não atingiu os 86/96 pontos (mulher/homem) até 31/12/2019, ou seja, quem atingiu os pontos após essa data, caiu na regra de transição por pontos com aumento progressivo, onde a pontuação mínima sobe 1 ponto por ano a partir de 2020, até 100 (mulher) e 105 (homem).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa que, se você não tinha os pontos em 2019, precisará cumprir a pontuação exigida para o ano em que completou a soma, que é maior a cada ano, entrando na tabela de progressão.</span></p>
<h3>Tabela de pontos da aposentadoria na regra transitória comum</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Abaixo, você pode conferir a tabela de pontos para a aposentadoria conforme os anos:</span></p>

<table id="tablepress-5" class="tablepress tablepress-id-5">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Ano</th><th class="column-2">Pontos para Homens</th><th class="column-3">Pontos para Mulheres</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">2019</td><td class="column-2">96</td><td class="column-3">86</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">2020</td><td class="column-2">97</td><td class="column-3">87</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">2021</td><td class="column-2">98</td><td class="column-3">88</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">2022</td><td class="column-2">99</td><td class="column-3">89</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">2023</td><td class="column-2">100</td><td class="column-3">90</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">2024</td><td class="column-2">101</td><td class="column-3">91</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">2025</td><td class="column-2">102</td><td class="column-3">92</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1">2026</td><td class="column-2">103</td><td class="column-3">93</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1">2027</td><td class="column-2">104</td><td class="column-3">94</td>
</tr>
<tr class="row-11">
	<td class="column-1">2028</td><td class="column-2">105</td><td class="column-3">95</td>
</tr>
<tr class="row-12">
	<td class="column-1">2029</td><td class="column-2">105</td><td class="column-3">96</td>
</tr>
<tr class="row-13">
	<td class="column-1">2030</td><td class="column-2">105</td><td class="column-3">97</td>
</tr>
<tr class="row-14">
	<td class="column-1">2031</td><td class="column-2">105</td><td class="column-3">98</td>
</tr>
<tr class="row-15">
	<td class="column-1">2032</td><td class="column-2">105</td><td class="column-3">99</td>
</tr>
<tr class="row-16">
	<td class="column-1">2033</td><td class="column-2">105</td><td class="column-3">100</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<h2><b>Como é calculado o valor da aposentadoria por pontos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na regra de transição da aposentadoria por pontos, válida após a Reforma da Previdência, o valor do benefício corresponde a 80% da média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A esse percentual, acrescentam-se 2% para cada ano de contribuição que exceder o tempo mínimo exigido.</span></p>
<p><b>O tempo mínimo de contribuição é:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">20 anos para homens;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">15 anos para mulheres;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">15 anos para ambos os sexos, no caso de atividade especial de alto risco.</span></li>
</ul>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8sG56r6Hju0?si=zpD7-LS8SxiBIamP" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já quem se aposentar com base no direito adquirido, ou seja, segundo as regras anteriores à reforma (vigentes até novembro de 2019, conforme a lei sancionada durante o Governo Dilma), terá o benefício calculado pela fórmula antiga — que, em quase todos os casos, resulta em um valor mais vantajoso. Nesse caso, o cálculo é feito assim:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Média dos 80% maiores salários de contribuição (descartando os 20% menores, o que eleva a média);</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem aplicação do fator previdenciário, desde que cumprida a pontuação mínima exigida pela regra 85/95 progressiva.</span></p>
<h3><b>Cálculo para quem preencheu os requisitos até o dia 13/11/2019</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem cumpriu os requisitos da aposentadoria por pontos (idade + tempo de contribuição) até 13/11/2019, o cálculo envolve:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A média dos 80% maiores salários de contribuição desde julho de 1994 (descartando os 20% menores);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Aplica-se o fator previdenciário, exceto se o resultado for mais vantajoso sem ele.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas sendo necessário atingir 86 pontos (mulheres) e 96 pontos (homens) com o tempo mínimo de 30/35 anos de contribuição.</span></p>
<h3><b>Cálculo para quem preencheu os requisitos depois do dia 13/11/2019</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem cumpriu os requisitos APÓS 13/11/2019, o cálculo da aposentadoria por pontos (Regra de Transição) é feito com base na soma da sua idade e tempo de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, exigindo um mínimo de pontos que aumenta anualmente, além de tempo mínimo de contribuição (15/30 anos).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo é feito usando uma média de 100% dos salários de contribuição e aplicando um coeficiente de 60% + 2% por ano que exceder 20/15 anos, segundo a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<h2><b>Aposentadoria especial pela regra de transição por pontos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Regra de Transição por Pontos da aposentadoria do INSS exige a soma da idade + tempo de contribuição, com requisitos progressivos que aumentam anualmente; em 2026, mulheres precisam de 93 pontos (com 30 anos de contribuição) e homens de 103 pontos (com 35 anos de contribuição), sendo a pontuação um dos critérios para segurados que já contribuíram antes da Reforma de 2019.</span></p>
<p><b>Pontuação Mínima:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulheres</b><span style="font-weight: 400;">: 93 pontos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homens:</b><span style="font-weight: 400;"> 103 pontos.</span></li>
</ul>
<p><b>Tempo de Contribuição Mínimo:</b></p>
<ul>
<li><b>Mulheres:</b><span style="font-weight: 400;"> 30 anos;</span></li>
<li><b>Homens: </b><span style="font-weight: 400;">35 anos.</span></li>
</ul>
<h2><b>Como solicitar aposentadoria por pontos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solicitar a aposentadoria por pontos, você precisará reunir alguns documentos. Os mais comuns são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento de identidade com foto (RG, CNH, etc.);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">CPF;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovantes de contribuição ao INSS (extrato de contribuições do CNIS, por exemplo);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovante de tempo de atividade especial, se for o caso (para quem trabalhou em </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/trabalhador-condicoes-insalubres-direito-aposentadoria-especial/"><span style="font-weight: 400;">condições insalubres ou perigosas</span></a><span style="font-weight: 400;">);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de casamento de residência atualizado.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A solicitação pode ser feita de forma remota:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o site</span> <a href="http://meu.inss.gov.br"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou o aplicativo Meu INSS no celular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faça login com seu CPF e senha (caso não tenha, é possível criar uma conta).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo que entrar no Meu INSS, escreva no buscador (ao lado da lupa) “aposentadoria por tempo de contribuição”:</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-55912" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png" alt="A imagem mostra a opção de aposentadoria por tempo de contribuição no Meu INSS." width="800" height="191" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-1024x244.png 1024w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-300x72.png 300w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-768x183.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos-150x36.png 150w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/txtpontos.png 1502w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo após, é só seguir as instruções.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Compreender as regras da aposentadoria por pontos é fundamental para planejar o futuro com tranquilidade. Além disso, quanto mais informações você possuir, melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A modalidade por pontos pode dar acesso a um benefício mais vantajoso para quem se organiza e acompanha sua pontuação ao longo da carreira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto importante é sempre acompanhar as mudanças anuais do INSS, até porque, podem refletir no seu direito de se aposentar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você está próximo de atingir os requisitos ou quer saber como se preparar, contar com a orientação de um especialista jurídico pode fazer toda a diferença na hora de alcançar seus direitos e tomar decisões mais seguras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Qual o novo valor do INSS 2026? Veja o teto e tabelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 09:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecer os valores que serão pagos pelo INSS ou contribuídos para a previdência em 2026 ou nos próximos anos é fundamental para ter uma boa manutenção dos seus direitos. Quem não conhece as regras que se aplicam ao seu caso pode acabar pagando valores acima do permitido e que não serão contabilizados. Entenda as regras&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/novo-valor-do-inss/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Qual o novo valor do INSS 2026? Veja o teto e tabelas</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Conhecer os </span><b>valores que serão pagos pelo INSS </b><span style="font-weight: 400;">ou contribuídos para a previdência em 2026 ou nos próximos anos é fundamental para ter uma boa manutenção dos seus direitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem não conhece as regras que se aplicam ao seu caso pode acabar pagando valores acima do permitido e que não serão contabilizados. Entenda as regras e se desejar uma assistência especializada da nossa equipe, <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado">nos envie uma mensagem no WhatsApp</a>.</span></p>
<h2><b>Qual o teto do INSS em 2026?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/salarios-minimos-e-tetos-rgps-de-1994-atual/"><span style="font-weight: 400;">teto do INSS</span></a><b> em 2026 é de R$ 8.475, 558</b><span style="font-weight: 400;">, que é o valor </span><b>máximo a ser pago como benefício da previdência para os segurados</b><span style="font-weight: 400;">, tanto aposentados, quanto de outros tipos de benefícios. Esse valor máximo também define o </span><b>valor mais alto de contribuição</b><span style="font-weight: 400;"> que o trabalhador deve fazer à previdência social, sendo de </span><b>R$ 1.695,11 por mês</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-55961 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Infografico-02-PREV-GERAL-FEVEREIRO-26-REAJUSTES-DO-INSS-PARA-2026-KOETZ-ADVOCACIA-scaled.webp" alt="A imagem mostra um infográfico sobre os novos valores de 2026, do INSS. Título: Reajustes do INSS para 2026 O que muda na aposentadoria, nos valores dos benefícios e nas contribuições. Seção 1: O que muda na aposentadoria por idade em 2026 Regras aplicáveis a quem começou a contribuir após 13/11/2019; Mulheres: 62 anos de idade; 15 anos de contribuição; Homens: 65 anos de idade; 20 anos de contribuição; Para quem já tinha contribuições antes da Reforma: 15 anos de contribuição para homens e mulheres; Válido no direito adquirido e nas regras de transição. Seção 2: Nem toda aposentadoria é igual Existem diversas modalidades de aposentadoria no INSS; As regras variam conforme profissão, idade e histórico contributivo; Atualmente, há cerca de 28 regras previdenciárias em vigor; Cada caso exige análise individual e planejamento. Seção 3: Reajuste do salário-mínimo e benefícios em 2026 Valor do salário-mínimo: 2025: R$ 1.518,00; 2026: R$ 1.621,00; Aposentados e pensionistas que recebem o piso acompanham esse valor; O reajuste garante correção monetária e manutenção do poder de compra. Seção 4: Quem recebe acima do salário-mínimo Reajuste baseado no INPC acumulado do ano anterior; Em 2025, o reajuste foi de aproximadamente 4,77%; Para 2026, foi reajustado para 3,9%; Não há ganho real, apenas correção pela inflação. Seção 5: Como funciona o reajuste do INSS Beneficiários do piso (1 salário-mínimo): INPC + crescimento do PIB; Beneficiários acima do piso: Apenas o INPC do ano anterior; Critérios diferentes impactam diretamente o valor final do benefício. Seção 6: Alíquotas de contribuição ao INSS em 2026 Empregados e trabalhadores avulsos: 7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00; 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84; 12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27; 14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55. Contribuintes individuais e facultativos (base R$ 1.621,00): Plano normal (20%): R$ 324,20; Plano simplificado (11%): R$ 178,31; Facultativo baixa renda (5%): R$ 81,05. Seção 7: Por que contribuir ao INSS é essencial Permite acesso à aposentadoria; Protege em situações de incapacidade temporária; Assegura benefícios como salário-maternidade e pensão por morte; Contribuir é uma forma de prevenção e segurança social. " width="416" height="2560" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Infografico-02-PREV-GERAL-FEVEREIRO-26-REAJUSTES-DO-INSS-PARA-2026-KOETZ-ADVOCACIA-scaled.webp 416w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Infografico-02-PREV-GERAL-FEVEREIRO-26-REAJUSTES-DO-INSS-PARA-2026-KOETZ-ADVOCACIA-333x2048.webp 333w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Infografico-02-PREV-GERAL-FEVEREIRO-26-REAJUSTES-DO-INSS-PARA-2026-KOETZ-ADVOCACIA-150x922.webp 150w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Valores de contribuição pagos dentro de um mesmo mês acima de R$ 1.695,11 serão desconsiderados, então acaba sendo apenas prejuízo. Atente-se para que a soma das suas contribuições dentro do mesmo mês, não fiquem acima desse valor.</span></p>
<h2><b>Como é reajustado o teto do INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O teto do INSS é reajustado anualmente</span><b> com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior</b><span style="font-weight: 400;">. O reajuste do teto do INSS em 2026 é de 8.475, 55 com um reajuste estimado de 3,90% em relação a 2025. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O reajuste busca, assim, compensar os gastos que a pessoa tem mensalmente no seu consumo geral, de modo que o salário do INSS não seja tão defasado com o passar dos anos, tanto para quem vai começar a receber o benefício, quanto para quem já está aposentado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, o percentual de reajustes de benefícios já concedidos, por exemplo, aposentadorias sendo pagas, pode ter índices diferentes.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9mwo7L_duoY?si=yy-muC9QN6qS3RsQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Reajuste real no piso</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O piso do INSS é o valor mínimo pago pela previdência para os beneficiários e é, também, o valor mínimo de salário base sobre o qual é calculada a contribuição de quem está na ativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática,</span><b> o piso do INSS será o valor do salário mínimo nacional</b><span style="font-weight: 400;"> a cada ano. Ele é reajustado, preferencialmente, acima da inflação acumulada do ano anterior, e pode ser </span><b>influenciado diretamente pelo INPC</b><span style="font-weight: 400;">. Porém, o valor definitivo só é publicado pelo Governo Federal no Diário Oficial da União, podendo ser superior ou não às expectativas de cálculos do mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, o reajuste real no piso do INSS foi expressado pelo aumento do </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/salario-minimo-inss/"><span style="font-weight: 400;">salário-mínimo</span></a><span style="font-weight: 400;">, que ficou estabelecido em R$ 1.621,00.</span></p>
<h3><b>Quais as alíquotas de contribuição ao INSS com o aumento do salário mínimo?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aliquotas-do-inss-tabela-de-quanto-voce-precisa-contribuir/"><span style="font-weight: 400;">alíquotas de contribuição ao INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> são fixas, mas seus valores em reais mudam com o aumento anual do salário mínimo. Ou seja, o percentual é o mesmo, mas o valor base e o valor final a ser pago, mudam.</span></p>
<p><b>Para </b><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quem-e-o-contribuinte-individual-no-inss-e-quais-os-beneficios/"><b>contribuintes individuais</b></a><b>, o valor vai ser de 20%, 11% ou 5%</b><span style="font-weight: 400;">, a depender do tipo de plano contributivo que possui. Se MEI, paga 5%; se autônomo que recebe até um salário mínimo, pode pagar o INSS em 11% do salário mínimo. Para os demais casos, o </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/quanto-pagar-de-inss-autonomo/"><span style="font-weight: 400;">autônomo</span></a><span style="font-weight: 400;"> paga 20% da sua renda mensal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no caso dos empregados e trabalhadores avulsos, a alíquota (percentual) da contribuição previdenciária muda de acordo com a faixa de renda que recebe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, as alíquotas para </span><b>trabalhadores avulsos ou empregados</b><span style="font-weight: 400;">, ficam assim:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"> 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.</span></li>
</ul>
<h2><b>Como determinar o valor a ser recolhido de INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor a ser recolhido no INSS </span><b>é determinado a partir do tipo de contribuinte que você é e qual a faixa de receita ou salário mensal que você recebe</b><span style="font-weight: 400;">. Cada tipo de contribuinte terá um valor diferente “deduzido” ou devido para fins de contribuição previdenciária. Além disso, quanto mais alto for o valor que você recebe, maior será o percentual a contribuir para a previdência social.</span></p>
<p><b>Contribuinte Facultativo</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deve pagar pelo menos 20% do salário mínimo ou 20% de outro valor que deseje, acima do salário mínimo.</span></p>
<p><b>Contribuinte Individual</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Varia entre 20%, 11% e 5%, sendo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>MEI:</b><span style="font-weight: 400;"> 5%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Autônomo que recebe até um salário mínimo: </b><span style="font-weight: 400;">11% no plano simplificado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Autônomo que recebe valores maiores:</b><span style="font-weight: 400;"> 20%.</span></li>
</ul>
<p><b>Empregado e trabalhador avulso</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor retido do pagamento do empregado </span><b>varia de acordo com o valor total que ele recebe de salário</b><span style="font-weight: 400;">. A diferença de até 20% é paga pelo empregador ao INSS, considerado INSS patronal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, o valor descontado do empregado fica em:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"> 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.</span></li>
</ul>
<h2><b>E quem ganha mais que o teto do INSS, paga quanto?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem ganha um salário ou rendimentos mensais acima do teto do INSS deve ficar atento para realizar sua contribuição com valor limitado ao teto. </span><b>Valores pagos acima do teto podem não ser contabilizados</b><span style="font-weight: 400;"> para a previdência e não serão devolvidos. Assim, em 2025 </span><b>o valor máximo de contribuição deve ser de R$1.631,48</b><span style="font-weight: 400;">, que equivale a 20% do teto do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Valores acima disso não devem ser contribuídos.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pgUyeP5TMlg?si=7OdL-ZCiWDJ04sQU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>Como fica o recolhimento do INSS para os sócios?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O recolhimento do valor do INSS para sócios de empresas </span><b>fica determinado com base no seu pró-labore</b><span style="font-weight: 400;">. Assim, se o sócio exerce atividade na empresa, pode retirar o pró-labore e o valor da contribuição será feita com percentual sobre o valor declarado nele, além do valor patronal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os cálculos são complexos para definir o valor exato e é comum a orientação incorreta, então, por isso, recomendamos que você organize a sua contribuição de pró-labore com especialistas em contribuições previdenciárias para contribuintes individuais e sócios, como é o caso do nosso escritório &#8211; mas se preferir outros, busque alguém de confiança e especializado no assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, se você é sócio investidor, que não realiza atividade remunerada na empresa, então não terá contribuição previdenciária e precisa fazer por conta própria como facultativo, por exemplo.</span></p>
<p><em>Texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/PGMktMyEq_c?si=6iDpHJjet3xSp8d0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2><b>Como fica o recolhimento do INSS para pessoas físicas (autônomos e facultativos)?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O recolhimento do INSS feito por pessoas físicas, que são responsáveis pela própria contribuição ao INSS, ocorre para contribuintes individuais, como os autônomos, e para os contribuintes facultativos. Os valores são pagos com base no percentual que o INSS exige de cada tipo de contribuinte e na renda mensal que recebem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em termos de valores, fica assim:</span></p>
<ul>
<li><a href="https://koetzadvocacia.com.br/contribuinte-facultativo/"><b>Facultativo</b></a><b>: </b><span style="font-weight: 400;">20% do salário mínimo ou da renda acima do salário mínimo que desejar contribuir;</span></li>
<li><a href="https://koetzadvocacia.com.br/microempreendedor-individual-aposentadoria/"><b>MEI</b></a><b>: </b><span style="font-weight: 400;">5% do salário mínimo, pago por meio da DAS-MEI;</span></li>
<li><b>Plano simplificado para autônomo: </b><span style="font-weight: 400;">11% do salário mínimo, para autônomo que recebe esse valor mensalmente;</span></li>
<li><b>Plano tradicional: </b><span style="font-weight: 400;">20% para autônomo que recebe acima do salário-mínimo.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para realizar a contribuição, o MEI deve acessar o </span><a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Aplicacoes/ATSPO/pgmei.app/Identificacao"><span style="font-weight: 400;">PGMEI (Programa Gerador de DAS do Microempreendedor Individual)</span></a><span style="font-weight: 400;">, informar seu CNPJ e gerar a MEI da competência (mês) devida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o contribuinte facultativo e o contribuinte individual autônomo devem acessar o </span><a href="https://sal.rfb.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">SAL da Receita Federal</span></a><span style="font-weight: 400;"> para gerar a guia de pagamento do INSS conforme a sua renda.</span></p>
<h2><b>Tabelas INSS 2026</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tabela do INSS para fins de valor de contribuição inclui os percentuais que devem ser pagos por tipo de contribuinte e faixa de renda. Acompanhe a seguir:</span></p>

<table id="tablepress-6" class="tablepress tablepress-id-6">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Tipo de Contribuinte</th><th class="column-2">Faixa de Salário de Contribuição (R$)</th><th class="column-3">Alíquota Progressiva (%)</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Empregado ou trabalhador avulso</td><td class="column-2">Até 1.621,00</td><td class="column-3">7,5%</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Empregado ou trabalhador avulso</td><td class="column-2">De 1.621,01 e R$ 2.902,84</td><td class="column-3">9%</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Empregado ou trabalhador avulso</td><td class="column-2">De  2.902,85 e 4.354,27</td><td class="column-3">12%</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">Empregado ou trabalhador avulso</td><td class="column-2">De 4.354,28 até R$ 8.475,55</td><td class="column-3">14%</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">Autônomo baixa renda (até 1 salário-mínimo) plano simplificado</td><td class="column-2">Até 1.621,00</td><td class="column-3">11%</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">Contribuinte individual plano tradicional</td><td class="column-2">Acima de 1.621,00</td><td class="column-3">20%</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">MEI</td><td class="column-2">1.621,00 (mesmo que receba mais)</td><td class="column-3">5%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-6 from cache -->
<h2><b>Tabela do teto do INSS desde 1994 até 2026</b></h2>

<table id="tablepress-7" class="tablepress tablepress-id-7">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">A partir de</th><th class="column-2">Valor em reais</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Teto INSS março de 1994</td><td class="column-2">R$582,86</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Teto INSS maio de 1995</td><td class="column-2">R$832,66</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Teto INSS maio de 1996</td><td class="column-2">R$957,56</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">Teto INSS junho de 1997</td><td class="column-2">R$1.031,87</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">Teto INSS junho de 1998</td><td class="column-2">R$1.081,50</td>
</tr>
<tr class="row-7">
	<td class="column-1">Teto INSS dezembro de 1998</td><td class="column-2">R$1.200,00</td>
</tr>
<tr class="row-8">
	<td class="column-1">Teto INSS junho de 1999</td><td class="column-2">R$1.255,32</td>
</tr>
<tr class="row-9">
	<td class="column-1">Teto INSS junho de 2000</td><td class="column-2">R$1.328,25</td>
</tr>
<tr class="row-10">
	<td class="column-1">Teto INSS junho de 2001</td><td class="column-2">R$1.430,00</td>
</tr>
<tr class="row-11">
	<td class="column-1">Teto INSS junho de 2002</td><td class="column-2">R$1.561,56</td>
</tr>
<tr class="row-12">
	<td class="column-1">Teto INSS junho de 2003</td><td class="column-2">R$1.869,34</td>
</tr>
<tr class="row-13">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2004</td><td class="column-2">R$2.400,00</td>
</tr>
<tr class="row-14">
	<td class="column-1">Teto INSS maio de 2004</td><td class="column-2">R$2.508,72</td>
</tr>
<tr class="row-15">
	<td class="column-1">Teto INSS maio de 2005</td><td class="column-2">R$2.668,15</td>
</tr>
<tr class="row-16">
	<td class="column-1">Teto INSS abril de 2006</td><td class="column-2">R$2.801,56</td>
</tr>
<tr class="row-17">
	<td class="column-1">Teto INSS abril de 2007</td><td class="column-2">R$2.894,28</td>
</tr>
<tr class="row-18">
	<td class="column-1">Teto INSS março de 2008</td><td class="column-2">R$3.038,99</td>
</tr>
<tr class="row-19">
	<td class="column-1">Teto INSS fevereiro de 2009</td><td class="column-2">R$3.218,90</td>
</tr>
<tr class="row-20">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2010</td><td class="column-2">R$3.467,40</td>
</tr>
<tr class="row-21">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2011</td><td class="column-2">R$3.691,74</td>
</tr>
<tr class="row-22">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2012</td><td class="column-2">R$3.916,20</td>
</tr>
<tr class="row-23">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2013</td><td class="column-2">R$4.159,00</td>
</tr>
<tr class="row-24">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2014</td><td class="column-2">R$4.390,24</td>
</tr>
<tr class="row-25">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2015</td><td class="column-2">R$4.663,75</td>
</tr>
<tr class="row-26">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2016</td><td class="column-2">R$5.189,82</td>
</tr>
<tr class="row-27">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2017</td><td class="column-2">R$5.531,31</td>
</tr>
<tr class="row-28">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2018</td><td class="column-2">R$5.645,80</td>
</tr>
<tr class="row-29">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2019</td><td class="column-2">R$5.839,45</td>
</tr>
<tr class="row-30">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2020</td><td class="column-2">R$6.101,06</td>
</tr>
<tr class="row-31">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2021</td><td class="column-2">R$6.433,57</td>
</tr>
<tr class="row-32">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2022</td><td class="column-2">R$7.087,22</td>
</tr>
<tr class="row-33">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2023</td><td class="column-2">R$7.507,49</td>
</tr>
<tr class="row-34">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2024</td><td class="column-2">R$7.786,02</td>
</tr>
<tr class="row-35">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2025</td><td class="column-2">R$8.157,41</td>
</tr>
<tr class="row-36">
	<td class="column-1">Teto INSS janeiro de 2026</td><td class="column-2">R$8.475,55</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-7 from cache -->
<h2><b>Quando inicia a nova tabela INSS 2025?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova tabela do INSS </span><b>entrou em vigor em janeiro de 2026</b><span style="font-weight: 400;">, isso significa que a atualização dos valores a serem pagos passou a ser feita em fevereiro de 2026. Afinal, um mês é sempre contribuído no mês seguinte. Assim, janeiro de 2025 foi pago pelos contribuintes em fevereiro e, por isso, o valor pago pelos contribuintes em janeiro ainda era referente aos valores definidos em 2025.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8sG56r6Hju0?si=zpD7-LS8SxiBIamP" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><b>Para 2026, o valor também vai ser atualizado em janeiro</b><span style="font-weight: 400;">, entrando em validade nos pagamentos em dia realizados a partir de fevereiro, sempre correspondendo ao mês anterior.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><b>O valor do INSS em 2026</b><span style="font-weight: 400;">, como o salário-mínimo, teto e tabelas de percentuais pagos conforme as alíquotas de faixas e tipos de contribuintes</span><b> entrou em vigor em janeiro</b><span style="font-weight: 400;"> de 2026, passando a ser cobrados e pagos a partir de fevereiro, correspondendo à competência anterior (janeiro).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses valores são atualizados todos os anos com base nos reajustes do salário mínimo e do teto do INSS, os quais são definidos por índices econômicos, como inflação, INPC, entre outros fatores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para contribuir corretamente ao INSS, o contribuinte individual, por exemplo, deve fazer uma boa avaliação com especialista previdenciário em contribuições, que domine aspectos de contabilidade e de direito previdenciário, assim conseguindo fazer pagamentos adequados, sem desperdiçar dinheiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe, <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado">nos envie uma mensagem no WhatsApp</a>.</span></p>
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		<title>Aposentadoria por idade: O que muda em 2026 e qual o valor?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 11:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria Comum]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2026 começou e você está cogitando a aposentadoria por idade? Bom, saiba que esta modalidade é uma das mais conhecidas do INSS e, talvez, pode ser a ideal no seu caso. Assim, resolvi unir os principais tópicos sobre este benefício, para que você não tenha mais dúvidas e consiga analisar da melhor&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/qual-a-idade-para-se-aposentar/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aposentadoria por idade: O que muda em 2026 e qual o valor?</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O ano de 2026 começou e você está cogitando a aposentadoria por idade? Bom, saiba que esta modalidade é uma das mais conhecidas do INSS e, talvez, pode ser a ideal no seu caso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, resolvi unir os principais tópicos sobre este benefício, para que você não tenha mais dúvidas e consiga analisar da melhor maneira possível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com a Reforma da Previdência de 2019, que endureceu as regras da aposentadoria, o INSS possui mais de 20 modalidades diferentes e uma pode ser a ideal para você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda melhor agora!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Tr-RMKjqHPg?si=VEzgaJXv2dehw_IG" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>O que é a aposentadoria por idade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por idade é um benefício previdenciário oferecido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aos trabalhadores que atingem uma determinada idade mínima, caso cumpram também o requisito de tempo mínimo de contribuição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, essa modalidade de aposentadoria é uma forma de oferecer aos trabalhadores uma fonte de renda ao se afastarem do mercado de trabalho devido à idade. Ou seja, após se aposentarem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme as regras vigentes após a Reforma da Previdência de 2019, a idade mínima para solicitar a aposentadoria por idade é de </span><b>62 anos para mulheres e 65 anos para homens</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, você precisa comprovar um tempo mínimo de contribuição de 15 anos para mulheres e 20 anos para os homens. Caso tenha começado a contribuir antes de 12/11/2019, será exigido apenas </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-do-homem/"><span style="font-weight: 400;">15 anos de contribuição ao homem</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><em>O texto continua após o infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-56113 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-scaled.webp" alt="A imagem mostra um infográfico sobre tempo de serviço no INSS.

Título: Tempo de serviço no INSS: o que conta e como consultar?
Entenda o que é considerado tempo de contribuição, quais são os requisitos e como evitar atrasos na sua aposentadoria.

Seção 1: O que é tempo de serviço no INSS
Tempo de serviço é o período em que houve contribuição ao INSS;
Pode ser contribuição obrigatória ou facultativa;
É um dos principais requisitos para conquistar a aposentadoria.

Seção 2: O que pode contar como tempo de serviço
Além do trabalho comum, também podem contar:
Serviço militar obrigatório;
Tempo rural ou de pesca;
Período em benefício por incapacidade;
Tempo contribuído no exterior;
Escola técnica e outros casos especiais.

Seção 3: Atenção — trabalhar não é suficiente
Não basta ter trabalhado: é preciso ter contribuído;
O tempo deve constar no sistema do INSS;
Alguns períodos não são contabilizados automaticamente;
Por isso, é essencial conferir seus registros.

Seção 4: Qual é o tempo mínimo para aposentadoria?
Regras gerais após a Reforma (desde 2019, valendo para 2026 e próximos anos):
Homem: 20 anos de contribuição + 65 anos de idade;
Mulher: 15 anos de contribuição + 62 anos de idade;

Se você tem mais tempo contribuído ou começou a contribuir antes da Reforma, pode ter direito a outras regras.

Seção 5: Existem várias possibilidades de aposentadoria
Existem 28 regras diferentes de aposentadoria no INSS;
Algumas permitem se aposentar antes da idade mínima;
Mais de 50% das aposentadorias são concedidas para pessoas com menos de 60 anos.

Seção 6: Como consultar seu tempo no Meu INSS (CNIS)
Para verificar seu tempo registrado:
Cadastre-se no Meu INSS;
Busque por “Extrato de Contribuição (CNIS)”;
Confira o tempo que aparece no sistema.
Nem sempre todos os períodos estão registrados.

Seção 7: CNIS incompleto pode atrasar sua aposentadoria
Se faltar algum período, é preciso pedir correção;
Apresente documentos e provas adequadas;
Verifique também códigos de erro ou pendência.
A falta de atualização pode adiar sua aposentadoria em até 6 anos ou mais.

Seção 8: Orientação prática final
Faça a correção do CNIS o quanto antes;
O simulador do INSS pode ser incompleto e conter erros;
Para uma contagem exata, o ideal é contar com um advogado especialista;
Informação correta traz tranquilidade e protege seu direito.
" width="429" height="2560" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-scaled.webp 429w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-768x4585.webp 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-343x2048.webp 343w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-150x895.webp 150w" sizes="(max-width: 429px) 100vw, 429px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas condições se aplicam tanto aos </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/contagem-de-tempo-rural-na-aposentadoria-urbana/"><span style="font-weight: 400;">trabalhadores urbanos quanto aos trabalhadores rurais</span></a><span style="font-weight: 400;">, embora haja algumas especificidades para estes últimos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E não se esqueça que existem 28 opções de regras diferentes para homens e para mulheres no INSS em 2026. </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/tabela-de-aposentadoria-por-tempo-de-contribuicao-regras-atuais/"><span style="font-weight: 400;">Se quiser verificar todas, veja a tabela de consulta rápida da aposentadoria em 2026</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pgUyeP5TMlg?si=gUFxFX9jBZLJ4Isg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2><b>Quem tem direito a receber aposentadoria por idade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem tem direito a receber a aposentadoria por idade, são os segurados que cumprem os requisitos de idade mínima e tempo de contribuição estabelecidos pelo INSS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a Reforma da Previdência de 2019, os requisitos para conseguir esta modalidade de aposentadoria foram ajustadas, e agora são as seguintes:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Idade Mínima:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulheres:</b><span style="font-weight: 400;"> 62 anos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homens:</b><span style="font-weight: 400;"> 65 anos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">E o tempo de contribuição mínimo, para mulheres, é de 15 anos, já para os homens é de 20 anos de contribuição ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas regras são aplicáveis aos trabalhadores urbanos. No caso dos trabalhadores rurais, as condições são um pouco diferentes devido às características específicas desse grupo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Idade Mínima:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulheres:</b><span style="font-weight: 400;"> 55 anos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homens:</b><span style="font-weight: 400;"> 60 anos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tempo de Atividade Rural:</b><span style="font-weight: 400;"> você precisa comprovar 15 anos de atividade rural.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante notar que, para aqueles que estavam próximos de cumprir os requisitos </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-antes-da-reforma/"><span style="font-weight: 400;">antes da Reforma da Previdência de 2019</span></a><span style="font-weight: 400;">, existem regras de transição que podem suavizar a transição para as novas exigências. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, estas regras de transição variam conforme a situação específica da pessoa e uma análise profunda do seu histórico previdenciário pode auxiliar no momento da escolha da melhor opção para você.</span></p>
<p><em>O texto continua após infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-50703" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Aposentar-por-idade-em-2025-Infografico-04-PREV-DEZ-24.png" alt="A imagem traz um infográfico sobre: o que mudou na regra por idade depois de 2019? Afinal, então, o que mudou na regra por idade depois de 2019? Idade mínima Cálculo do valor da aposentadoria Requisitos para aposentadoria por Idade Urbana Homens: 65 anos e 15 ou 20 anos de contribuição Mulheres: 62 anos e 15 de contribuição ATENÇÃO homens: para aposentar com 15 anos de contribuição você precisa: CUIDADO PARA OS HOMENS Homem precisa ter começado a pagar INSS até 12 de novembro de 2019 para aposentar com 15 de contribuição. Se começou a pagar depois, vai se aposentar com 65 anos e 20 de contribuição. Aposentadoria Rural Homem: 60 anos e 15 de trabalho rural Mulher: 55 anos e 15 de trabalho rural A regra não mudou! O novo valor da aposentadoria O cálculo mudou, tem um padrão, mas algumas regras ficam diferentes. Analise com advogado qual o seu caso! Cálculo principal: 60% da média de todas suas contribuições adicional de 2% para cada ano contribuído acima de: Homens: 20 anos Mulheres: 15 anos CONFIRA EXEMPLOS: Cláudia tem 20 anos de contribuição com uma média de R$3500,00 de salários. Ela tem 5 anos a mais do que o mínimo exigido da mulher, então tem direito de receber 60% da média + 10% de acréscimo! Ou seja, 70%. Aposentadoria da Cláudia: R$3500,00 x 0,7 = R$2450,00 Agora confira o caso de Luciano, que tem 30 anos de contribuição com uma média de R$4250,00 de salários. Ele tem 10 anos a mais do que o mínimo exigido do homem, então tem direito de receber 60% da média + 20% de acréscimo! Ou seja, 80%, Aposentadoria do Luciano: R$4250,00 x 0,8 = R$3400,00 Como saber quanto vou receber? O INSS não faz essa simulação para você. Você precisa fazer uma simulação com um especialista para projetar os valores futuros! Ele também pode comparar o valor que você vai receber em diferentes regras e, assim, você pode escolher a melhor no seu caso. Como pedir a aposentadoria? Pelo Meu INSS ou com advogado! Ligue 135 ou peça pelo site/aplicativo Meu INSS! Achou complicado ou está inseguro? Fale com um especialista para te ajudar." width="600" height="2859" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Aposentar-por-idade-em-2025-Infografico-04-PREV-DEZ-24.png 1000w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Aposentar-por-idade-em-2025-Infografico-04-PREV-DEZ-24-63x300.png 63w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Aposentar-por-idade-em-2025-Infografico-04-PREV-DEZ-24-215x1024.png 215w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Aposentar-por-idade-em-2025-Infografico-04-PREV-DEZ-24-768x3660.png 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Aposentar-por-idade-em-2025-Infografico-04-PREV-DEZ-24-430x2048.png 430w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Aposentar-por-idade-em-2025-Infografico-04-PREV-DEZ-24-150x715.png 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h3><b>Quem tem direito a se aposentar por idade pela regra antiga?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As pessoas que já cumpriram os requisitos para a aposentadoria por idade, pela regra antiga, mesmo após a Reforma, ainda possuem o direito de se aposentar com os requisitos anteriores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, há o direito adquirido e pode ser solicitado em qualquer época, basta ter as qualificações para a modalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, se você já completou os requisitos antigos e ainda não solicitou a aposentadoria por idade, ainda há tempo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, existem segurados que contribuíram antes da Reforma e não fecharam tempo de contribuição e/ou idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nestes casos, foram idealizadas as regras de transição, para nenhuma pessoa sair prejudicada e pudesse aproveitar o que já havia contribuído.</span></p>
<h2><b>Como ficou a nova regra para aposentadoria por idade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova regra para a aposentadoria por idade foi reajustada para:</span></p>
<p><b>Mulheres:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">62 anos de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">15 anos de contribuição.</span></li>
</ul>
<p><b>Homens:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">65 anos idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">20 anos de contribuição.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que quem contribuiu somente </span><b>após</b><span style="font-weight: 400;"> a Reforma de 2019, só pode utilizar esta regra para se aposentar por idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, quem já fez contribuições anteriores a 2019, pode ter o direito às regras de transição ou a escolher esta nova regra, pensando no que for mais vantajoso. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gnIEu0wD9j0?si=pQUEy9c6Nw58aEzp" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Regras para quem já contribuía antes da Reforma da Previdência</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem já contribuiu antes da Reforma da Previdência, existe a regra de transição da aposentadoria por idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta modalidade foi implementada para suavizar a adaptação dos segurados às novas exigências estabelecidas pela Reforma da Previdência de 2019. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, esta regra é especialmente importante para aqueles que já estavam próximos de se aposentar quando as mudanças foram introduzidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transição permite que esses segurados alcancem a aposentadoria sem enfrentar um salto abrupto nos requisitos de idade e tempo de contribuição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para as mulheres, a regra de transição estabelece uma idade mínima que começa em 60 anos em 2019 e aumenta gradualmente até atingir 62 anos em 2023. A cada ano, a idade mínima sobe seis meses. O tempo mínimo de contribuição permanece em 15 anos.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>2019:</b><span style="font-weight: 400;"> 60 anos de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>2020:</b><span style="font-weight: 400;"> 60 anos e 6 meses de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>2021: </b><span style="font-weight: 400;">61 anos de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>2022: </b><span style="font-weight: 400;">61 anos e 6 meses de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>2023:</b><span style="font-weight: 400;"> 62 anos de idade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>2024:</b><span style="font-weight: 400;"> 62 anos de idade.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os homens, a idade mínima de 65 anos não foi alterada pela Reforma, mas há uma transição para o tempo de contribuição, que será de 15 anos para quem já estava contribuindo antes da reforma e de 20 anos para novos segurados que começaram a contribuir após a Reforma.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Segurados anteriores à Reforma:</b><span style="font-weight: 400;"> 65 anos de idade e 15 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Novos segurados pós-Reforma:</b><span style="font-weight: 400;"> 65 anos de idade e 20 anos de contribuição.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, vale a pena entender qual é seu histórico de contribuição, de preferência realizando um planejamento previdenciário, para que um advogado especialista em Direito Previdenciário veja quais opções são as mais benéficas para você.</span></p>
<h3><b>Regras para novos segurados (após a Reforma)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para novos segurados (que começaram a contribuir após a Reforma da Previdência de 2019), a regra geral é a Aposentadoria Programada (por Idade).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, exigindo 65 anos de idade e 20 anos de contribuição para homens, e 62 anos e 15 anos de contribuição para mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, as regras de transição continuam em vigor, com aumentos anuais em pontos e idade, mas a regra definitiva (62/65 anos) é a base para quem ingressou no INSS após novembro de 2019. Ou prefere utilizar a nova regra.</span></p>
<h3><b>É possível pagar os anos que faltam para se aposentar?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, é possível!</span></p>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/posso-pagar-inss-retroativo/"><span style="font-weight: 400;">Pagar o INSS retroativo</span></a> <span style="font-weight: 400;">pode ser uma grande vantagem para conquistar uma aposentadoria mais vantajosa.</span></p>
<p>Para pagar o retroativo do INSS, você precisa comprovar a atividade remunerada no período desejado, utilizando o portal Meu INSS ou o SAL da Receita Federal (para atrasos de até 5 anos), emitindo a GPS com juros e multas; para períodos mais longos ou sem histórico, o processo exige primeiro validação do tempo no INSS,, com apresentação de provas como notas fiscais, declarações de IR, recibos, etc., para só depois gerar o boleto, sendo de extrema impoartância a comprovação para que o tempo conte para benefícios como aposentadoria.</p>
<p><b>Mas cuidado:</b><span style="font-weight: 400;"> nem sempre é a melhor solução, já que você pode, em alguns casos, “dar dinheiro de graça ao INSS”, sem causar grandes impactos no seu histórico de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais interessante é contar com o auxílio de um advogado especialista em Previdência, para o profissional poder fazer os cálculos e analisar seu histórico de forma individual.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/egU43CUOS48?si=TKrpIvDMf6rx2PoC" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>O que muda na aposentadoria por idade em 2026?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O que muda na aposentadoria em 2026 é a regra da nova aposentadoria para 2026 por idade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, para quem começou a contribuir depois da Reforma, que foi em 13/11/2019, o tempo mínimo será de </span><b>15 anos para mulher,</b><span style="font-weight: 400;"> sem contar a idade: </span><b>62 anos</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>20 anos para homens</b><span style="font-weight: 400;">, exigidos </span><b>65 anos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já para quem já possuía tempo antes da Reforma, o tempo mínimo de contribuição para se aposentar por idade hoje são 15 anos de contribuição para homens e mulheres. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto na regra de direito adquirido, quanto na regra de transição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem diversos tipos de aposentadoria que variam segundo a profissão, situação e idade do indivíduo. No INSS, por exemplo, lembre-se que há mais de 20 variações de regras distintas em vigor atualmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, somente no caso das regras de transição existem as seguintes opções:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Idade Progressiva;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Regra dos Pontos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pedágio 50%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pedágio 100%.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, você pode não precisar esperar até 62 anos ou 65. Caso você cumpra os requisitos de alguma regra de transição, há a possibilidade de se aposentar mais jovem.</span></p>
<h3><b>Qual será a nova idade mínima em 2026?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova idade mínima para 2026, é 62 anos de idade para mulher e 65 anos de idade para o homem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, a aposentadoria por idade nem sempre é a melhor opção para você. Por isso aconselho a busca por outras opções, caso você possua o interesse de se aposentar antes dessas idades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, após a Reforma da Previdência, ficou estabelecido que estas são as novas idades para a aposentadoria por idade no INSS. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/nkS5Zs85idg?si=QjTbAhmJjo5p6S7x" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>Como funciona a aposentadoria por idade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por idade funciona exigindo idade mínima e tempo de contribuição, com regras que mudaram após a Reforma da Previdência de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, há regras de transição e diferentes modalidades (urbana, rural, híbrida) com requisitos específicos, variando conforme o ano e o histórico de contribuições.</span></p>
<h3><b>Aposentadoria por idade do homem</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para homens, a aposentadoria por idade exige 65 anos de idade e 15 anos de contribuição, sendo 65 anos para regra geral e 60 para rurais.</span></p>
<h3><b>Aposentadoria por idade para mulher</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já para a mulher se aposentar por idade no INSS em 2026, a regra geral exige 62 anos de idade e 15 anos de contribuição.</span></p>
<h3><b>Aposentadoria por idade para quem nunca contribuiu</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem nunca contribuiu ao INSS, na verdade, não existe aposentadoria por idade ou qualquer tipo de modalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que você pode ter direito é ao </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/areas-atuacao/outros-beneficios-previdenciarios/"><span style="font-weight: 400;">BPC/LOAS</span></a><span style="font-weight: 400;">, que é um benefício assistencial oferecido pelo INSS às pessoas idosas, com deficiência e situação de vulnerabilidade social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, a família do segurado também precisa se enquadrar nos critérios de baixa renda do INSS.</span></p>
<p><b>Para ter acesso ao BPC/LOAS você precisa comprovar:</b></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Renda abaixo de 1/4 do salário-mínimo (sendo que há decisões favoráveis judiciais para 1/2);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ter cadastro atualizado no</span><a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-do-cadastro-unico-cadunico"> <span style="font-weight: 400;">CadÚnico</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovar deficiência de longo prazo, que causa verdadeira e extrema incapacidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ou a necessidade do benefício por idade.</span></li>
</ul>
<h3><b>Aposentadoria por idade rural</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Tem direito à </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-rural-documentos/"><span style="font-weight: 400;">aposentadoria rural</span></a><span style="font-weight: 400;"> quem alcançar os seguintes requisitos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Idade mínima:</b><span style="font-weight: 400;"> 55 anos para mulheres e 60 anos para homens;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>15 anos de atividade rural</b><span style="font-weight: 400;">, mesmo que não tenha feito contribuições ao INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Apresentar provas</b><span style="font-weight: 400;"> para comprovar esse tempo.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Você também pode somar o tempo rural com o urbano, obtendo a aposentadoria híbrida ou a mista, que basicamente é uma junção da aposentadoria urbana e rural.</span></p>
<h3><b>Aposentadoria por idade e tempo de contribuição</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposentadoria por idade, caso você se encaixe somente na nova regra, é de 62 anos de idade para mulheres, com 15 anos de contribuição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já para os homens, 65 anos de idade e 20 anos de contribuição. Entretanto, antes da Reforma da Previdência de 2019, os requisitos para aposentadoria por idade eram:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mulheres: </b><span style="font-weight: 400;">60 anos de idade e pelo menos 15 anos de contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Homens:</b><span style="font-weight: 400;"> 65 anos de idade e pelo menos 15 anos de contribuição.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, caso você possua direito adquirido, você pode se aposentar antes. Outra possibilidade, se você ainda não cumpriu os requisitos </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;"> da Reforma, são as regras de transição.</span></p>
<h2><b>Como se calcula a aposentadoria por idade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para calcular a aposentadoria por idade envolve você entender alguns conceitos-chave e seguir um passo a passo para determinar o valor do benefício que você tem direito a receber. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde a Reforma da Previdência de 2019, os critérios de cálculo foram ajustados:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O INSS considera 100% dos salários de contribuição desde julho de 1994;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Some todos os seus salários de contribuição nesse período e divida pelo número total de meses contribuídos para obter a média.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O benefício inicial é calculado como 60% da média salarial, mais 2% para cada ano de contribuição que exceder 15 anos de contribuição para mulheres e 20 anos para homens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos supor uma mulher que possui 25 anos de contribuição e vai se aposentar em 2024, aos 62 anos. </span></p>
<h4><b>Média dos Salários de Contribuição:</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Suponha que a média dos salários de contribuição desde julho de 1994 é R$3.000,00.</span></p>
<h4><b>Cálculo da Base do Benefício:</b></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Base do benefício = 60% da média salarial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">60% de R$3.000,00 = R$1.800,00.</span></li>
</ul>
<h4><b>Adição de Percentual por Anos de Contribuição:</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela tem 25 anos de contribuição, o que excede em 10 anos o mínimo exigido de 15 anos.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Percentual adicional = 2% x 10 anos = 20%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Benefício adicional = 20% de R$3.000,00 = R$600,00.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Valor final = R$ 1.800,00 + R$ 600,00 = R$ 2.400,00</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, se você se encaixar nos requisitos anteriores, o cálculo fica diferente:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pela regra antiga, pré-Reforma, o cálculo leva em consideração a média aritmética simples dos 80% maiores salários de contribuição desde julho de 1994.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos imaginar que uma mulher que possui 25 anos de contribuição e vai se aposentar aos 60 anos. </span></p>
<h4><b>Média dos Salários de Contribuição:</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Suponha que a média dos 80% maiores salários de contribuição desde julho de 1994 é R$3.000,00.</span></p>
<h4><b>Cálculo da Base do Benefício:</b></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Base do benefício = 70% da média salarial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">70% de R$3.000,00 = R$2.100,00.</span></li>
</ul>
<h4><span style="font-weight: 400;">Adição de Percentual por Anos de Contribuição:</span></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Percentual adicional = 1% x 25 anos = 25%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Benefício adicional = 25% de R$3.000,00 = R$750,00.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Valor final = R$ 2.100,00 + R$ 750,00 = R$ 2.850,00</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, essa mulher receberia uma aposentadoria por idade de R$2.850,00 pela regra antiga.</span></p>
<h2><b>Tabela de aposentadoria por idade</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A seguir, confira a tabela de aposentadoria por idade antes e depois da Reforma:</span></p>

<table id="tablepress-8" class="tablepress tablepress-id-8">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Antes da Reforma</th><th class="column-2">Depois da Reforma</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Mulheres: 60 anos de idade e 15 anos de contribuição;</td><td class="column-2">Mulheres: 62 anos de idade e 15 anos de contribuição;</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Homens: 65 anos de idade e 15 anos de contribuição.</td><td class="column-2">Homens: 65 anos de idade e 20 anos de contribuição.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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<h2><b>O que pode aumentar o valor do benefício por idade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aumentar o valor da aposentadoria por idade, você pode incluir períodos de trabalho informal, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/conversao-de-tempo-especial-em-comum-para-aposentar-cedo-e-possivel/"><span style="font-weight: 400;">converter tempo especial</span></a><span style="font-weight: 400;"> (insalubre/perigoso), fazer revisões judiciais, descartar contribuições baixas para melhorar a média.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9mwo7L_duoY?si=yy-muC9QN6qS3RsQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, comprovar períodos como aluno aprendiz, atividade militar e tempo rural, buscando sempre a análise de um advogado especialista para identificar erros ou oportunidades.</span></p>
<h2><b>Como dar entrada na aposentadoria por idade?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para dar entrada na aposentadoria por idade, você não precisa sair de casa. Todas as solicitações estão sendo feitas através do site oficial do INSS, o </span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">. Siga os passos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Entre no Meu INSS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Informe seu CPF e senha;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Digite no buscador: Aposentadoria por idade urbana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Escolha o benefício e;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Avance conforme as orientações.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Não esqueça de estar com documentos pessoais e de contribuição para realizar a solicitação no Meu INSS.</span></p>
<h3><b>Quais documentos para aposentar por idade?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para aposentar por idade, você precisará dos seguintes documentos principais para todos os casos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documento de identificação oficial com foto (RG, CNH, etc.) e que contenha o número do CPF;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">CPF (se não estiver no documento de identificação);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Comprovante de residência atualizado.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos documentos pessoais, você deve unir:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Carteiras de Trabalho (CTPS): </b><span style="font-weight: 400;">todas as que você tiver, com todas as páginas preenchidas e anotadas. Elas são essenciais para comprovar seus períodos de trabalho e contribuição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Carnês de contribuição individual (GPS):</b><span style="font-weight: 400;"> se você tiver contribuído como autônomo, individual ou facultativo, deverá apresentar os carnês e os comprovantes de pagamento.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Outros documentos que comprovem o tempo de contribuição:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Certidão de Tempo de Contribuição (CTC), se tiver trabalhado em cargo público;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Extrato do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), que pode ser obtido no Meu INSS.</span></li>
</ul>
<h2><b>Perguntas frequentes sobre Aposentadoria por Idade</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o assunto é aposentadoria por idade, ainda mais após a Reforma, sempre surgem dúvidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, resolvi selecionar as mais frequentes que já recebi e ainda recebo nestes anos de advocacia, para te auxiliar a entender melhor esta modalidade de aposentadoria do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos lá?</span></p>
<h3><b>Quem nunca contribuiu tem direito a se aposentar?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, não.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Só há um tipo de benefício assistencial para quem nunca contribuiu: o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC/LOAS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Destinado a idosos acima de 65 anos e </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/direitos-da-pessoa-com-deficiencia/"><span style="font-weight: 400;">pessoas com deficiência</span></a><span style="font-weight: 400;"> de qualquer idade que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ter direito ao BPC/LOAS, não é necessário ter contribuído para o INSS, mas é preciso atender aos critérios de renda familiar per capita estabelecidos por lei.</span></p>
<h3><b>É permitido trabalhar após a aposentadoria?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, é permitido </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-e-continuar-trabalhando-e-possivel/"><span style="font-weight: 400;">trabalhar após a aposentadoria</span></a><span style="font-weight: 400;"> no Brasil. A legislação brasileira não impede que uma pessoa continue trabalhando mesmo após se aposentar pelo INSS.</span></p>
<h3><b>Posso receber aposentadoria e pensão ao mesmo tempo?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você é beneficiário de </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/valor-da-pensao-por-morte/"><span style="font-weight: 400;">pensão por morte</span></a><span style="font-weight: 400;"> de um cônjuge ou companheiro falecido e também é aposentado pelo INSS, pode acumular ambos os benefícios. A pensão por morte não é afetada pelo recebimento de aposentadoria.</span></p>
<h3><b>Qual a espécie de aposentadoria por idade?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A espécie de aposentadoria por idade se refere ao tipo específico de aposentadoria concedida pelo INSS com base na idade mínima e tempo de contribuição exigidos.</span></p>
<h3><b>Quem tem direito a se aposentar pela regra antiga?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No contexto, a expressão “regra antiga”, geralmente, são os critérios de aposentadoria vigentes </span><b>antes</b><span style="font-weight: 400;"> da Reforma Previdenciária mais recente, a de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você já havia feito contribuições para o INSS, há direitos a serem assegurados! Ou seja, cabe uma avaliação precisa para entender se você possui direito adquirido ou pode ter o benefício facilitado pelas regras de transição.</span></p>
<h3><b>Tem como pagar o que falta para se aposentar?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Depende, você deve analisar seu caso com cuidado!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após identificar o tempo faltante, você pode realizar o pagamento das contribuições correspondentes aos meses ou anos que deseja complementar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas contribuições podem ser feitas de forma retroativa, desde que respeitadas as regras específicas para cada situação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É recomendável realizar um planejamento previdenciário detalhado para verificar a viabilidade e os impactos financeiros de pagar as contribuições em atraso. Um especialista em direito previdenciário ou um contador pode auxiliar nesse processo.</span></p>
<h3><b>Pode pagar o INSS tudo de uma vez?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema previdenciário não permite que o segurado faça o pagamento das contribuições restantes de uma única vez para antecipar a aposentadoria.</span></p>
<h3><b>Sou dona de casa, nunca contribui posso me aposentar?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A dona de casa que nunca contribuiu para o INSS não tem direito à aposentadoria, a menos que comece a contribuir como segurada facultativa. Ela pode optar por contribuir com alíquotas de 5%, 11% ou 20% do salário-mínimo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Qual o valor da contribuição do INSS e como contribuir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Murilo Mella]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
		<category><![CDATA[Passo a Passo na previdência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o ano novo chegando, muitas dúvidas surgem em relação à contribuição do INSS, ou seja, qual o valor e como contribuir. Não se engane, muitas pessoas acabam se prejudicando por não se atualizarem nos reajustes de salário-mínimo e teto do INSS. Pensando nisso, resolvi elaborar um texto com as principais questões sobre o assunto,&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/contribuicao-ao-inss/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Qual o valor da contribuição do INSS e como contribuir</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com o ano novo chegando, muitas dúvidas surgem em relação à contribuição do INSS, ou seja, qual o valor e como contribuir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se engane, muitas pessoas acabam se prejudicando por não se atualizarem nos reajustes de </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/salario-minimo-inss/"><span style="font-weight: 400;">salário-mínimo</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/teto-inss/"><span style="font-weight: 400;">teto do INSS</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, resolvi elaborar um texto com as principais questões sobre o assunto, para que você evite dores de cabeça e solidifique sua vida previdenciária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acompanhe!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Qual é a importância da contribuição ao INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A importância da contribuição ao INSS se refere à proteção dos trabalhadores na Previdência Social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não somente em questão de aposentadorias, mas também em auxílios, como o </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/incapacidade-temporaria-para-auxilio-doenca/"><span style="font-weight: 400;">auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença)</span></a><span style="font-weight: 400;">, salário-maternidade, pensão por morte, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, contribuir ao INSS é uma maneira do trabalhador se prevenir de possíveis contratempos, além de conquistar uma aposentadoria no futuro. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gnIEu0wD9j0?si=pQUEy9c6Nw58aEzp" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><b>Quem é obrigado a fazer a contribuição ao INSS?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria dos trabalhadores tem a obrigação de contribuição ao INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, todo trabalhador remunerado tem a obrigação de contribuir ao INSS, mas o tipo de contribuição varia conforme o regime de trabalho da pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, existem diferenças entre trabalhadores com carteira assinada e autônomos, que vou detalhar mais para frente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outros tipos de trabalhadores são facultativos, assim, não possuem a obrigatoriedade de contribuir, mas podem.</span></p>
<h3><b>Empregado com carteira assinada</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Todo trabalhador com carteira assinada, ou seja, que possua CTPS, tem a contribuição do INSS descontada automaticamente do salário, todo mês. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o trabalhador não precisa contribuir por “conta própria”, já que o desconto é feito de seu salário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aliquotas-do-inss-tabela-de-quanto-voce-precisa-contribuir/"><span style="font-weight: 400;">a alíquota da contribuição</span></a><span style="font-weight: 400;"> varia de acordo com a faixa salarial de cada indivíduo, ou seja, os percentuais sobem à medida que o salário aumenta.</span></p>
<h3><b>Empregado doméstico</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o empregado doméstico tem o desconto realizado pelo próprio empregador. Ou seja, a contribuição é feita sobre o salário todo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alíquota varia conforme a remuneração do empregado e também tem a mesma regra dos trabalhadores com carteira assinada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, quanto maior for o valor do salário, maior é a alíquota que gera a contribuição ao INSS.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9mwo7L_duoY?si=yy-muC9QN6qS3RsQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Contribuinte individual (autônomos)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/diferenca-entre-contribuinte-individual-e-facultativo/"><span style="font-weight: 400;">contribuintes individuais</span></a><span style="font-weight: 400;">, como autônomos, precisam realizar o pagamento da contribuição por conta própria. Sendo assim, a contribuição individual ao INSS é responsabilidade da própria pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alíquota pode variar segundo a faixa de contribuição escolhida pelo contribuinte, respeitando os limites estabelecidos. Ou seja, em regra, contribuem com uma alíquota de 20% em cima de um valor que recebem a cada mês e que deve ser entre:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">o salário-mínimo (R$ 1.621 em 2026);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">e o teto do INSS (R$ 8.475,55 em 2026).</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, é descontado 11% (Plano Simplificado) ou 20% (Plano Normal) do salário-mínimo, conforme a opção do contribuinte individual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber qual é o valor da contribuição mais interessante para o seu caso específico, aconselho </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/"><span style="font-weight: 400;">buscar o auxílio de um advogado especializado em Direito Previdenciário</span></a><span style="font-weight: 400;">, que pode fazer os cálculos corretamente e analisar as opções mais vantajosas.</span></p>
<p><em>O texto continua após o video.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Q_4qjr2vHeM?si=2T4nZnuEDmBZ16qH" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Segurado especial</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O segurado especial, em geral, </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/requisitos-para-aposentadoria-rural/"><span style="font-weight: 400;">o trabalhador rural</span></a><span style="font-weight: 400;">, pode escolher por contribuir sobre a produção rural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alíquota se baseia no cálculo do valor da receita bruta da produção rural, aplicando a taxa de 1,3%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, com base no valor vendido em um determinado período, é pago 1,3% desse valor como contribuição indireta ao INSS.</span></p>
<h2><b>Qual o valor da contribuição do INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor da contribuição do INSS varia conforme o seu regime de trabalho e, também, com o seu salário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, se você é autônomo (contribuinte individual), terá que realizar as próprias contribuições, escolhendo entre 11% ou 20% sobre o salário-mínimo vigente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já quem possui carteira assinada, não precisa realizar as contribuições por conta própria, mas o total do desconto depende de quanto é o salário deste trabalhador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou exemplificar melhor a seguir. Confira!</span></p>
<h3><b>Empregado com carteira assinada</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, as alíquotas para </span><b>trabalhadores avulsos ou empregados</b><span style="font-weight: 400;">, ficam assim:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;"> 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.</span></li>
</ul>
<h3><b>Empregado doméstico</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O empregado doméstico possui o valor de seu salário baseado no salário-mínimo vigente, além das alíquotas. Além disso, o pagamento é realizado pelo empregador, que deve descontar a contribuição do INSS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desconto vai variar com o valor final do salário do empregado doméstico, que muda de acordo com as alíquotas de 7,5 até 14%, como para empregados de carteira assinada. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LfCAQHypLYc?si=Fw8kR4JXOU3JCNHd" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3><b>Contribuinte individual (autônomos)</b></h3>

<table id="tablepress-9" class="tablepress tablepress-id-9">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Categoria</th><th class="column-2">Base de cálculo</th><th class="column-3">Alíquota</th><th class="column-4">Valor da contribuição</th><th class="column-5">Código de pagamento</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">Contribuinte individual</td><td class="column-2">R$ 1.621,00</td><td class="column-3">20%</td><td class="column-4">R$ 324,20</td><td class="column-5">1007</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">Facultativo</td><td class="column-2">R$ 1.621,00</td><td class="column-3">20%</td><td class="column-4">R$ 324,20</td><td class="column-5">1406</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">Contribuinte individual (sem aposentadoria por tempo de contribuição)</td><td class="column-2">R$ 1.621,00</td><td class="column-3">11%</td><td class="column-4">R$ 178,31</td><td class="column-5">1163</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">Facultativo (sem aposentadoria por tempo de contribuição)</td><td class="column-2">R$ 1.621,00</td><td class="column-3">11%</td><td class="column-4">R$ 178,31</td><td class="column-5">1473</td>
</tr>
<tr class="row-6">
	<td class="column-1">Facultativo baixa renda</td><td class="column-2">R$ 1.621,00</td><td class="column-3">5%</td><td class="column-4">R$ 81,05</td><td class="column-5">1929</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-9 from cache -->
<p><b>Segurado especial</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, para ter reconhecimento de tempo de segurado especial, você não precisa pagar o INSS diretamente. Entretanto, há situações em que você precisa indenizar o INSS, como casos de pessoas que exerceram essas atividades após 11/1991.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As contribuições são reconhecidas através da aplicação de um percentual de 1,3% sobre o valor dos produtos vendidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine que o Carlos seja um trabalhador do campo, onde ele planta alface. Como garante o seu próprio sustento e de sua família, no momento em que ele vender sua produção de alface, será descontado 1,3% do total da produção, que irá servir de contribuição ao INSS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, Carlos mantém a condição de segurado especial.</span></p>
<h2><b>Qual é o teto da contribuição ao INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O teto da contribuição ao INSS é de R$ 8.475,55, em 2026. Ou seja, a contribuição não pode ultrapassar este valor, caso contrário, você acaba “dando dinheiro” para o INSS de graça. </span></p>
<h2><b>Tabela de contribuições ao INSS</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira abaixo a tabela de contribuições ao INSS, que varia de acordo com as alíquotas de 2026:</span></p>

<table id="tablepress-10" class="tablepress tablepress-id-10">
<thead>
<tr class="row-1">
	<th class="column-1">Alíquota</th><th class="column-2">Valores</th>
</tr>
</thead>
<tbody class="row-striping row-hover">
<tr class="row-2">
	<td class="column-1">7,5%</td><td class="column-2">até R$ 1.621,00</td>
</tr>
<tr class="row-3">
	<td class="column-1">9%</td><td class="column-2">entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84</td>
</tr>
<tr class="row-4">
	<td class="column-1">12%</td><td class="column-2">entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27</td>
</tr>
<tr class="row-5">
	<td class="column-1">14%</td><td class="column-2">entre R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- #tablepress-10 from cache -->
<h2><b>Como é o cálculo da contribuição para o INSS?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O cálculo da contribuição para o INSS varia segundo a categoria do contribuinte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, as categorias principais incluem empregado com carteira assinada, contribuinte individual (autônomo), empregado doméstico, trabalhador avulso e segurado especial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, a contribuição individual ao INSS e até mesmo a contribuição para o INSS na categoria MEI, possuem suas diferenças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, no geral, o cálculo base considera a faixa salarial do trabalhador e o percentual da alíquota no qual ele se encaixa, como vimos na tabela de contribuição do INSS. </span></p>
<h2><b>Como contribuir ao INSS</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para contribuir ao INSS, sendo empregado com carteira assinada, não se preocupe, a empresa tem o dever de descontar de seu salário mensalmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como o trabalhador possui esta responsabilidade no caso de empregados domésticos.</span></p>
<p><em>O texto continua após o infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-56113 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-scaled.webp" alt="A imagem mostra um infográfico sobre tempo de serviço no INSS.

Título: Tempo de serviço no INSS: o que conta e como consultar?
Entenda o que é considerado tempo de contribuição, quais são os requisitos e como evitar atrasos na sua aposentadoria.

Seção 1: O que é tempo de serviço no INSS
Tempo de serviço é o período em que houve contribuição ao INSS;
Pode ser contribuição obrigatória ou facultativa;
É um dos principais requisitos para conquistar a aposentadoria.

Seção 2: O que pode contar como tempo de serviço
Além do trabalho comum, também podem contar:
Serviço militar obrigatório;
Tempo rural ou de pesca;
Período em benefício por incapacidade;
Tempo contribuído no exterior;
Escola técnica e outros casos especiais.

Seção 3: Atenção — trabalhar não é suficiente
Não basta ter trabalhado: é preciso ter contribuído;
O tempo deve constar no sistema do INSS;
Alguns períodos não são contabilizados automaticamente;
Por isso, é essencial conferir seus registros.

Seção 4: Qual é o tempo mínimo para aposentadoria?
Regras gerais após a Reforma (desde 2019, valendo para 2026 e próximos anos):
Homem: 20 anos de contribuição + 65 anos de idade;
Mulher: 15 anos de contribuição + 62 anos de idade;

Se você tem mais tempo contribuído ou começou a contribuir antes da Reforma, pode ter direito a outras regras.

Seção 5: Existem várias possibilidades de aposentadoria
Existem 28 regras diferentes de aposentadoria no INSS;
Algumas permitem se aposentar antes da idade mínima;
Mais de 50% das aposentadorias são concedidas para pessoas com menos de 60 anos.

Seção 6: Como consultar seu tempo no Meu INSS (CNIS)
Para verificar seu tempo registrado:
Cadastre-se no Meu INSS;
Busque por “Extrato de Contribuição (CNIS)”;
Confira o tempo que aparece no sistema.
Nem sempre todos os períodos estão registrados.

Seção 7: CNIS incompleto pode atrasar sua aposentadoria
Se faltar algum período, é preciso pedir correção;
Apresente documentos e provas adequadas;
Verifique também códigos de erro ou pendência.
A falta de atualização pode adiar sua aposentadoria em até 6 anos ou mais.

Seção 8: Orientação prática final
Faça a correção do CNIS o quanto antes;
O simulador do INSS pode ser incompleto e conter erros;
Para uma contagem exata, o ideal é contar com um advogado especialista;
Informação correta traz tranquilidade e protege seu direito.
" width="429" height="2560" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-scaled.webp 429w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-768x4585.webp 768w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-343x2048.webp 343w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Infografico-01-PREV-PREV-GERAL-MARCO-26-TEMPO-DE-SERVICO-NO-INSS-O-QUE-CONTA-E-COMO-CONSULTAR-KOETZ-ADVOCACIA-01-150x895.webp 150w" sizes="(max-width: 429px) 100vw, 429px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, se você for contribuinte individual (autônomo) ou MEI, você precisa realizar suas próprias contribuições.</span><span style="font-weight: 400;">Ou seja, você deve se inscrever pelo site/aplicativo </span><a href="https://meu.inss.gov.br/"><span style="font-weight: 400;">Meu INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou telefone 135, obter seu NIT, e depois gerar e pagar a Guia da Previdência Social (GPS) mensalmente (até o dia 15 do mês seguinte) ou trimestralmente, escolhendo a categoria (individual, facultativo, MEI, etc.) e alíquota corretas, através de internet banking, lotéricas ou bancos conveniados.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/zwzs_Kb37-w?si=ubviuUk0ZZk2nJLm" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2><b>Posso fazer contribuição para o INSS de forma retroativa?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim!</span></p>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/posso-pagar-inss-retroativo/"><span style="font-weight: 400;">Realizar o pagamento retroativo do INSS</span></a><span style="font-weight: 400;"> pode ser benéfico para muitas pessoas, no entanto, há situações em que essa opção pode não ser uma vantagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a maneira mais segura de determinar qual é a melhor possibilidade no seu caso particular é buscar orientação de um profissional jurídico qualificado, capaz de realizar uma análise detalhada da sua situação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, veja os principais requisitos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir o primeiro pagamento pontual na categoria que deseja regularizar (por exemplo, ser contribuinte individual no INSS);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Apresentar comprovação efetiva de prestação de serviços nessas datas;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre outros casos.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/IC6bRTcTLXc?si=_6TqkIt76filH_mJ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora você já sabe qual é o valor da contribuição do INSS, além de como contribuir. É de extrema importância que você verifique seu regime de trabalho e veja qual método é o melhor no seu caso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contribuir para o INSS é uma maneira de se manter protegido em situações de imprevisto, além de poder alcançar a aposentadoria após anos de contribuição e/ou idade mínima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, manter os cálculos atualizados, ainda mais se você contribuir por conta própria, pode te proteger de problemas futuros, inclusive de descontos de contribuição, que não contam para uma aposentadoria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todo trabalhador remunerado tem a obrigação de contribuir, mas vale a pena ficar atento no momento de buscar pelos direitos previdenciários para construir um futuro mais sólido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Teto do INSS 2026: O que muda e quais os valores atualizados</title>
		<link>https://koetzadvocacia.com.br/teto-inss/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 11:11:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadorias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O teto do INSS sempre muda com a virada do ano e não é diferente para 2026. Contudo, vale a atenção sobre os novos valores, tanto em relação ao salário-mínimo, como o teto. Os reajustes impactam diretamente os segurados que já recebem a aposentadoria e os que estão contribuindo, ou seja, conferir os novos valores&#8230;&#160;<a href="https://koetzadvocacia.com.br/teto-inss/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Teto do INSS 2026: O que muda e quais os valores atualizados</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O teto do INSS sempre muda com a virada do ano e não é diferente para 2026. Contudo, vale a atenção sobre os novos valores, tanto em relação ao salário-mínimo, como o teto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os reajustes impactam diretamente os segurados que já recebem a aposentadoria e os que estão contribuindo, ou seja, conferir os novos valores é de extrema importância.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, idealizei um texto explicando melhor os reajustes propostos para 2026, para que você fique informado (a).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Qual será o reajuste do teto do INSS em 2026?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O reajuste do teto do INSS em 2026 é de </span><span style="font-weight: 400;"> 8.475, 55 com um reajuste estimado de 3,90% em relação a 2025. </span></p>
<h3><b>Aumento para quem ganha mais de um salário mínimo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem ganha acima do salário-mínimo (aposentados, pensionistas, etc.), o aumento em 2025 foi baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado de 2024, que resultou em cerca de 4,77% de reajuste, corrigindo o valor dos benefícios segundo a inflação, enquanto o salário-mínimo teve um aumento maior com ganho real. </span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8sG56r6Hju0?si=zpD7-LS8SxiBIamP" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para 2026, as projeções indicam um aumento de cerca de 4,66% para esses beneficiários, com base no INPC de 2025, enquanto o piso nacional será reajustado para R$1.621. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, para valores acima de um salário-mínimo, o reajuste é somente o INPC acumulado do ano anterior, sem ganho real.</span></p>
<h2><b>Qual será o teto do INSS em 2026?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O teto do INSS será de R$ 8.475, 55.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O reajuste significa um aumento de quase 4% em relação ao teto do ano passado.</span></p>
<p><a href="https://koetzadvocacia.com.br/salarios-minimos-e-tetos-rgps-de-1994-atua"><span style="font-weight: 400;">Confira a tabela do teto do INSS de 1970 até 2025</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9mwo7L_duoY?si=yy-muC9QN6qS3RsQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2><b>Quais os impactos do reajuste?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O reajuste do INSS em 2026 impacta diretamente beneficiários do salário-mínimo (aumento para R$ 1.621) e MEIs, elevando o piso e a margem consignável, o que permite mais crédito.</span></p>
<p><em>O texto continua após o infográfico.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-55961 size-full" src="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Infografico-02-PREV-GERAL-FEVEREIRO-26-REAJUSTES-DO-INSS-PARA-2026-KOETZ-ADVOCACIA-scaled.webp" alt="A imagem mostra um infográfico sobre os novos valores de 2026, do INSS. Título: Reajustes do INSS para 2026 O que muda na aposentadoria, nos valores dos benefícios e nas contribuições. Seção 1: O que muda na aposentadoria por idade em 2026 Regras aplicáveis a quem começou a contribuir após 13/11/2019; Mulheres: 62 anos de idade; 15 anos de contribuição; Homens: 65 anos de idade; 20 anos de contribuição; Para quem já tinha contribuições antes da Reforma: 15 anos de contribuição para homens e mulheres; Válido no direito adquirido e nas regras de transição. Seção 2: Nem toda aposentadoria é igual Existem diversas modalidades de aposentadoria no INSS; As regras variam conforme profissão, idade e histórico contributivo; Atualmente, há cerca de 28 regras previdenciárias em vigor; Cada caso exige análise individual e planejamento. Seção 3: Reajuste do salário-mínimo e benefícios em 2026 Valor do salário-mínimo: 2025: R$ 1.518,00; 2026: R$ 1.621,00; Aposentados e pensionistas que recebem o piso acompanham esse valor; O reajuste garante correção monetária e manutenção do poder de compra. Seção 4: Quem recebe acima do salário-mínimo Reajuste baseado no INPC acumulado do ano anterior; Em 2025, o reajuste foi de aproximadamente 4,77%; Para 2026, foi reajustado para 3,9%; Não há ganho real, apenas correção pela inflação. Seção 5: Como funciona o reajuste do INSS Beneficiários do piso (1 salário-mínimo): INPC + crescimento do PIB; Beneficiários acima do piso: Apenas o INPC do ano anterior; Critérios diferentes impactam diretamente o valor final do benefício. Seção 6: Alíquotas de contribuição ao INSS em 2026 Empregados e trabalhadores avulsos: 7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00; 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84; 12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27; 14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55. Contribuintes individuais e facultativos (base R$ 1.621,00): Plano normal (20%): R$ 324,20; Plano simplificado (11%): R$ 178,31; Facultativo baixa renda (5%): R$ 81,05. Seção 7: Por que contribuir ao INSS é essencial Permite acesso à aposentadoria; Protege em situações de incapacidade temporária; Assegura benefícios como salário-maternidade e pensão por morte; Contribuir é uma forma de prevenção e segurança social. " width="416" height="2560" srcset="https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Infografico-02-PREV-GERAL-FEVEREIRO-26-REAJUSTES-DO-INSS-PARA-2026-KOETZ-ADVOCACIA-scaled.webp 416w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Infografico-02-PREV-GERAL-FEVEREIRO-26-REAJUSTES-DO-INSS-PARA-2026-KOETZ-ADVOCACIA-333x2048.webp 333w, https://koetzadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Infografico-02-PREV-GERAL-FEVEREIRO-26-REAJUSTES-DO-INSS-PARA-2026-KOETZ-ADVOCACIA-150x922.webp 150w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inclusive, segurados que recebem um salário-mínimo terão o valor corrigido para aproximadamente R$ 1.621 (reajuste de cerca de 6,79%), com o primeiro pagamento em janeiro de 2026.</span></p>
<p><em>O texto continua após o vídeo.</em></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pgUyeP5TMlg?si=gUFxFX9jBZLJ4Isg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, as regras de transição da Previdência (idade/pontos) ficam mais rígidas, exigindo mais para aposentadoria, com valores acima do mínimo corrigidos pelo INPC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, vale a pena analisar com muito cuidado todas as </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/aposentadoria-no-brasil/"><span style="font-weight: 400;">modalidades disponíveis de aposentadoria</span></a><span style="font-weight: 400;"> no INSS, que ultrapassam 20.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um bom planejamento previdenciário feito com um </span><a href="https://koetzadvocacia.com.br/"><span style="font-weight: 400;">advogado especialista em Direito Previdenciário</span></a><span style="font-weight: 400;"> desbloqueia oportunidades que passam muitas vezes despercebidas pelo simulador do INSS, que não é confiável.</span></p>
<h2><b>Conclusão</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, você sabe quais são as diferenças nos valores do INSS, assim como uma previsão de quanto vai receber ou de quanto pode receber.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Faço o alerta aqui:</strong> caso surjam dúvidas em relação a sua situação específica, ainda mais se você está perto de se aposentar, considere buscar o auxílio de um advogado previdenciário, que conhece as regras do INSS, além de poder, analisar seu histórico de contribuição com eficiência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada dia sem um direito seu já conquistado, é um dia, infelizmente, perdido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se desejar uma assistência especializada da nossa equipe,</span> <a href="https://wa.me/5548988364316?text=Ol%C3%A1!%20Acessei%20uma%20publica%C3%A7%C3%A3o%20do%20site%20e%20desejo%20ser%20atendido%20por%20um%20advogado"><span style="font-weight: 400;">nos envie uma mensagem no WhatsApp</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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